Sexta-feira, 4 de Agosto de 2017

tereso 2.png

Boletim da CP

 

Com quarenta anos de serviço

zé martins.png

mn



publicado por porabrantes às 23:27 | link do post | comentar

4159977 Entrada:
01/08/2017
Distribuição:
01/08/2017
Lista: Movimento Independente Freguesia Tramagal Juízo Local Cível de Abrantes 509/17.7T8ABT-G Processo Eleitoral
Processo Eleitoral
4159687 Entrada:
01/08/2017
Distribuição:
01/08/2017
Lista: Movimento Independente Juízo Local Cível de Abrantes 508/17.9T8ABT-G Processo Eleitoral
entrega de listas autárquicas
           
           
4164117 Entrada:
03/08/2017
Distribuição:
03/08/2017
Lista: Partido Socialista Juízo Local Cível de Abrantes 512/17.7T8ABT Processo Eleitoral
4165624 Entrada:
03/08/2017
Distribuição:
03/08/2017
Lista: Partido Socialista Juízo Local Cível de Abrantes 513/17.5T8ABT Processo Eleitoral


publicado por porabrantes às 23:00 | link do post | comentar

O Jornal do Brasil de 13 de Novembro de 1904 dedicava vasta atenção à Mãe-Pátria.

E também ao assasinato no Sardoal da mãe do Cónego Silva Martins, assunto já aqui tratado via Sardoal com Memória.

Reproduz-se o recorte :

martins 1.png

martins 3.png

martins 4.png

 

martins 5.png

martins 6.png

 A principal novidade para mim é que o P.Raposo era ao tempo pároco do Tramagal. Já é uma ajuda para perceber certas coisas da época.

mn

 



publicado por porabrantes às 19:24 | link do post | comentar

firmino.png

 

pessoal cp.png

Num país onde proliferam trafulhas entre políticos, eclesiásticos, negociantes e restante corja é um gosto encontrar e falar de gente séria, como é o caso do ferroviário de Abrantes, sr. Firmino Esteves, destacado pelo Boletim da CP em 1953.

ma  



publicado por porabrantes às 17:31 | link do post | comentar

Dirigido ao Presidente da Assembleia Nacional

 

antónio farinha pereira.png

 

Comerciantes de azeites de Alferrarede pedem V. Ex.ª que não seja permitida venda livre óleos comestíveis mas sim em latas seladas e litografadas evitando que estes produtos sejam vendidos como azeite oliveira em prejuízo comércio honesto, consumidor e economia nacional. -

António Farinha Pereira

 

Simão § Ca.,

Joaquim Matos Tavares

Silva Pereira, Nazaré

António da Silva Pereira Santos,

Gonçalves Luiz Martins.



publicado por porabrantes às 16:35 | link do post | comentar

Hoje ou amanhã voltaremos a falar sobre um padre do Tramagal, o Rev.Raposo, que depois foi um resistente católico contra a perseguição jacobina na Vila de Abrantes, durante a República.

Mas enquanto se procuravam elementos sobre ele apareceu isto, referente a 3 padres, um do Tramagal e outros da Bemposta e do Pego.

Por mera curiosidade, publica-se:

uniao católica.png

sobre o padre da Bemposta e do Pego

uniao católica 2.png

 

  Era, ao tempo, a União o órgão oficial da diocese e estava muito preocupada com a Maçonaria...e com os protestantes....

maçonaria 2.png

 mn

 



publicado por porabrantes às 15:28 | link do post | comentar

Era um debate na Assembleia Nacional, fala o deputado  Proença Duarte:

(...)

A indústria dos lagares e dos alambiques diz respeito a produtos fabricados adentro do País, e que não importam a saída de dinheiro para o estrangeiro. É até condição para que certas indústrias, que hoje existem, se mantenham: facultar-se aos lavradores a possibilidade de montar essas novas indústrias.
Vou referir outro caso concreto.
Desde que está em vigor o condicionamento, ou desde que está sujeita a restrições a indústria dos lagares de azeite, as grandes fábricas deste produto existentes no Tramagal e no Rossio de Abrantes têm-se visto, algumas vezes, na contingência de fechar as suas portas, por não ser permitida a montagem de lagares.
Ainda o condicionamento não se impõe nesta indústria, apesar da razão invocada pelo Sr. Deputado Sebastião Ramires, ao dizer que esses estabelecimentos industriais podem laborar como quiserem e entenderem, sem condições de higiene e sem condições próprias de trabalho.
Ora, Sr. Presidente, não é assim.
As indústrias estão sujeitas à fiscalização da Inspecção Geral das Indústrias e Comércio Agrícolas e não podem funcionar sem estarem nas condições previstas, e fixadas na lei (...)

Deputado Botelho Neves:

(...) Quanto aos lagares, eu sei que a fábrica de Tramagal e outras estão lutando com grandes dificuldades, porque não estão autorizados pedidos relativos à instalação de dezenas e até centenas de lagares.
Não é, porém, o condicionamento em si que é culpado, porque essa indústria está sujeita à apreciação de dois Ministérios: o do Comércio e o da Agricultura.
Ora, não me consta, até hoje, que tenha sido negada autorização para a instalação de lagares de vinhos. Quanto ao arroz, é um caso distinto. Milhares de operários vivem dessa indústria e nela estão envolvidos imensos capitais.
Portanto, se existem no País em quantidade superior às necessidades de momento, não é justo que se vá autorizar a instalação de novas indústrias.
E, para terminar, eu repito: condicionamento não é proibição: é subordinar a indústria ao interesse nacional, é fazer apreciar a questão pelos órgãos a quem compete seguir, passo a passo, o desenvolvimento do País.(...)

Diário das Sessões



publicado por porabrantes às 12:15 | link do post | comentar

Fala o deputado Jerónimo de Sousa:

(...)O Orador: - Se um dia quiser, Sr. Deputado, muito amigavelmente, vamos à Marinha Grande, vamos ao Tramagal, vamos a Valongo, vamos à sua zona do Algarve, vamos conhecer as realidades objectivas e talvez o senhor compreenda quanto é injusto carregar sobre homens com fome, à coronhada e à bastonada.(...)

 

Continua a discussão:

Fala outro deputado do PCP Dias Lourenço: (...)

A situação que me proponho abordar é a que se vive na vila operária do Tramagal.

Na freguesia do Tramagal - a segunda do concelho de Abrantes, com mais de 5000 habitantes e mais de 2500 famílias constituídas -, nas 3 empresas mais importantes que garantem a subsistência da maioria da população trabalhadora local, a situação assume aspectos pungentes.

Nas 3 empresas, 2 têm unidades fora do distrito: a Metalúrgica Duarte Ferreira, com cerca de 2400 trabalhadores e unidades no Porto e em Lisboa, e a SOMAPRE, onde laboravam 117 trabalhadores com outra unidade em Alverca do Ribatejo. A terceira - Neo-Cerâmica - é apenas local, com os seus 40 trabalhadores.

Na MDF, uma das maiores empresas metalúrgicas do País, há 4 meses que não são pagos salários. 200 trabalhadores da unidade de Lisboa já receberam aviso de despedimento, 300 vão ser compulsivamente reformados e projecta-se o despedimento de mais 500 para reduzir de 200 000 contos a massa salarial como condição admitida pela administração para a viabilização da empresa.

Na unidade do Porto os 470 trabalhadores receberam apenas 10 contos relativos ao mês de Outubro, nada receberam em Novembro e Dezembro e de Janeiro é-lhes ainda devido 30 % do salário.

A Sr.ª Zita Seabra (PCP): - É uma vergonha!

O Orador: - Na SOMAPRE não são pagos os salários há 8 meses, a administração impôs condições de remuneração inaceitáveis e, em consequência, vários dos 117 operários debandaram em busca de trabalho em qualquer lado.

Na Neo-Cerâmica os 40 trabalhadores também não recebem salários há 3 meses.

Pelos vistos, na opinião do Sr. Ministro do Trabalho isto é demagogia do PCP ...

Os deputados comunistas pelo distrito de Santarém têm procurado acompanhar de perto a situação destes trabalhadores, têm chamado para eles a atenção do Governo nas diversas formas regimentais desta Assembleia da República.

No caso da MDF, sendo verdade que se verifica uma má gestão da administração, casos que o Sr. Ministro do Trabalho justamente refere, cabe, porém, ao Governo as maiores responsabilidades e é preciso que as assuma.

No último fim de semana, convidado, como o foram os deputados dos outros partidos com representação parlamentar pelo distrito de Santarém, dos quais apenas compareceu 1 deputado do PS, participámos

numa sessão pública de iniciativa das organizações representativas dos trabalhadores das empresas do Tramagal, onde foi feita uma informação da situação dramática existente na localidade.

Pelos vistos, outra demagogia do PCP ...

O desespero começa a invadir os lares com a miséria e a fome. Fome mesmo, Sr. Deputado Marcelo Curto!

O que ouvimos é profundamente angustiante. Os pequenos comerciantes do Tramagal - que acusam a queda brusca do poder de compra da população local e a quem os fornecedores só fornecem a dinheiro - não fiam já artigos que são essenciais ã alimentação, principalmente das crianças, como o pão e o leite.

Nas famílias operárias do Tramagal são já visíveis as marcas da miséria e da fome.

O Sr. Ministro do Trabalho sacudiu a água do capote quanto à parte do Governo, que consideramos fundamental nas responsabilidades pela situação criada.

Por exemplo, no caso concreto da Inspecção do Trabalho poderíamos talvez questionar o Sr. Ministro do Trabalho sobre se se inspecciona a Inspecção do Trabalho da responsabilidade do seu Ministério.

Conhecem-se casos em que os inspectores do Ministério do Trabalho têm feito o levantamento das situações existentes e das suas causas, mas não se conhecem, porém, quaisquer sanções aplicadas no Tramagal contra verificadas transgressões aos contratos de trabalho.(....)

 

continua

(...)O Sr. Dias Lourenço (PCP): - O Sr. Deputado Jorge Lacão esteve nessa reunião comigo e ao ouvi-lo agora fiquei à espera que pronunciasse uma palavra de solidariedade, de compreensão quanto ao drama dos trabalhadores do Tramagal. Mas não se ouviu uma única palavra nesse sentido e eu tenho que registar esse facto!(...)

lacao tvi.jpg

 

Fonte: Diário da Assembleia da República

mn

 


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publicado por porabrantes às 11:24 | link do post | comentar

Mandam-se os sapadores florestais apagar fogos e não têm seguro para os defender dos riscos que correm apagando incêndios diz o I.

Esta política é criminosa 

 

mn


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publicado por porabrantes às 09:31 | link do post | comentar

caudilho.png

 mn


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publicado por porabrantes às 09:18 | link do post | comentar

O abrantino,  Mauro Xavier, crítico de Passos Coelho, descartado nas listas prá AM de Lisboa, segundo o I  

 

 

(...)

Mauro Xavier, o homem que este ano se demitiu de presidente da concelhia do PSD/Lisboa dizendo não voltar a “votar Passos”, quase entrou para candidato à assembleia municipal, tendo sido depois descartado pela estrutura distrital, próxima de Passos Coelho, assim como outros nomes distantes do “passismo”. A número 2 vai antes um independente: Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Club de Portugal, seguido da veterana social-democrata Virgínia Estorninho, que foi uma exigência pessoal de Teresa Leal Coelho.(....)

 

no I



publicado por porabrantes às 09:09 | link do post | comentar

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