Segunda-feira, 21.08.17
 
 
 
   
Carta aos Leitores - Jornal Primeira Linha
Terça, 18 Agosto 2009 21:42

Na última edição do Primeira Linha, três militantes e membros da Comissão Política do Partido Socialista de Abrantes, publicaram uma carta em que faziam um conjunto de apreciações sobre o PS de Abrantes e o processo autárquico em curso. Sobre essa carta e como Presidente da Comissão Política do PS de Abrantes quero dizer o seguinte.
Essas pessoas têm o direito a ter as opiniões que entenderem e enquanto Portugal for uma democracia não serão perseguidas por isso.
Mas factos são factos e interpretações são interpretações. E sobre isso há que esclarecer.

Nelson Carvalho, decidiu não se candidatar a um novo mandato. Foi uma decisão pessoal. Informou disso os órgãos do partido e divulgou publicamente essa decisão e as suas razões. Não cabia ao partido discutir a sua decisão. Cabia, sim, fazer a necessária substituição.
Sobre a escolha de um novo candidato fez-se o que sempre foi feito e nunca foi contestado. Procurou-se uma alternativa. Surgiu a candidatura de Maria do Céu Albuquerque. O processo foi aberto, podiam ter surgido mais. Foi apresentada à Comissão Política do Partido, como o seria qualquer outra candidatura que tivesse surgido. Como os três subscritores muito bem sabem, houve pelo menos uma tentativa nesse sentido, mas que não chegou a concretizar-se por não ter encontrado os apoios esperados. A única candidatura foi votada, em voto secreto, por quem tinha direito a votar, 23 pessoas. O resultado foram  22 votos a favor 1 contra. Registe-se que um dos votos a favor foi de um dos elementos que  assinou a carta do último PL, pois votaram dois deles e só houve um voto contra. 
Acusam os autores daquela carta que Maria do Céu Albuquerque é uma militante recente, por isso não serve para candidata do PS. Nunca foi necessário sequer ser militante para pertencer às listas do PS. O Eng. Bioucas foi Presidente da Câmara pelo PS durante 12 anos e nunca foi militante do PS.
Estão contra a lista apresentada para a Câmara Municipal porque “tem duas pessoas de Tomar, que nada têm a ver com o nosso concelho”. Não é verdade. A lista do PS à Câmara Municipal tem duas pessoas de Tomar mas que trabalham, um há 16 e o outro há 13 anos, no concelho e para o concelho de Abrantes. O número dois da lista do PS podia ter criado o Núcleo da Ordem dos Arquitectos, em Tomar, mas criou-o em Abrantes. Um e outro conhecem o concelho de Abrantes, nomeadamente as suas freguesias rurais muito melhor do que qualquer um  dos signatários da carta. E trabalham, de alma e coração, pelo desenvolvimento deste concelho. É disso que o concelho precisa, e é por isso que integram a lista do PS. São pessoas de bem e  técnicos altamente qualificados e foi isso que pesou na escolha do Partido Socialista.
Os signatários da referida carta podem ter as opiniões que entenderem. Mas, neste processo, não se limitaram a ter opinião. Ao colocarem-se fora do PS e contra ele neste processo eleitoral, tomaram uma atitude que o PS tem todo o direito de reconhecer e deve confirmar.
E para terminar, quero reafirmar aquilo que os eleitores já sabem. Que o PS em Abrantes é um partido de referência, para o concelho e para o distrito. Continua a ter militantes de referência. E tem também muita gente nova porque temos trabalhado para isso e porque as pessoas encontram aqui dinâmicas e processos em que estão dispostos a participar.
O Partido Socialista em Abrantes funciona e tem uma cultura de organização, de poder e de responsabilidade. Os eleitores conhecem-nos. E é isso que interessa aos eleitores, saber quem tem condições para governar o concelho de Abrantes no novo ciclo que se avizinha.

Isilda Jana 
Presidente da Concelhia do Partido Socialista
artigo publicado no Jornal Primeira Linha

 
 

 

 

Como é conhecido o Serrano bazou para Tomar

Rui Serrano.jpg

onde fez o rídiculo, perguntem ao Luís Ferreira

 

ma 



publicado por porabrantes às 13:59 | link do post | comentar

Quarta-feira, 05.07.17

isilda.jpg

A Isilda Manuela e o Pina da Costa estão em destaque no nosso colega Coluna Vertical, que recorda uma demolidora crónica do Dr.Eurico Consciência sobre estes elementos e o clientelismo à abrantina.

''Sacar uber alles'' é como termina o artigo do saudosos cronista abrantino.

ma



publicado por porabrantes às 10:46 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.01.17

A Dona Isilda botou hoje faladura na Rádio sobre o aniversário do Orfeão Abrantino. Que faz 88 anos e merece parabéns.

Ora acontece que a mesma Dona Isilda, quando era mais novinha e viçosa e Vereadora, assistiu em 2008, mais concretamente  no dia 24 de Janeiro, à doação do espólio do Maestro Henrique Santos e Silva, por parte de 4 mecenas abrantinos, os snrs D. Maria Manuela de Jesus Campos, D. Maria Fernanda Janeiro, João Augusto e  José Manuel d’Oliveira Vieira, à Biblioteca António Botto, e aceitou ela e o seu chefe político, o Nelson Carvalho, a proposta dos doadores de se abrir uma sala no Convento de S.Domingos, dedicada a Santos e Silva e onde esse espólio (que estivera parcialmente ao abandono) estivesse musealizado..

Estamos em 2017 e a Sala não foi aberta.

E abandonando a Vereação, foi a dita política aboletada no projecto MIAA, que previa muitas coisas caras em S.Domingos, mas nada de assumir os compromissos que a CMA se dispusera aceitar para receber a doação

Agora canta loas desafinadas ao Orfeão, mas de homenagear Henrique Santos Silva, absteve-se a  menina que recebeu cerca de 20.000 mil euros para se reintegrar na vida civil, quando o partido já a reintegrara num tacho à medida.

Para ver os contornos da coisa, remetemos para o Colega Coisas de Abrantes que conta a história.

ma

 

naturalmente nenhum dos mecenas levou medalhas, enquanto o compagnon de route Luizinho Fernandes apanhou a 3ª salvo erro

   



publicado por porabrantes às 18:05 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.01.17

Vamos continuar a analisar excertos do Plano Mateus 2007-2013. Para o MIAA diziam isto:

miia plano.png

Para além do Museu que devia estar pronto em 2013, elencavam várias patetices dignas da Vereadora da Cultura da época, Isilda Jana e da equipa do MIAA cujos insignes vultos eram Luiz Oeesterbeck e Fernando Baptista Pereira, mais os ajudantes Delfino e Portocarrero.

Diziam que que a Colecção de Ourivesaria pré e protohistórica tinha carácter espectacular e que fora recolhida no ''território da antiga Lusitânia''.

Numa acta para responder a Santana-Maia escreveram (suponho que foi a Isilda mais os ajudantes) que a colecção não tinha contexto.

Se não tinha contexto (porque foi comprada em leilões) como é que sabiam que foi recolhida no território da antiga Lusitânia?

Uma sala de leilões de Geneve é parte da antiga Lusitânia?

Como é que começaram a mandar bocas sem estudar a colecção?

Apesar de termos pago centenas de milhares de euros ao Oeesterbeck, ao Baptista Pereira e aos ajudantes  Pizarro & Delfino, os homens prodigalizaram-se em bocas.

Também acrescenta o néscio palavreado que a colecção de ourivesaria seria a primeira de Portugal e uma das mais importantes a ''nível europeu''.

Onde é que figurará esta grossa asneira nos catálogos do MIAA?

Onde é que a colecção de ourivesaria é melhor que a do Museu de Belém, reunida por Leite de Vasconcelos??

Como é que se atreveram a dizer, insanos, que seria uma das mais importantes da Europa?

Terão ido ao Museu Arqueológico de Madrid ou ao British?

Não venham atirar as culpas das calinadas para o Mateus, o homem serviu-se dos elementos da CMA, onde a Isilda pastoreava a cultura, para dizer as insensatezes atrás elencadas.

Mas antes de atirar culpas para avençados e para a pegacha, há um tipo que é o responsável máximo, chama-se Nelson Carvalho e era ele em 2007 o ''boss'' da edilidade.

ma 

  



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Segunda-feira, 16.01.17

História breve.png

A esforçada equipa da Zahara pariu uma História Breve de Abrantes. A época do liberalismo ficou sob a alçada da professora de história da Escola Manuel Fernandes, Isilda Jana, já conhecida pelo que fez e não fez no MIAA. E também pelo que fez como Vereadora. Agora resolveu elucidar-nos (sob a batuta do esposo, que assina a parte mais medíocre da obra) sobre como os liberais desataram a demolir capelas para ''modernizar'' a vila.

sao juliao 3.jpg

Garante-nos a licenciada que a Capela de São Julião, que existiu na rua Manuel Constâncio foi demolida no século XIX.

Acontece que foi demolida no século XX, já na década de 60.

O Candeias escreveu algo sobre isto na Zahara nº 19, de Julho de 2012.

Ao menos podia ler o Candeias. Ou ir ao arquivo intermédio da CMA e pedir o processo de obras, assim já não atirava culpas para os liberais.

Ao longo do século XX funcionou no local o célebre café Abadia,

19874159_auZ2f.jpg

que depois mudou para a Barão da Batalha.

A imagem é da Tubucci.

Se houver pachorra, voltarei a assinalar mais alguma gloriosa inovação na história abrantina.

ma

imagem dos ''historiadores'' gamada à Rádio oficiosa  

 



publicado por porabrantes às 19:50 | link do post | comentar

Quarta-feira, 04.01.17

 

O Mirante anunciou o início das obras em S.Domingos. O Convento é Imóvel de Interesse Público, tem uma larga História na vida da cidade, passou por várias utilizações, que estão na memória de todos, e foi recentemente vandalizado pela tropa do Creativ Camp,vandalização essa que deu larga polémica e a que o Vereador Luís Dias veio surpreendentemente retirar importância, apesar da posição do Ministério da Cultura a condenar o acto.  

Em 2008, o Doutor Oeesterbeck apresentou um pedido de autorização à tutela, para realizar escavações preventivas sublinhando a sua necessidade para preservar o valor patrimonial do monumento.

escavações s.domingos I.png

 Inicialmente, com um descaramento inaudito, a Vereadora Isilda Jana negou identificar os responsáveis pela escavação, mas acabou por dar o braço a torcer. (doc nº 1).

O pedido era subscrito por Luiz Miguel Oeesterbeck 

 

escavaçoes pedido oeesterbeck.jpg

 No pedido de autorização dizia-se isto:

escavações s. domingos 2.jpg

 

 Ou seja, reconhecia-se que era necessário fazer escavações em toda a área a intervencionar, para se poder conhecer toda a história do edifício e preservar todo o seu valor patrimonial

Dizia ainda que se iria constituir uma equipa pluri-disciplinar para realizar o trabalho e que haveria uma colaboração entre o Departamento de Arqueologia do IPT e a CMA. A equipa era esta:

escavações s.domingos 3.jpg

 O que é que restou destas pias intenções? Apenas uma pequena sondagem no primeiro patamar do parque de estacionamento do Convento, que decorreu entre o mês de Maio de 2009 e prosseguiu  até 10 de Julho desse ano, tendo depois sido abandonada alegadamente ''por falta de material e pessoal, agora ocupados noutras obras do Município, com carácter de urgência''. (diz a técnica que assinou o relatório, Filomena Gaspar). Também diz que as escavações deviam prosseguir em 2010, mas não prosseguiram.

A área intervencionada foi esta:   

 

 

escavaçoes s.domingos 4.jpg

 A equipa multidisciplinar esfumou-se. Apenas participou a Filomena (o Álvaro Baptista estava de baixa) e alguns funcionários da CMA, sem preparação técnica para estes trabalhos.

As conclusões da arqueóloga foram estas

conclusões.jpg

 As recomendações feitas em Outubro de 2009 caíram em saco roto. O compromisso assumido por Luiz Oeesterbeck de haver uma equipa multidisciplinar para analisar os resultados não foi respeitado.

OOSTERBEEK-640x425 - copia.jpg

 Dois arqueólogos, contratados para fazerem o inventário da colecção que entrará no MIAA, e que têm um contrato só com esse objectivo, mais a Filomena foram esburacar o Castelo.

 Nada foi feito em S.Domingos em termos de novas escavações. Mas começam agora as obras.....sem que os responsáveis políticos tenham ouvido as recomendações técnicas e iniciando um processo que é uma machadada mais no património abrantino.

Entretanto desde 2009 a 2016 gastaram-se centenas de milhares de euros no famigerado caso MIAA  e não se fez o básico.

ma 

 



publicado por porabrantes às 12:42 | link do post | comentar

Sexta-feira, 16.12.16

''(...) No que tange à conduta do arguido J em utilizar os seus conhecimentos como ex – vereador para influenciar a decisão da vereadora I, é de salientar que aquele, efectivamente, abordou a sobredita dirigente autárquica, solicitando-lhe que visse “se podia fazer alguma coisa em relação à firma de um amigo seu”, “pelo menos aí o inglês” (um dos itens do concurso era o ensino da língua inglesa), “poderia ser vocês a adjudicar uma coisa a uns, outra a outros” (cfr. depoimento de fls. 1291 a 1294 e transcrição de intercepções telefónicas de fls. 1229 a 1232 – em que J relata a V a aludida conversa). Porém, I não tinha qualquer influência na decisão do concurso (como a mesma explicou no depoimento de fls. 1291 a 1294), (...)

 

(..) Quanto aos membros do júri, foram arroladas como testemunhas nestes autos a presidente M e a vogal P (jurista da C.M. Abrantes), ambas asseverando que não sofreram qualquer tentativa de “aliciamento” ou de condicionamento da decisão final por parte de algum dos arguidos, sendo que M foi clara em referir que o único contacto que teve com o arguido J foi por via telefónica e que aquele pretendia apenas inteirar-se dos trâmites do concurso público, ao que a mesma acedeu, nada lhe tendo sido pedido no sentido de condicionar a sua decisão(...)''

 

Daqui se descortina que foi feita, pela Polícia, com autorização judicial, uma escuta que apanhou uma conversa entre J. e I

 

Daqui se descortina que J. pediu a I um favor....

 

Os autos dizem que J tinha sido Vereador na CMA...

 

Os autos dizem que a Presidente M o era da Câmara de Abrantes....

 

Ora na História de Abrantes, mesmo com a ''nova narrativa'', só houve uma Presidente, donde terá de ser Maria do Céu Albuquerque, que prontamente, via telefone, acedeu a explicar a J, os contornos dum ''concurso público''.

 

cacique.png

 

Quem era J?

 

Os autos dizem que era ex-Vereador da Câmara de Abrantes....

 

Os autos dizem que se chamava Júlio....

 

Só houve um Vereador chamado Júlio, Bento de apelido,

 

júlio bento.jpg

 

Quem era I????

 

Só houve uma Vereadora, cujo nome começasse por I, na História de Abrantes, tanto na velha, como na ''nova narrativa''....

 

Isilda Alves Jana

 

isilda ps.png

 

Donde ficou provado que Júlio Bento falou ao telefone com Isilda Jana, pedindo-lhe '' se podia fazer alguma coisa em relação à firma de um amigo seu''

 

O processo em que a Acusação Pública arguia J, pelo''  CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA'', terminou com a Relação a confirmar a decisão recorrida, pelo MP,  da 1ª instância, de não pronunciar o arguido J. e o outro.

ma

expressões entre aspas do douto acórdão

 

31/08.2TAEVR.E1
Relator: MARIA JOSÉ NOGUEIRA
Descritores: DESPACHO DE NÃO PRONÚNCIA
FUNDAMENTAÇÃO
NULIDADE
CRIME DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIA
ELEMENTOS ESSENCIAIS DO CRIME
INDÍCIOS SUFICIENTES
Data do Acordão: 27/04/2010
Votação: UNANIMIDADE
Texto Integral: S
Meio Processual: RECURSO PENAL
Decisão: NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO
Sumário:  


publicado por porabrantes às 11:51 | link do post | comentar

Quarta-feira, 14.12.16

Saiu ontem no Diário oficial o resultado dum concurso para a CMA. Ganhou a drª Sónia Dália Rodrigues Lourenço, que em 2010 era militante n.º 107782 do PS e fazia parte do Secretariado local da agremiação a que presidia Isilda Jana.

Também tinha sido candidata à A.Municipal pelo PS.

Para o lugarzinho exigia-se especificamente Licenciatura em Línguas e Literatura Moderna.

Será que outras licenciaturas do mesmo ramo não serviam para desempenhar este posto de trabalho????

ma



publicado por porabrantes às 08:30 | link do post | comentar

Quinta-feira, 08.12.16

Vamos continuar na secção de elogios, sendo agora objecto desta meritória actividade a arqueóloga Filomena Gaspar, que trabalha na CMA (e que algum dia teremos de criticar, mas agora vai ser elogiada).

filomena gaspar miaa.jpg

Em 2006 fizeram-se por encargo da Tagusgás umas escavações na Ferraria, que esta notícia relata

ferraria.jpg

ferraria escv.png

 Da notícia apura-se que não se puderam identificar os silos descobertos porque estavam ''encharcados''.  E que encontraram as estruturas duma Casa nobre, que pertencia à família Pais do Amaral (no século XIX) que a trocou (a casa estava arruinada) por uma propriedade camarária chamada ''Chão da Relva'' ou ''Relva do Brás'' (?). A CMA demoliu as ruínas para criar o Largo da Ferraria.

As declarações feitas pelo dr. Batata (casado com a D.Filomena). dizem que haveria interesse em continuar a exploração. A D.Filomena diz que haveria todo o interesse em musealizar os ''silos'' e ''deixá-los à vista''.

Depois disso foi entregue à tutela o relatório que diz:

     ''Durante os trabalhos de escavação foram identificados seis silos associados a uma grande quantidade de material islâmico. Na área escavada foi ainda possivel identificar as aspatas de uma estrutura, ao que tudo indica, de tipo palacete, ou casa solarenga, de grande porte, com fundações extremamente robustas. O edifício datará do século XVI, inícios do século XVII e terá um período de vida que terminará no inicio da segunda metade do século XIX. O local foi, posteriormente, aterrado e regularizado para a construção de uma praça com o pelourinho'' afirma responsável do relatório, Nelson Silva Borges

 

Aqui há uma calinada monumental, porque na Ferraria nunca houve nenhum pelourinho e o padrão que lá está, foi transferido da Raimundo Soares, por Nelson Carvalho, depois dum simulacro de referendo, que consistiu em espalhar uns papelinhos por cafés e tascas do cabeço, para o povo opinar.

 

 

A escavação só durou 6 dias  e a depois a Câmara do Carvalho e da Isilda Jana mandaram tapar os buracos e a sugestão de musealizar os silos, caiu em saco roto.

 

Da mesma forma, os silos da Rua Grande também nunca foram musealizados.

 

Dizem que havia ''grande quantidade de material islâmico'', cá para mim só acredito quando houver  um especialista dessa área a atestá-lo. Mas se havia ,era tal o interesse arqueológico, que os trabalhos deviam ter prosseguido, dado quase nada sabermos desse tempo na História de Abrantes.

 

Mas a Vereadora Isilda, com o seu conhecido apego à Cultura, mandou tapar o buraco!!!!!

mn 

créditos: Vera Vicente, que escreveu o artigo no saudoso ''Primeira Linha''

PS-Por lapso, tinha-se trocado o apelido da Vera, as nossas desculpas

 



publicado por porabrantes às 20:28 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 12.05.16

antónio gonçalves.jpg

Notícias de Abrantes

 

carta a.gonçalves 1.png

carta a.gonçalves 2.png

 

carta a.gonçalves 3.png

 A aproximação do período eleitoral deve fazer-nos lembrar como são escolhidos os candidatos pelas facções partidárias. Pouco debate interno e às vezes irregular como denunciam os subscritores da ''missiva'' publicada no Jornal Primeira Linha em 9-7-2009.

Era director do jornal o Mário Rui Fonseca. 

 

a redacção

 



publicado por porabrantes às 18:01 | link do post | comentar

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