Sábado, 17 de Junho de 2017

O Doutor Davide Delfino, autor da parte referente à Pré-História na História Breve de Abrantes, na bibliografia indica sete obras escritas por si próprio.

Assim, coitado, não teve tempo para citar Carlos Ribeiro, que em 1875 (!) escreveu sobre o assunto, numa comunicação à Academia de Ciências de Lisboa.

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Era o Carlos Ribeiro um inepto? 

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 Coitado, só descobriu e estudou os Concheiros de Muge.... e foi provavelmente o primeiro a fazer uma descrição duma peça arqueológica pré-histórica da região

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Mostrada a peça, não resisto a contar, pela boca do eminente geólogo, o que fazia um cónego que tinha uma colecção arqueológica

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mn 



publicado por porabrantes às 22:35 | link do post | comentar

Transcrevemos parcialmente as dessassombradas declarações do dr.João Soares, sobre este caso, no facebook

 

''Há limites claro, Ana Benavente, amiga, mas insultos, ou purgas, não é a cultura do PS. E tu sabes muito bem que o Manuel dos Santos não é racista. Era o que mais faltava, era que agora, num contexto favorável, com um Governo nosso a governar bem, o PS entrasse num processo de purga interna. Há limites para o absurdo, e para a cultura de intolerância. O PS não é o Hamas (esta é só para ti, Ana, não resisti)"
Também ainda no mural do Antonio Dias, respondendo a Joana Lopes, que cita jornais onde se diz que Costa poderia defender expulsão :
"Joana Lopes Não acredito que Costa defenda expulsão de Manuel dos Santos. Mas, mesmo que defendesse, eu não concordaria. Essa não é a cultura, e a tradição do PS. Seria um erro grave. Que me lembre só foram expulsos, em "purga" interna organizada pelo Antonio Reis, os trotskistas infiltrados, Aires Rodrigues e Carmelinda Pereira. Eu, não fui ouvido, mas já nessa altura não estive de acordo. E, sobretudo, o Manuel dos Santos, não é racista. Ninguem que o conheça pode ter duvidas sobre isso. A começar, penso, pela propria Luisa Salgueiro. Estranho é que tantos veteranos do PS Porto, companheiros de Manuel dos Santos, não sejam capazes de escrever o que acabei de escrever. O Manuel dos Santos, pode ter sido infeliz e mesmo incorrecto, no que escreveu, mas não é racista. Ponto. E digo, o Manuel dos Santos não é racista, com a mesma convicção com que lhe disse a si Joana, que o Rui Perdigão tinha dirigido um dos carros da fuga de Peniche. Você desmentiu-me. Depois reconheceu que sim. Todos, nos enganamos e cometemos erros. Um partido não se torna mais forte quando "expurga" quem não está de acordo, ou comete um erro (...)



publicado por porabrantes às 15:03 | link do post | comentar

SOL_10-06-2017.jpg

gamado ao estimado Impertinências


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publicado por porabrantes às 14:37 | link do post | comentar

Uma senhora publicou em 2013 no ''Jornal Cidade de Tomar'' um artigo em que dizia que certo elemento era ignorante, pertencia a uma seita satânica e estava possuído pelo Demo.

Como era moderada, não recomendou um exorcismo.

O homem ofendeu-se e meteu-a no Tribunal que a condenou.

Pedia o ofendido 7.000€ e a senhora foi condenada a : ''120 (cento e vinte) dias de multa, à taxa diária de 6,50€ (seis euros e cinquenta cêntimos),e, julgando parcialmente procedente o pedido civil deduzido por RV, condenou ainda a arguida a pagar-lhe a quantia de 500€''

 

Recorreu a condenada para a Relação.

 

Considerou a Relação que se pode chamar ignorante a alguém sem o ofender.

 

Também achou que dizer que fazia parte duma ''seita diabólica'' e que ''estava possuído'', devia ter dito que estava ''possesso'',...era dito com ironia e sarcasmo....e não para recomendar os serviços dum exorcista.

 

'' aqueles trechos denotarão ironia ou mesmo sarcasmo por parte da arguida, mas nada permite interpretá-los literalmente como se a arguida afirmasse que o assistente está efetivamente possuído pelo demónio ou que pertence realmente a uma qualquer seita diabólica. (...)

 

E absolveu a senhora.

 

Fez-se Justiça e não foi necessário exorcista....  

mn

extractos do Acórdão da Relaçao de Évora, relator Corregedor António João Latas



publicado por porabrantes às 12:51 | link do post | comentar

O desprezo por parte do caciquismo inculto e pimba, cujo rosto é Maria do Céu, pela actividade de Lourdes Martins, alma da Palha, reflecte-se nestas declarações:

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palha de Abrantes
Lurdes Martins, presidente da direcção da Palha de Abrantes, apresentou a história desta associação que fez vinte anos em 2015. O seu comovente testemunho não se limitou a uma exposição prosaica ou cronológica. Levantou questões importantes cujo conhecimento é bom termos presente, em particular no tocante à relação, ou relações, que uma associação cultural desenvolve no contexto social em que se insere. Por exemplo, quando uma associação, que é um irmanado conjunto de pessoas, tem como rumo ser independente, pensar livremente e por si mesma, isso pode fazê-la deparar com hostilidades, por vezes inesperadas. 
A Palha tem em Abrantes uma intervenção cultural de longa data que se baseia grandemente na dádiva dos seus responsáveis e intervenientes, pessoas cujo modus vivendi não procura obter situações confortáveis no plano material. Mas, apesar disso, e das provas dadas, designadamente no trabalho com crianças e jovens ou no muito que têm feito em prol do cinema, inclusive no respeitante à realização (de documentários ou de filmes de animação co-realizados por crianças, alguns deles premiados em certames internacionais), o seu não reconhecimento pela cidade revela-se frustrante. Quando aos esforços de todos os dias que é preciso levar a cabo para que a associação prossiga vem juntar-se a incompreensão dos seus destinatários ou dos que deveriam ser seus parceiros activos, não é surpreendente que surja a vontade de desistir. A Palha já esteve para acabar. E foi precisamente para o impedir que Lurdes Martins deixou a sua profissão segura, para se dedicar a algo que lhe custava muito que desaparecesse.
Numa associação destas privilegia-se o fomento de relações estimulantes, sadias, susceptíveis de promover o enriquecimento pessoal de cada um, a começar pelo das crianças. Mas se as pessoas se desinteressam disso? Se os pais, torcendo o nariz, acham que as crianças «se sujam» nas actividades que lhes dão prazer? Se as entidades locais menosprezam muito desse trabalho voluntário, em vez de o apoiarem? Em tais casos, o associativismo devém um estoicismo cujo desgaste pode tornar-se insuportável.
 
 
 
mn  
 


publicado por porabrantes às 07:55 | link do post | comentar

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