Quinta-feira, 22.02.18

Foi publicado no DR um despacho com as freguesias prioritárias para limpar mato

 

Carvalhal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

Fontes. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

Martinchel . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

União das freguesias de Alvega e Concavada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

União das freguesias de São Miguel do Rio Torto e Rossio ao Sul do Tejo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

 

 

 

 

 

 


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Quarta-feira, 21.02.18

JN destaca os concelhos e freguesias prioritários para limpar mato

 

jn fogos.png

 


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Terça-feira, 20.02.18

ACTUALIDADE – Última hora. Mais três incêndios deflagraram nos últimos dez minutos, neste caso em Abrantes, Ferreira do Zêzere e Cartaxo

 

hertz


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Sábado, 10.02.18

Foi publicado ontem pelo Centro 2020 o Aviso de Concurso SI2E .

O Concurso abrange o nosso concelho e outros flagelados pelos incêndios do Verão.

 

Para poupar trabalho remete-se o leitor para este link- do jornal Correio da Beira Serra que explica a mecânica do concurso, destinado a apoiar o tecido produtivo das terras que sofreram o drama referido. 



publicado por porabrantes às 13:06 | link do post | comentar

Domingo, 14.01.18

O Coronel César Reis, comandante do RAME, faz declarações sobre o modelo militar luso de combate a catástrofes.

(...) '' O desenvolvimento de capacidades de AME não deve consubstanciar-se num simples decalque de modelos importados de outros países", enfatiza ao DN o coronel César Reis, lembrando que o núcleo preparatório para a criação do RAME - criado com o sistema de forças aprovado em 2014 - "esteve [mais de dois anos] adormecido enquanto se pensava o que fazer" nesse domínio.'' (...)

 

O Coronel tomou posse do Comando em Novembro de 2016 e ''não havia nada de equipamentos''.

 

Diz que '' (..)Quanto ao futuro a curto prazo, o comandante do RAME espera "estar daqui a dois anos" inserido "também nos planos municipais" de emergência e combate aos incêndios. "Há menos situações inopinadas" porque é possível "ser mais programado", diz César Reis.(...)

 

Entrevista ao DN

 

mn



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Terça-feira, 19.12.17

Falou-se aqui muito sobre os fogos que ameaçaram a cidade e destruíram a parte norte do concelho e sobre a irresponsabilidade e desleixo da CMA na prevenção desses incêndios.

A deputada municipal Margarida Totgema (PSD) analisou nesta intervenção, na AM de Setembro essa questão.

Recomenda-se a leitura atenta do texto e vamos destacar alguns excertos.

Convém referir que o assunto foi incluído na ordem do dia, por pedido conjunto do PSD/BE, que demonstraram saber estar acima das questões partidárias, para defender o bem da nossa terra.

 

fogos tomás

fogos tomás 2

 

 ( retirado da intervenção da drª Totgema)

 

Agora a pergunta:  o operoso Bruno e a Junta deixaram acumular montes de lenha ao lado de depósitos de gás.

 

Violou a Junta a lei, criou um perigo público e demonstrou uma irresponsabilidade épica.

 

Todos os dias o Bruno nos mostra fotos da ''grande equipa'' no face, porque não mostra isto?

 

Só para terminar houve um fogo na zona industrial e evacuaram os utentes do Lar do CRIA pela época.

 

ma

créditos: Margarida Totgema 



publicado por porabrantes às 09:49 | link do post | comentar

Sábado, 28.10.17

O desastrado Ministro da Defesa, que o Presidente ainda não obrigou a sair a pontapé, tinha elogiado o RAME. Mas o relatório dos fogos descredibiliza-o

 

(...)O regimento voltou a ser falado já este mês, após a revelação do relatório da comissão técnica independente sobre os incêndios de Junho. As referências são pouco abonatórias. Fala no “exemplo espanhol [UME], embora com outra escala”, que “permite ampliar o papel das Forças Armadas como agente de protecção civil em Portugal”. E acrescenta: “O RAME, criado no âmbito da reforma Defesa 2020, materializou-se, porém, numa versão minimalista da intenção inicial, pois acabou por não se constituir como uma unidade militar com capacidades, meios e processos dos diferentes ramos das Forças Armadas. O actual RAME, na situação actual, não tem condições nem capacidade para ser verdadeiramente útil em operações de emergência.”(...) diz Luciano Alvarez no ''Público''.

 

mn


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Quarta-feira, 25.10.17

constança

 Não é só a ''''Sábado'' que meteu a D.Constança de Sousa na capa. A técnica de apagar fogos e das inovações bombeirais....faz rir a Península Ibérica.

ma

devida vénia ao Jueves


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Sexta-feira, 20.10.17

Não se esperava outra coisa dum homem que nunca ficou calado. Segue com a devida vénia o artigo de Manuel Alegre. Um homem que escreve como um Deus e que sente a angústia dum Portugal ferido de morte. Que estão a fazer a Portugal???

 

Artigo de Manuel Alegre no DN
Não consigo ficar calado
18-10-2017 Manuel Alegre, DN

Sete séculos depois ardeu o pinhal de D. Dinis, o das "naus a haver", morreu o verde pinho do rei poeta. Dá vontade de chorar e não consigo ficar calado. É um símbolo triste da falência do Estado, fruto de décadas de desleixo, de incompetência, de amiguismos múltiplos, da submissão do interesse geral a interesses instalados e da capitulação perante lógicas que não são a dos fins superiores do Estado e do país.

Olho o rosto do camponês publicado na primeira página do Público e não consigo ficar calado. É o rosto de séculos de pobreza, o rosto do Portugal esquecido e abandonado pelo próprio Estado democrático, o rosto daquela parte do país que foi deixada para trás quando a agricultura foi vendida a Bruxelas a troco de fundos para auto-estradas que hoje levam a lado nenhum. Um Portugal que já só existe nas páginas de Aquilino e de Torga.

Vi as imagens televisivas, aldeias destruídas, casas a arder, homens e mulheres a defender com as próprias mãos os seus bens ou o pouco e quase nada que lhes resta. Vi outra vez automóveis calcinados, ouvi as notícias dos mortos e não consigo ficar calado. Por que passou a haver cada vez mais incêndios desde que foram extintas as quatro regiões militares e os governadores civis a quem cabia a respectiva prevenção e coordenação? Não sei. Só sei que se fizeram grandes reformas e que os meios de combate aos fogos foram saindo das mãos do Estado, entregues ou partilhados com empresas privadas. Não sou um especialista, mas é preciso corrigir o que não deu bons resultados. Vi o meu país a arder, sei que morreram cem pessoas em quatro meses e não consigo ficar calado.

Talvez a culpa seja minha, porque fui deputado e participei na construção de uma democracia que a páginas tantas se distraiu e não soube resolver problemas estruturais, como o reordenamento do território e das florestas, assim como o combate ao abandono e à desertificação do país. Não se ouviu como se devia ter ouvido o arquitecto Gonçalo Ribeiro Teles. É certo que por vezes protestei, mesmo contra o meu próprio partido. Mas não foi suficiente. Não consigo calar-me e sinto-me culpado. Já disse que não sou um especialista. Mas acho que os meios de combate aos incêndios devem passar para o Estado. Os meios aéreos para a Força Aérea Portuguesa. E é óbvio que se torna urgente a criação de um corpo nacional de bombeiros profissionais organizado segundo normas e regras de tipo militar, como de certo modo já acontece em Espanha.

Vai ser preciso enfrentar preconceitos e interesses instalados, mas este é um tempo em que é preciso coragem para tomar decisões para que o Estado não se demita de exercer as suas funções de soberania e seja capaz de proteger o território e garantir a segurança dos portugueses.''



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¿Por qué los incendios en Portugal son tan letales?

 

Um importante artigo de Javier Martín del Barrio que explica como a Galiza consegue hoje controlar os fogos e porque os incêndios em Portugal são letais

 

no EL País


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