Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

 

Protector dos políticos e candidatos insolventes.

 

Foto da secção Noronha da Obra.

SN



publicado por porabrantes às 20:15 | link do post | comentar

Quem o diz é a Oposição ditando para a acta:

 

Depois de termos sido, durante os últimos dois anos, sistematicamente desconsiderados e, muitas vezes, ofendidos pela senhora presidente da câmara sempre que pedíamos esclarecimentos sobre o andamento do projeto RPP Solar, parece que a senhora presidente da câmara começa agora a compartilhar das nossas preocupações, a fazer fé nas suas declarações ao jornal Correio da Manhã.

 

 

 

Maria do Céu ao ofender e desconsiderar alegadamente estes senhores 

 

 

 

mais o sr. dr. Rui André.....

 

está a ofender e a desconsiderar milhares de abrantinos que votaram neles e os mandataram para fiscalizarem a actuação camarária.

 

Querem um exemplo típico da desconsideração da maioria: 

Sabem os leitores que à Oposição nunca foi permitido ver a Colecção Estrada enquanto funcionários como a girl Isilda Jana a podem ver?

E Isilda Jana não tem  qualquer voto a seu favor que exprima confiança dum abrantino.

Isilda Jana nesta história representa menos os abrantinos que o cacique do pinhal mais a sua parelha de candidatos inelegíveis.

 

A Presidenta diz que  ''não tem consciência absolutamente nenhuma de alguma vez lhes ter faltado ao respeito ou ter sido mal-educada'', enquanto como uma menina rabina que está com birra devolve a acusação à procedência.

 

Certamente a Dona Céu não possui as características de selvagem político do seu compagnon de route João Pico.

 

Mas na vereação anterior de que era membro, permitiu que Pina da Costa insultasse milhares de pessoas  chamando animais (ao dizer que os peticionários miavam) a quem exerceu o seu direito constitucional de assinar uma petição.

 

Mas na vereação anterior de que fez parte  conviveu com pessoas como Isilda Jana que praticaram actos ilegais recusando informação que os cidadãos tinham o direito de obter .

 

E Maria do Céu Albuquerque mal chegou ao executivo contratou o mal-educado do Pina da Costa e a anti-democrática Isilda Jana para trabalharem em cargos do município.

 

    

Portanto gosta de trabalhar com um tipo que insultou a petição e com uma senhora que não respeitou a Lei.

 

E ainda mais, gosta de trabalhar com o moralista Pina da Costa que não apresentou a devida declaração de bens ao TC e que pura e simplesmente devia ser demitido por este facto.  

Face a isto é nosso dever condenar a forma descortês como a maioria tem vindo a tratar os autênticos representantes do povo de Abrantes, que são os Vereadores liderados por

 

 

Marcello de Noronha 

          



publicado por porabrantes às 14:59 | link do post | comentar

O caso do Vereador CDS tripeiro que se candidatou e foi eleito,  sendo inelegível porque ''insolvente'' é crime defende hoje no Diário de Notícias um eminente jurista:

 

''"A candidatura de alguém que não pode candidatar-se é crime. O MP deve agora agir, já que a questão entra nas suas competências", explicou Cândido de Oliveira, professor da Universidade do Minho e especialista em Direito das Autarquias Locais. (...)

A lei refere ainda que quem aceitar uma candidatura sem ter "capacidade eleitoral passiva" é punido "com prisão até 1 ano ou pena de multa até 120 dias", alerta Cândido de Oliveira.(...)

 

 

(...)

 

 

Para além disso, Manuel Gonçalves deverá perder o mandato, defende o especialista: Quando a situação é descoberta, o que deve acontecer é a perda de mandato, mesmo que esteja reabilitado. A reabilitação vale para o futuro, não para este mandato".

Na lei da Tutela Administrativa escreve-se que "incorrem em perda de mandato" os membros "relativamente aos quais se tornem conhecidos elementos reveladores de uma situação de inelegibilidade já existente, e ainda subsistente, mas não detetada previamente à eleição".(...)

 

 

 

Como se sabe o CDS abrantino apresentou 2 candidatos inelegíveis, um dos quais foi  eleito.

 

A responsabilidade política é toda do estimadíssimo Jota Pico.

 

Vamos mexer uma palha para resolver o assunto?

 

Tenho mais que fazer do que andar a denunciar ao MP um pobre padre com 95 ou 96 anos e um insolvente.

 

Quem quiser que trate do assunto, que há coisas mais urgentes e divertidas para fazer.

 

Quanto ao promotor do disparate se o homem tivesse chegado a algum sítio estávamos lixados. É o típico ignorante e atrevido que acha que pode saltar por cima da lei quando lhe convém.

 

Mas também estamos lixados com o actual poder e esse é o adversário principal, como o inimigo principal do ignaro é o dr. Santana-Maia.

 

Será o empreiteiro PS ou marçalista???

 

Miguel Abrantes 



publicado por porabrantes às 06:41 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

 

La cigarette sans cravate
Qu'on fume à l'aube démocrate
Et le remords des cous-de-jatte
Avec la peur qui tend la patte
Le ministère de ce prêtre
Et la pitié à la fenêtre
Et le client qui n'a peut-être
Ni Dieu ni maître 
Le fardeau blême qu'on emballe
Comme un ballot vers les étoiles
Et cette rose sans pétales
Qui tombe froide sur la dalle
Cet avocat à la serviette
Cette aube qui met la voilette
Pour des larmes qui n'ont peut-être
Ni Dieu ni maître

Ces bois que l'on dit de justice
Et qui poussent dans les supplices
Et pour meubler le sacrifice
Avec le sapin de service
Cette procédure qui guette
Ceux que la société rejette
Sous prétexte qu'ils n'ont peut-être
Ni Dieu ni maître 
Cette parole d'Evangile
Qui fait plier les imbéciles
Et qui met dans l'horreur civile
De la noblesse et puis du style
Ce cri qui n'a pas la rosette
Cette parole de prophète
Je la revendique et vous souhaite
Ni Dieu ni maître

 

 

 

e já agora, nem 

 

 

Caciques!!!!!

 

Merci. Monsiuer Ferré

 

M.Abrantes



publicado por porabrantes às 21:02 | link do post | comentar


Exmo. (s) Sr. (s)

 

Como enfermeiros do CHMT, EPE (Centro Hospitalar do Médio Tejo, EPE) exercendo funções no serviço de pediatria da unidade de Abrantes e, após conhecimento da reestruturação dos serviços deste centro comunicada a todos os colaboradores desta unidade no dia 17 do corrente mês, achamos importante manifestar a nossa preocupação com a segurança e a qualidade dos cuidados prestados às crianças e adolescentes que recorrem à nossa unidade.

Até ao momento existiam no CHMT dois serviços de pediatria com internamento e urgência pediátrica dispondo de apoio da urgência geral em Abrantes e Torres Novas (sendo de 30Km a distância entre eles). O serviço de obstetrícia e bloco de partos encontra-se sediado na unidade de Abrantes.

Com esta reestruturação passará a existir um único serviço de pediatria com internamento e urgência pediátrica (dos 29 dias de vida aos 15 anos) na unidade de Torres Novas onde passará a funcionar uma urgência básica.

Na unidade de Abrantes manter-se-á o serviço de obstetrícia, bloco de partos, o internamento de neonatologia e todo o internamento de cirurgia geral e ortopedia (crianças e adultos). Nesta unidade ficará centralizada a urgência médico-cirurgica do CHMT.

Confiantes na generosidade das medidas de gestão que estão a ser tomadas, não podemos deixar de discordar de alguns aspectos essenciais, que nos causam indignação, e que no nosso entender, podem incorrer em riscos desnecessários para a saúde das crianças e adolescentes. Uma boa gestão não deve condicionar as boas práticas de saúde, mas sim ganhos em saúde.

Parecem-nos preocupantes os seguintes aspectos:

        Os serviços que dão apoio à pediatria (cirurgia, ortopedia, obstetrícia/ginecologia e anestesiologia) não estão centralizados na mesma unidade de saúde,

٭        Esta situação leva a uma dispersão de recursos humanos que levará a encargos financeiros não condizentes com a finalidade desta reestruturação uma vez que vai obrigar ao aumento dos transportes efectuados entre estas duas unidades,

 

٭        Na unidade de Abrantes o atendimento na urgência dos utentes em idade pediátrica passará a não estar separado do atendimento prestado aos adultos,

 

٭        Os utentes neonatais que recorram à urgência da unidade de Abrantes, deixam de ter um espaço próprio para serem observados, uma vez que até ao momento tal situação não foi acautelada com a reestruturação desta unidade,

 

٭        O internamento das crianças intervencionadas em cirurgia e ortopedia passa a ser efectuado em serviço de adultos. Face à transferência do serviço de ORL para a unidade de Tomar, o internamento das crianças desta especialidade passa a ser igualmente em serviço de adultos ao contrário do que acontecia até dia 25 de Janeiro cujo internamento era efectuado no serviço de pediatria da unidade de Abrantes.

 

De acordo com o documento emanado pelo Ministério das Finanças e da Administração Pública e da Saúde de Junho de 2010 subordinado ao tema “ A Organização Interna e a Governação dos Hospitais”, (…) “não faltam razões que justifiquem e reclamem uma profunda reorganização hospitalar, firmementecentrada no interesse do doente, baseada em princípios de ética, responsabilidade e transparência e integrando os princípios da boa governação clínica e da boa governação empresarial, perseguindo a melhoria continua dos cuidados prestados e padrões elevados de desempenho, mediante criação de contextos de excelência” (2010:4). (…) “ no caso dos hospitais que integram a área materno infantil devem garantir as condições especificas preconizadas pelosdireitos da criança e contidas na “Carta da Criança Hospitalizada” (2010:29).

 

Tendo Portugal uma das menores Taxas de Mortalidade Infantil do Mundo (2,5 ‰ em 2010, INE), e certos de que este valor foi conseguido por um abrangente conjunto de profissionais de diversas áreas e especializações, não podemos concordar com a decisão de centralizar a Urgência de Pediatria na Unidade de Torres Novas, privando as crianças e adolescentes, dos necessários cuidados cirúrgicos e anestésicos imprescindíveis para boas práticas num serviço de Urgência de Pediatria. Esta situação encontra-se acautelada pela Comissão Nacional da Saúde da Criança e do Adolescente quando refere que a urgência pediátrica “Assegura a prestação de todos os cuidados, médicos ou cirúrgicos, em ambiente pediátrico…”. As situações de “life-saving” ficarão muito desprotegidas, pois exigem uma especialização de cuidados que é inerente à formação de cirurgiões e anestesistas. Introduzir o transporte SIV no Centro Hospitalar, não nos parece que garanta o mesmo nível de qualidade dos cuidados habitualmente realizados pelos profissionais referidos pois a distância de 30 Km separa a urgência pediátrica de Torres Novas da Urgência médico-cirúrgica de Abrantes.

 

Conscientes que a nossa ampla experiência na prestação de cuidados de saúde à criança/adolescente/família, no serviço de Pediatria e, urgência pediátrica, da Unidade de Abrantes nas valências de Pediatria Médica, Neonatologia e Pediatria Cirúrgica (Ortopedia, Cirurgia Geral, Otorrinolaringologia - ORL), é uma mais-valia

 

Face ao exposto, caso a administração mantenha a posição da reorganização do Serviço de Pediatria (centralizando em Torres Novas) sugeriu-se, que o novo espaço de Neonatologia contemple um espaço para Pediatria Cirúrgica e Ortopédica, evitando deste modo, pelo menos o internamento de crianças e adolescentes em serviços de adultos.

 

Acreditamos nesta proposta pelas seguintes razões:

 

  -Defendemos o Superior Interesse da Criança;

 

  -É necessário respeitar os direitos consagrados das crianças hospitalizadas;

 

  -A exposição das crianças e adolescentes às infecções associadas aos cuidados de saúde existentes nos serviços de adultos seria evitada;

 

 -As características físicas do espaço que é proposto para acolher o serviço de Neonatologia, permitem garantir o nº de vagas para a actual dotação de Neonatologia e ainda receber crianças com idade superior a 28 dias e até aos 17 anos e 364 dias;

 

 -A equipa de enfermagem do serviço de pediatria da Unidade de Abrantes continuaria a garantir como sempre fez, a qualidade dos cuidados à criança e adolescente do foro cirúrgico e ortopédico;

 

 -A logística de materiais e equipamentos muito específicos para a Pediatria ficaria centralizada, bem como o equipamento lúdico evitando que se encontrem dispersos por vários serviços desta unidade.

 

A Equipe de Enfermagem agradece antecipadamente a atenção dispensada, esperando que esta contribua de alguma forma para apoiar a vossa intervenção como utentes do CMT.

 

 

 

 


 

 

 

 

Abrantes, 25 de Janeiro de 2012

 

Recebemos este texto para o qual nos foi pedida divulgação, coisa que fazemos com o melhor gosto.

A.A


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publicado por porabrantes às 11:20 | link do post | comentar

 

 

A conceituada empresa Demolidora Penafielense cuja elogiável actividade segundo o objecto social consiste em 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

atacou a Construtora Abrantina, que teve o azar para esta marca histórica do tecido empresarial de Abrantes, de cair nas mãos duns amigos de Júlio Bento e não o fez com esta brigada.....

 

 

mas com a equipa de choque judicial composta por afamados juristas com este resultado

 

 

 

66487

Entrada: 
25-01-2012
Distribuição: 
25-01-2012

Autor: Demolidora Penafidelense - Sociedade Demolições Penafiel Lda 
Réu: Construtora Abrantina, S.A.

1º Juízo

127/12.6TBABT 

Valor:
3.687,96 €

Ação Esp.Cump.Obrig.DL269/98 (limite = Alçada 1ªInstª)
Entrega Electrónica - Refª 9183360

666608

Entrada: 
25-01-2012
Distribuição: 
26-01-2012

Autor: Demolidora Penafidelense - Sociedade Demolições, Lda. 
Réu: Construtora Abrantina, Sa

1º Juízo

131/12.4TBABT 

Valor:
268.906,01 €

Ação de Processo Ordinário
Entrega Electrónica - Refª 9191936

 

 

Esperamos que do ataque à Penafiel resulte pelo menos a boa cobrança dos créditos malparados.

 

Miguel Abrantes

 

Todas as imagens deste post ''demolidor'' foram retiradas da página web da empresa de Penafiel 



publicado por porabrantes às 08:50 | link do post | comentar

Domingo, 29 de Janeiro de 2012

 

jornal de alferrarede

 

Aqui está na foto o insigne Historiador, Sr. Doutor Joaquim Candeias da Silva, discípulo muito estimado de Joaquim Veríssimo Serrão e um bocadinho menos estimado de Eduardo Campos, cuja obra tenho vindo a abordar com uma notória complacência cristã, devido à minha formação espiritual, e à reverência que dedico à memória de São José Maria Escriva de Balaguer, que apesar das suas fraquezas mundanas, é para mim um Mestre como Veríssimo Serrão foi para Candeias e Marcello Caetano para o Serrão.   

Termina hoje a saga iniciada sob o título ''Um opúsculo  do licenciado Candeias''  de que já saíram 2 fascículos e que a Tubucci me pediu que editasse em volume, coisa em que estou a matutar.

 

 

Se bem se lembram, no episódio anterior a notável historiadora abrantina Teresa Aparício,  braço direito do dr.Gaspar, descobrira o ignoto paradeiro dos manuscritos perdidos de Frei João da Piedade.

 

Esta descoberta torna vã boa parte do meu trabalho em prol de Clio mas elucida alguma coisa sobre a história de Abrantes.

 

 

''

 Passemos à página seguinte do opúsculo do licenciado Candeias.

 

Vamos ver o mistério adensar-se.  

 

 

Começa Candeias, com a sua peculiar erudição, a desbobinar uma lista de investigadores sérios  que abordaram este assunto.

 

Vou só cingir-me ao que conheci pessoalmente, João Manuel Bairrão Oleiro, abrantino, pai do Museu de Conímbriga, professor e investigador reputado, definido, cito de cor, por José Augusto França, como ‘’o homem que sabia mais de Antiguidade Clássica em Portugal’’.

 

Dizia isso o Prof. França porque pelos vistos quem sabe mais de Antiguidade Clássica é o Doutor Candeias, que quando ainda era apenas licenciado e publicava um dos seus primeiros e secretos opúsculos, já sabia mais que Bairrão Oleiro.

 

Bairrão Oleiro como veremos também tinha outro azar, para a perspectiva ‘’crítica’’ do licenciado Candeias. Era filho de Dona Carolina Bairrão e de Diogo Oleiro.

 

Diz Candeias com uma ousadia insuperável, digna dessa investigadora de elite que se chama Teresa Aparício, que B.Oleiro tratou do assunto ‘’sem a menor intenção crítica’’ e remete o leitor para a nota (3).

 

Ora, o artigo do Professor Bairrão Oleiro que cita, foi reproduzido neste blogue, e para a matéria em questão reproduzo o escrito pelo autor ‘’ (...) Na Memória Histórica da Notável Vila de Abrantes para servir de começo aos anais do Município, coordenada por Manuel António Mourato, cita-se uma lápide do castelo em que se faria referência a um ‘’médico’’ de Tubuci’’ . Como não a vimos e desconhecemos o seu paradeiro, não podendo portanto certificar-nos da sua validade e da exactidão da leitura, não trataremos dela (...).   

 

Se isto não é uma leitura crítica, eu sou ex-seminarista como o piedoso licenciado Candeias.

 

 Bairrão Oleiro diz que não tem de se pronunciar sobre coisas hipotéticas ou inexistentes porque isso é um absurdo.

 

Um historiador ou um investigador estuda coisas que vê, examinando documentos se possível de primeira mão ou objectos, se possível originais, porque senão corre o risco de fazer disparates, descobertas alucinantes como é o caso da drª Aparício ou proferir opiniões sem base científica. 

 

E tudo isto com as devidas cautelas que é para não dizer :descobri um templário sepultado ao lado do hospital e sair um hospitalário ou um cão vadio...

 

Acrescenta Bairrão Oleiro ‘’ (..) Em arqueologia a imaginação, por si só, não é só perigosa   mas necessita apoio em factos concretos (..)

 

Diria eu, tipo Dupont & Oleiro, que o licenciado Candeias tem uma excessiva imaginação, para não dizer que tem atrevimento, uma ousadia, que no que vamos abordar, roça a má-fé.

 

 

 

Mas na nota (4) deste texto sem nenhuma prova, sem um dado, aponta Diogo Oleiro como autor de um decalque da obra de Mourato, porque seria o guardião do manuscrito da Memória Históricaem Santa Mariado Castelo.

 

Ora, é um dislate de tal ordem, que não se aguenta em pé, como vamos ver.

 

A existência da obra de Mourato é conhecida desde o século XIX, porque foi impressa em 1885.!!!!!

 

E qualquer interessado em história de Abrantes, que tivesse o mínimo conhecimento da bibliografia  histórica da cidade sabia isso.

 

Se não sabia isso, era um perfeito ignorante.

 

Em várias bibliotecas particulares da cidade existem e existiam exemplares dessa edição, não muito frequente, dos quais eu compulsei além do que herdei, mais 2 ou três

 

Trata-se da obra ‘’Archivo dos Municípios Portugueses, por uma Sociedade de Jurisconsultos e Homens de Letras, vol I e (único), Lisboa, 1885.

 

Diogo Oleiro tinha um exemplar a que faltavam as primeiras páginas, que ele substituíra por outras copiadas à mão pelo seu próprio punho. Em 1920  e tantos achamos que ainda não havia fotocópias.

 

Naturalmente nas casas boas de Abrantes não entra qualquer pessoa e é natural que o licenciado Candeias não tenha tido acesso à obra.

 

Porque se tivesse tido só uma miserável má-fé, uma cobardia intelectual digna dum pigmeu, é que poderia sustentar o que escreveu.

 

E para que não restem dúvidas do que  digo aqui vai a quota bibliográfica do exemplar da Biblioteca João Paulo II da Universidade Católica.     

 

Nova Empresa Literária de

Lisboa , ed. lit.

Archivo dos Municipios portuguezes historia

analytica, descritiva e critica de todos os

municipios do Reino... 1885- MC-9644    

 

Pertenceu este exemplar ao grande abrantino e Ministro do Estado Novo ( não há razão para se arrepiar, não é o licenciado Candeias, discípulo do fascista Veríssimo Serrão?) Prof. Henrique Martins de Carvalho e foi doado pelos seus herdeiros à UCP.

 

Henrique Martins de Carvalho foi o autor duma juvenil e preciosa monografia abrantina que jaz não sei se no Arquivo Eduardo Campos, se na António Botto e que tive o prazer de consultar, depois do Sr.Eng.Bioucas ter andado comigo a rebuscar a Câmara à procura dela.

Pelo que lá diz, Martins de Carvalho fez a obra como estudante do Curso de Direito, compulsou o original de Mourato e a versão impressa.

 

Escreve o licenciado Candeias esta nota assassina insultando a memória dum homem morto que não se podia defender.

 

E comete o despautério de não polemizar com Martins de Carvalho que estava vivo, no pleno uso das suas faculdades, ainda dava aulas na Universidade e era uma pessoa importante a sociedade portuguesa, que também usou o manuscrito de Mourato.

 

Porque o fez?

 

Porque era mais fácil atacar num morto?

 

Este opúsculo data de 1981.

 

Em Junho de 1981, saía dos prelos o que chamo a 2ª edição da Monografia de Mourato, a 1ª editada e anotada por Eduardo Campos.

 

Na introdução, que está datada de 3 de Fevereiro de 1981, escreve-se  que Diogo Oleiro teria feito um ‘’despudorado plágio’’ da Monografia de Mourato  nas ‘’Notas Históricas’’ da sua autoria  inseridas no livro ‘’Abrantes, Cidade Florida’’ publicado alegadamente em 1952.

 

A 2ª edição de Mourato era publicada a custas da municipalidade  abrantina e era uma vergonha que a Câmara pagasse ‘’uma coisa’’ onde estava uma acusação falsa contra Diogo Oleiro, um dos grandes vultos da defesa do Património de Abrantes.

 

A família de Diogo Oleiro ficou justamente ofendida e a ofensa produziu prejuízos inestimáveis à Cidade de Abrantes, entre eles que boa parte do espólio de Diogo Oleiro que era de importância crucial para a nossa história se dispersasse.

 

Mesmo assim  a família de Diogo Oleiro ofereceu à Biblioteca Municipal de Abrantes uma preciosa colecção do Jornal de Abrantes que é fundamental para a nossa história.

 

Outra das consequências da façanha foi a proibição expressa de entrada em casa dessa família de quem esteve implicado no lançamento de atoardas falsas contra Diogo Oleiro.

 

A falsidade da acusação era tão óbvia, que quando a CMA fez a 3ª edição da obra (com indicação que era a 2ª) em1990 a introdução desapareceu, a acusação de plágio evaporou-se, mas não houve no texto da obra publicada ou em qualquer outro sítio, uma explicação para tal facto.

 

Os actos ficam com quem os praticam e não vale a pena estar a bater em mortos.

 

Mas posso bater em vivos, porque eles podem defender-se

 

Era Presidentes da Câmara o dr. Humberto Lopes e Vereadora da Cultura Anabela Matias, eram eles os que deviam apresentar desculpas bem como o Autor.

 

Se as apresentaram não foram públicas, e a ofensa foi pública.

 

Regresso à data de  3 de Fevereiro de 1981 em que Eduardo Campos datou a conclusão da infeliz introdução onde Diogo Oleiro é posto em causa.

 

É dele a culpa ou alguém antes, com mais habilitações literárias e formação académica historiográfica (Eduardo Campos não tinha formação superior, apenas secundária e apesar disso o seu trabalho  e cultura eram notáveis), lançou a lama contra Diogo Oleiro?

 

Como já se viu na nota (4) deste opúsculo  sem nenhuma prova, sem um dado, aponta Diogo Oleiro como autor de ‘’um decalque’’ da obra de Mourato, porque seria o guardião do manuscrito da Memória Histórica em Santa Mariado Castelo.

 

O ano da edição do opúsculo é o mesmo (1981)  da saída dos prelos da Monografia de Mourato, anotada de Campos.

 

Quem acusou primeiro Oleiro de copiar um texto?

 

O licenciado Candeias ou Eduardo Campos?

 

Na nota (2) do opúsculo em análise Candeias esclarece-nos sem equívocos que a prioridade é sua no descabelado ataque a Diogo Oleiro.  

 

Diz o licenciado ‘’Cabe aqui um agradecimento especial a Eduardo M. Tavares de Campos-um jovem investigador abrantino que prepara a edição crítica da obra de Mourato’’.

 

Isto é, quando Candeias escrevinhava isto, Campos ainda estava a preparar a edição da Monografia.

 

Isto é quando Candeias acusa Diogo Oleiro de ter feito um ‘’decalque’’ de Mourato, Campos ainda não terminara as suas anotações.

 

Portanto tem prioridade Candeias em acusar Diogo Oleiro e deve ser a partir dessa acusação absurda, proferida por um sujeito com preparação académica especializada, que um jovem a iniciar-se na investigação, apenas  titular duma formação secundária, um jovem chamado Eduardo Campos, cai ingenuamente  na esparrela de confiar na opinião do ‘’mestre’’ Candeias e repete-a sem a comprovar.

 

Quando comprovou a injustiça do ataque, corrige a acusação, fazendo desaparecer a aludida ‘’Introdução’’ na edição seguinte....  

 

Candeias Silva parece possesso duma estranha sanha contra Diogo Oleiro 

 

A sanha inquisitorial era uma coisa do foro patológico, como aliás anotam estudiosos sérios sobre a psicopatologia dos inquisidores ou dos familiares do Santo Ofício que quando não tinham marranos para queimar (e  naturalmente para que a Inquisição lhe confiscasse os bens), os inventavam.

 

A psicopatologia do Inquisidor faz parte já da tradição cultural portuguesa como anotou, sagaz, o Padre António Vieira num dos seus sermões.

 

 

A Inquisição era uma fábrica de produzir judeus.

 

A mente de Candeias Silva quando focada para Diogo Oleiro funcionava da mesma maneira.

 

O judeu a queimar já estava condenado pelo sangue que lhe corria nas veias, mas não contentes com isso era preciso infamá-lo com todas as calúnias e atrocidades imaginárias, para que a plebe aplaudisse, a Igreja e a Fé se engrandecessem e a indústria inquisitorial subsistisse.

 

Oleiro já estava condenado por ter escrito história de Abrantes antes de Candeias Silva.

Mas como essa condenação não bastava era preciso infamá-lo mais e acusá-lo de se ter apropriado dum texto alheio.

 

E ir mais longe, insinuar num texto a coisa, para que qualquer  jovem inexperiente e ingénuo, como o era Eduardo Campos, que espalhasse a acusação com base no ‘’magister dixit’’.

 

Gloriosa presunção, a do Silva a de se considerar ‘’magister’’!!!!

 

Bastaria isto para ‘’liquidar’’ Diogo Oleiro???

 

Mais vale prevenir que remediar!!!!

 

Na nota (5) o Candeias mete o dedo de Diogo Oleiro num falo.

 

Deve ser para dar um toque erótico!!!!

 

Mas depois começa a pensar, seria  se era um ‘’falo’’ ou não?

 

Já estou farto deste opúsculo e já está desmontada a pseudo-tese de que Diogo Oleiro se apropriou do texto de Mourato.

 

Deixemos o opúsculo e o licenciado a contemplar o ‘’falo’’.....

 

Vejamos as coisas numa perspectiva temporal distante. Não como Dumas 20 anos depois, mas 30 anos depois.

 

Candeias publica na Zahara nº 16 de Novembro de 2010 um desvairado elogio a Diogo Oleiro, onde naturalmente além das imprecisões habituais, o alegado ‘’decalque’’ foi à vida.

 

Naturalmente porque nunca existiu......

 

Moral da história: como o título dum livro de Teixeira-Gomes: É uma história sem moral nenhuma....

 

Marcello de Noronha, da Tubucci, da Assembleia de Abrantes, da Liga dos Amigos de Abrantes, da Obra, etc 



publicado por porabrantes às 19:54 | link do post | comentar

Devido aos progressos idiomáticos e demográficos cá no concelho se não estivermos qualquer dia  todos a falar caló, e a rosnar gadjo em vez do português ''gajo'', falaremos o idioma do Império.

 

Pensando nisso a Folha Gratuita vai distribuir este autocolante a cada um dos sofredores que se dão ao trabalho penoso de ler aquilo

 

 

     

 

Agradecemos mais este esforço pela transformação do concelho na quinta do porco Napoleão

 

Migguel Abrantes



publicado por porabrantes às 16:57 | link do post | comentar

 

 

Será que ouvi bem?? O sr. presidente da republica disse que as reformas a que tem direito, mal chegam para pagar as despesas.
Terei ouvido mesmo bem ou vivemos em paises diferentes?
Muitos dos portugueses vivem ...sobrevivem com muito menos ... mesmo muito menos ...
 
 

Querida e Venerada Madre Teresa de Calcutá: Não se a irmã que é uma Santa vive no mesmo país do Sr.Cavaco (curioso apelido) porque as Santas vivem no Céu e o Sr.Cavaco vive em Portugal.

O Sr.Cavaco a quem o povo em má hora elegeu Chefe (como o seu PS de Abrantes elegeu em má hora Chefa a Isilda) vive na terra, na terra de Portugal, que apesar de ser Terra de Santa Maria é ainda terra e não Céu e tem necessidades.

Diz a Madre Teresa que muitos portugueses vivem com muito menos, como é o caso de certo cigano que eu conheço que vive numa barraca com Mercedes à porta, cobra o Rendimento mínimo e tem uns dividendos nos negócios da família, que são uns negócios heróicos. Como o Presidente, o cigano não paga luz porque a gama directamente à EDP chinesa a electricidade  e o Sr.Aníbal tem luz no palácio porque a pago eu.

Salazar pagava a sua conta de electricidade em São Bento, mas era um excêntrico porque era beirão, felizmente de Santa Comba, e não de Sernancelhe enquanto o Cavaco é algarvio e o cigano como é nómada, é de parte incerta.

Há por aí a circular umas bocas, querida Santa, adorável protectora dos Padres, que dizem que a barraca do Cigano que está em São Macário, está construída em propriedade de um particular, da família da falecida Dona Beatriz Caldeira Soares Mendes, e que o particular para não meter a barraca abaixo recebe uma renda camarária.

Acresce querida Santa, estimável Vereadora dos pobrezinhos, que a barraca é ilegal e o seu dever como Vereadora é demoli-la, a essa primeiro e  a seguir a todas as barracas ilegais que tornam as Arreciadas duma povoação simpática, num reduto civilizado, cercado por abarracamentos dos nómadas.Ficou a minha estimável Santa chocada com as palavras do algarvio que expressam uma inveja moura (os algarvios são mais marroquinos que lusos) que haja abrantinos, como é o caso do Comendador Catroga, que ganhem mais que o Sr.Cavaco.

Eu como não sou santo, nem algarvio, nem do Pinhal como o Gaspar e o Pico, nem ex-seminarista como o Candeias, nem socialista (ou seja sou a favor de que haja pobres e ricos e para ser mais cru, a favor da injustiça social, isto é da desigualdade na distribuição de rendimentos) peço-lhe  uma coisa simples, defenda a :

 

A Legalidade !!!!!

Para isso lhe pago,

querida Madre Teresa,

e não para escutar lamúrias.....


Camartelo em São Macário, já

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Adérito Abrantes, capitalista puro e duro 

 

PS-Porque com as suas lamúrias a Tia Celeste parece o Aníbal, ou seja é PS linha Kavaquista

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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by Suzy de Noronha


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