Domingo, 21.01.18

As contas de


 


Nelson Carvalho




O MIRANTE tem acompanhado como pode os casos na gestão do CRIA de Abrantes. Nelson Carvalho, o presidente da direcção da instituição, só fala com O MIRANTE do que lhe interessa e quando quer. O Cavaleiro Andante soube que das últimas vezes que foi contactado para prestar esclarecimentos Nelson Carvalho ficou-se nas covas e, pelos vistos, só anda a partilhar as suas angústias de gestor com a família mais próxima que, pelos vistos, tem ajudado muito pouco. O Cavaleiro Andante deseja-lhe um feliz Ano Novo e dias mais felizes à frente da direcção do CRIA- Centro de Recuperação e Integração de Abrantes.




 

devida vénia ao Mirante


publicado por porabrantes às 08:47 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quarta-feira, 03.01.18

humberto_lopes

Saiu no Diário da República um contrato-programa de desenvolvimento desportivo entre essa raríssima instituição ''de referência'', o CRIA e o Instituto Português de Desporto e Juventude

 

O contrato tem a data de 28 de Dezembro de 2017

 

contrato cria.png

 Como é sabido o dr.Lopes já não é Presidente do CRIA há muito tempo e portanto não pôde assinar o contrato.

 

O Presidente do CRIA é o ex-cacique Carvalho.

 

Portanto o contrato é nulo.

 

É lamentável a odisseia do CRIA desde que o Carvalho assumiu a gerência.

 

Esta nova barraca mostra o nível de competência da actual direcção e também dos tipos do Instituto do Desporto.

 

ma

foto: A Barca



publicado por porabrantes às 13:51 | link do post | comentar

Sexta-feira, 22.12.17

Foto-Conselho-Fiscal-300x140

Diz o Mirante que o CF do CRIA, essa raríssima instituição de ''referência'', se demitiu porque a direcção ou seja

Foto-Direção-300x137.jpg

não lhes facultou o acesso a todos os documentos.

Esta raríssima situação é manchete no Mirante

cria 22-12-17.png

e esquecida pela Imprensa local.....

pois pois ...

Como é que é isso, dado que o art 21, nº 1 dos Estatutos dizem que o CF pode consultar todos os documentos?

 

Já agora dizia a Piedade Pinto que a regra das IPPS é os corpos gerentes não serem remunerados, mas nos Estatutos do CRIA está prevista  a sua remuneração.....

remuneração.png

 

Também adianta o Mirante  que o sr.Carvalho se recusou a esclarecer as questões em aberto, como o empréstimo, o pedido ao Estado de 400.000 €, etc

E terá sido eleito um novo CF, mas a sua identidade ainda não foi divulgada na página institucional da IPSS. 

ma.

imagens retiradas da página do CRIA

  



publicado por porabrantes às 10:49 | link do post | comentar

vs 2

vs 1

 Face a novas e arrasadoras notícia$ sobre as perfomances do cabeça de lista PS por Santarém sugerimos que se demita e seja eleito Presidente do Conselho Fiscal do CRIA.

 

a redacção 



publicado por porabrantes às 07:43 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.12.17

Hoje na Rádio da Lena, a enfermeira Piedade Pinto veio defender as IPSS, a propósito não dos salários em atraso do CRIA, de que faz parte da direcção (que parece a comissão política do PS), mas acerca da Raríssimas, onde o cabeça de lista de Santarém do partido governamental, o socrático Vieira da Silva não explicou, o que tinha de explicar.

Disse a Piedade (há que ter paciência!) que as IPSS foram criadas pela Constituição de 76.

Se a intelectual passar pela Igreja da Santa Casa vê uma data na porta e lá diz Gaspar Dinis a fez. Foi no remoto e feudal século XV ou XVI.

Mas antes disso já floresciam instituições deste tipo, nesta terra.

Certamente algumas desde o século XII.

Diz ainda a Dona Piedade que nas IPSS por regra os corpos gerentes não cobram salários, embora haja deputadas do seu partido, como a mulherzinha do ministro, que viajam à conta delas.

Se a Piedade ler os novos Estatutos da IPPS do cónego, vai ver que lá está previsto a cobrança de salários.

director

Ou seja a maior IPPS cá da terra e cuja reputação é conhecida, por sobejos motivos, paga ou prepara-se  para pagar um salário ao Cónego ou a um colega dele.

Oh Larilas!, Com a aprovação de Sua Excelência Reverendíssima, que nos rege, por nomeação de Bento XVI.

Não concordo com isto, mas se o Banco do Vaticano paga bem, bem andará a indústria caritativa do Cónego, em seguir as regras romanas.

Mas  Sua Excelência Reverendíssima, sábio e prudente, meteu lá esta disposição:

sábio.png

art 11, nº 3

Isto é pessoas como a D.Piedade (que é deputada municipal) não podem fazer parte da Direcção da IPSS paroquial.

Um artigo destes devia estar em todos os estatutos.

Especialmente porque muitas IPSS, caso do CRIA, celebram contratos com a autarquia.

E a Piedade, na A. Municipal, deve fiscalizar esses contratos.

Como é que fiscaliza, sem conflito de interesses, sendo deputada municipal e da direcção dessa instituição com salários em atraso???

ma   



publicado por porabrantes às 17:48 | link do post | comentar

Domingo, 17.12.17

O CRIA, dirigido por esses insignes vultos da política abrantina, o Carvalho, o Bruno Tomás etc está em crise com o CF demissionário e sem massa para pagar o subsídio de Natal.

Racionam-se as notícias e já agora damos uma:

Em 30-3-2017 a Relação de Évora revogou parcialmente uma sentença do Tribunal de Trabalho de Tomar e deu razão à recorrente, funcionária do CRIA, que a nova direcção tinha ''despromovido''.

 

(...) V. Decisão Face ao exposto, acordam os juízes da Secção Social do Tribunal da Relação de Évora em conceder provimento ao recurso interposto por BB, e, em consequência, condena-se o Réu/recorrido CC a reconhecer em definitivo àquela a categoria profissional de Directora Técnica e Directora Executiva Adjunta, devendo, face à reestruturação orgânica que implementou, colocá-la na categoria-função actualmente correspondente. Mais se condena o Réu/recorrido a reconhecer que o valor da retribuição devida àquela pelo exercício de tais funções é de € 2.783,06, condenando-se o mesmo no respectivo pagamento, com efeitos rectroactivos à data em que deixou de o pagar à recorrente. Quanto ao mais, mantém-se a sentença recorrida.Custas em ambas as instâncias pelo Réu/recorrido.

*

Évora, 30 de Março de 2017 João Luís Nunes (relator) Alexandre Ferreira Baptista Coelho Moisés Pereira da Silva(...)

 

Mais entre os factos provados consta isto:

 

28 - Na reunião de Direção do CC realizada em 29 de junho de 2015, foi deliberada a abertura de um processo de inquérito prévio por um instrutor externo à instituição.

29 - Em meados de julho de 2015 a autora foi inquirida no âmbito do referido processo, momento em que tomou conhecimento de que havia comportamentos que lhe estavam a ser imputados no âmbito do mesmo, os quais segundo o Réu poderiam consubstanciar infrações laborais.

30 – O Réu sem ter concluído as investigações publicitou através de diversos meios o levantamento de um inquérito prévio.

31 – Na Assembleia Geral de Sócios realizada em 7 de outubro de 2015, o Réu decidiu expor a todos os presentes as supostas irregularidades, que levaram à instauração de um inquérito prévio, tendo exibido diapositivos dos quais constavam todas as componentes da retribuição auferida pela diretora executiva adjunta.

32 – Fê-lo na presença da Autora.

33 – Antes de ter instaurado qualquer processo disciplinar à Autora, o Réu não hesitou naquela Assembleia Geral, perante a maior audiência possível, dar a entender que a autora teria uma retribuição elevada, que representava um custo elevado para a instituição.

34 – Nessa Assembleia estiveram presentes mais de 80 sócios, perante os quais a imagem da Autora ficou afectada.

35- A autora ficou sem vontade de sair de casa, nomeadamente para ir ao café ou ao supermercado, por saber que todas as pessoas tinham conhecimento das acusações que o Réu lhe dirigia.

36 - A Autora perdeu a vontade de conviver com pessoas, mesmo da sua família, mantendo-se isolada das mesmas, chorando periodicamente e sem ânimo para fazer nada.  (...)

 

Em 29-11-2016 o jornal oficioso dizia que o caso dos saneamentos do CRIA estava encerrado

caso encerrado

ver aqui.

 

Mas as declarações da douta direcção foram desmentidas pelo fulminante acórdão da Relação de 30-3-2017 .

 

E já tinham sido desmentidas por nós, só agora nos tendo chegado o texto do acórdão, notável peça jurídica, cujo relator foi o Ilustre Desembargador Dr.João Nunes

 

Terei de dizer que a forma como esta gente trata os trabalhadores é ''raríssima'' e imprópria de socialistas.

 

E talvez própria de um tal Vieira da Silva.

 

E termino : os donativos de Natal entreguem-nos aos vossos netos e filhos, as IPPS que vão bugiar.

ma 



publicado por porabrantes às 20:53 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.06.17

Numa notícia não assinada a Antena oficiosa abordou ontem o caso CRIA

 

20-6-2017 cria.png

Acontece que a 29-11-2016, o mesmo media, em artigo não assinado, noticiava que o Carvalho e a direcção do CRIA tinham  encerrado o caso

cria caso encerrado.png

Nas declarações ao Médio Tejo diziam que tinham contratado uma empresa para fazer uma auditoria,  em Novembro afirmavam que era um Advogado do Porto que fizera o inquérito.

Em Novembro diziam que o montante das discrepâncias andava entre 3 e 9 mil euros.

Agora falam em 27.887, 65 euros.

Como é que de '' caso encerrado'' se passou a ''caso aberto''?

Explicam-nos?

Como é que de menos de 10.000 € se passou a 27 mil?

Há incongruências demais nesta história....

As penas disciplinares anunciadas em Novembro resumiam-se a ''A um colaborador foi-lhe retirado um dia de férias, outro foi suspenso por 5 dias, e dois por 15 dias. A sanção mais gravosa disse respeito a um despedimento por justa causa aplicado à anterior diretora executiva, Vanda Grácio.''

 

Coisas irrisórias ....

 

Tiveram de indemnizar a anterior directora executiva e há um processo no STJ que não esclarecem.

 

Vai-lhes custar bastante fechar este caso, é como o da RPP que ainda anda pelos tribunais....

 

E vão ter de pagar mais indemnizações, diz-nos um observador judicial.

 

mn

 

ps -continuamos a aguardar que nos digam quem foram os membros do CF que não faziam actas.....

 

 

 



publicado por porabrantes às 09:09 | link do post | comentar

Terça-feira, 20.06.17

O Venerando Tribunal da Relação concedeu provimento ao recurso interposto por uma das prestigiadas dirigentes técnicas do CRIA, que tinham sido afastadas, pela direcção, ornamentada pelo ex-gestor de pequenos e médios projectos da RPP Solar.

O Tribunal reconheceu à grande abrantina, cujo espírito de abnegação e dedicação à Instituição e aos utentes do CRIA ( já estou farto de que chamem ''clientes'' aos deficientes como se o Zé Bioucas tivesse sido gerente duma sociedade lucrativa e não dedicado Presidente duma IPSS) é por demais conhecido, em definitivo as categorias profissionais de que fora afastada. O CRIA foi condenado a pagar as custas e    todas as remunerações e subsídios com efeitos retroactivos à data da destituição da funcionária.

 

O CRIA entendeu apelar para o STJ.

 

ma

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 17:53 | link do post | comentar

Segundo o dr. Carvalho: ''“Muito embora a instituição tenha normalizado a situação do atual mandato, verificou-se que não existiam atas com o registo das reuniões do Conselho Fiscal dos anteriores mandatos, violando a lei”, ''

 

Quem eram os membros do CF nos anteriores mandatos? Não temos todos os dados, mas temos alguns.....

 

 

Conselho Fiscal
Ano
 
Presidente
1ºVogal
2º Vogal
1979
António Rodrigues da Silva
Ernesto Salgueiro Lopes
Perpétua Luísa Catarino
1982
Luis da Silva Reis
António Gomes Mor
António Rodrigues
1985
António Rodrigues
Luis Ferreira Alves
Venilde Raposo
1988
António Rodrigues
Ernesto S. Lopes
Virgílio Reis
1991
António Rodrigues
Ernesto S. Lopes
Perpétua Catarino
1994
António Rodrigues
Ernesto S. Lopes
Perpétua Catarino
1997
António Gomes Mor
Maria Helena Cardoso
Olga Gomez
2000
António Gomes Mor
Maria Helena Cardoso
Olga Gomez
2003
António Gomes Mor
Maria Helena Cardoso
Orlando Venâncio
2006
António Gomes Mor
Maria Helena Bandos
Bento Henriques

 

 

Agradecemos que o Dr.Carvalho especifique se  o Gomes Mor e a Helena Bandos fizeram actas do CF.....

 

mor 2.JPG

 

helena bandos  fina da armada.jpg

 

 Curiosamente da página do CRIA desapareceram os registos dos anteriores corpos sociais e as contas dos exercícios anteriores a 2015.

 

O dr.Carvalho tem a ''frontalidade'' de fazer afirmações sem dizer o nome dos visados. Porquê?

 

É para eles não poderem exercer o direito de resposta para o Médio Tejo?

 

O visado principal das acusações do Carvalho é o Humberto Lopes.

 

HUMBERTO LOPES BARCA.jpg

O dr.Carvalho também diz : '' (...) apontadas fragilidades da formalização de atas de outros órgãos sociais desses mandatos anteriores(...)

 

Quem é que tinha de fazer actas nos mandatos anteriores?

 

Assembleia Geral
Ano
 
Presidente
1º Secretário
2º Secretário
1979
António Marques Moreno
Angelino Lopes Rei
Luís da Silva Reis
1982
Fernando Tavares Simão
Angelino Lopes Rei
Carlos Barata Gil
1985
Fernando Tavares Simão
António do Rosário Bandos
Carlos Barata Gil
1988
Fernando Tavares Simão
António do Rosário Bandos
Carlos Barata Gil
1991
Fernando Tavares Simão
António do Rosário Bandos
Carlos Barata Gil
1994
Fernando Tavares Simão
António do Rosário Bandos
Carlos Barata Gil
1997
Fernando Tavares Simão
António do Rosário Bandos
Carlos Barata Gil
2000
Fernando Tavares Simão
Maria Helena Bandos
Fernando Grosso
2003
Fernando Tavares Simão
Maria Helena Bandos
Fernando Grosso
2006
José dos Santos de Jesus
Maria do Céu Albuquerque
Jorge Manuel Beirão

 

As actas entre 2000 e   2006, da AG competiam a pessoas como  a Helena Bandos, cacique e o Jorge Beirão

cacique (2).jpg

Dizem ainda '' A empresa concluiu que não existiram desvios de dinheiro''

 

Ou seja a honorabilidade dos antigos corpos gerentes e dos funcionários não é posta em causa.

 

O que parece que encontraram foi 27 mil euros de pagamentos irregulares por falta de formalidades burocráticas.

 

Ou seja a montanha do Carvalho pariu um rato.

 

Recordemos que o Carvalho foi Presidente duma Assembleia Municipal, que devia  fiscalizar assuntos como o da RPP (em que era parte interessada dada a sua contratação pelo Alves), e nem sequer pediu uma Comissão de Inquérito  ao assunto.E aqui o caso era de 1 milhão de euros.

 

 

Diz ainda o Carvalho que comunicou ao MP o enriquecimento sem causa de alguns funcionários.

Ao MP comunicam-se ''crimes''.

O enriquecimento sem causa pode ser discutido em sede cível, mas não penal.

Se houvesse ''crime''.....era a própria Inspecção da SS a comunicá-lo ao MP.

A história dos 27.000 euros.....é conclusão da ''empresa'' contratada pelo Carvalho....e não da inspecção.

Diz-se isto baseado nas declarações feitas pelo Carvalho.

Mandava a transparência publicar o ''relatório'' nas páginas do CRIA, porque se nos estão diariamente a pedir dinheiro para a instituição, temos o direito de saber o que se passa lá.

Finalmente......para recuperar 27.000 € ...o Carvalho......gastou pelo menos já 22.500.

mn

 

 

   



publicado por porabrantes às 11:07 | link do post | comentar

Segunda-feira, 19.06.17

abrantes gonçalo manito.jpg

Foto : Gonçalo Manito com a devida vénia

 

O fogo que obrigou à evacuação do CRIA (talvez se fale disso amanhã)

 

Todos os dias a Junta do Bruno mete fotos mostrando como arrancaram as ervas. Pois bem os passeios estão cheias de ervas....

 

Que a grande equipa  vá roçar as ervas

bruno.jpg

 mn



publicado por porabrantes às 19:38 | link do post | comentar

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