Quarta-feira, 28.06.17

 

alvaro baptista.jpg

O dr.Álvaro Baptista, o único arqueólogo abrantino que conhece o território do concelho como a palma da sua mão, desfaz o catálogo da  última exposição do celerado MIAA  num post arrasador

miaa 2017 simao 2.jpg

inauguração da coisa

 

 

O melhor texto de arqueologia e História abrantina em 2017.

 

(...)

COITADA DA ARQUEOLOGIA NO CONCELHO DE ABRANTES, QUE MERECIA MELHOR SORTE QUE A QUE TEM. LEMBREM-SE ARQUEOLOGIA É CIÊNCIA E NÃO FICÇÃO OU SEQUER POLÍTICA.

NUNCA ESPEREI EM 57 ANOS DE MINHA VIDA VER TANTA POBREZA, NEM INDIGNIDADE.

DIZEI-ME: PODEREI ACREDITAR NO QUE ARQUEÓLOGOS DO MIAA ME TRANSMITEM EM ARTIGOS, CATÁLOGOS OU REVISTAS? EU SEI O QUE PENSAR E VÓS O QUE PENSÁIS?(.....)

 

 

Álvaro Baptista

 

 

O Delfino que responda (se é capaz.....)

 

 

ma



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Sexta-feira, 23.06.17

O Doutor Davide Delfino deu na História Breve de Abrantes, na parte sobre Arqueologia pré-histórica, 6 ou 7 citações da sua profusa obra, mas esqueceu-se de ler este estudo importante sobre arqueologia pegacha.

O editor do ''breve'' opúsculo, é o Alves Jana, autor duma História do Pego, podia ter-lhe recordado, mas se calhar não conhecia.

Aqui fica a referência e uma foto dum ''calhau''  pegacho.

cahau pegacho.png

Os autores que estudaram a arqueologia pegacha e que não mereceram referência por parte desta gente são

núcleo.png

pego geo.png

Os autores referem que a descoberta da peça foi feita anteriormente a 1978 e estudaram in loco a estação e avisaram para a extraordinária riqueza da região em matéria paleolítica.

Alves Jana e a esposa, que foram Vereadores da Cultura não procederam à classificação e protecção da estação, como seria de esperar.

jana - copia.png

isilda ps.png

 

Já os conhecemos.

O estudo foi publicado em 1978, in

1978.png

 Devida vénia aos Autores pelos extractos publicados

mn

  



publicado por porabrantes às 10:59 | link do post | comentar

Sábado, 17.06.17

O Doutor Davide Delfino, autor da parte referente à Pré-História na História Breve de Abrantes, na bibliografia indica sete obras escritas por si próprio.

Assim, coitado, não teve tempo para citar Carlos Ribeiro, que em 1875 (!) escreveu sobre o assunto, numa comunicação à Academia de Ciências de Lisboa.

memórias.png

Era o Carlos Ribeiro um inepto? 

Carlos_Ribeiro_01.png

 Coitado, só descobriu e estudou os Concheiros de Muge.... e foi provavelmente o primeiro a fazer uma descrição duma peça arqueológica pré-histórica da região

19.png

19 2.png

Mostrada a peça, não resisto a contar, pela boca do eminente geólogo, o que fazia um cónego que tinha uma colecção arqueológica

20.png

mn 



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Quinta-feira, 08.06.17
 
 Município de Tomar.
· 6 de junio a las 20:29 ·
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Município de Tomar ha añadido 3 fotos nuevas.
· 6 de junio a las 18:22 ·

Vestígios das termas romanas vão ser recuperados para observação através de cobertura envidraçada

O Município de Tomar vai proceder à instalação de uma cobertu...ra envidraçada dotada de iluminação interior com vista à preservação, dignificação e apresentação pública permanente dos vestígios arqueológicos das termas romanas, descobertos em 2004 aquando das obras do Pavilhão Municipal.

Face ao elevado interesse arqueológico do local, entendeu então a autarquia musealizar aqueles vestígios, com especial destaque para os bens conservados muros de alvenaria em pedra. Nesse sentido, foi construído um muro de suporte em betão envolvendo as estruturas no pressuposto de cobrir esta área com uma estrutura que permitisse visualizar as ruínas (primeira imagem).

A fim de preservar as estruturas arqueológicas dos efeitos das intempéries, foram as mesmas cobertas com manta de geotêxtil e areia, que se foram danificando com o tempo, expondo os muros, enquanto o local se transformou numa área de crescimento de ervas e depósito de lixos (segunda imagem), motivo que levou a Direção Geral do Património Cultural (DGPC) a solicitar ao Município o reforço da proteção das estruturas através da colocação de uma maior camada de areia.

A edilidade, porém, perante a perspectiva de que essa decisão implicaria, com elevada probabilidade, o “sepultar” para sempre destes importantes vestígios da antiga cidade romana, optou por instalar a cobertura, através de uma solução estudada em colaboração com o arqueólogo Carlos Batata, que fora responsável pela sua escavação. Chegou-se assim a esta proposta de cobertura envidraçada, constituída por vidro duplo laminado de 5+5 mm assente sobre estrutura de perfis metálicos devidamente tratados e pintados, e que foi aprovado pela DGPC (terceira imagem).

Esta estrutura terá iluminação interior, cujo estudo foi elaborado por uma empresa da especialidade, de forma a dar ao local o devido realce e valorização, permitindo a visualização permanente das ruínas e contribuindo para enriquecer a divulgação do importante património histórico e arqueológico do concelho.

Posteriormente, será feito um procedimento com vista à consolidação e musealização das estruturas existentes por técnicos devidamente credenciados.

A obra de cobertura das estruturas foi adjudicada à empresa Construções Líder Americano, Lda., pelo valor de 33.051,54€ mais IVA.

 

CM de Tomar

 

Em Abrantes nenhum vestígio arqueológico foi protegido assim, excepto os silos da Santa Casa...por iniciativa de Fernando Velez

mn

 



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luis_dias_2.png

Em 19 de Maio de 2017, o Vereador da Cultura, dr.Luís Dias dizia ao Médio Tejo, que tinham sido encontrados importantes achados arqueológicos no Convento de S.Domingos, onde estão a decorrer obras, que já causaram uma infindável polémica.

Ainda há pouco, a CDU voltou a meter em causa a forma como a autarquia trata S.Domingos.

Face à descoberta de achados arqueológicos,  diz a própria legislação aprovada pela CMA, que se devem parar as obras.

Para investigar.

Diz o Plano de Urbanização de Abrantes:

''

Artigo 9.º

Sítios e achados arqueológicos

1 - É obrigatória a comunicação imediata à CMA e à tutela do património cultural a descoberta de vestígios e de indícios arqueológicos encontrados em domínio público ou privado.

2 - Nos casos descritos no n.º 1, eventuais trabalhos em curso são suspensos, ficando a sua prossecução dependente de aval da CMA e da tutela do património cultural que determinarão as medidas de salvaguarda a adotar.

3 - O tempo de duração efetivo da suspensão dá direito à prorrogação automática por igual prazo da execução da obra, para além de outras providências previstas na legislação em vigor, sendo que os trabalhos suspensos só podem ser retomados após parecer da entidade da tutela competente.''

No entanto, disse o Vereador ao Médio Tejo:  que os trabalhos '' nunca foram interrompidos'' ou seja não foram suspensos.

Ou seja a Câmara viola com descaramento as suas próprias normas, despreza o passado da Cidade e um monumento multissecular, tudo em prol do betão.

Já vimos um papelinho assinado pelo Vereador, que se vangloria de violar a Lei, seguindo a senda da cacique que deixou pintalgar S.Domingos, em que dizia que um tal Luís Oosterbeck, não fora responsável pelas desastrada escavação arqueológica inicial em S.Domingos.

Pois provaremos hoje que o Vereador no mínimo não estava informado do dossier.

Como provámos hoje que o Vereador (que esperamos  tenha a decência de não se recandidatar) é conivente com a violação do art 9º do PUA.....em prol do betão.

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 mn

 



publicado por porabrantes às 09:51 | link do post | comentar

Terça-feira, 16.05.17

Acaba de ser metido no youtube este filmezinho sobre o Castelo de Abrantes, da responsabilidade da Invasão Filmes.

Na escassa ficha técnica atribui-se a responsabilidade aos Doutores Davide Delfino e Gustavo Portocarrero, que estavam ligados ao projecto MIAA.

O filme tem a duração de 8, 03 minutos.

Diz-se que o Doutor Delfino esteve ligado ao MIAA, porque avisou o povo (agradecemos penhoradamente a informação) que cessou a ligação contratual que tinha com a CMA.   

delfino 2016.png

Seria bom que a edilidade esclarecesse isto, quais as razões porque o MIAA ficou sem este técnico.

O Doutor Delfino é autor na História Breve de Abrantes, da análise do período que vai desde a pré-história até à romanização.

Um dia destes discutiremos aqui a sua interpretação.

Agora só queremos dizer que no filme se mostra claramente a degradação do património abrantino, evidenciada na forma como peças de heráldica da cidade estão guardadas.   

No filme, o Doutor Delfino perde-se na tradução e lost in traduction diz que os romanos ''barbarizaram (sic) as conheiras''. Azares da língua lusa.

Os autores (a que se junta a drª Filomena Gaspar)  dizem que descobriram coisas importantes.

Acontece que o relatório da escavação de 2015 ainda está por entregar

relatório 2015.png

E um dos autores está em Itália a trabalhar.

Quando chegará o relatório?

mn

  

 



publicado por porabrantes às 09:54 | link do post | comentar

Sexta-feira, 03.03.17

As escavações na Quinta do Bom Sucesso feitas por ordem de Miguel Pais do Amaral, quando teve de fazer uma obra, são um exemplo para os proprietários abrantinos e para certos responsáveis de instituições públicas que fazem obras em lugares com potencialidade arqueológica e em monumentos, sem estudar primeiro o terreno.

 

mn

 



publicado por porabrantes às 20:54 | link do post | comentar

Segunda-feira, 20.02.17

alvaro baptista.jpg

O Sr.Dr, Älvaro Baptista dá uma descasca monumental no caciquismo.

 

Vejamos:

 

ab 2.png

Tem toda a razão, e continua

 

ab 3.png

Na mouche, ter criado a proibição de trânsito no centro só veio matar a velha Abrantes

 

ab 5.png

 

O Arquivo Histórico no parque da sucata, graças à Isilda e ao Carvalho.

 

ab 7.png

Intervenção no Aquapólis, sem licença do Igespar (caso dos Mourões) e sem acompanhamento arqueológico, quando no local havia muito material de interesse arqueológico, uma treta com a marca de ....

júlio bento.jpg

ab 9.png

Uma política socialista adversa à arqueologia, diz o dr. Álvaro Baptista e tem razão....

 

Uma política cultural desenhada por irresponsáveis e novos-ricos pimbas dizemos nós

 

Leiam o post todo.

 

As partes destacadas são retiradas do blogue citado. (http://alvarobatistaarqueologiaaltoribatejo.blogs.sapo.pt/um-olhar-actual-sobre-abrantes-e-o-seu-25132)

 

O nosso aplauso ao diagnóstico do arqueólogo municipal dr.Álvaro Batista.

 

mn



publicado por porabrantes às 21:22 | link do post | comentar

Domingo, 22.01.17

Pelo seu interesse e actualidade voltamos a publicar um post de 2014

 

 

 

 
Álvaro Batista disse sobre O sapo da fonte na Segunda-feira, 31 de Março de 2014 às 17:05:

     

 

 

 

 

Boa tarde a todos
Respondendo a MN importa esclarecer antes de mais o seguinte:
-A construção da A23/ IP6 não dispunha de acompanhamento arqueológico. As intervenções em Quinta da Légua - Amoreira, Pedreira - Rio de Moinhos e Fonte do Sapo - Mouriscas deveram-se à então minha intervenção para a Amoreira junto do IPT de Tomar, Rio de Moinhos em relatório enviado ao IPPC e na Fonte do Sapo por minha indicação à Filomena Gaspar. Ora, quaisquer dos trabalhos feitos nas estações mencionadas foram feitas em cima da hora e nenhuma delas revelou extrema importância ao ponto de ser classificada e protegida. Se assim o fosse certamente o IPPC teria tomado medidas na altura. Importa aqui referir que no caso da Pedreira a necrópole ficou debaixo da estrada tapada com geotêxtil. Em qualquer dos casos julgo que não poderia ter feito melhor do que fiz em prol da defesa do património arqueológico concelhio. Se para proteger um local basta por vezes a colaboração de proprietários, musealizar implica primeiramente escavações arqueológicas (excepto algumas mamoas). Importa ter em atenção que não consigo andar em todo o sitio protegendo e escavando. É humanamente impossível andar protegendo mamoas do Bronze e arte rupestre a norte do concelho e simultaneamente a escavar no Olival Comprido ou em Alvega. Eram necessários meios que não existem. Escavações na Qtª de S. João - Casa Branca - Alvega são fundamentais se querermos investigar se ali se situaria A velha Aritium. No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.
Sem dúvida que Abrantes necessita de um novo Museu que dignifique a arqueologia e o concelho. Agora é efetivamente necessário uma estratégia pra o concelho que abranja amplas orientações, intervenções, musealização, classificação...
Por minha parte farei o que estiver ao meu alcance pelo património arqueológico concelhio dentro das minhas limitações como assistente de arqueólogo.
Espero que fique bem claro que quem diz ser arqueólogo do Município é Filomena Gaspar me apenas responsável por acções que impliquem a minha directa intervenção. Por muito boa vontade que se tenha assumir trabalhos de arqueólogo e ser remunerado como assistente não o farei, excepto aqueles que decorrem do protocolo existente com o IPT e PNTA.
Como diz MN tudo isto é Politica. Mas, existem politicas e politicas.

Blogue: Escola do Rossio

 

 


Bem hajam
Álvaro Batista

 

Caro Álvaro:

Desculpe o atraso na edição do seu comentário, mas ele referia-se a um post de 2013 e para lhe responder havia que consultar uma papelada. Aquilo que nos diz suscita-nos estas breves reflexões. 

 

1- Todos sabemos que no terreno a preservação das estações arqueológicas abrantinas tem sido um trabalho quase de carola feito especialmente por si. É um mérito que ninguém lhe pode tirar, um serviço inestimável à Cultura e a Abrantes. E todos sabemos que sendo o Álvaro arqueólogo e sabendo mais que alguns doutorados, o classificam profissionalmente na CMA como ''assistente de arqueólogo'' e não lha reconhecem o seu labor. Acontece ao Álvaro o que aconteceu ao Eduardo Campos...

 que além de ser tratado dessa maneira, foi humilhado publicamente a título póstumo por não ser da ''cor'' e ainda por ter sido capaz de escrever no ''Primeira Linha'' que era um crime lesa-Abrantes instalar o Arquivo Histórico ao lado dum depósito de sucata no cu de judas.

Esta forma de ostracismo profissional roça a perseguição política ( o que é aconteceu àquele rapaz que ganhou o concurso público para Director do Arquivo? Porque é que o Arquivo funciona sem Director? E a Biblioteca?), é mesquinha e digna de inquisidores rupestres.

Enquanto o Álvaro se sacrifica e trabalha a Filomena Gaspar concilia com o trabalho de arqueóloga municipal com interesses empresariais na área da arqueologia. Enquanto o Álvaro tem um salário baixo, a CMA mantém contratos de avença na área da arqueologia pelo menos com três pessoas (o Gustavo, o Oeesterbeck e o Delfino) que são professores do ensino superior e portanto estão na prática pluri-empregados....

 

2-O Olival Comprido, para quem não sabe, fica em Alferrarede e é propriedade  da Casa Agrícola Moura Neves. Fica ao lado do cemitério local. Foi alvo de 3 escavações a última em 2003. As três foram dirigidas por Filomena Gaspar. A base de dados oficial não informa quem patrocinou qualquer escavação. Mas tenho informação oficial por outra via que houve participação de entidades privadas. Que se encontrou na última????

 

 

''Tegulas, "lateres", pregos, tijolos de coluna, mosaicos (do século III d.C.) , cerâmica comum, "dolia", anforas, duas mós, "terra sigillata" hispânica (século I/II), clara D (séculos IV/V), contas de colar (azul, verde), vidro (séculos IV/V), tesselas de várias cores, moedas (século III/IV), lascas, lâminas e núcleos de sílex, ossos (cervídeos, bovídeos e ovicaprídeos) e blocos aparelhados de granito.''

 

 

''A estrutura escavada era aparentemente uma villa romana, a mais espectacular do concelho: ''Foi escavada a "pars urbana" da "villa", com salas forradas a "opus tesselatum". Foram encontradas estruturas de duas fases da "villa", bem como vestígios de uma ocupação anterior (II Idade do Ferro) e de uma posterior a que os autores não atribuiram datação cronológica. Um pouco a Norte, foi aberto outro sector (B) que revelou uma canalização em "opus caementicium" e "opus signinum", um tanque de decantação e um espelho de água de grandes dimensões a pouca profundidade. Uma segunda fase dos trabalhos veio revelar a presença de uma sepultura em caixa.''

 

O estado de conservação era bom...em 2003. O local foi vedado com consentimento da Família Moura Neves e a vedação paga por uma entidade mecenática.

 

De 2003 a 2009 vão seis anos e Isilda Jana como Vereadora da Cultura. De 2010 a 2013 Isilda Jana foi responsável pelo projecto MIAA na CMA. Que se fez no Olival Comprido???

 

Como se conservaram os mosaicos romanos únicos no concelho?

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

O estado da estação romana em 2014 ainda é bom?   

 

Ou esteve abandonado?

 

Ou está a degradar-se?

 

Com tanto dinheiro gasto no MIAA e em estudos que não foram tornados públicos sobre a viabilidade da coisa, etc, não poderia ter sido comprado este terreno, feita a escavação e musealizada a villa romana?

 

 

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

 

http://sic.cm-abrantes.pt/carta_arqueologica/carta.html

 

Já vai longo este post e há outros assuntos a tratar, mas vamos à razão pela qual esta estação e outras não estão defendidas e nem sequer classificadas. Diz o amigo Álvaro : ''No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.''

 

Diz a informação da base de dados oficial que a escavação de 2001 pretendia:  Determinar se as estruturas identificadas anteriormente teriam continuação na propriedade contígua que está inserida na área de expansão urbana do PDM. 

 

Qual foi o resultado dessa diligência? Em 2014 o relatório da escavação ainda não está inserido na base de dados oficial, por isso não sabemos.

 

Mas sabemos que em 2009 foi aprovado o PUA -Plano de Urbanização de Abrantes e nele não consta nenhuma estação arqueológica assinalada nem defendida.

 

Oito anos depois!

 

Porquê?

 

Objectivamente só pode haver 2 razões: ou porque são incompetentes ou porque há outros interesses que primam sobre a defesa do património.

 

Falta a referência à situação profissional do Álvaro. É óbvio segundo o meu entendimento que essa situação tem de ser corrigida face  ao seu CV. Como se encontra agora é vítima duma clara injustiça.

 

Cumprimentos amigo

 

MN 

há outro comentário do Álvaro em resposta à Margarida, faremos lá uma nota



publicado por porabrantes às 12:06 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.01.17

mr 1.jpg

mr 2.jpg

Livro de Quartanistas de Letras- 1945- Coimbra

 

A nossa homenagem ao maior arqueólogo de Abrantes e ao homem que mais sabia em Portugal da Antiguidade Clássica, José Augusto França dixit.

 

ma



publicado por porabrantes às 22:41 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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