Sábado, 23.09.17
 
 
FAZER A Diferença em S. Miguel Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo
· 12 horas ·

Dia 4 de campanha
Arreciadas:
- Intervenção de mediadora interrompida pela Câmara, voltam problemas de etnia, não pode acontecer isto no Séc. XXI, é mais viável erguer monumentos, do que pagar a alguém que atenuava e resolvia conflitos, situação embaraçosa para um idoso que está ameaçado.
- "Vocês precisam de estar lá representados, vamos dar força a vocês". Foi bom ouvir estas palavras.
- " 4 anos de estagnação, aquele que lá está não fez nada por nós", desta vez vou dar for...ça ao B.E.
- "Vocês precisam de estar lá representados, vamos dar força a vocês". Foi bom ouvir estas palavras.
- "Vamos destronar a "monarquia" que existe no concelho"

São Macário:
- "Nós somos poucos, mas o voto será vosso".
- "Pequena localidade com poucas casas, mas todas habitadas, e ninguém vem aqui dar uma palavra, a entrada está uma miséria, chamamos o presidente de junta e ele nem quis saber de nós". Com o B.E. todos serão ouvidos e todos os assuntos serão um problema para resolução.

Vale Cortiças:
- Situação a ser denunciada em instâncias superiores, Reuniões com Câmara, M. Ambiente e está tudo por resolver. Atentado ambiental com a conivência da C.M.Abrantes, licenças atribuídas, sem resolver o problema dos habitantes.

Mais uma vez apelamos para que o feedback recebido se torne real, é necessário que no próximo dia 1 de Outubro, não deixem para os outros a resolução dos problemas. E para que a nossa intervenção seja real, o voto certo será pôr a Cruz no B.E., Bloco de Esquerda.

Amanhã inicio de arruadas: 09:30'' Centro Histórico da cidade de Abrantes, junte-se a nós e dê força ao nosso projeto de melhoria da qualidade de vida, com transparência, dignidade e responsabilidade.

Nice Job: Paulo Delfino Cruz, Mário Lopes, José Madeira Rodrigues, Maria Alice Alves, Sandra Bernardino.

 

devida vénia

 
 
FAZER A Diferença em S. Miguel Rio Torto e Rossio ao Sul do Te

 



publicado por porabrantes às 13:21 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.09.17

Presentes os munícipes João Luís Guiomar e dois seus vizinhos, residentes em S. Macário, freguesia de S. Miguel do Rio Torto, que se referiram à permanência e à chegada de mais indivíduos de etnia cigana, que estão a desenvolver obras com vista à sua instalação na localidade. Aludiram ao facto de se encontrarem dispersos pelo chão fios de electricidade, com todos os inconvenientes que daí poderão advir para as pessoas que transitam no local, e manifestaram o descontentamento da população por esta situação, pedindo a intervenção da Câmara para que não permita tais obras e que procure manter a ordem pública.

 

O Presidente da Câmara fez alguns comentários acerca do exposto e disse que a Câmara ia deliberar sobre o assunto.

 

Reconhecendo a urgência de deliberação imediata sobre este assunto, foi dado cumprimento ao disposto no Artigo 83º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro.

 

Deliberação: Por unanimidade, à Fiscalização Municipal para ir ao local e verifique se estão a ser executadas as referidas obras, sem o respectivo licenciamento, devendo o assunto ser convenientemente acompanhado por aquela fiscalização.

Oficiar à EDP – Distribuição Energia, S.A. para que verifique e resolva a situação dos fios de electricidade dispersos pelo chão.

 

Oficiar também à P.S.P. – Polícia de Segurança Pública para que vigie o local em questão com vista à manutenção da ordem pública.

 

acta 26/2003

 

Pergunta-se ao Luís Reis o que fez para terminar com o bairro da lata.

 

ma 



publicado por porabrantes às 18:47 | link do post | comentar

Presentes os munícipes Diamantino Fouto Jacinto e outro, acompanhados pelo Presidente da Junta de Freguesia de São Miguel do Rio Torto, apresentaram as seguintes reclamações relacionadas com a permanência de indivíduos de etnia cigana em São Macário:

 

  • - Retiram a luz das linhas da EDP, não cumprindo minimamente as regras de segurança, o que pode dar origem à ocorrência de acidentes graves e até mortais.

As luzes estão ligadas de dia e de noite e têm sempre a música com o som bastante elevado, prejudicando o descanso dos outros moradores, dado que alguns até trabalham de noite;

  • - Provocam e ameaçam os outros moradores, dão tiros durante a noite, alguns conduzem sem terem carta de condução e pedem água potável aos residentes, agravando-se a situação com o aumento significativo desta população;
  • - Possuem construções em alvenaria no interior das barracas.

 

Face ao exposto, os Munícipes pretendem que a Câmara oficie à EDP a solicitar a substituição dos fios das linhas da EDP, por cabos naquela zona, para evitar este tipo de ligações, bem como uma fiscalização mais intensa por parte das forças de segurança.

 

O Presidente da Câmara explicou todas as dificuldades existentes neste processo, nomeadamente, o facto daquele espaço se situar na estrema do limite urbano da cidade, o terreno pertencer a particulares e se encontrar ocupado por aqueles indivíduos há cerca de 18 anos, conforme declararam os munícipes e também por a Câmara Municipal não ter responsabilidades na distribuição da energia eléctrica, sendo esta responsabilidade da EDP.

 

Referiu ainda que a Câmara Municipal irá oficiar à EDP, dando conhecimento das queixas apresentadas e alertando para as responsabilidades em caso de acidente, bem como solicitar à Guarda Nacional Republica e à Polícia de Segurança Pública para intensificarem a fiscalização naquela zona.

 

Acta de 21-10-2002

 

Face a isto verifica-se que houve alturas em que a CMA e a Junta de S:Miguel eram capazes de abordar a questão da urbanizaçao nómada.

 

Com Maria do Céu Albuquerque faz-se como a avestruz.

 

ma



publicado por porabrantes às 18:34 | link do post | comentar

Quarta-feira, 09.08.17

limpeza étnica.png

ler aqui

 

A CM de Beja é do PC

 

Além disso há o caso da recusa do enterro dum cigano na Cabeça Gorda.

 

Será muita crueldade, dizer que o PC do Alentejo não tem políticas para a comunidade cigana?

 

O de Abrantes também não, nunca falou nisso.

 

ma 


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publicado por porabrantes às 14:26 | link do post | comentar

Quinta-feira, 03.08.17

Criticou-se aqui várias vezes algumas declarações da Tânia Sousa.

tània.jpg

folha gratuita

 

Mas não se colocou nunca em causa a necessidade de fazer algo pela integração da(s) comunidade(s) cigana(s) abrantinas.

A CMA entendeu fazer esse esforço através duma mediadora cigana, paga pelo Governo.

Quando terminaram as circunstâncias contratuais que garantiam o apoio vindo do Alto Comissariado para as Migrações, através do POPH -Programa Operacional de Potencial Humano, era obrigação assumida pela CMA manter a mediadora cultural.

Porque: (..) '' como está explícito no seu regulamento, exigia-se por parte dos municípios uma garantia de sustentabilidade, para permitir a continuidade do mediador municipal e o exercício das suas funções após a conclusão do projeto. Pressupunha-se então o gradual aumento do comprometimento e responsabilidade financeira dos parceiros do Projeto até à sua conclusão.''. (...)- disse o Alto Comissariado.:

Aparentemente a CMA violou o regulamento, enquanto outras autarquias o cumpriram, mantendo os mediadores.

Tinha possibilidade a CMA, através do Programa Operacional para a Inclusão Social e Emprego (POISE),  de se candidatar para receber financiamentos para criar novas equipas de mediação.

Ou concorreu e viu a candidatura chumbada ou não concorreu e deixou o projecto de inclusão a meio.

Ninguém acredita que faltaram ao caciquismo meios financeiros para o projecto, porque delapida fundos a torto e a direito em projectos absurdos.

Portanto faltou vontade política de trabalhar pela inclusão e sobrou irresponsabilidade para deixar pessoas em barracas, vivendo em circunstâncias infra-humanas.

s.macário 5.jpg

Acampamento de S.Macário (foto Cidadão Abt)

 

Isto tem dois rostos, a cacique, chefe da banda...

cacique.jpg

e a Vereadora Celeste Simão

celeste simão.jpg

responsável pelos ''pobrezinhos'', como diz a amigalhaça de certo clérigo....

Para acabar com as dúvidas, reproduz-se o comunicado (2015) do Alto Comissariado:

   

''No seguimento da notícia da Agência Lusa, com o título "Câmara de Abrantes critica fim do projeto de integração da comunidade cigana", o Alto Comissariado para as Migrações (ACM) divulga Comunicado.
 

 

 

mn



publicado por porabrantes às 10:26 | link do post | comentar

Sábado, 29.07.17

A directora da ''Visão'' conta um caso pessoal e familiar com uma família cigana que ocupou uma casa do pai da jornalista. Do texto retira-se a impunidade que sentia o ocupante e o medo que tinha a polícia.

 

Fomos ver documentos das autarquias da região sobre esta comunidade.

 

Ao acaso abro o diagnóstico social da autarquia do Entroncamento.

 

ds.png

ds 1.png

 Não conheço nenhum documento abrantino deste género (oficial ou particular), alguém conhece?

 

Espero que a brigada do politicamente directo não venha berrar que a directora do semanário é ''racista'' e que a autarquia do Entroncamento também.

 

ma

 



publicado por porabrantes às 11:23 | link do post | comentar

Quarta-feira, 26.07.17

xenofobia.png

O marido da vítima pegou num varapau e afugentou os 4 assaltantes  que lhe deram uma pedrada. A candidata diz que eram de etnia cigana.

ouça aqui

Estamos solidários com a Anabela e recordamos o assalto à casa da Presidente da CMA que deu origem à célebre saga do ''jeep da Presidenta''

Meu filho, presta atenção

     P'ra não ires pr'à prisão

     Podes roubar toda a gente

     Excepto a senhora presidente.

(Santana Maia Leonardo)

ma


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publicado por porabrantes às 18:00 | link do post | comentar

Segunda-feira, 24.07.17

grupo parlamentar na Assembleia da República

 

CDU Linha Voto 2015

No âmbito das funções e direitos que me são conferidos enquanto membro desta Assembleia Municipal, venho junto de Vª Ex.ª apresentar a seguinte recomendação ao executivo camarário:

Tendo como referência notícias vindas à comunicação social que revelam dificuldades de integração da comunidade cigana que vive no nosso concelho bem como a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas (ENICC) e a Resolução nº 25/2013 de 27 de Março, publicada em Diário da República a 17 de Abril de 2013, considerando os cinco eixos contemplados pela ENICC (Transversal, Educação, Habitação, Formação e Emprego e Saúde – sendo que o Eixo Transversal é composto pelas dimensões “Conhecimento das comunidades ciganas e acompanhamento da Estratégia”, “Discriminação”, “Educação para a Cidadania”, “História e cultura ciganas”, “Igualdade de género”, “Justiça e segurança”, “Mediação” e “Segurança social”), seja concebido e implementado um Plano Municipal para a Integração das Comunidades Ciganas.

Recomendar ainda que, no que toca à habitação, seja evitada a concentração de membros desta comunidade num mesmo local, de forma a evitar conflitos. Noutros concelhos bem próximos foram criados Centros de Estágio Habitacional, designado Parque Nómada, que promovem a integração de quem estruturou a vida a partir de habitações precárias (vulgo barracas) onde, com apoio adequado (Técnicos de Serviço Social, Educadores Sociais, Psicólogos e Mediadores Sociais), através de protocolos estabelecidos com escolas, Centro de Emprego e Formação Profissional, Juntas de Freguesia, se aprende a viver de outro modo, se promove a afetiva integração. A aposta é feita não em manter um exército de subsídio-dependentes excluídos que se procura reprimir mas antes desenvolver uma lógica de integração efetiva que destrói preconceitos valorizando a cultura cigana e a interculturalidade através de projetos que integram ciganos e não ciganos.

Viseu, 26 de junho, de 2017

A Eleita da CDU na Assembleia Municipal de Viseu

Filomena Pires

 

 

ler mais aqui

 

devida vénia CDU Viseu

 

Em Abrantes não há nenhum plano, embora haja conhecidos problemas

 

mn


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publicado por porabrantes às 14:33 | link do post | comentar

Quarta-feira, 19.07.17

glaudius.png

Não tínhamos dado pela referência. O nosso obrigado.

Ler mais aqui

 

ma



publicado por porabrantes às 08:52 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.06.17

Ficámos de apresentar os dados sobre o peso dos ciganos na habitação social abrantina....

Ai vão

peso cópia.png

O IHRU é o responsável deste estudo que nos dá uma panorâmica geral da população cigana em Portugal, a nível geral e por concelho.

caracterização.png

 

O estudo foi coordenado por Teresa Leal Ferreira.

Conclui que há 37.346 ciganos em Portugal que representam 0,36 % da população residente.

Destes 37 mil há....4.394 famílias a viver em habitação social e 32% dos ciganos vivem em barracas, a que o estudo chama eufemenisticamente '' habitação não-convencional''. 

Quantos ciganos há cá na Zona?

No Sardoal há 2!

Em Abrantes.....representam entre 0,51-1% da população e existem entre 100 a 500 ciganos, sendo provavelmente o 3º concelho  do Distrito com maior população cigana...., sendo o 1º Coruche...

percentagem.png

 

O que mais pode interessar é que dizem que há entre 11 a 25 barracas em Abrantes e em Tomar.....há um máximo de 52 barracas....

 

CIGANO VILLE.jpg

cidadão abt

As barracas não estão só em S.Macário

As casas que a Paróquia tem, perto da Escola Manuel Fernandes, são autênticas barracas....

 

E há certamente mais de 15 construções destas 

Devia-se cruzar isto com outros estudos.

E há coisas que não batem certo, já há famílias realojadas no Flecheiro, que deixaram as barracas...

Há uma boa tese sobre Tomar e quase nada mais concreto sobre Abrantes. 

Mas deixa-se aqui uma ou duas perguntas:

Como é que uma população que não chega a 369 pessoas (1% da população abrantina) ocupa 26 % da habitação social????

Quantos desses 26% é que pagam renda?

Disse-me uma senhora que é mulher a dias e vive na ''habitação social'' do Vale das Rãs, no meu prédio só eu é que pago renda,

É a única que não é cigana.

mn

devida vénia à autora citada e ao IHRU para os quadros reproduzidos e ao Cidadão Abt 



publicado por porabrantes às 18:04 | link do post | comentar

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