Sábado, 28.10.17

O desastrado Ministro da Defesa, que o Presidente ainda não obrigou a sair a pontapé, tinha elogiado o RAME. Mas o relatório dos fogos descredibiliza-o

 

(...)O regimento voltou a ser falado já este mês, após a revelação do relatório da comissão técnica independente sobre os incêndios de Junho. As referências são pouco abonatórias. Fala no “exemplo espanhol [UME], embora com outra escala”, que “permite ampliar o papel das Forças Armadas como agente de protecção civil em Portugal”. E acrescenta: “O RAME, criado no âmbito da reforma Defesa 2020, materializou-se, porém, numa versão minimalista da intenção inicial, pois acabou por não se constituir como uma unidade militar com capacidades, meios e processos dos diferentes ramos das Forças Armadas. O actual RAME, na situação actual, não tem condições nem capacidade para ser verdadeiramente útil em operações de emergência.”(...) diz Luciano Alvarez no ''Público''.

 

mn


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Quarta-feira, 25.10.17

constança

 Não é só a ''''Sábado'' que meteu a D.Constança de Sousa na capa. A técnica de apagar fogos e das inovações bombeirais....faz rir a Península Ibérica.

ma

devida vénia ao Jueves


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Sexta-feira, 20.10.17

Não se esperava outra coisa dum homem que nunca ficou calado. Segue com a devida vénia o artigo de Manuel Alegre. Um homem que escreve como um Deus e que sente a angústia dum Portugal ferido de morte. Que estão a fazer a Portugal???

 

Artigo de Manuel Alegre no DN
Não consigo ficar calado
18-10-2017 Manuel Alegre, DN

Sete séculos depois ardeu o pinhal de D. Dinis, o das "naus a haver", morreu o verde pinho do rei poeta. Dá vontade de chorar e não consigo ficar calado. É um símbolo triste da falência do Estado, fruto de décadas de desleixo, de incompetência, de amiguismos múltiplos, da submissão do interesse geral a interesses instalados e da capitulação perante lógicas que não são a dos fins superiores do Estado e do país.

Olho o rosto do camponês publicado na primeira página do Público e não consigo ficar calado. É o rosto de séculos de pobreza, o rosto do Portugal esquecido e abandonado pelo próprio Estado democrático, o rosto daquela parte do país que foi deixada para trás quando a agricultura foi vendida a Bruxelas a troco de fundos para auto-estradas que hoje levam a lado nenhum. Um Portugal que já só existe nas páginas de Aquilino e de Torga.

Vi as imagens televisivas, aldeias destruídas, casas a arder, homens e mulheres a defender com as próprias mãos os seus bens ou o pouco e quase nada que lhes resta. Vi outra vez automóveis calcinados, ouvi as notícias dos mortos e não consigo ficar calado. Por que passou a haver cada vez mais incêndios desde que foram extintas as quatro regiões militares e os governadores civis a quem cabia a respectiva prevenção e coordenação? Não sei. Só sei que se fizeram grandes reformas e que os meios de combate aos fogos foram saindo das mãos do Estado, entregues ou partilhados com empresas privadas. Não sou um especialista, mas é preciso corrigir o que não deu bons resultados. Vi o meu país a arder, sei que morreram cem pessoas em quatro meses e não consigo ficar calado.

Talvez a culpa seja minha, porque fui deputado e participei na construção de uma democracia que a páginas tantas se distraiu e não soube resolver problemas estruturais, como o reordenamento do território e das florestas, assim como o combate ao abandono e à desertificação do país. Não se ouviu como se devia ter ouvido o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles. É certo que por vezes protestei, mesmo contra o meu próprio partido. Mas não foi suficiente. Não consigo calar-me e sinto-me culpado. Já disse que não sou um especialista. Mas acho que os meios de combate aos incêndios devem passar para o Estado. Os meios aéreos para a Força Aérea Portuguesa. E é óbvio que se torna urgente a criação de um corpo nacional de bombeiros profissionais organizado segundo normas e regras de tipo militar, como de certo modo já acontece em Espanha.

Vai ser preciso enfrentar preconceitos e interesses instalados, mas este é um tempo em que é preciso coragem para tomar decisões para que o Estado não se demita de exercer as suas funções de soberania e seja capaz de proteger o território e garantir a segurança dos portugueses.''



publicado por porabrantes às 11:45 | link do post | comentar

¿Por qué los incendios en Portugal son tan letales?

 

Um importante artigo de Javier Martín del Barrio que explica como a Galiza consegue hoje controlar os fogos e porque os incêndios em Portugal são letais

 

no EL País


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publicado por porabrantes às 10:31 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.10.17

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publicado por porabrantes às 09:31 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.10.17

Eucalyptus et manque de moyens : la polémique enfle après les incendies au Portugal


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publicado por porabrantes às 14:07 | link do post | comentar

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Depois de mais de três dezenas de mortos e dum país devastado e do PR ter ameaçado usar a bomba atómica, esta artista demite-se.

Ardeu o Pinhal de Leiria que é responsabilidade do Capoulas, a super ZIF de D.Dinis, demite-se o tipo?

Ou devem demitir-se todos?

A Constança e os tipos da Protecção Civil, com licenciaturas amanhadas, deixaram arder Portugal.

Um relatório devastador desmonta o flop de Pedrogão, pode ser lido na página da CDU Abrantes.

Quem nos protege desta gente?

Não é deste governo, porque os outros, aliados a políticas criminosas, deixaram montar este cenário.

Se não fosse o Presidente ia a culpa morrer solteira?

Isto andará nos tribunais com a sua pachorra e modorra habitual, mas as indemnizações não ressuscitarão os mortos nem restaurarão o Centro de Portugal.

Podem falar na Galiza. Houve 4 mortos. A comparação é elucidativa.

Aguardam-se os próximos episódios.

ma

 

 


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publicado por porabrantes às 11:00 | link do post | comentar

Terça-feira, 12.09.17

''The Epoche Times'' é a versão anglófona do jornal de língua chinesa ''Da Jiyuan '', órgão da oposição democrática ao regime cleptocrático-maoista de Pequim.

Edita-se em Nova Iorque e noutras cidades em várias línguas e tem uma tiragem na edição semanal de mais de 100 mil exemplares.

É já a fonte essencial para saber o que se passa no país mais povoado da Terra.

Pois bem dedica este artigo às grandes e recentes catástrofes climáticas (tufões, inundações) que considera serem produto do processo em curso de aquecimento global.

Insere os fogos abrantinos como parte desse processo e provavelmente tem razão. 

ma 



publicado por porabrantes às 08:14 | link do post | comentar

Domingo, 10.09.17
 
 
CDU Abrantes
· 17 min ·

MAIORIA PS NA CÂMARA MUNICIPAL DE ABRANTES IMPEDE ELEITO DA CDU NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ABRANTES, DE ASSISTIR A REUNIÃO SOBRE OS INCÊNDIOS FLORESTAIS NO CONCELHO.

Documento apresentado na Sessão da Assembleia Municipal de Abrantes por Luís Lourenço

Na última sessão da assembleia municipal, se nos recordamos, fomos todos os eleitos neste órgão municipal convidados pela Sr.ª Presidente da Câmara Municipal (CMA), perante o público e a comunicação social a estarmos presentes ...num briefing que se iria realizar sobre a prevenção e combate a incêndios. Os eleitos pela CDU, não puderam estar presentes por motivos profissionais.

Entretanto ocorreram os incêndios e soubemos que se iria realizar novo encontro e, tendo em conta o sucedido, decidiu a CDU fazer-se representar por um eleito para se inteirar dos problemas enfrentados pelos Bombeiros e demais agentes.

Nesse sentido eu próprio (Luís Lourenço) enviei um mail à presidência da CMA a informar que iria estar presente. Fui então contactado por um trabalhador da CMA a questionar porque motivo queria eu estar presente, alegando que o encontro não era publico.

Argumentei que tencionava estar presente enquanto eleito na Assembleia Municipal, mas ainda assim fui informado que era publico na mesma e que se todos os eleitos na assembleia municipal quisessem estar presentes iria ser um problema logístico. Pedi então ao trabalhador que me enviasse isso por escrito, o que aconteceu.

Encaminhei então essa informação ao Sr. Presidente da Assembleia Municipal, solicitando que se pronunciasse sobre o sucedido. Foi-me então enviado uma resposta informando basicamente que não está nas nossas competências assistir a este tipo de reuniões e que estas se destinam apenas aos parceiros.

De uma assentada ficamos a saber que a Assembleia Municipal não é parceira da CMA e que os seus eleitos são considerados público em geral e portanto há iniciativas da CMA onde os eleitos participam por especial favor e de acordo com os interesses do executivo camarário.

Entende a CDU, que a Assembleia é um órgão municipal eleito directamente pelos abrantinos e que não é aceitável que os eleitos sejam convidados a estarem presentes num encontro e que passado pouco mais de um mês isso já não possa acontecer porque não é do interesse do executivo camarário.

Abrantes, 08 de Setembro de 2017

Os Eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Abrantes

 

mor barriga 2

 PS- ou têm medo de alguma coisa?????

 

mn



publicado por porabrantes às 22:54 | link do post | comentar

A drª Maria José Morgado, a que tratamos carinhosamente com o petit-nom dos velhos tempos, ou seja a Mizé, é especialista em direito penal e neta de camponeses que tratavam a floresta, como muitos de nós.

 

Num artigo do ''Expresso'' desmascara as teses, como as da cacique, que sustentam que os fogos são essencialmente postos por incendiários.

 

Vale a pena ler sem falta.

 

 

 

mn  

 

ps-já me esquecia, os avós da Mizé eram da região



publicado por porabrantes às 09:33 | link do post | comentar

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