Segunda-feira, 30 de Novembro de 2015

 

Provavelmente do melhor escrito sobre o 25 de Novembro cá no burgo.

 

 

O Sr. Oliveira Viana, militar (reformado) de profissão, tem de desenvolver este post

 

 

'' Um canhão sem recuo e sem percutor.
Uma enfermaria com armas debaixo dos colchões.
Um hotel a servir de quartel-general aos revolucionários (burgueses).
A expulsão dos locais ocupados pelos S.U.V. às duas da madrugada.
A Central telefónica e os explosivos.
A vigilância feita ao R.I.A. por civis de binóculos empoleirados nos eucaliptos.
Período conturbado, caracterizado por uma certa anarquia no Governo, Forças Armadas e sociedade, a violência só não teve lugar em Abrantes por ter imperado o bom senso das forças moderadas.''

 

do blogue Coisas de Abrantes

 

mn



publicado por porabrantes às 23:28 | link do post | comentar

vitrais hotel.jpg

Segundo um dos nossos leitores já não estão no Hotel Turismo estes Vitrais históricos.

 

Segundo apurámos o dr. Alves Jana, consultor unipessoal, de uma empresa de capital ínfimo, fará nova conferência para explicar à sociedade comercial a estratégia para recuperar o vitral

 

jana.png

Ora dizemos nós que se ele, que foi Vereador da Cultura (antes de se dedicar ao coaching), ou se a esposa, que também foi Vereadora da Cultura, tivessem classificado o Hotel os vitrais ainda lá estariam

 

Ou se a cacique não tivesse confiado em especuladores ou em administradores tipo dr.Luisinho Moura Neves Fernandes, os vitrais ainda lá estariam.

 

ma      



publicado por porabrantes às 22:36 | link do post | comentar

ferin.png

ng5298181.jpg

 

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

LIVRO: apresentação em Lisboa

 

O livro "A Extinção da Ordem do Templo" (edição comemorativa dos 700 anos da extinção desta ordem religiosa militar, 1312-2012), recentemente editado com o apoio da APOC, será apresentado em Lisboa pelo historiador Prof. Bernardo Vasconcelos e Sousa (Universidade Nova de Lisboa), na Livraria Férin (Rua Nova do Almada - Chiado), no dia 28 de Fevereiro, pelas 18.30H.
 
O livro está à venda nesta livraria e também poderá ser encomendado directamente (e enviado via correio) em portugal.cister@gmail.com.
 
 
uma livraria sem livros de analfabetos
 
ma
 
devida vénia à APOC
 
devida vénia ao Diário de Notícias


publicado por porabrantes às 20:11 | link do post | comentar

 

Na gloriosa lista de cónegos de São Vicente deve figurar um expulso de Portugal pela espada de Nuno Álvares.

Como se chamava o patife que seguiu João I de Castela e a  filha de Leonor Telles contra o Mestre de Avis?

álvaro gil.png

Quem pedia por ele ao Papa cismático, que era o de Avinhão?

regina.png

Quem era o anti-Papa?

benedicto_xiii.jpg

um tal Luna, que se dizia Papa

Benoit XIII : Pape d'Avignon Antipape
Auteur : Henri Ségur
 Lieu d'exposition : Palais des Papes

 

Encontramos o rosto de Beatriz cujos ''direitos'' Nuno Álvares esmagou em Aljubarrota, depois de ouvir missa em S.João de Abrantes e de não por os pés em S.Vicente?

 

beatriz.jpg

é esta, a filha de Leonor Telles de Menezes

 

em português o nome do cónego era Álvaro Gil

 

mas identificar o traidor deu trabalho, foi César Olivera Serrano, que identificou o tipo que trocou ser cónego de S.Vicente por ser servo duma rainha exilada

 

 in Beatriz de Portugal. La pugna dinástica Avís-Trastámara

Biographical study of the queen Beatriz of Portugal, second wife of the castilian King John I (1379), and the portuguese-castilian relations during the XIVth and XVth centuries, with the dinastic problems between the Trastámara and Avis dinasties

 

 

 

Dê-se pois a César o que é de César, e diga-se que é fundamental lê-lo para saber dos lusos ( e dos abrantinos) que o Mestre de Avis esmagou.  

 

E vindo de Aljubarrota, veio o Mestre rezar a S.João de Abrantes e não foi a S.Vicente, as suas razões tinha

E já Álvaro Esteves e outros tinham dito ,

Nós todos concordes em um amor, deliberação, desejo, conselho e obra; em nome da santa, e indivisa Trindade, Pai, e Filho e Espírito Santo, um só Deus verdadeiro, nomeamos, elegemos, tomamos, levantamos, e recebemos no melhor, e mais abundante modo, que em direito podemos, ao sobredito D. João, mestre de Avis, como nosso rei e senhor e dos ditos reinos de Portugal e Algarve, e lhe concedemos que esse se chame rei, e que faça, e possa fazer, e mandar sobre o governo, e defesa nossa, e dos mesmos Reinos todas aquelas coisas, e cada uma delas, que tocam ao ofício de rei e que fizeram, puderam, mandaram e costumaram fazer no tal ofício os reis dos ditos reinos, que até aqui foram, e prometemos, e jurámos e fizemos homenagem que seremos bem obedientes ao dito novo rei D. João; e não iremos contra, nem diremos, nem consentiremos, que outrem o faça.

 

dissera e acrescentara

 

O que tudo suposto, nós os prelados, fidalgos, procuradores acima nomeados examinando a verdade, achámos que a dita D. Beatriz era filha de D. Leonor Teles, a qual ao tempo que o Rei D. Fernando a tomou era legitimamente casada com João Lourenço da Cunha, e casados viveram como marido, e mulher por muito tempo, o que era notório ao dito rei D. Fernando, e a todo o Reino, e por este impedimento não podia o D. Fernando haver da tal D. Leonor filhos legítimos que pudessem suceder na herança do reino, nem possuí-lo por direito hereditário, e mais forçosamente por ser também parente por afinidade da cópula, que ela houve com o dito João Lourenço da Cunha, parente do dito rei D. Fernando em grau proibido.

Sobre isto vendo nós mais como a dita D. Beatriz, tendo razão de saber em como nosso senhor o papa Urbano VI é verdadeiro pontífice, ela de sua livre vontade casou com efeito com o sobredito João Henriques primo co-irmão de seu pai o rei D. Fernando sem haver dispensa do dito Urbano, e usou de uma chamada dispensa de Roberto em outro tempo cardeal, antipapa condenado, e viveu desse tempo até o presente, tendo ao dito Roberto por verdadeiro papa, e por boa a sua dispensa; o que tudo é verdadeiro, claro, e notório em todo Portugal e Algarves, e também nos reinos de Leão e Castela.

E por esta causa, e crimes de incesto por coabitar com homem seu parente, e de cismática por obedecer ao antipapa, a dita D. Beatriz perdeu o direito, se algum tinha, à herança destes reinos, tanto pelo que dispõem o direito comum, como também em virtude das sentenças e processos apostólicos proferidos contra João Henriques e todos aqueles, que o seguem no erro do cisma, qual é a dita D. Beatriz: e também vendo nós que a referida D. Beatriz por si e os seus, entrou, e invadiu os sobreditos reinos de Portugal, e do Algarve, contrariando ao contrato de pazes entre ela, e o dito João Henriques com o rei D. Fernando, e os povos dos ditos reinos e não guardando aos mesmos povos o estabelecido no tal contrato acerca do governo do reino:

 

entre outros assina

 

Eu Álvaro Esteves, vigário perpétuo da igreja de S. João de Abrantes, autoridade Apostólica, público notário e geral e procurador acima escrito do Concelho de Abrantes a estas coisas acima escritas, especialmente chamado, e a cada uma delas, quando assim foram feitas e firmadas, e com as acima ditas testemunhas juntamente presente fui, e mim aqui em este instrumento subscrevi e nele me sinal fiz, que tal é. Álvaro Esteves, etc.

(devida vénia ao Portal da História)

s.João sec XIX.png

 

E se mais dúvidas houvesse cito (por não ter Diogo Oleiro à mão) o Sr. Oliveira Viana: '' haver duvidas sobre a imagem, “Jorge Cardoso (1606-1669), autor do Agiologio Lusitano dos santos, e varoens illustres em virtude do Reino de Portugal, e suas conquistas…” (fig.2), a páginas 468, diz-nos: “Pelo que tornando vitorioso (Batalha de Aljubarrota), foi dar graças à dita Igreja (São João Batista), deixando nela o seu retrato (em sinal de troféu), na devota imagem do Santo, que mandou esculpir de pedra, na qual em três partes do seu diadema tem as quinas de Portugal.” (b).

 

(blogue Coisas de Abrantes, uma das poucas coisas sérias sobre a nossa Terra)

s.joao.jpg

 

mn

 

créditos:foto do anti-papa: Palácio Papal d'Avignon

                                           D.Beatriz: El Sayón

 

 

  

 



publicado por porabrantes às 19:35 | link do post | comentar

 

 

rússia.png

16 Telegrama da Embaixada Portuguesa no Vaticano (confidencial). MNE, 7 jul. 1961.

 

Fátima, o salazarismo e o colonialismo Rampinelli, W. 69

 

e neste mesmo texto académico o professor da Universidade de Santa Catarina salienta que o Vaticano considerava demente D.António Ferreira Gomes por se recusar a abdicar da Sé do Porto

 

mn



publicado por porabrantes às 18:13 | link do post | comentar

DOIS LIVROS E DOIS AUTORES

 

António Boto é um poeta português, cujos admiradores afirmam ser “o maior do seu tempo”. “Suas poesias - afirma um foliculário pequeno-burguês - andam pelo vasto mundo, traduzidas em quase todos os idiomas e onde ecoam, provocam deslumbramentos”.

“Os ventos da adversidade sopraram forte sobre a existência do grande vate”, - continua afirmando o mesmo foliculário - “e aos dias de triunfo sucederam as horas tristes de solidão e sofrimento. Os amigos e patrícios que o adulavam e procuravam, foram desaparecendo”.

Nem N. S. de Fátima, a Santa da Cova da Iria, cuja glória ele cantou no mais belo poema da raça, num livro recentemente editado nesta Capital, lhe está valendo no momento.

Ele continua só, com os seus sofrimentos e suas angústias.

Permaneceu e talvez ainda permaneça recolhido a um quarto da Santa Casa da Misericórdia desta Capital, mercê da generosidade de uma criatura de bons sentimentos, por sinal bem colocado na vida: ministro do Supremo Tribunal Federal.

Tomás da Fonseca, também português de nascimento e de ideias contrárias às do “consagrado” autor de “Fátima”, escreveu outro livro sobre a mesma “Fátima”, relatando, em   seus mínimos detalhes, as mistificações engendradas pelos roupetas portugueses para explorar monetariamente o “aparecimento” da “Santa” em terras de Portugal.

O livro de Tomás da Fonseca, como o de António Boto, foram publicados aqui, no Brasil. Enquanto o de Boto permanece, como inédito, por falta de leitores e seu autor se encontra recolhido a um quarto de hospital, lamentando-se da ingratidão dos “amigos” e da “misericórdia divina”, o livro de Tomás da Fonseca encontra-se com a edição quase esgotada e o seu autor gozando a mais perfeita saúde, apesar de sua avançada idade.

Verifica-se, facilmente, a diferença entre um apologista e defensor da existência de Deus, abandonado por todos aqueles que deviam ampará-lo, principalmente os católicos, e um livre-pensador cuja vida inteira de lutas contra a Igreja lhe renova constantemente as energias físicas e morais para prosseguir, com mais vigor, no esclarecimento da verdade.

O confronto é bastante elucidativo para todos aqueles que se deixam iludir com as palavras mentirosas dos vigários de Cristo. Milhares de seres humanos vivem sofrendo toda a sorte de vicissitudes e misérias porque ficam esperando que Deus se lembre deles e de sua situação... “Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles será o reino do”... inferno, a que está reduzida a vida vivida no Brasil e no mundo inteiro, com guerras, fome, bombas atómicas e mistificação fradesca.

in jornal anarquista do Rio

citado por Tomás da Fonseca

na Cova dos Leões



publicado por porabrantes às 17:58 | link do post | comentar

 

(...)

 

Essa a razão por que naquelas terras ninguém tomou a sério a palhaçada, a começar pelo pai de Lúcia, António dos Santos, por alcunha o Abóbora. Alheio a toda a controvérsia, “não cria nem deixava de crer”. Todavia, na sua opinião tudo aquilo se resumia em “chistes de comadres ociosas, que passam o tempo à soalheira, a descobrir as mazelas do próximo”. E englobava tudo numa única palavra: “Mulherio!” (1). Um dia, alguém propôs-lhe que se fizesse um círculo na Cova para defender a filha e os sobrinhos dos apertos do povo. Respondeu: “Se eles mentiram, que não mentissem; é bom que os apertem!” (2).

- Uma tarde - depõe certo velhote, que interroguei junto a uma fábrica de serração de madeiras - andava o pai de Lúcia charruando uma leira, quando um sujeito pediu licença para lhe falar. Aborrecido por tanta vez o massacrarem sobre as visões da filha, perguntou: “Que deseja você?” - “Ouvi-lo acerca de sua filha Lúcia e das visões que teve!” Resposta do “Abóbora”: “Elas são umas estúpidas, e você, se lhe dá crédito, é tão estúpido como elas!” E continuou a charruar, sem lhe dar mais palavra (3).

  • P. Castro del Rio, obr. cit., p. 46.

 

  1. (2) Videntes de Fátima, p. 78.

(3) Esta cena foi-me confirmada por outros vizinhos de Fátima

 

Tomás da Fonseca, na Cova dos Leões

 



publicado por porabrantes às 17:37 | link do post | comentar

irmao emanuel.jpg

''Nome: “Irmão Manuel”                                  País: Portugal                 Região: Cabeço de Vide, Diocese de Portalegre, Alentejo

Estado civil: Solteiro                                    Profissão: Leigo consagrado e pregador, mas faz-se passar por “frade”, usando indevidamente o nome de “irmão” e um hábito a que não tem direito.

Local de residência: Casa particular a que chama “mosteiro ou convento” em Cabeço de Vide, a sul de Portalegre 

Comunidade: Nesta comunidade só vivem 2 “frades” e 2 mulheres que tratam dos serviços caseiros. Os “frades” usam um hábito cinzento, imitando o das ordens religiosas 

Tipo de Fenómeno: Aparições não declaradas nem divulgadas publicamente, para não ser alvo de averiguação canónica

Quem supostamente visita o vidente: “nossa senhora”

Início dos fenómenos: ?                   Fim dos fenómenos: Ainda a decorrerem

Estado do Processo Canónico: Não tem processo de averiguação por parte da Igreja. É conhecido de vários bispos e clérigos, dos quais alguns lhe dão apoio.

Data de nascimento: Circa década de 60

 

Principais Objectivos: Angariação de fundos para construção e ampliação do seu “convento” no Alentejo + Divulgar falsas doutrinas + Falsas profecias + Falsos ensinamentos + Falsas devoções + Crítica social + Propor a banalização de métodos espíritas na vida quotidiana do católico + Divulgar o terço do triunfo do imaculado coração de maria. (...)

 

ler mais aqui

 

visite falsos videntes- uma grande página

a nossa pergunta: há ''videntes'' verdadeiros?

fátima.jpg

a redacção hoje cartesiana 



publicado por porabrantes às 17:14 | link do post | comentar

p. vitor.png

 

RIP

era boa pessoa

não vamos tratar da doença que tinha, mas quem o obrigou a servir nestas condições ou seja um ou dois  Bispos deviam ter juízo e responsabilidade

 

ma

 



publicado por porabrantes às 15:23 | link do post | comentar

bunker feca.png

nunca se sabe, mas a Susana não perdeu nada

ma 


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publicado por porabrantes às 14:48 | link do post | comentar

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