Quinta-feira, 23.11.17

4423789

Entrada: 15/11/2017 Distribuição: 15/11/2017

Autor: Município de Constância Réu: Tk- Portuguesa - Maquinaria Industrial, Lda. Réu: Popular Nation – Investimentos Industriais Imobiliários, Unipessoal, Lda. Réu: Civam-Centro de Inspecções A Veiculos Automoveis das Meirinhas Lda

Juízo Local Cível de Abrantes

830/17.4T8STR Valor: 38 192,00 €

Ação de Processo Comum Transferência Eletrónica

 



publicado por porabrantes às 13:49 | link do post | comentar

Domingo, 24.09.17

Voltou às lides o colega Consta, animado pelo fundador da Associação 4 Cantos do Cisne que teve vida tão atribulada.

Não resisto a divulgar parcialmente este post:

 

'' Mas que fez para combater a degradação dos rios, em Constância a professora de ciências, autarca da CDU (com os Verdes), Júlia Amorim? 

- que se ensinou e ensina às crianças e jovens?
- atacou fontes de poluição (não de preocupação)?
- do Tejo, do Zêzere, dos seus afluentes no concelho?
- tem analisado ou divulgado a qualidade da água, dos rios que ali passam, dos seus afluentes e de outras nascentes?
-  combateu as flutuações bruscas de caudal do Zêzere que matam peixes e desviam canoístas?
- cuidou de cais condignos para as passagens, imagens e turistas?
- cuidou de salvaguardar e valorizar a fauna e flora dos rios?
- armazenou e disponibilizou água para todos os fins, em grandes ou pequenas hídricas? 
- e os dois milhões (de estrelas da europa) do centro náutico e os do POMTEZE, já dobraram o cabo das tormentas?''
 
Entretanto a página Pereira Acção que demonstrava as trapalhadas do PDM de Constância desapareceu ''misteriosamente'' do facebook.
 
Que terá acontecido?
 
Será censura?
 
Finalmente saudamos o regresso deste colega à blogosfera e recomendamos sobre a velha Punhete ler as publicações do Zé Luz no facebook.
 
Compreendemos a angústia da Julinha que poderá ter de ir dar aulas.
 
Mas como diria Marcelo Rebelo de Sousa a ''alternância'' é necessária em democracia.
 
ma   
 
 


publicado por porabrantes às 16:26 | link do post | comentar

Quarta-feira, 20.09.17

 

 

Recomendamos ler este artigo do amigo José Luz sobre o turismo de pé descalço em Constância



publicado por porabrantes às 20:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.09.17

pereira

Pedem-nos os amigos que se dê destaque ao que se passa nesta aldeia de Constância, tão abandonada pelo poder municipal.

 

Com a devida vénia a Pereira Acção.

ma



publicado por porabrantes às 18:56 | link do post | comentar

Sábado, 09.09.17

 

A CDU de Constância apresenta como candidato a Vereador o Sr.Dr.Mikael Santos Dias.

 

 Com este curriculum:

Mikael Dias, candidato à Câmara Municipal de Constância

''Jurista de profissão, residente em Montalvo, Licenciado em Direito. Tem 30 anos, tendo desempenhado funções em diversas áreas, desde operário fabril a consultor imobiliário. É jurista voluntário na Associação "Pro Bono" onde presta apoio jurídico a pessoas carenciadas. Presidente do Conselho Fiscal e Disciplinar da Associação de Caçadores e Pescadores do Concelho de Constância, dedicando ainda o seu tempo livre como instrutor de canoagem.''

 

 

Acontece que se esquece de dizer:

 

que o Dr.Mikael mantinha estes contratos com a edilidade

 

 http://www.base.gov.pt/base2/rest/documentos/140881

 

E que foi o 1º classificado no concurso de Janeiro para a contratação de um técnico superior (jurista)

 

Na Inglaterra vigora a boa norma da não elegibilidade dos membros do ''civil service''

 

Os funcionários se servem o povo, devem ser neutros, e assim devia ser, para evitar a partidarizaçao da A.Pública.

 

Moral da história: Era bom que os partidos dissessem claramente o perfil dos candidatos e que relações têm com o poder autárquico.

 

Um povo que vai votar, tem direito a estar esclarecido.

 

ma

* com apoio dos leitores de Constância

 

 

 


publicado por porabrantes às 17:51 | link do post | comentar

Quarta-feira, 06.09.17

.....................................

Câmara de Constância não tem plano

contra incêndios e desvaloriza esse facto

 

Segundo informação de 25 de Agosto passado do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, o município de Constância não tem aprovado o seu PMDFCI – Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios. (2ª geração). Informa o mesmo ICNF que o PMDFCI de Constância (1ª geração) terminou a sua vigência em 09/09/2013.

Passaram entretanto 4 (quatro) anos sem que o município possua o seu plano contra incêndios em referência.

Reagindo às notícias publicadas sobre o assunto a Câmara Municipal de Constância emitiu um esclarecimento na sua página online onde produz diversas informações alegando em suma que:

- o plano em causa «foi aprovado pela respectiva Comissão Municipal e enviado em devido tempo ao Instituto da Conservação da Natureza».

- «Em 2015 foram solicitadas pelo ICNF algumas alterações de pormenor que foram comunicadas, aguardando-se ainda a emissão do parecer por parte desta entidade .»

Procurando justificar o atraso de quatro anos da aprovação em falta a CMC , prosseguindo no seu «esclarecimento, aproveita para criticar a redução de pessoal implementada pelos sucessivos governos, transferindo assim a culpa do atraso (objecto da polémica), para uma entidade abstracta que é a «administração pública» e para as opções das políticas de direita.

Rejeitando qualquer negligência decorrente da falta do plano contra incêndios a CMC argumenta-se com o plano operacional municipal, dando nota que a dita comissão planeia anualmente os trabalhos previstos na lei (mal seria que não cumprisse com esta obrigação) e que os executa rematando que «poderão os nossos munícipes estar tranquilos porquanto não é a falta da aprovação do referido Plano que impediu, impede ou impedirá que a câmara municipal através do Gabinete Técnico Florestal e do Serviço Municipal de Protecção Civil, realize eficazmente as funções que lhes estão atribuídas em matéria de prevenção e apoio logístico no combate aos incêndios florestais. ». Com esta afirmação final a CMC desvaloriza a obrigatoriedade da existência do plano contra incêndios, substituindo-se ao Estado/legislador que, por acaso, até acha... precisamente o contrário (estou em crer que os dois juristas recentemente providos (?) e mais os dois avençados, se fossem ouvidos poderiam ter aconselhado um «esclarecimento» mais prudente e reservado quanto a factos que podem levar à imputação de responsabilidade nesta matéria).

Só posso expor a minha total discordância face a esta desvalorização política local do plano contra incêndios, chamando à atenção os leitores para a circunstância do plano operacional a que se refere Júlia Amorim (elemento de confusão que ela traz para o debate), presidente da edilidade, ser a operacionalização de algo que já deixou de vigorar em 09/09/2013. O plano contra incêndios tinha a vigência de apenas 5 (cinco) anos contados sobre a data da sua aprovação que foi por acaso 09/09/2008.

 

O que Júlia Amorim omitiu e não disse à população

 

Os planos contra incêndios (PMDFCI) são apenas directrizes de planeamento de apoio à elaboração de planos municipais de ordenamento do território. Dito de outra forma: não são normas que vinculem os particulares directamente sobre a ocupação e utilização dos espaços florestais. Os planos municipais contra incêndios não cumprem as exigências mínimas de ordem legal e constitucional dos chamados programas sectoriais ( publicidade, participação dos interessados).

 REGIME JURÍDICO DOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO TERRITORIAL impõe que as normas que incidam sobre a ocupação, uso e transformação do solo sejam obrigatoriamente integradas nos planos territoriais.

Com interesse passo a citar o disposto no artigo 29* do regime que citei anteriormente: «A falta de iniciativa, por parte (...)do município, tendente a desencadear o procedimento de actualização do plano territorial, bem como o atraso da mesma actualização por facto imputável às referidas entidades, determina a suspensão do respectivo direito de candidatura a apoios financeiros comunitários e nacionais, até à data da conclusão do processo de actualização, bem como a não celebração de contratos-programa.».

Não bastará a aprovação por si só do plano contra incêndios, por parte da Autoridade Florestal Nacional . Há um outro passo: o município procede à alteração dos planos municipais de ordenamento do território fazendo a sua adequação respectiva (procedimento por alteração por adaptação).

Com este texto não pretendo afirmar que o município não proceda às devidas alterações dos seus planos de ordenamento do território. Fico preocupado que a CMC tivesse deixado passar os 45 (quarenta e cinco) dias aprazados na lei para a aprovação do plano contra incêndios e que se tivesse resignado não actuando  durante quatro anos através de uma acção administrativa especial (judicial) por forma a que a AFN fosse obrigada a decidir sobre o plano contra incêndios (porque a lei é taxativa quanto ao dever de decidir). Mas souberam apresentar queixa no Ministério Público pelo facto de alguém ter desenhado um burro num muro de um jardim dos paços do concelho. Adiante.

Fico anda preocupado que a CMC desvalorize o facto das normas do plano contra incêndio poderem vir a vincular os particulares conforme expus atrás. Então a prevenção dos incêndios não passa por aqui?

Onde é que eu já ouvi uma história parecida? Há precisamente quatro anos atrás verificou-se que o plano municipal de emergência de protecção civil (de 2ª geração, leia-se) nunca tinha sido testado e não estava sequer aprovado.

José Luz (Constância)

 

Post Scriptum - Todo o raciocínio que exponho no texto atrás e que respeita ao quadro legal vigente encontra-se bastamente publicado em obras da especialidade. Basta ter interesse, falar com quem percebe do assunto e ter dois dedos de testa.

 

 

 

http://www.cm-constancia.pt/index.php/pt/lista-de-noticias/1314-plano-municipal-da-defesa-da-floresta-contra-incendios-pmdfci-esclarecimento



publicado por porabrantes às 22:23 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28.08.17

Casa Memória de Camões - Projecto de Vitor Consi

 

 

 

 

Roteiro de Camões para Constância

e o turismo de proximidade por discutir

 

O turismo cultural é um dos potenciais eixos do desenvolvimento económico da vila de Constância. Camões (e a sua obra) é, por conseguinte, um nome incontornável!

Nos anos 90 afluíam a Constância participantes nos fóruns camonianos promovidos pelo Centro internacional de Estudos Camonianos, presidido então pelo saudoso amigo Prof Doutor Justino Mendes de Almeida. As iniciativas eram da presidente da Associação da Casa Memória de Camões, a saudosa jornalista e escritora Manuela de Azevedo. À vila ocorriam ciclicamente dezenas de formandos por uma semana.

Não é de hoje que defendo a institucionalização formal do Centro internacional de Estudos Camonianos . O segundo passo deverá ser a criação do roteiro internacional de Camões. Em todas as áreas que requeiram uma organização devem estar presentes os conceitos. O mundo actual já não funciona só com «boas vontades» nem anda ao sabor de iniciativas filantrópicas dispersas que só funcionam porque existe um amigo influente numa determinada área do Estado. Herdámos essa cultura do salazarismo e mantêmo-la, não raro. É o telefonema para o «amigo» ou «amiga» é a cunha. O português funciona com «cunhas».

O turismo tem sido classificado pela organização mundial do trabalho como uma actividade em que existe um deslocamento superior a 24 horas, não motivado por questões laborais. Para o caso de Constância a visão que proponho deve abarcar o turismo de proximidade não restrito: questões económicas e comerciais, mas também as questões motivacionais, culturais e das inter-relações humanas.

É impossível e inviável ser compreendido se expusermos muitas ideias e conceitos de uma só vez. Daí ter seleccionado o roteiro de Camões. Nesta fase inicial de debate de ideias não posso ir mais além. Vou passar aos objectivos gerais que preconizei como essenciais para a criação do roteiro:

- criação de equipas de investigação, a partir de instituições existentes, repartidas por linhas de acção, da responsabilidade de académicos qualificados. Uma dessas linhas deverá passar pela edição crítica de textos camonianos em particular da lírica de Camões que os camonistas reputam para a nossa região. Continuando-se desta feita o trabalho do anterior CIEC.

- A constituição do centro internacional de estudos camonianos em «meeting place», forum permanente, para todos os académicos, formandos que tenham como objectivo o estudo da obra camoniana e da presença contínua do poeta na cultura lusófona. Nem toda a gente passa as férias de barriga para o ar a apanhar sol e a comer e a beber.

- A difusão/divulgação das iniciativas do trabalho do futuro CIEC juntos dos mercados de público-alvo.

A CRIAÇÃO E LANÇAMENTO DO FILME «CAMÕES NO RIBATEJO» ENVOLVENDO OS CONCELHOS DE CONSTÂNCIA E VILA NOVA DA BARQUINHA QUE FORAM OS CENÁRIOS DA OBRA «LUSITÂNIA TRANSFORMADA» EDITADA EM 1608 QUE TEM COMO PERSONAGEM «URBANO» O QUAL ESTÁ IDENTIFICADO COMO CAMÕES PELOS ERUDITOS.

- O apoio protocolado da missão da Associação da Casa Memória de Camões de zelar pelo aprofundamento da relação de Camões com Constância e a região em particular. Uma parceria com o município de Constância, a Associação da Casa Memória de Camões em Constância, os municípios de Vila Nova da Barquinha e de Pedrogão Grande (atenta a relação do poeta com esta última localidade) e com a Universidade de Macau por forma à criaçáo de um «cluster» organizativo. Vivemos numa aldeia global. Investimos hoje para colher frutos amanhã. Não podemos adiar mais o futuro. Temos de nos organizar em rede.

Quem pretende gerir os destinos de um concelho só pode projectar de forma organizada e mediante conceitos. Mas tem de ter ideias e opções que respeitem o património material e imaterial. Ter projectos válidos não é ter um monte de listas e uns textos com generalidades que se podem copiar da internet ou do programa anterior feito pelas comissões políticas. Também defendo que não podemos, de quatro em quatro anos, andar a saltar de lista em lista. E nada discutir profundamente. Só se vive uma vez. Não há muitas oportunidades para recuperar atrasos de monta.

Há um obstáculo sério à realização de qualquer projecto que vise o desenvolvimento do turismo de proximidade. As questões ideológicas. São fatais quando têm na génese a ortodoxia. Posições moderadas, mais democráticas terão de partir sempre da sociedade organizada e de maior abertura.

Post scriptum – Em vez de investir no provimento de dois juristas o município de Constância deveria apostar no provimento de técnicos superiores de turismo, continuando a apostar na figura da avença com um advogado de prestígio e carreira firmada. Sendo uma polémica que está a agitar o debate não político local não quero pronunciar-me sobre a inserção de um jurista recentemente provido em lista camarária elegível. Uma coisa eu sei: o desenvolvimento de Constância não passa pela criação de um pelotão de novéis juristas. A não ser que haja insegurança em tudo o que se faz. Não vou por aí. Não discuto pessoas mas sim ideias e acções.

 

José Luz (Constância)



publicado por porabrantes às 15:47 | link do post | comentar

Sexta-feira, 25.08.17
Decorreram há pouco  450 anos completos  sob a instituição da Confraria de Nossa Senhora dos Mártires de Punhete (actualmente Constância).

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Não é uma data que se possa comemorar muitas vezes, a qual não foi considerada localmente.
 
Existe vasta literatura sobre a fama dessas festividades remotas da dita invocação. A cultura e identidade da vila confundem-se e  há uma fusão e profusão de acontecimentos que acabaram por influenciar o progresso local em tempos idos.
 
El Rei Dom Sebastião instituiu a Confraria de Nossa Senhora dos Mártires em  2 de Agosto de 1566 (segundo consta dos estatutos da mesma confraria reproduzidos no século XIX).
 
A primitiva Igreja demolida em 1550 era portanto de remota antiguidade.
 
Sabemos pela história que El Rei que instituiu a Confraria aqui residiu por diversas vezes no palácio da torre por causa da peste, cujas ruínas ainda existem na confluência dos rios (monografia de 1830 do padre Verísssimo e estudos do professor Doutor Veríssimo Serrão, etc)
Estas ruínas aguardam declaração de interesse municipal (pedido da população formalizado há vários anos).
A fama da imagem de Nossa Senhora dos Mártires era tal que levou El Rei a visitá-la em Setembro de 1569 (segundo a História Sebástica de Frei Manoel dos Santos, editada em 1735).
 
Em 1571 el rei aqui teria regressado segundo uma noticia do embaixador castelhano D.. Juan de Borba em carta a Filipe ll por causa  da Nossa Senhora de Punhete "que es una casa muy devota de romaria" (J.Veríssimo Serrão, itinerários).
 
Segundo Faria e Sousa, Camões terá escrito o soneto CCL (que lhe atribuí) sob a invocação de Nossa senhora dos Mártires. O Visconde de Juromenha que nos dá essa notícia de Camões conjecturou a possibilidade de Constância ser o local do degredo de Camões e refere-se à dita invocação  local de nossa senhora . significativo.
 
Um amigo e contemporâneo de Camões, Fernão Álvares do Oriente autor da «Lusitânia Transformada»  tem uma personagem «Urbano» que o ilustre académico António Cirurgião identificou como Camões. O cenário principal dessa obra contemporânea do vate é, nem mais nem menos, a zona da confluência do Nabão até Constância.
 
Nessa obra publicada em 1608 há a referência  a uma invocação local de  Nossa Senhora
 
Há um caso dito milagroso de uma cura que o padre Ramiro Alves chegou a dar nota histórica à imprensa e que terá estado na origem da grande fama da Senhora dos Mártires fama a que a Santuário Mariano deu grande relevo (por outros motivos).
 
Não por acaso existem diversas bulas papais sobre a nossa Igreja.
 
A mesma foi unida a S. João de Latrão mesmo na vigência da paroquial de São Julião.
 
Não querendo ser exaustivo não poderia deixar de escrever estes dados pois sempre vivi de perto com pessoas que amavam esta Igreja (Padre José Maria Rodrigues d' Oliveira , o cronista Joaquim dos Mártires Neto Coimbra que recolheu tradições em particular com a professora Emília Soares a pianista da vila, a zeladora Maria José Fonseca e outros que poderia homenagear).
 
 
 
Termino com um pormenor. É que nos estatutos da confraria consta, segundo a transcrição, que a instituição da mesma é em louvor de Nosso Senhor e também da Virgem Santíssima.  
 
Jesus é a centralidade e Maria tem direito a hiperdulia. Como não poderia deixar de ser.
 
Parece que a tradição de Nossa Senhora da Boa Viagem no século dezanove não teria o esplendor da semana santa e que já então o declínio da romaria dos mártires se poderia aferir pelo próprio declínio da feira dos mártires. Marcas inexoráveis do tempo dos homens de um novo devir. Ouvi vários ecos de testemunhos que assim o asseveravam.
 
A recente produção de uma Nossa Senhora dos Avieiros com paragem local em constância é totalmente alheia à história das gentes de Constância e a meus olhos só serve objectivos de uma candidatura a património imaterial fundada na obra de Alves Redol. Assim vistas as coisas é pura poluição sonora.
     
    José Luz (Constância)
 
 
 
 
 


publicado por porabrantes às 19:32 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23.08.17
Há vários anos que na Rua de Santa Ana na vila de Constância existem diversas árvores doentes.

A situação tem vindo a degradar-se nos últimos tempos.

a_IMG_20170822_142346.jpg

 


O apodrecimento destas árvores quase com meio século que as fotos bem retratam é já  um caso a pedir a intervenção camarária com carácter de urgência.

thumbnail_IMG_20170822_142050.jpg

 

Segundo o mapa de pessoal da Câmara Municipal de Constância,
existe na  área da protecção civil e segurança um técnico superior ,engenheiro do ambiente com responsabilidades, por exemplo, quanto ao abate de árvores de grande porte ou em  Intervenção em emergências.

Face aos alertas que a CMC tem  recebido neste domínio, fica uma pergunta:

- Vão esperar pela queda natural das árvores? Há uma que preocupa sobremaneira.Ver foto.

Admitimos que os casos estão no inventário, devidamente sinalizados e que existem as propostas de intervenção. Mas  o perigo espreita há muito e é lícito colocar tudo em causa.

arv thumbnail_IMG_20170822_182346.jpg

 

A responsabilidade, em teoria - factos à parte -  pode ser técnica e política. Neste caso só sabemos que há perigo na nossa empírica opinião. As fotos.... não mentem. Não precisamos de um doutoramento em ambiente....

muro thumbnail_IMG_20170822_142119.jpg

 

 
PS - É tarde para falarmos sobre a manutenção e conservação adequadas destas árvores. Ao menos que previnam e evitem quanto antes algum infortúnio
 

IMG_20170822_142036.jpg

 enviado por um leitor



publicado por porabrantes às 08:58 | link do post | comentar

Domingo, 20.08.17

Escrevia assim o jornal do PSD de Constância em 2013

 

indecência.png

luz.png

Isro é um exemplo do que deviam fazer as Oposições, o Zé Luz perdeu mas bateu-se.

mn



publicado por porabrantes às 19:08 | link do post | comentar

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