Domingo, 31 de Julho de 2016

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 no Charlie

mn


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publicado por porabrantes às 21:31 | link do post | comentar

O Bispo de Portalegre saúda as Doroteias porque fecharam uma negociata imobiliária e venderam o Colégio de Fátima.

As santas freiras foram as criaturas que expulsaram Anabela Mateus do Colégio de Fátima:

anabela mateus.jpg

 

''Ela nunca se importou com isso.Nascida em Abrantes, onde o avô foi fundador da primeira casa do Benfica, Anabela foi educada em colégios de freiras, de onde foi "convidada a sair" por ser considerada demasiado rebelde. Guarda muito da disciplina e dos valores que aprendeu naqueles colégios - primeiro como semi-interna nas Doroteias e depois no regime de internato do Colégio de Santa Maria, em Torres Novas -, mas também confessa que procurou sempre arranjar forma de se ir embora. No liceu, então no Barreiro, prosseguiu a sua "carreira" de contestatária'' contava Dulce Furtado, no Público em 2010.

 

Entre a Anabela, que está aqui a gozar do Verão (é uma foto antiga, agora está mais jovem) e qualquer virgem consagrada ao negócio imobiliário, estamos certos que os valores cristãos andam mais perto da primeira, jovem amiga, que das vendedoras de conventos a não sei quantos euros o metro quadrado.

Está enganado, Sua Excelência Reverendíssima, o Bispo, as Doroteias não venderam o Colégio por falta de vocações, mas por excesso de vocação para o negócio imobiliário.

Porque se a falta de vocações é motivo para a Igreja se desprender de património histórico, ainda estamos para saber porque não vendem a Basílica de S.Pedro a um chinês para montar uma pizzaria.

ma 



publicado por porabrantes às 18:22 | link do post | comentar

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Com a bondosa colaboração do Senhor Capitão Andrade (avô de alguns administradores da Renova), o Senhor da Casa Mendanha (descendente do fidalgo que penhorou várias propriedades ao mulato Sebastião José de Carvalho e Melo, que as tinha roubado)

alvega solar 19230 2.jpg

lança a grande obra de dar trabalho ao proletariado agrícola.

 

fonte: Diário de Notícias do Rio de Janeiro, 12 -2-1932

 

o mesmo jornal dá notícia da grande obra benfeitora do paizinho do Dr.Luizinho Fernandes, sem o mencionar, porque o sr. dr. Manuel Fernandes era muito modesto, abordaremos isso

 

''a menina da foto é: '''' A criança, que na altura deveria ter 4 ou 5 anos, era a filha do último Morgado Caldeira de Mendanha, D. Francisco José Salinas Caldeira de Mendanha. Chamava-se Maria de Lurdes Caldeira de Mendanha Trigueiros Janela (os apelidos beirões vieram por casamento) e já faleceu há 6 ou 7 anos, poucos meses depois do falecimento de seu primo, Dr. Francisco José Fortunato Soares.'' disse o amigo da Tubucci,Nuno Carola. a quem cedeu a foto.'' (em 2013)

 

mn

não seremos nós que publicaremos aqui as ligações entre o generoso Morgado  D. Francisco José Salinas Caldeira de Mendanha e certo candidato da Direita neo-liberal, ele que a publique no facebook onde anda a alardear brasões, como se isso desse votos em 2016  

quanto ao ''historiador'' que está ofendido porque no século XVIII o Morgado Mendanha penhorou o mulato Sebastião e este ainda seria parente dum tipo que anda a acumular títulos miguelistas (vindos da traição ao  Rei) e ajustes directos, que continue ofendido

 

foto: Correio de Abrantes: Capitão Andrade 

 

 



publicado por porabrantes às 16:43 | link do post | comentar

A Rev. Madre Moutinho era Professora de Filosofia no Colégio de Fátima nos finais da década de 60. Quando o Colégio pensava alargar-se e começou a comprar imóveis para aumentar as suas instalações.

Mas não é disto que quero falar, falar-se-á noutro post.

Era licenciada em Histórico-Filosóficas, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, estava portanto apetrechada com o arsenal académico necessário para dar aulas a alunos que em breve iriam frequentar a Universidade, enquanto nas Escolas oficiais saídas da ‘’Reforma’’ do ministro fascista Veiga Simão, proliferavam professores provisórios que não tinham títulos académicos para ensinar filosofia ou qualquer outra coisa.

O Simão era assim, improvisava. E quando os estudantes protestavam, telefonava para o fascista Rapazote e para o pide Silva Pais e em franca colaboração contratavam gorilas para impor a paz dos cemitérios.

Salto do Veiga, para dizer que a freira estava actualizada em leituras filosóficas que andavam na berra (e que o Simão nunca leu) mas desconhecia a realidade universitária de Lisboa ou Coimbra para onde iam desembocar as criaturas a quem explicava Platão ou Marcuse.

Sim porque a Reverenda Madre andava muito preocupada com Herbert Marcuse, um filósofo germano-americano, que seguindo a Escola de Francfort, tentava conciliar Marx e Freud, acusando os estalinistas de proibir a análise freudiana por contra-revolucionária e demasiado elaborada para mujiques.

Herbert também trabalhara como consultor para a CIA ou para o Departamento de Estado, e dessas análises saiu um ensaio sobre o marxismo soviético.

Soviet_Marxism_(first_edition).jpg

 

A Rev.Madre organizou um encontro ‘’filosófico’’ para jovens pré-universitários onde veio um padre, que devia ter estado antes na Lua ou na Universidade Gregoriana (que é um recinto para albergar lunáticos que tiram cursos para Bispos), incitar os jovens a estudar Marcuse, porque o iriam encontrar em pessoa em Coimbra ou Lisboa.

O lunático esquecia-se que em Lisboa e Coimbra estava Mao-Tsé-Tung e um punhado de tarados que liam más edições de Pequim, algumas paridas pelo renegado Vilar, pelo profundo Pacheco Pereira e pelo Arnaldo, e que recitavam impávidos as fórmulas que o estalinismo seboso asiático paria.

Ou a UEC a repetir  o que dissera o Armando de Castro e ‘’intelectuais’’ do mesmo calibre, incapazes de lerem fora da cartilha, tão beatos e crentes do Álvaro, como a generalidade do clero e dos bispos o eram, nas profecias da analfabeta Irmã Lúcia.

Aquele ''Corpo Místico de Cristo'' acreditava que Montini era um agitador ‘’comunista’’ e que almoçava aos domingos com o Marquês Berlinguer, depois da homilia em São Pedro...

O máximo que o Álvaro tinha lido era o Suslov, um putrefacto cadáver estalinista, que proibira ler o Doutor Jivago porque era subversivo. Até as obras de Lenine os homens de Moscovo tinham censurado, porque Vladimir pensava demais.

Como Togliatti tinha censurado a Gramsci....

Mas se a Rev,Madre era demasiado optimista sobre as leituras nos progressistas lusos, que o mais que liam era a ‘’Seara Nova’’, onde um goês, que conheci bem, chegou a defender Idi Amin, como grande progressista e anti-colonialista, porque expulsara os indianos do Uganda, sem que o Sottomayor Cardia o tivesse internado no Júlio de Matos, não era demasiado ingénua sobre a forma de elaborar teses na Academia Portuguesa.

Um dia largou esta: estava uma amiga minha a defender uma tese (eram os bons tempos em que Licenciatura implicava uma tese), quando um membro do júri bradou: ò menina, já li isso em francês.

A menina, charmosa e pintada como uma Sioux que vai para a guerra, respondeu imperturbável:

Disso não sei nada, quem escreveu a tese foi o Senhor Orientador.

O Poeta, de cachimbo e ar de dandy, estava no Júri e ficou amarelo. Traduzira um livro do francês e dera-o à menina, como obra inédita. Não traduzira do inglês, porque coitadinho não sabia.

Foi irradiado da Universidade durante uns 8 anos e andou a espalhar que era vítima da repressão fascista, quando não passava dum reles plagiador, como alguns que por aqui acampam.

Vai isto em memória duma Professora de Filosofia dum Colégio honrado. O nome do plagiador não digo, é Pai dum amigo meu e filho dum anti-fascista que morreu sem saber da patifaria.

O saneado  já morreu. Apesar de plagiador, deixou obra aceitável como escritor. E tentou apascentar a lusa Cultura.

 

ma



publicado por porabrantes às 13:47 | link do post | comentar

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Numa das mais antigas lojas abrantinas, neste caso a Botica do Dr.Joaquim Ribeiro, que sempre foi erudita, porque quando o Avô do actual dono, o Dr. Rogério Ribeiro, homem de cultura, artista de mérito e grande bairrista, ainda a fazia chamar Pharmacia Silva, já estava na montra um mocho sábio, de cachimbo e lunetas, vende-se este livro do nosso amigo Dr.Santana-Maia Leonardo

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Já vai na 3ª edição, sinal de favor do público e da crítica, mas não foi lido pela corja política, porque continuam a disparatar, ou seja a tornar o interior ''Terra de Ninguém''.

Está na hora de D.António Castel-Branco ir à farmácia comprar o book e estudar.

E assim rever o cliente que lhe encomendou transformar a Quinta da Viscondessa num Hotel.

Esperemos que a insigne e douta Vereação não faça um Edital proibindo a venda do livro na Farmácia, porque outra anterior já decretou por ilegal unanimidade que estava proibibido flutuar a bandeira azul e branca das quinas, no 2º andar deste edifício.

Diziam que estragava a harmonia estética da Praça, ousava dizer isto a mesma gente que deixa pintar as paredes de S.Domingos por vândalos.

Os nossos cumprimentos ao Dr.Ribeiro por defender a Cultura.

ma

    



publicado por porabrantes às 12:17 | link do post | comentar

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 O ''caralhês'' alaranjado do filantropo e argentário de São Miguel do Rio Torto em destaque no semanário de referência, num artigo de Henrique Monteiro.

 

Calma, o empregado dos chineses ainda não disse que a medalha centenária, que a Céu lhe deu, era uma ''pentelhice'', foda-se.

 

Mas o Senhor Doutor ainda o pode dizer...., estamos à espera

 

ma

 

Imagem : expresso com a devida vénia

 

  



publicado por porabrantes às 11:53 | link do post | comentar

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acabada de sair no New York Times

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 mn



publicado por porabrantes às 09:01 | link do post | comentar

Sábado, 30 de Julho de 2016
 
 
 
 
   
 
Antifascistas da Resistência  (facebook)
9 de julio a las 17:22 ·

ORLANDO PEREIRA (1924 - 2016)

Cidadão da Resistência contra a Ditadura durante décadas, muito respeitado em Abrantes, é considerado o líder da Oposição Democrática nesse concelho, nas décadas de 50, 60 e na primeira metade da década de 70 do Século XX. Em 1975, foi candidato a deputado, pelo MDP/CDE.

1. Nasceu a 24 de Março de 1924, em Alenquer (Merceana), onde o seu pai desempenhava o cargo de secretário da Câmara. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa. Na Faculdade conhecera a mulher com quem iria casar em 1950, Maria Fernanda Corte Real Graça e Silva, uma activa militante da Oposição, julgada em Tribunal Plenário (1).
Pertenceu à direcção do MUD Juvenil e esteve preso no Aljube, em 1949, juntamente com outros antifascistas, entre os quais Mário Soares. Mantinha, então, ligação ao Partido Comunista.
Foi para Abrantes em 1951, pela mão de Armando Martins do Vale, advogado de renome, para dar continuidade, como advogado, ao escritório do advogado João de Matos, quando este foi para juiz.
Mais tarde, em 1955, depois de ter feito estágio para “ Registos e Notariado”, em Mação, e concorrido para o notariado, foi-lhe vedado o acesso à função pública e impedido de ocupar o lugar de notário do Cartório de Albufeira, a que tinha direito ao ficar colocado em 1º lugar: tinha sido alvo do famigerado Decreto-Lei nº 25317, de 13 de Maio de 1935, que bania da Função Pública quem não desse garantias de fidelidade ao regime ditatorial do Estado Novo. Assim, não chegou sequer a tomar posse do cargo e foi advogado em Abrantes, durante um quarto de século, entre os primeiros anos da década de 50 do século XX e o princípio do ano de 1977 (2).
Orlando Pereira participou activamente em todas as campanhas eleitorais e, em 1961, foi candidato da Oposição, no distrito de Santarém. Em 1973, integrou a Comissão Nacional do 3º Congresso da Oposição Democrática, realizado em Aveiro.
Como advogado, defendeu vários presos políticos julgados nos Tribunais Plenários.
Desempenhou diversos cargos na Ordem dos Advogados: delegado às assembleias-gerais, entre 1963 e 1971, e delegado na Comarca de Abrantes, entre 1968 e 1971.

2. Foi candidato do MDP/CDE a deputado, nas primeiras eleições democráticas realizadas e 25 de Abril de 1975, para a Assembleia Constituinte.
Na sequência da revolução de Abril de 1974 veio a ser reintegrado na Função Pública, mediante a simples prova do seu afastamento por motivos políticos, que estava patente no “Diário do Governo” em que fora publicada a deliberação do Conselho de Ministros que o demitiu; e, em princípios de 1977, Orlando Pereira era nomeado notário do 13º Cartório Notarial de Lisboa, um importante cartório na Baixa lisboeta, onde terminaria a sua carreira profissional. Faleceu no dia 21 de Junho de 2016, em Lisboa, com a idade de 92 anos.

(1) Maria Fernanda Silva (Pereira) fez parte do MUNAF; em 1945, com 19 anos, aderiu ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas; no ano seguinte, integrou a primeira Comissão Central do MUD Juvenil (sendo a única mulher), com Mário Sacramento, António Abreu, Francisco Salgado Zenha, José Borrego, Júlio Pomar, Mário Soares, Nuno Fidelino Figueiredo, Octávio Pato, Óscar dos Reis e Rui Grácio. Conheceu Orlando Pereira, estudante do 2.º ano e dirigente estudantil ligado ao Partido Comunista, e data de então a sua adesão a este partido, fazendo-se a intervenção no âmbito daquela organização juvenil. Foi enquanto dirigente do MUD Juvenil que foi presa por duas vezes, o que fez com que não concluísse imediatamente o curso: a primeira, em Évora, juntamente com Júlio Pomar, a 27 de Abril de 1947, foi libertada quatro meses depois; tornou a ser detida, desta vez em Beja, em 24 de Abril de 1948, recolhendo mais uma vez ao Forte de Caxias. Saiu em liberdade condicional passados três meses, em 29 de Julho. Julgada inicialmente pelo Tribunal Plenário de Lisboa em 15 de Março de 1949, seria condenada a 40 dias de prisão correccional e suspensão de todos os direitos políticos por três anos, mas a sentença seria agravada para 100 dias de prisão correccional, por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19 de Julho de 1950.

(2) Testemunho do advogado abrantino José Amaral: “Foi com ele que fiz o meu estágio, entre Março de 1976 e 30 de Setembro de 1977. Após o Dr. Orlando Pereira ter pedido a suspensão da sua inscrição na Ordem dos Advogados, quando foi para Notário (...) continuei no escritório do Dr. Orlando, pelo qual fiquei responsável, a tempo inteiro, a partir do dia 12 de Agosto de 1976, que é a data que marca o início da minha vida activa. Ele só vinha ao fim-de-semana, e nem sempre. Aprendi muito com ele». (facebook)

Biografia da autoria de Helena Pato

http://silenciosememorias.blogspot.pt/…/1016-maria-fernanda…
http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/faleceu-orlando-pereira-…
Candidatos da Oposição à Assembleia Nacional do Estado Novo (1945-1973). Um Dicionário, de Luís Reis Torgal e Mário Matos e Lemos.

 
Foto de Antifascistas da Resistência.
Transcrevemos, com a devida vénia, o post de Helena Pato no site Anti-Fascistas da Resistência
sobre os militantes do PCP de Abrantes, Dr. Orlando Pereira e sua mulher  Drª D. Fernanda Corte Real Silva. Supomos que o PCP abrantino e a CDU agora já podem prestar a homenagem que devem aos dois falecidos camaradas. Falta anotar uma coisa ou relembrá-la, quem herdou inicialmente o escritório do Dr. João de Matos, foi o Advogado e  escritor ex-nacional -sindicalista e depois compagnon de route do PC, Dr. Vergílio Godinho, de Vila de Rei .
 
 

Vergílio gounho século ilustrado.jpg

 

e foi ele que dirigiu a campanha de 1958, de Delgado, por isso foi preso. O Dr.Orlando ajudou-o
nessa campanha, com outros. cidadãos, Duarte Castel-Branco, Costa e Simas, etc...
 
ma 
 
 
 


publicado por porabrantes às 23:43 | link do post | comentar

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(---)

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Henrique Raposo in ''Expresso''



publicado por porabrantes às 15:14 | link do post | comentar

trump 3.jpg

 Пролетарские культур­но-просветительные организации

 

a redacção


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