Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010

 

No dia 4 do corrente mês de Junho teve lugar na igreja do Cabo Espichel uma conferência sobre o património artístico daquele santuário, proferida pelo conservador do Museu da Cidade de Setúbal e professor da Faculdade de Belas Artes, Fernando António Baptista Pereira. Centrando-se particularmente no edifício religioso em que decorria o acontecimento, Baptista Pereira fez o enquadramento histórico daquela construção setecentista e das suas componentes arquitectónicas, bem como das pinturas interiores – quer a fabulosa imagem do tecto, quer dos quadros ali expostos – bem como de outros quadros que se encontram guardados no interior da igreja.

Fernando António Baptista Pereira voltou a apresentar a sua proposta – a que O Sesimbrense deu destaque na edição de Novembro do ano passado – de criação de um pequeno museu, com centro de interpretação, que permita valorizar, quer o património edificado e o natural, quer o património imaterial associado ao culto popular de Nossa Senhora do Cabo.

Uma surpreendente comunicação de Baptista Pereira foi a sua tese de que a estrutura geral das construções do Cabo teriam sido reproduzidas pelo arquitecto Siza Vieira nas edificações da Escola Superior de Educação de Setúbal, que apresentam a mesma disposição geral que os edifícios do Cabo: uma praça definida por dois braços assimétricos. O arquitecto, a quem foi apresentada a hipótese, nega uma inspiração directa, embora tenha admitido que possa ter havido alguma influência subliminar.

No dia 4 do corrente mês de Junho teve lugar na igreja do Cabo Espichel uma conferência sobre o património artístico daquele santuário, proferida pelo conservador do Museu da Cidade de Setúbal e professor da Faculdade de Belas Artes, Fernando António Baptista Pereira. Centrando-se particularmente no edifício religioso em que decorria o acontecimento, Baptista Pereira fez o enquadramento histórico daquela construção setecentista e das suas componentes arquitectónicas, bem como das pinturas interiores – quer a fabulosa imagem do tecto, quer dos quadros ali expostos – bem como de outros quadros que se encontram guardados no interior da igreja.

Fernando António Baptista Pereira voltou a apresentar a sua proposta – a que O Sesimbrense deu destaque na edição de Novembro do ano passado – de criação de um pequeno museu, com centro de interpretação, que permita valorizar, quer o património edificado e o natural, quer o património imaterial associado ao culto popular de Nossa Senhora do Cabo.

Uma surpreendente comunicação de Baptista Pereira foi a sua tese de que a estrutura geral das construções do Cabo teriam sido reproduzidas pelo arquitecto Siza Vieira nas edificações da Escola Superior de Educação de Setúbal, que apresentam a mesma disposição geral que os edifícios do Cabo: uma praça definida por dois braços assimétricos. O arquitecto, a quem foi apresentada a hipótese, nega uma inspiração directa, embora tenha admiti-do que possa ter havido alguma influência subliminar.

 

in o Sesimbrense

 

O pobre Baptista Pereira quase chamou plagiador a Mestre Siza Vieira.

 

E já agora onde se inspirou o  licenciado de Portalegre???

 

Em Speer, o arquitecto de Hitler?

 

Siza devia tratar dele (do BP) à moda de Fafe.

 

Afinal é do Porto.

 

Suzy de Noronha

 

Não  pode a esposa comprar-lhe uma gravata e um blazer???

 

 



publicado por porabrantes às 19:24 | link do post | comentar

O Ministério Público quis levar a julgamento cabo da GNR que usou expressão junto de superior, mas Relação de Lisboa ilibou-o.
Quando um cabo da GNR, irritado com o facto de não ter conseguido uma troca na escala de serviço, se dirige ao seu superior, dizendo "não dá pra trocar, então prò c...", está a cometer um crime de insubordinação ou apenas a desabafar? Este debate percorreu o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa e o Tribunal de Instrução Criminal, chegando, a 28 de Outubro deste ano, ao Tribunal da Relação de Lisboa, que encerrou o caso: o cabo não deve ser julgado, porque a expressão utilizada é um "um sinal de mera virilidade verbal".
Foi no dia 4 de Agosto de 2009 que, no gabinete do sargento da GNR que liderava um subdestacamento, o cabo solicitou uma troca de serviço com outro militar. Perante a recusa do seu superior hierárquico, tal como vem descrito no acórdão do Tribunal da Relação, o militar disse: "Não dá para trocar, então pró c..." E de seguida: "Se participar de mim, depois logo falamos como homens."
A situação em causa evoluiu para uma acusação pelo crime de insubordinação. Segundo uma procuradora do DIAP, "a palavra 'c...', proferida pelo arguido, na presença do seu superior hierárquico, de forma alguma, poderia constituir um mero desabafo, antes, indignado, pelo facto de o seu superior não permitir a troca de serviço, visou o arguido atingi-lo na sua honra e consideração".
"Então existe outro significado para a palavra, 'c...' em causa, dita naquele contexto, que não seja injurioso, ofensivo, de afronta, em relação à pessoa a quem é dirigida?", questiona a mesma magistrada.

 

 

 

 

Os juízes desembargadores Calheiros da Gama e o juiz militar major-general Norberto Bernardes tiveram entendimento diferente, mantendo a decisão do juiz de instrução que decidiu não levar o arguido a julgamento.
E para fundamentar tal decisão, os desembargadores fazem uma extensa análise da expressão "prò c..." que, no fundo, era o que estava em causa no autos. Concluíram que há contextos em que a utilização da expressão não é ofensiva, mas sim um modo de verbalizar estados de alma. Um pouco de história: "Para uns a palavra 'c...' vem do latim caraculu que significava pequena estaca, enquanto que, para outros, este termo surge utilizado pelos portugueses nos tempos das grandes navegações para, nas artes de marinhagem, designar o topo do mastro principal das naus, ou seja, um pau grande. Certo é que, independentemente da etimologia da palavra, o povo começou a associar a palavra ao órgão sexual masculino, o pénis."
Porém, continuam os juízes, "é público e notório, pois tal resulta da experiência comum, que 'c...' é palavra usada por alguns (muitos) para expressar, definir, explicar ou enfatizar toda uma gama de sentimentos humanos e diversos estados de ânimo. Por exemplo 'prò c...' é usado para representar algo excessivo. Seja grande ou pequeno de mais. Serve para referenciar realidades numéricas indefinidas ('chove pra c...'; 'o Cristiano Ronaldo joga pra c...'; 'moras longe pra c...'; 'o ácaro é um animal pequeno pra c...'; 'esse filme é velho pra c...')".
Mas há mais jurisprudência sobre a matéria: "Para alguns, tal como no Norte de Portugal com a expressão popular de espanto, impaciência ou irritação 'carago', não há nada a que não se possa juntar um 'c...', funcionando este como verdadeira muleta oratória."
Tendo presente tais considerações, mais o facto de se ter dado como assente que o cabo e o sargento - apesar da distância hierárquica - manterem uma relação de proximidade, sem muitas regras formais, a Relação de Lisboa decidiu não levar o militar a julgamento pelo crime de insubordinação.

Texto : in Diário de Notícias

 

transcrito aqui

 

Publicado por Suzy de Noronha, judia

 

Se no exército sionista um soldado levanta a voz para um oficial acaba num Conselho de Guerra....

 



publicado por porabrantes às 19:24 | link do post | comentar

''Apresentou a Srª Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, na reunião do Executivo de 14 de Dezembro de 2009, antes da Ordem do Dia, a proposta de celebrar com o Exmo. Sr. Oficial General (na reserva) Norberto Crisante de Sousa Bernardes protocolo (ou contrato) no sentido de o mesmo vir a desempenhar as funções de Provedor Municipal.

 

Entendem os Vereadores do PSD, de acordo com o já expresso no respectivo programa eleitoral, que a personalidade para este cargo da maior importância cívica deveria ser indicada pelas forças da oposição, ou, no limite, resultar de consenso alargado entre todas as forças políticas, a bem da dignificação do cargo e da isenção e independência do respectivo desempenho.

 

No que se refere à personalidade indicada para o cargo, Sr. Oficial General (na reserva) Norberto Crisante de Sousa Bernardes, reconhecemos-lhe todas as qualidades pessoais, humanas e técnicas para desempenhar este cargo.

 

No entanto, o facto de o seu nome ter sido imposto pela Sr.ª presidente da Câmara, apresentando-o como facto consumado, sem qualquer conhecimento ou consulta prévia dos vereadores da oposição, assim como o facto de o contrato poder ser unilateralmente revogado pela maioria socialista do executivo camarário, condiciona fortemente o exercício de um cargo que se deveria ser exercido, sem qualquer constrangimento e com total independência.

 

Na verdade, como pode o cidadão ter confiança no Provedor do Munícipe para apresentar as suas queixas contra a administração, quando este é escolhido e livremente demitido precisamente por quem exerce o poder administrativo de que o munícipe se queixa.

 

Ora, este cargo só faz sentido se for exercido com total independência, o que, com este procedimento, fica automaticamente posta em causa.

 

Pelo exposto, os Vereadores do PSD abstêm-se neste ponto, tendo em conta as qualidades do indigitado que acreditam lhe permitirão manter a sua independência, apesar das fortes condicionantes que o processo da sua escolha e da revogação unilateral do contrato por parte do executivo lhe criam.

 

Declaração de Voto dos Vereadores do PSD em 14-12-2009

 

in Amar-Abrantes

 

Ou seja em resumo o General Bernardes é o Provedor da Maioria.....

 

Em política o que parece, é

 

Já dizia Oliveira Salazar, e o Ditador sabia mais de política que a maior parte dos mortais....

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 18:29 | link do post | comentar

Para mais uma achega acerca desta discussão sobre o Provedor, recordamos:

 

Arquivo: Edição de 04-12-2008

Política

Ana Paula Milho foi acusada pelo PSD de não garantir independência e credibilidade ao cargo

 

 

 

A visada é militante socialista e presidente da Assembleia de Freguesia de São Vicente e tinha sido nomeada pelo presidente da câmara e camarada de partido Nelson Carvalho. Não quis prestar esclarecimentos sobre as razões da sua demissão.

 

 

O PSD de Abrantes congratula-se com a demissão da Provedora Municipal do Cidadão que, no seu entender, nunca devia ter assumido o cargo por ser presidente da Assembleia de Freguesia de São Vicente e ter prestado serviços ao município como advogada em regime de avença. O que, para o PSD, representou uma “triste situação do ponto de vista ético”. O MIRANTE tentou contactar a ex-provedora para apurar as razões da sua demissão, tendo sido informado que a mesma não pretendia prestar declarações sobre o assunto.

Ana Paula Milho, militante socialista, foi nomeada para o cargo em Janeiro de 2007 pelo presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Nelson Carvalho (PS), substituindo no cargo o coronel Maximino Chaves. O nome mereceu a aprovação do executivo camarário e da assembleia municipal, ambos com maioria socialista, apesar da contestação do PSD local.

No blog do candidato do PSD à Câmara de Abrantes, Santana-Maia Leonardo revela que, caso seja eleito, compromete-se a “garantir a independência e a credibilidade do cargo de Provedor Municipal do Cidadão”. Nesse sentido promete que “o nome será escolhido pela assembleia municipal de entre os nomes propostos pelos partidos da oposição” e que “o exercício de qualquer cargo político ou de relações profissionais com o município será considerado condição de não elegibilidade”.

“Consequentemente, o Provedor Municipal do Cidadão nunca poderá ser um nome escolhido pelo presidente da câmara e, muito menos, um autarca do partido no poder e em exercício de funções ou um advogado que tenha realizado serviços jurídicos, em regime de avença, para o município”, lê-se no blog amarabrantes (http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt). “Caso contrário, o Provedor Municipal do Cidadão não seria mais do que o Provedor do Presidente da Câmara, servindo o nome apenas para iludir os mais ingénuos”, acrescenta-se.

O PSD diz que “o que se passou com a nomeação do último Provedor Municipal de Cidadão revelou não só a total falta de vergonha do Partido Socialista como a sua manifesta vontade de instrumentalização do cargo”.

A figura do Provedor Municipal do Cidadão foi criada pela Câmara de Abrantes em Março de 1998. É sua função informar sobre as várias dimensões da cidadania e apoiar o cidadão na defesa dos seus direitos. Para o município de Abrantes, o lugar de Provedor Municipal do Cidadão “constitui um passo muito importante na prestação aos cidadãos de um apoio efectivo aos seus direitos, ao exercício de uma cidadania responsável e mais respeitada”. Até à data não foi nomeado substituto para Ana Paula Milho.

 

in- O Mirante

 

Várias Coisas:

 

Tinha o PSD todas as razões para criticar a D.Paula Milho.

 

Não tinha a D. Paulo Milho nenhuma razão para se recusar a prestar declarações ao Jornal.

 

Sobre quanto cobra a causídica ao Município e aos SMAS basta consultar este blogue.

 

Sobre a figura que fez o empregado do Barão ao nomeá-la, só direi que foi triste como sempre.

 

Estranhamos que a Ordem dos Advogados não se tenha pronunciado sobre o assunto.

 

Devemos ser tontos, neste país não me estranha nada.

 

Miguel Abrantes

 




publicado por porabrantes às 16:53 | link do post | comentar

Continuamos a juntar dentro das nossas possibilidades elementos para um dossier sobre a instituição Provedoria Municipal

 

Outra vez do Amar-Abrantes

 

''Declaração dos vereadores do PSD

 

Os vereadores eleitos pelo PSD vêm, por este meio, dar conhecimento ao executivo camarário das exposições que anexam (Anexo 1), enviadas ao Ex.mo Senhor Provedor de Justiça e ao Ex.mo Senhor Procurador, por considerarem que a criação e posterior nomeação do provedor municipal, no caso concreto do concelho de Abrantes, sem estarem regulamentadas as suas funções, condições de elegibilidade, forma de eleição e duração do mandato, etc. e funcionando como mero apêndice da presidente da câmara, que livremente o nomeia e demite, não garantindo, assim, à figura do provedor a autonomia e independência necessárias ao exercício do cargo, violam os princípios da legalidade, justiça, imparcialidade, boa-fé e prossecução do interesse público e da protecção dos direitos e interesses dos cidadãos, consagrados no artigo 266º da Constituição e nos artigos 3º, 4º, 6º e 6ºA do Código de Procedimento Administrativo.''

 

Este blogue reafirma o seu agradecimento aos Vereadores do PSD (a quem alguma vez criticámos) com as suas diligências para que a Provedoria possa funcionar como um orgão independente da maioria política que domina a CMA.

 

Já viram se o falecido Nascimento Rodrigues ex-Provedor da Justiça estivesse à mercê do Sócrates, que independência teria?

e-cultura.blogs.sapo.pt

 

Edite Fernandes, natural de Vinhais

 

PS- O Sr. Dr. Marcello já está noutra



publicado por porabrantes às 16:07 | link do post | comentar

Um leitor comentou

 

acredite se quiser ....rusga nas redondezas em bairro cigano.... na Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010 às 14:22:

 

 

é com muito agrado que eu venho lendo o seu blog e com satisfação que vejo que vai falando do desempenho dos policias que por abrantes lá passeiam..................
eu resido na área da gnr e por aqui não temos razões de queixa.....Ainda um dia destes fizeram uma operação (como é costume fazerem ) em k não passava ninguém....
inclusive os ciganos de abrantes que foram abordados e fiscalizados.................
um dos filhos do xico cigano começou a insultar um guarda e levou uma carga de porrada que foi de rir......
não se devia dizer mas foi bem dada.........................
a gnr trabalha melhor que a psp....................eles são cerca de 20 e fazem o serviço dos 50 psp´s que cá estão ;)


Pede-se mais 15 guardas e ja chega....eles limpavam abrantes num instante;)

 

 

E disse ainda: sobre Museu do Crime Abrantino na Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010 às 15:29:

 

Detidos pela GNR ;)Eram sobrinhos do xico e vieram de Bragança..

 

Agradecemos a informação, os elogios e  Boas Festas

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 15:46 | link do post | comentar

Ana Rico- Deputada Municipal do PSD

 

Apresentou a senhora presidente da Câmara Municipal de Abrantes, na reunião do Executivo de 14 de Dezembro de 2009, antes da Ordem do Dia, a proposta para o cargo de funções de Provedor Municipal.

 

Como já o expressámos publicamente e está expresso no nosso programa eleitoral, consideramos que a personalidade para este cargo da maior importância cívica deveria ser indicada pelas forças da oposição, ou, no limite, resultar de consenso alargado entre todas as forças políticas, a bem da dignificação do cargo e da isenção e independência do respectivo desempenho.

 

No entanto, o facto da senhora presidente da câmara, apresentar como facto consumado, sem qualquer conhecimento ou consulta prévia dos vereadores da oposição, assim como o facto de o contrato poder ser unilateralmente revogado pela maioria socialista do executivo camarário, condiciona fortemente o exercício de um cargo que deveria ser exercido, sem qualquer constrangimento, com total independência e imparcialidade.

 

Na verdade, como pode o cidadão ter confiança no Provedor Municipal para apresentar as suas queixas contra a administração, quando este é escolhido e livremente demitido precisamente por quem exerce o poder administrativo de que o munícipe se queixa.

 

Intervenção da deputada Ana Rico na A. Municipal de 18-12-2009

 

in Amar Abrantes

 

Com a devida vénia ao Amar Abrantes publicamos estas acertadas reflexões da Deputada Municipal do PSD

 

Marcello de Noronha



publicado por porabrantes às 15:11 | link do post | comentar

PROVEDOR MUNICIPAL

 

O vereador Santana-Maia Leonardo apresentou o seguinte requerimento dos vereadores eleitos pelo PSD, relativo ao provedor municipal:

 

Com vista a instruir a nossa exposição aos Ex.mos Senhores Provedor de Justiça e Procurador da República, os vereadores do PSD vêm requerer a passagem das seguintes certidões:

 

- Da deliberação que criou a figura do senhor provedor municipal no concelho de Abrantes, assim como do contrato celebrado entre o município e o primeiro provedor nomeado;

 

- Da deliberação que nomeou a Ex.ma Senhora Dr.ª Ana Paula Milho provedora municipal, assim como do contrato celebrado entre o município e a provedora nomeada;

 

- Do contrato de avença entre o município e a Ex.ma Senhora Dr.ª Ana Paula Milho, na qualidade de advogada.»

 

15 de Fevereiro de 2010

 

in Amar-Abrantes

 

Quase um ano depois gostaríamos de saber as respostas dos Senhores Provedor de Justiça e Procurador da República.

 

e já agora quem pagou a defesa de Nelson Carvalho?

 

Marcello de Noronha



publicado por porabrantes às 14:01 | link do post | comentar

D.António Policarpo, Cardeal Patriarca, passa na Visão desta semana um raspanete aos políticos, ao Presidente (a quem acusa de incoerência por ter promulgado o cassamento gay), à Conferência Episcopal (de quem diz que quase passou a assumir-se como um orgão político-partidário) e finalmente a D.Manuel Clemente; Bispo do Porto por ter aceitado o Prémio Pessoa.

 

 

Eu não tinha aceitado, embora a obra de historiador de D. Manuel Clemente o merecesse, diz o mais importante Prelado Português.

 

Das palavras do Cardeal retira-se o óbvio: D.Manuel Clemente aceitou passar a estar na companhia duma criatura como Carrilho da Graça, apóstolo em companhia da Lili Caneças, do casamento gay.

 

Um casamento que viola a Constituição segundo Jorge Miranda, o mais prestigiado constitucionalista luso.

 


O Cavaco meteu o Carrilho na Comissão de Honra mas esqueceu-se da Lili Caneças.

 

O Cavaco merece apoiantes da ilustre estirpe da Lili Caneças e do Carrilho.

 

E estou convencido que o Oliveira Costa e o Dias Nogueira votarão nele.

 

Recordo Sartre quando mandou o Prémio Nobel pró lixo.

http://msa4.files.wordpress.com/2008/05/sartre3.jpg Paris-Match

 

E tenho mais respeito por Sartre e pelo Cardeal-Patriarca que pela  Lili Caneças e pelo Carrilho da Graça.

 

Marcello  de Noronha

 

Quanto a D.Manuel Clemente pense na reprimenda do Cardeal

 


 



publicado por porabrantes às 13:07 | link do post | comentar

Antes que o Sr. Bernardes tivesse aceite em circunstâncias que veremos o cargo de Provedor ( nomeação que este blogue elogiou por pensar que era uma ruptura em relação à tradição de dependência ao Executivo que caracterizava a Instituição) a Provedoria era um simples apêndice da oligarquia partidária PS que domina e vem arrasando o Concelho.

 

Com processos penais à mistura nos quais se incluem aqueles em que estiveram envolvidos Nelson Carvalho e Júlio Bento.

 

Com buscas judiciais à CMA por suspeitas infundadas (segundo o que se apurou até ao momento (1)) de ilícitos criminais.

 

A oligarquia partidária local e os seus problemas com o processo penal não se resumem ao PS.

 

Um responsável local do CDS é arguido no caso conhecido como Sobreirogate.

 

E os dirigentes locais do CDS, começando pelo Catão do Pinhal, permanecem mudos.

 

Nem sequer suspendem da militância o homem até que a coisa se esclareça.

 

A anterior Provedora drª Milho acumulou a a Provedoria com o patrocínio judiciário da edilidade.

 

Portanto não estava em condições de ser independente.

 

Estará o Sr. Bernardes?

 

Pode estar, mas o ofício aqui transcrito, indicia várias coisas.

 

Que deixaremos por enquanto em suspenso.

 

Marcello de Noronha

 

(1) O Processo do empregado do Barão não está transitado em julgado. Está arquivado, coisa que significa que pode ser reaberto se aparecerem novos factos.

 



publicado por porabrantes às 09:09 | link do post | comentar

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