Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Carvalhal

Cliente: Câmara Municipal de Abrantes

 

Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Martinchel

Cliente: Câmara Municipal de Abrantes

 

Estudos prévios para o Concurso da Concessão do Sistema de Saneamento do Concelho Abrantes

Cliente: Lena Ambiente/Aqualia

 

Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Vale das Mós

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Sistema de Saneamento de Vale das Mós

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Sistema de Saneamento de São Facundo

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de São Facundo

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Sistema Terciário da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Fonte Quente

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Sistema Terciário da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do Pego

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Estação Elevatória N.º 4 do Pego

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Estação Elevatória N.º 2 do Tramagal

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Reformulação da Estação Elevatória da Margem Sul

Cliente: Abrantaqua, SA

 

Sistema Terciário da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Margem Sul

Cliente: Abrantaqua, SA

 

 

in página web de Hidrovia

 

mais referências aqui

 

Continuando com a elaboração dum dossier Abrantaqua (assunto que nos chamou a atenção graças ao Sr. Lalanda e ao Cidadão Abt)

aqui deixamos mais algumas informações.

 

Temos um comentário para anotar do Sr.Lalanda, a que tentaremos responder ainda hoje.

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 20:20 | link do post | comentar

A moral é muito importante em todos os aspectos da vida humana, em especial se queremos que os nossos filhos sejam bem-educados.

 

As criancinhas estão sempre metidas na Net, em vez de andarem a jogar à bola ou a brincarem com bonecas.

 

Por isso devemos ser cuidadosos com as imagens utilizadas e o palavreado que botamos nos nossos blogues.

 

Não defendemos a censura mas a correcção, e estranhamos que no blogue Pico do Zêzere onde colaboram membros do clero, algum sacristão e um influente membro dum conselho paroquial se use às vezes uma linguagem de taberna.

 

Se a nossa escola fosse a do falecido Almirante Pinheiro de Azevedo mandávamos por uma bomba na taberna infórmática do Zêzere, como o heróico marinheiro mandou fazer nas antenas da Rádio Renascença..

in abril sempre

Mas fomos educados pela Obra e Monsenhor nunca disse um palavrão na vida dele.

 

Portanto vimos rogar ao Vigário do Pinhal e restantes clérigos colaboradores no dito blogue que moderem a sua linguagem e imponham penas canónicas aos rurais que pensam que escrever na Net é como guardar cabras na Aldeia do Mato.

 

desenho do Rev. José Vilhena

 

 

Marcello de Ataíde com a assistência espiritual do Capelão do Blogue (que para estar presente exigiu a saída do carbonário Miguel Abrantes das nossas instalações)



publicado por porabrantes às 19:30 | link do post | comentar

 

Fonte : certidão on-line da Conservatória de Registo Comercial de Abrantes

 

''Insc. 1AP. 1/20070727 13:49:46 UTC - CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADE E DESIGNAÇÃO DE MEMBRO(S) DE ORGÃO(S) SOCIAL(AIS)


FIRMA: ABRANTAQUA - SERVIÇO DE ÁGUAS RESIDUAIS URBANAS DO MUNICÍPIO DE ABRANTES S.A. 
NIPC: 508112680 
NATUREZA JURÍDICA: SOCIEDADE ANóNIMA 
SEDE: Parque Lena 
Distrito: Santarém Concelho: Abrantes Freguesia: Alferrarede 
2200 ABRANTES 
OBJECTO: 1 - Concessão do Serviço de Águas Residuais Urbanas do Município de Abrantes.2 - Incluem-se no objecto social da sociedade, nomeadamente, a construção, extensão, reparação, manutenção e melhoria das obras e equipamentos, bem como a realização de todos os actos necessários para a prossecução da actividade descrita no número anterior. 
CAPITAL : 50.000,00 Euros 
Data de encerramento das contas do exercício: 31 de Dezembro 

ACÇÕES: 

Número de acções: 10000 
Valor nominal : 5.00 Euros 
Natureza: Nominativas, podendo ser representadas por títulos de uma, cinco, dez, cinquenta, cem, mil e múltiplos de mil acções 

FORMA DE OBRIGAR/ÓRGÃOS SOCIAIS: 

Forma de obrigar: a) - Assinatura de dois administradores;b) - Assinatura do Administrador Delegado, nas matérias que sejam da respectiva competência por deliberação do Conselho de Administração;c) - Assinatura de um ou mais mandatários, nos precisos termos dos respectivos instrumentos de mandato. 
Estrutura da administração: Composta por três a sete membros 
Estrutura da fiscalização: Fiscal Único e um suplente, ambos ROC ou SROC 
Duração dos mandatos: Três anos 

CONSERVATÓRIA DA SEDE: 

Distrito: Santarém 
Concelho: Abrantes 
Conservatoria: CRPC Abrantes 

DESIGNADO(S): 

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO: 

Armando Paulino Martins da Silva 
NIF/NIPC: 157837645 
Cargo: Presidente 
Residência/Sede: Casal da Charnequinha, lote 6 -A. Nossa Senhora da Piedade, Ourém 
Ourém 

Roberto Pérez Muñoz 
NIF/NIPC: 260624357 
Cargo: Vogal 
Residência/Sede: Calle Ulisses, nº 18, Madrid, Espanha 

Miguel Jurado Fernández 
NIF/NIPC: 260624101 
Cargo: Vogal 
Residência/Sede: Calle Ulisses, nº 18, Madrid, Espanha 

Jesus Rodriguez Sevilla 
NIF/NIPC: 260624608 
Cargo: Vogal 
Residência/Sede: Calle Donoso Cortés, nº 6, Badajoz, Espanha 

Júlio de Jesus Bento 
NIF/NIPC: 101824009 
Cargo: Vogal 
Residência/Sede: Rua S. Bento Menni, nº 2, 8º andar A 
Lisboa 

FISCAL ÚNICO: 

KPMG & Associados - SROC, S.A. 
NIF/NIPC: 502161078 
Residência/Sede: Edifício Monumental, Avª Praia da Vitória, nº 71 - A, 11º andar 
Lisboa 

SUPLENTE(S) DO FISCAL ÚNICO: 

João Albino Cordeiro Augusto 
NIF/NIPC: 103527737 
Residência/Sede: Edifício Monumental, Avª Praia da Vitória, nº 71 - A, 11º andar 
Lisboa 

Prazo de duração do(s) mandato(s): Triénio 2007 a 2009 
Data da deliberação: 20070726 

A SROC é representada por João Paulo da Silva Pratas - ROC - NIF 190572841 - com domicilio no Edifício Monumental, Avª Praia da Vitória, nº 71 - A, 11º andar - Lisboa. ''

 

 

Como se pode verificar o C. de Administração da empresa é dominado por espanhóis: os Señores Roberto Pérez, Miguel Jurado e Jesus Rodriguez, sendo os administradores lusos o ex-vereador PS Júlio Bento e para dar uma ideia que os portugas mandam alguma coisa o Presidente é o Sr. Armando Silva.

 

Os serviços consessionados (ver post anterior) eram desempenhados desde sempre pelo SMAS. Agora foram ''privatizados'' a favor desta empresa, não me lembrando eu que tenha ouvido concurso público.

 

Aliás para quê?

 

Os concursos públicos são uma chatice, só servem para  perder tempo e fomentar a burocracia.!!!- diz-nos um Ps local enquanto tomamos a bica no Chave de Ouro.

 

E o vício de entregar coias aos estrangeiros?

 

Estou-me a lembrar como nacionalizaram 80% do capital da Covina que era de Lúcio Thomé Feteira e deixaram os franceses da Saint-Gobain com os seus 20% incólumes.

 

Depois administraram a empresa quase até a levar à falência (como a MDF) e resolveram privatizá-la.

 

Hoje é espanhola, passou de ter mais de mil trabalhadores, como na época de Lúcio Thomé Feteira, e anda por poca dezenas deles..

 

Só serve como armazém, para vidro que vem de Espanha por exemplo para a Auto-Europa.

 

Não me admira que Lúcio Thomé Feteira tenha terminado a berrar: Viva Salazar!!!!

 

O benemérito Lúcio Thomé Feteira era um mulherengo, queria ter muitas  trabalhadoras para poder mostrar a sua virilidade leiriense ao belo sexo.

 

Mas às vezes enganava-se. A Dona Rosalina era um bocado feisosa....

 

No entanto, os estrangeiros são mais morais, especialmente os espanhóis, que  muitos são da Obra, como o Marcello de Ataíde, e nas suas empresas nunca há rebaldarias!!!!!



Só mais uma nota abrantina. Para quê a nova e flamante sede do Smas ?

 

Para que o dr. Pina da Costa receba o sr. Roberto Pérez em condições?

 

foto do nosso amigo Cidadão Abt!!!!

 

Somos a favor da nova sede!!!!

 

O dr. Pina da Costa saberá demonstrar aos espanhóis que a tradicional hospitalidade lusa não se perdeu.

foto cma

 

Miguel Abrantes, português muito hospitaleiro



publicado por porabrantes às 18:25 | link do post | comentar

 

''Foi assinado, a 25 de Setembro, entre a Autarquia e a ABRANTAQUA – Serviço de Águas Residuais do Município de Abrantes, o Auto de Consignação relativo ao contrato de concessão do serviço de águas residuais urbanas do Município.

Este acto formal decorreu, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, na presença do Presidente da Câmara, Nelson de Carvalho e dos representantes da ABRANTAQUA S.A, Júlio Bento e Roberto Muñoz. Este consórcio constituído pela Lena Ambiente, empresa actualmente responsável pela prestação dos serviços de operação e manutenção do sistema agora concessionado e pela Aqualia, empresa espanhola com uma larga experiência internacional e líder de mercado nesta área, passou a ser o gestor do sistema de saneamento básico do Concelho.

Segundo o Presidente da Câmara, esta é uma concessão “da maior importância, com consequências para o desenvolvimento do nosso território, para a promoção de melhores condições de habitabilidade geral no nosso Concelho e para a promoção da qualidade de vida das populações”.

Da adjudicação consta a exploração, gestão, manutenção e conservação do sistema de drenagem de águas residuais urbanas, estações de tratamento de águas residuais (E.T.A.R’s) e estações elevatórias (E.E.); a limpeza de fossas sépticas; a execução de infra-estruturas, incluindo E.T.A.R’s de modo a alcançar a exigência comunitária de 90 % da população servida com rede de saneamento até 2011 e a realização de benfeitorias nas infra-estruturas, equipamentos e instalações existentes.

O volume total de investimentos a realizar pela ABRANTAQUA, nos 25 anos da concessão, é de 37, 5 milhões de euros. Nos primeiros quatro anos da exploração, várias freguesias rurais do Concelho, vão receber investimentos superiores a 7 milhões de euros, um salto qualitativo em matéria ambiental que resultará da implantação de 40 km de novos colectores, 11 novas E.T.A.R’s, cinco novas E.E. e da remodelação de três E.T.A.R’s.

 

27 de 09 de 2007

Fonte C.M.A.

 

in Abrantes Digital ''

 

Como se verifica pela notícia transcrita entre os representantes da empresa que assinou o contrato encontrava-se o ex-Vereador socialista Júlio Bento.

Foi ele o primeiro PS a dar o salto da actividade política para trabalhar numa empresa (o Grupo Lena) que fora protagonista de relevantes obras públicas, no nosso Município, enquanto o Vereador Bento tinha o pelouro das obras.

O Vereador foi feliz. Não ficou com as orelhas a arder como Nelson Carvalho quando alguns oposicionistas na Assembleia Municipal criticaram com dureza a sua entrada para a RPP Solar. Embora a situação fosse parecida.

Eram outros tempos....

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 15:44 | link do post | comentar

O blogue carrilhista Pico do Zêzere principal defensor e porta-voz do carrilhismo (não sabemos se com assessoria histórica do ex-militante da ala light da UEC Baptista Pereira (1)) pergunta se foi  Carrilho da Graça o autor do posto médico em Martinchel.

 

 

foto Jota Pico

Ora bolas, se são carrilhistas não sabem se é dele ou não?

 

Pelo estilo cúbico deve ser!!!!

 

Apesar de não gostarmos de nenhuma das obras do licenciado temos a delicadeza para não classificar o projecto do Museu como uma '' MERDA!!!!!!! diz Jota Pico

 

O vernáculo deve ser reservado para as grandes ocasiões!!!!

 

Por exemplo para chamar aos trolhas quando é necessário. Os trolhas, mobilizados pelo PCP, sequestraram a Assembleia Constituinte e o Governo em 1975. Pinheiro de Azevedo veio à janela de São Bento e tentou que os trolhas entrassem em razão. Um coro de trolhas, manipulado pelos controleiros gonçalvistas berrou : Fascista!!!! Fascista!!!!

 

Para que seja feita justiça histórica convém dizer que os trolhas arrebanhados pelo PCP estavam enquadrados por bravos militantes da UEC e pela soldadesca gonçalvista.

os trolhas na Assembleia. in Câmara Corporativa 

Estaria entre a multidão de trolhas e comunistas, Baptista Pereira?

 

Pinheiro de Azevedo, era um homem da raça de Delgado. Mas mais moderado. Delgado sacaria a pistola que levava sempre à cinta e disparia 3 tiros para o ar para calar a ralé. O Almirante estava desarmado. Mas tinha uma voz potente e berrou:

 

BADAMERDA PARA O FASCISTA!!!!!

in pensovisual.blogspot.com

Salientando que o Almirante também que ''se chateava, quando o sequestravam'' e que os trolhas e os agentes soviéticos queriam dar um golpe de estado e calar a voz do Povo (que era a Assembleia eleita livremente): justifica-se o vernáculo, adequado à ocasião e ao nível intelectual dos golpistas.

 

Agora para classificar uma obra arquitectónica dizer que é uma ''merda'', só é possível em mentes rurais-carrilhistas!!!!

 

Como se sabe João Pico já foi anti-carrilhista, depois passou a carrilhista exaltado, e  estará agora
a voltar o bico o prego outra vez?

 

É  a coerência rural no seu melhor!!!!

 

 

 

Marcello de Ataíde

(1) Como os textos do blogue rural-carrilhista não são assinados nunca se sabe quem lá escreve. Quando falam de direito é o Dr. Pico (método Alçada). Quando falam de beatices é o Vigário ou algum sacristão do capelão do Senhor Arquitecto. Quando querem insultar Santana Maia é o ex-delegado hortícola do causídico do folhetim brasileiro. Quando há erros ortográficos é Jota Pico.

Agoram andam a falar em história, terão a assessoria de Baptista Pereira, como a CMA?



publicado por porabrantes às 10:53 | link do post | comentar


Posto por Adérito Abrantes.


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publicado por porabrantes às 10:50 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

O Sardoal com Memória publica um interessante post sobre os projectos do Arq. Raul Lino para a Vila do Sardoal.

 

Recomendamos a sua leitura.

 

O sr. Luís Manuel Gonçalves refere uma notícia do Correio de Abrantes de 1932 onde se informa que a convite do Dr.David Serras Pereira o célebre arquitecto visitara a Vila e a partir daí concebera alguns projectos arquitectónicos para o Sardoal, uns realizados, outros que infelizmente não passaram do papel.

foto in adagio-2009.blogspot.com  

O Advogado Dr. David S. Pereira teve banca de causídico em Abrantes, foi um homem ligado à Imprensa e à política regional como monárquico integralista.

 

Morto prematuramente quando dele muito se havia a esperar, deixou 2 filhos o nosso amigo Dr. João Nuno Serras Pereira e a Senhora D.Manuela Serras Pereira.

 

O Dr.João Nuno teve um papel destacado com Agostinho Baptista e Duarte Castel-Branco no salvamento do Convento de São Domingos, ameaçado então como agora pelo camartelo.

 

Dois dos seus filhos, o arquitecto Gil Serras Pereira e o Rev. Frei Nuno Serras Pereira deram-nos a honra de serem signatários da petição.

 

Raul Lino fez também vários projectos para Abrantes, do qual o mais destacado é o edifício da Assembleia de Abrantes, barbaramente assaltado durante o Prec, sem nenhum respeito pela sua singularidade patrimonial e arquitectónica.

Assembleia de Abrantes

Assembleia de Abrantes. foto dias dos reis

(quem não compreendeu a paisagem edificada foi o construtor do Prédio dito do Pelicano...)

 

Raul Lino foi um arquitecto capaz de compreender a paisagem, não há um projecto seu que tente sobrepor-se ao território, mas  integram-se sempre nele.

 

Lição que João Luís Carrilho da Graça foi incapaz de compreender em Abrantes.

 

Agradecemos ao  sr. Luís Manuel Gonçalves mais esta lição de história do Sardoal e da Região.

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 23:27 | link do post | comentar

Le projet du Théâtre de Sénart se dévoile

 

 



Philippe Chaix et Jean-Paul Morel retenus pour réaliser le Théâtre

 

Le jury du concours d'architecture du San s'est réuni le mercredi 16 septembrepour désigner le cabinet d'architecture qui assurera la maîtrise d'oeuvre duThéâtre de Sénart, futur siège de la Scène nationale.

 

Quatre cabinets d'achitecture étaient en lice : le portugais Joao Luis Carrilho da Graça (à qui l'on doit notamment le Théâtre auditorium de Poitiers, l'Ecole supérieure de musique de Lisbonne, la Maison de la paix de Genève et le Centre de documentationet d'information du Palais Belem de Lisbonne), le cabinet de Jacques Ripault et DeniseDuhart (le Théâtre du Luxembourg à Meaux, le Centre d'art et de culture de Meudonet La Carène, salle des musiques actuelles de Brest), un second duo formé par Philippe Chaix et Jean-Paul Morel (les Zénith de Dijon et de Nantes et le futur Théâtre del'Opéra de Cologne) et enfin Francis Soler (le palais de justice d'Aix-en-Provence et lesservices centraux du ministère de la Culture et de la Communication).

 

Le jury, composé d'élus de la Région, du Département, du San de Sénart et dereprésentants des services de l'Etat et des collectivités, s'est prononcé au regard detrois critères : la qualité de la réponse au programme, la pertinence des solutionstechniques proposées et le coût de la construction. Au terme de six heures d'examenstechniques et de débats, le cabinet Philippe Chaix, Jean-Paul Morel et associés l'aemporté à une large majorité.

 

Não traduzimos que não é preciso. Os nossos leitores sabem francês excepto o ex-delegado cavaquista de Duarte Lima, o gajo que se tem dedicado a compor colunas desancando no Pacheco Pereira e na distrital laranja.

 

Com um concurso público limpo, o prémio Pessoa apesar do seu alegado êxito em Poitiers foi à vida!!!!!

 

Queremos e a lei ordena-o um concurso público para o MIIA!!!!

 

Já !!!!

 

E desejamos a Carrilho da Graça a mesma sorte que em Sénart....

 

Damos aos parabéns aos arquitectos Philippe Chaix et Jean-Paul Morel

 

Para os curiosos a descrição do teatro aqui

 

Marcello de Ataíde

 

O resto veio dum press-release da autarquia local



publicado por porabrantes às 19:24 | link do post | comentar | ver comentários (2)

''O MOLEIRO ENFRENTOU O REI. O REI RESPONDEU COM NOBREZA. SE FOSSE A RAINHA TERIA SIDO DIFERENTE?! A NOSSA RAINHA ISABEL LEVAVA PÃO NO REGAÇO. O POVO A FEZ SANTA. A FRANCESA MARIA ANTONIETA BERRAVA AOS FAMINTOS SEM PÃO QUE COMESSEM BRIOCHES. O POVO CORTOU-LHE A CABEÇA. O POVO SEMPRE FALOU. SÓ FALTAVA VIR UMA RAINHA LIMITAR A FALA DO POVO A APENAS 2 MINUTOS, COM A LEI DA MORDAÇA. ORNAMENTO COMO DÁLMATAS. POVO MUDO,É POVO MORTO.''

 

Jota Pico futuro Doutor em História com doutoramento feito pelo método Alçada, com orientador selecionado nas Novas Oportunidades

 

a) Isabel de Aragão foi canonizada pelo Vaticano e não pelo povo.

b) A frase atribuída à desgraçada Maria Antonieta de Habsburgo é ''comam croissants''. A rainha nunca a disse. Não passa de propaganda barata lançada pelos jacobinos.

c) O povo não teve a ver com a miserável decapitação de Maria Antonieta. Atribuir todos os crimes da guilhotina de 1789 ao ''povo'' é como vir dizer que Nicolau II, czar da Rússia e o resto da família foram justiçados pelo povo, quando foram assassinados por ordens expressas de Lenine.

d) Desde quando Maria do Céu Albuquerque é Rainha e João Pico é o Povo?

e) Se o homem quer saber quantos m2 tem a ex-fracção da Nersant na Casa Falcão vá às Finanças e peça uma segunda via da caderneta predial!!!

f) E depois antes de escrever mais bojardas vá à António Botto e consulte um manual escolar de História Universal

 



Também foi o povo que decapitou o celerado Robespierre ????

 

Miguel Abrantes,


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publicado por porabrantes às 18:44 | link do post | comentar

Veríssimo Serrão foi o grande apoiante da transformação do Doutor Candeias no maior especialista mundial em ''Almeidas'' segundo a douta opinião duma  gentil autarca abrantina.

 

Esperamos que Veríssimo Serrão apesar dos seus 85 anos, carregados de honrarias e comendas, ainda possa ser o orientador da tese de doutoramento de João Pico sobre ''Jota Pimenta ou como o Souto urbanizou Portugal''.

 

 

Beja Santos dedicou num dos últimos números do Ribatejo uma análise divertida ao último volume da ''História de Portugal'' do Mestre de Candeias Silva. Reproduzimo-la com a devida vénia:

Beja Santos . Foto Ribatejo

 

O Governo de Salazar por Veríssimo Serrão

por Beja Santos

 

O Prof. Joaquim Veríssimo Serrão tem uma obra científica de inegável valor. É autor de três centenas de trabalhos de investigação sobre temas da história portuguesa, grande parte deles centrados nos séculos XV a XVII; foi presidente da Academia de História durante cerca de 30 anos, é detentor de vários doutoramentos, foi distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias em Ciências Sociais em 1995. Encetou nos anos 70 uma história de Portugal que acaba de dar à estampa o seu 18º volume. É um publicista corajoso, conhecemos a sua amizade indefectível pelo Professor Marcello Caetano, nunca escondeu a sua admiração incondicional pelo último presidente do Conselho; e, conforme se pode comprovar da leitura integral deste volume da história de Portugal que compreende o último período da governação de Salazar (1960 – 1968) torna essa coragem uma obstinação reescrevendo a história vista com pura hagiografia, imaginada pelos directos protagonistas: Salazar e os seus seguidores mais próximos. Por muito que espante o leitor, as fontes dilectas do historiador são os discursos de Salazar, as memórias do almirante Thomaz e de Franco Nogueira. E o Diário do Governo.

É incompreensível como um historiador se pode zangar com uma mudança de regime e ver os factos descritos sem qualquer contraditório. A descolonização é apresentada como um conluio medonho entre a União Soviética e o Terceiro Mundo, a que se juntaram alguns apêndices como os partidos socialistas europeus. O presidente Kennedy nunca existiu. Os verdadeiros democratas acreditavam no Portugal ultramarino, fossem ele Norton de Matos ou Jaime Cortesão. À pergunta se Portugal foi uma nação colonialista, o historiador põe a resposta em Salazar: “Estamos em África há 400 anos, o que é um pouco mais que ter chegado ontem. Levámos uma doutrina, o que é diferente de ser levados por um interesse. Estamos com uma política que a autoridade vai executando e defendendo, o que é distinto de abandonar aos chamados ventos da história os destinos humanos”. Ou seja, não é preciso interpretar a História, Salazar já disse tudo: é pena não se ficar a saber bem o que é que se fez durante 400 anos, que tipo de doutrina moveu o colonizador e os termos da autoridade desenvolvida. Sabe-se, por exemplo, que os guineenses não falavam praticamente a língua portuguesa e que a chamada “pacificação” acabou em 1936; que os indígenas não tinham direito a voto, portugueses eram os assimilados e que a doutrina, na ausência da autoridade portuguesa, depois do tráfico de escravos, era ditada pela CUF. Estão escritos centenas de livros, milhares de ensaios sobre o colonialismo e a presença portuguesa em África mas o historiador abalança-se na catadupa de acontecimentos sempre guiado pelo Diário do Governo, pelos discursos de Salazar e pela imparcialidade de Franco Nogueira. É uma história de eventos, de remodelações, nomeações, de visitas de estadistas, de viagens de Thomaz. Segue-se o ataque da União Indiana e o historiador anda à procura de um culpado e vem dizer que o embaixador Franco Nogueira defendeu Salazar, até Amália Rodrigues se indignou com a anexação do Estado Português da Índia, o que dá mais peso a toda a indignação nacional. Seguem-se mais discursos, novas remodelações, a crise estudantil de 1962 contada como se fosse uma reportagem, há uma homenagem ao general Santos Costa, nesse ano de 1962 morreu Júlio Dantas que, como é largamente sabido, é uma figura incontornável depois de Fernando Pessoa. Adriano Moreira desloca-se a Madrid. Em 1 de Janeiro de 1963 foi proibido o exercício da prostituição. A roda-viva das remodelações parece não ter fim. A política de defesa do ultramar revela-se inquebrantável. O ministro Franco Nogueira volta às Nações Unidas, registou-se uma comoção mundial. A história é só feita de factos relevantes, caso da visita dos príncipes Rainier e Grace do Mónaco. Aliás, a princesa chegou antes do marido e assistiu no Teatro de S. Carlos à representação de uma ópera. Foram inauguradas as novas instalações da Caixa Geral de Depósitos, no Calhariz. Cascais celebrou o 6º centenário. Morre o marechal Craveiro Lopes e Salazar vai à frente do féretro. As coisas agravam-se em África, tanto na Guiné como em Moçambique. Portugal ganha uma dimensão europeia no Futebol. É assassinado o general Humberto Delgado e Salazar vem dizer que foi morto pelos seus correligionários. Temos mais remodelações ministeriais. O almirante Thomaz foi reeleito. Franco Nogueira volta às Nações Unidas e ofuscou-as. O mês de Fevereiro de 1966 foi negativo para a agricultura. O Salazar falou ao mundo através do jornal The New York Times, mandou recados, agitou a Casa Branca. Salazar vai até Braga, para as comemorações do 40º aniversário da Revolução do 28 de Maio, comprou bilhete de avião a expensas suas, parece que o meio de transporte não foi do seu agrado. Inevitavelmente, estivemos à beira de ganhar o campeonato do mundo de futebol nesse ano, mas inaugurou-se a Ponte Salazar e o Panteão Nacional. 1967 viu chegar os restos mortais de D. Miguel e de D. Maria Adelaide ao mosteiro de S. Vicente. A seguir temos a visita do Papa Paulo VI, foi uma viagem que projectou o nome de Portugal para todos os recantos do mundo cristão. Houve inúmeras visitas e inaugurações do almirante Thomaz. Assim chegamos a 1968 e o historiador questiona se o doutor Salazar sentiria que se estava a aproximar o fim. A agitação universitária voltou e o famoso coreógrafo Maurice Béjart foi expulso por ter pedido um minuto de silêncio contra todas as formas de violência e ditadura. O doutor Salazar, soube-se mais tarde pela sua governanta, caiu de uma cadeira de repouso, no início de Agosto, sofreu de um hematoma, foi operado e depois caiu em coma. A sua carreira política tinha findado. Começou a luta pela sucessão, naturalmente que o nome do Professor Marcello Caetano se impôs, mesmo contestado pelos seus críticos. Assim se encerrou o período da governação política de Salazar, iniciada a 5 de Julho de 1932. E escreve o historiador: “O período da II República continuava agora sob a égide de um novo responsável, cuja existência será traçada no Volume XIX da presente História de Portugal”.

Como o Doutor Veríssimo Serrão foi incondicional do Professor Marcello Caetano, e tem já vasta obra a defender a sua política e a manifestar-lhe amizade, é extremamente difícil imaginar o desfecho, em termos de rigor e imparcialidade, do novo volume. Pena é que o Dr. Franco Nogueira não possa abonar as qualidades do Professor Marcello Caetano, senão ele iria aparecer, incontornavelmente, ao lado das memórias do almirante Thomaz.

 

(in Ribatejo)

 

Comentário: gostávamos de saber como é que o 25 de Abril traumatizou tanto Veríssimo Serrão que um homem que foi do MUD nos tempos difíceis deu em nostálgico do Estado Novo depois de Abril......

 

Elogiamos o espírito de resistência de Candeias Silva que ainda continua socialista, tendo conseguido resistir ao apostolado marcellista do Veríssimo.

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 16:05 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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