Segunda-feira, 31.07.17

aqui há gato.jpg

 A 11 de Julho no Médio Tejo, a jornalista Joana Santos transcrevia a intervenção da Vereadora da CDU, Ricardina Lourenço, sobre a  empreitada do MIAA

ricardina.png

Segundo a reportagem a cacique foi forçada a confessar que o erro já vinha de trás e acabou por dar o braço a torcer e o ''erro'' (que não sabemos de quantos milhares de euros constava) foi corrigido.

 

Na acta da sessão, documento que deve transcrever fielmente o que lá se passou foi omitida a intervenção da Vereadora da Esquerda.

ricardina 2.png

ler o resto aqui

 

Já estamos habituados às omissões e contradições e incompetência sobre S.Domingos!

 

Só nos faltava que as actas não reproduzissem o que se passou na sessão...quando se fala de S.Dominngos.

ma



publicado por porabrantes às 18:39 | link do post | comentar

Sexta-feira, 30.06.17

A responsável pelo Museu D.Lopo de Almeida é a Drª Filomena Gaspar

filomena gaspar miaa.jpg

Neste momento não sabemos quem são os responsáveis científicos pelo projecto MIAA ,dado que a CMA acaba de editar este catálogo sem créditos científicos

 

miaa 10 ant.jpg

 O caciquismo publicitou isto assim

abaixo de cadela.png

O dr. Álvaro Baptista, único técnico credenciado nesta área da CMA, desbaratou isto assim.

 

Aquilo que diz o catálogo é uma adaptação das imaginativas teses do ex-avençado MIAA, Delfino expostas na História Breve de Abrantes. Foi ele que embirrou que Santa Maria teria sido templo romano, e à viva força quer que a estátua lá encontrada seja uma ''deusa''. (p.28 da obra citada).

 

miia santa maria.jpg

O texto contém falsidades graves, não foi encontrada nenhuma estátua na década de 60 em Santa Maria. A estátua

estátua castelo.png

foi encontrada nos inícios do século XX, quando se removia o solo da Igreja e não em 1960.

Que raio de Museu é este que nem sequer sabe datar as suas peças?

O texto, cuja responsabilidade terá de ser atribuída aos serviços da Filomena Gaspar, diz que é uma divindade feminina. O Delfino já tinha sustentado a mesma coisa (apesar de não ter especialização relevante para classificar estatuária romana (1)) na obra citada e juntamente com a Filomena e o Gustavo Portocarrero, no Catálogo da VII Antevisão.

O maior especialista português da Antiguidade Clássica, Bairrão Oleiro. já nos anos 40, dissera que não era uma divindade, recusando que fora Ceres (atribuição proposta por Vergílio Correia) e afirmara que devia ser uma estátua votiva funerária, datada do primeiro ou segundo século DC.

 

Se não é uma estátua duma Deusa, lá se vai à viola a tese do Delfino sobre o templo romano em Santa Maria.

 

O rapaz diz que foram encontradas tegulas numa escavação à beira de Santa Maria, o autor da escavação, dr. Álvaro Baptista, diz que nunca lá encontrou tegula nenhuma.

 

Lá se vai outra vez à viola a rocambolesca tese do Davide Delfino......

 

Um Museu que não sabe se uma estátua foi encontrada em 1960 ou nos inícios do século XX ...que credibilidade tem?

 

Para elucidar esta gente, publica-se outra vez o estudo do Prof.Bairrão Oleiro

 

6494142_lRc1f.jpg

E se a douta Filomena lesse a bibliografia?

E  se ao menos consultasse as fichas do Museu....?

Quanto à tutela, que é o Luís Dias, ò Vereador ponha ordem nessa casa!

luis_dias_2.png

ma      

PS-Ainda falta outro post sobre as enormidades ditas no ''Catálogo''

(1) -O homem publicou trabalhos académicos sobre pré-história e Roma é outra história



publicado por porabrantes às 18:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28.06.17

 

alvaro baptista.jpg

O dr.Álvaro Baptista, o único arqueólogo abrantino que conhece o território do concelho como a palma da sua mão, desfaz o catálogo da  última exposição do celerado MIAA  num post arrasador

miaa 2017 simao 2.jpg

inauguração da coisa

 

 

O melhor texto de arqueologia e História abrantina em 2017.

 

(...)

COITADA DA ARQUEOLOGIA NO CONCELHO DE ABRANTES, QUE MERECIA MELHOR SORTE QUE A QUE TEM. LEMBREM-SE ARQUEOLOGIA É CIÊNCIA E NÃO FICÇÃO OU SEQUER POLÍTICA.

NUNCA ESPEREI EM 57 ANOS DE MINHA VIDA VER TANTA POBREZA, NEM INDIGNIDADE.

DIZEI-ME: PODEREI ACREDITAR NO QUE ARQUEÓLOGOS DO MIAA ME TRANSMITEM EM ARTIGOS, CATÁLOGOS OU REVISTAS? EU SEI O QUE PENSAR E VÓS O QUE PENSÁIS?(.....)

 

 

Álvaro Baptista

 

 

O Delfino que responda (se é capaz.....)

 

 

ma



publicado por porabrantes às 08:17 | link do post | comentar

Sábado, 24.06.17

Apalpando calhaus no fantasmagórico MIAA às 07:39, 22/06/2017 :


Peço desculpa pelo envio da 2ª. mensagem. reparei em duas gralhas. Obrigada.
Viva! Obrigada pelo interesse. Non obstante seria mais legítimo se tivesse marcado a sua graça, se é que graça tem, pois, a crítica até ganhava mais valor.
Já estou há 55 anos fora de Portugal e creio que ainda sei falar e escrever português. E V. Ex. deveria apreciar o esforço que nós, os que visitam Portugal, fazem para promover o nosso País, ao invés de fazer criticas. É por isso que Portugal é o que é. Lamento se há algo de errado no que escrevi. Talvez me tenham dado informações incorretas. Esse já não é meu problema. Se não está contente com o meu artigo faça o favor de o ignorar.
Como jornalista, tenho promovido muitos cantos e recantos de Portugal e nunca ninguém fez críticas. Sobre a palavra calhau… é o que mais para aí vejo, por isso só sinto vontade de apalpar as pedras, mesmo. E o que será se não um calhau, um pedaço de pedra, de rocha etc.
Outro, não dei entrevista alguma, e não falei com Televisão nenhuma sobre o assunto. Simplesmente, gostei imenso de Abrantes, escrevi o que escrevi e não me arrependo. Agradeço apenas a quem me levou a visitar esses bonitos lugares, bem como àquela alma nobre que me deu algumas informações sobre o dito museu. Tenho dito.
Adelaide Vilela

 

Cara Adelaide:

De facto deram-lhe informações com pouca credibilidade. Não havia (em Dezembro de 2016) nenhum outro Museu em Abrantes, que o velho D.Lopo que é de 1920 e tal.

E também não há nenhum pólo de investigação na cidade.

O celerado MIAA continua no papel desde 2008.

Seria interessante saber quem foi o arqueólogo que lhe deu essas informações.

Agradecemos o seu amor à nossa terra.

Cumprimentos

MN 


tags: ,

publicado por porabrantes às 17:25 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.05.17

oeesterbeck maio 2017.jpg

Ontem perorou o especialista em arte rupestre, Doutor Luiz Oeesterbeck nas celebérrimas jornadas do MIAA....

Acontece que o Carvalho do CRIA (havemos de falar das aventuras deles no reino das IPSS....) quando era cacique bolsou isto, era 17-6-2009 .....e eram vésperas de eleições..... e era preciso deitar areia para os olhos do povo...

tartéssicos.png

Portanto vimos perguntar ao Carvalho, à cacique, ao Vereador da Cultura:

 

onde é que está o centro de investigação?

 

Onde é que estão nas colecções do MIAA as peças tartéssicas?

 

Onde é que decifraram a língua e a escritura tartéssica?????

 

E já agora porque fizeram a uma empresa  deste homem

Carrilho espantado.jpg

 um ajuste directo ilegal proibido taxativamente por Lei????

 

e já agora ....

 

mARY LUCY.jpg

porque andaram a dizer que a estimada Tia Mary doara uns quadros, quando só fizera mera promessa de doação????

 

Regressando ao especialista rupestre, que foi pago a preço de ouro, ò homem, você ia mesmo decifrar a escrita tartéssica????

 

Ou o Carvalho

 

não sabia o que

 

 

dizia?????

 

 

nelson facebook.jpg

ma 



publicado por porabrantes às 15:48 | link do post | comentar

Domingo, 22.01.17

Pelo seu interesse e actualidade voltamos a publicar um post de 2014

 

 

 

 
Álvaro Batista disse sobre O sapo da fonte na Segunda-feira, 31 de Março de 2014 às 17:05:

     

 

 

 

 

Boa tarde a todos
Respondendo a MN importa esclarecer antes de mais o seguinte:
-A construção da A23/ IP6 não dispunha de acompanhamento arqueológico. As intervenções em Quinta da Légua - Amoreira, Pedreira - Rio de Moinhos e Fonte do Sapo - Mouriscas deveram-se à então minha intervenção para a Amoreira junto do IPT de Tomar, Rio de Moinhos em relatório enviado ao IPPC e na Fonte do Sapo por minha indicação à Filomena Gaspar. Ora, quaisquer dos trabalhos feitos nas estações mencionadas foram feitas em cima da hora e nenhuma delas revelou extrema importância ao ponto de ser classificada e protegida. Se assim o fosse certamente o IPPC teria tomado medidas na altura. Importa aqui referir que no caso da Pedreira a necrópole ficou debaixo da estrada tapada com geotêxtil. Em qualquer dos casos julgo que não poderia ter feito melhor do que fiz em prol da defesa do património arqueológico concelhio. Se para proteger um local basta por vezes a colaboração de proprietários, musealizar implica primeiramente escavações arqueológicas (excepto algumas mamoas). Importa ter em atenção que não consigo andar em todo o sitio protegendo e escavando. É humanamente impossível andar protegendo mamoas do Bronze e arte rupestre a norte do concelho e simultaneamente a escavar no Olival Comprido ou em Alvega. Eram necessários meios que não existem. Escavações na Qtª de S. João - Casa Branca - Alvega são fundamentais se querermos investigar se ali se situaria A velha Aritium. No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.
Sem dúvida que Abrantes necessita de um novo Museu que dignifique a arqueologia e o concelho. Agora é efetivamente necessário uma estratégia pra o concelho que abranja amplas orientações, intervenções, musealização, classificação...
Por minha parte farei o que estiver ao meu alcance pelo património arqueológico concelhio dentro das minhas limitações como assistente de arqueólogo.
Espero que fique bem claro que quem diz ser arqueólogo do Município é Filomena Gaspar me apenas responsável por acções que impliquem a minha directa intervenção. Por muito boa vontade que se tenha assumir trabalhos de arqueólogo e ser remunerado como assistente não o farei, excepto aqueles que decorrem do protocolo existente com o IPT e PNTA.
Como diz MN tudo isto é Politica. Mas, existem politicas e politicas.

Blogue: Escola do Rossio

 

 


Bem hajam
Álvaro Batista

 

Caro Álvaro:

Desculpe o atraso na edição do seu comentário, mas ele referia-se a um post de 2013 e para lhe responder havia que consultar uma papelada. Aquilo que nos diz suscita-nos estas breves reflexões. 

 

1- Todos sabemos que no terreno a preservação das estações arqueológicas abrantinas tem sido um trabalho quase de carola feito especialmente por si. É um mérito que ninguém lhe pode tirar, um serviço inestimável à Cultura e a Abrantes. E todos sabemos que sendo o Álvaro arqueólogo e sabendo mais que alguns doutorados, o classificam profissionalmente na CMA como ''assistente de arqueólogo'' e não lha reconhecem o seu labor. Acontece ao Álvaro o que aconteceu ao Eduardo Campos...

 que além de ser tratado dessa maneira, foi humilhado publicamente a título póstumo por não ser da ''cor'' e ainda por ter sido capaz de escrever no ''Primeira Linha'' que era um crime lesa-Abrantes instalar o Arquivo Histórico ao lado dum depósito de sucata no cu de judas.

Esta forma de ostracismo profissional roça a perseguição política ( o que é aconteceu àquele rapaz que ganhou o concurso público para Director do Arquivo? Porque é que o Arquivo funciona sem Director? E a Biblioteca?), é mesquinha e digna de inquisidores rupestres.

Enquanto o Álvaro se sacrifica e trabalha a Filomena Gaspar concilia com o trabalho de arqueóloga municipal com interesses empresariais na área da arqueologia. Enquanto o Álvaro tem um salário baixo, a CMA mantém contratos de avença na área da arqueologia pelo menos com três pessoas (o Gustavo, o Oeesterbeck e o Delfino) que são professores do ensino superior e portanto estão na prática pluri-empregados....

 

2-O Olival Comprido, para quem não sabe, fica em Alferrarede e é propriedade  da Casa Agrícola Moura Neves. Fica ao lado do cemitério local. Foi alvo de 3 escavações a última em 2003. As três foram dirigidas por Filomena Gaspar. A base de dados oficial não informa quem patrocinou qualquer escavação. Mas tenho informação oficial por outra via que houve participação de entidades privadas. Que se encontrou na última????

 

 

''Tegulas, "lateres", pregos, tijolos de coluna, mosaicos (do século III d.C.) , cerâmica comum, "dolia", anforas, duas mós, "terra sigillata" hispânica (século I/II), clara D (séculos IV/V), contas de colar (azul, verde), vidro (séculos IV/V), tesselas de várias cores, moedas (século III/IV), lascas, lâminas e núcleos de sílex, ossos (cervídeos, bovídeos e ovicaprídeos) e blocos aparelhados de granito.''

 

 

''A estrutura escavada era aparentemente uma villa romana, a mais espectacular do concelho: ''Foi escavada a "pars urbana" da "villa", com salas forradas a "opus tesselatum". Foram encontradas estruturas de duas fases da "villa", bem como vestígios de uma ocupação anterior (II Idade do Ferro) e de uma posterior a que os autores não atribuiram datação cronológica. Um pouco a Norte, foi aberto outro sector (B) que revelou uma canalização em "opus caementicium" e "opus signinum", um tanque de decantação e um espelho de água de grandes dimensões a pouca profundidade. Uma segunda fase dos trabalhos veio revelar a presença de uma sepultura em caixa.''

 

O estado de conservação era bom...em 2003. O local foi vedado com consentimento da Família Moura Neves e a vedação paga por uma entidade mecenática.

 

De 2003 a 2009 vão seis anos e Isilda Jana como Vereadora da Cultura. De 2010 a 2013 Isilda Jana foi responsável pelo projecto MIAA na CMA. Que se fez no Olival Comprido???

 

Como se conservaram os mosaicos romanos únicos no concelho?

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

O estado da estação romana em 2014 ainda é bom?   

 

Ou esteve abandonado?

 

Ou está a degradar-se?

 

Com tanto dinheiro gasto no MIAA e em estudos que não foram tornados públicos sobre a viabilidade da coisa, etc, não poderia ter sido comprado este terreno, feita a escavação e musealizada a villa romana?

 

 

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

 

http://sic.cm-abrantes.pt/carta_arqueologica/carta.html

 

Já vai longo este post e há outros assuntos a tratar, mas vamos à razão pela qual esta estação e outras não estão defendidas e nem sequer classificadas. Diz o amigo Álvaro : ''No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.''

 

Diz a informação da base de dados oficial que a escavação de 2001 pretendia:  Determinar se as estruturas identificadas anteriormente teriam continuação na propriedade contígua que está inserida na área de expansão urbana do PDM. 

 

Qual foi o resultado dessa diligência? Em 2014 o relatório da escavação ainda não está inserido na base de dados oficial, por isso não sabemos.

 

Mas sabemos que em 2009 foi aprovado o PUA -Plano de Urbanização de Abrantes e nele não consta nenhuma estação arqueológica assinalada nem defendida.

 

Oito anos depois!

 

Porquê?

 

Objectivamente só pode haver 2 razões: ou porque são incompetentes ou porque há outros interesses que primam sobre a defesa do património.

 

Falta a referência à situação profissional do Álvaro. É óbvio segundo o meu entendimento que essa situação tem de ser corrigida face  ao seu CV. Como se encontra agora é vítima duma clara injustiça.

 

Cumprimentos amigo

 

MN 

há outro comentário do Álvaro em resposta à Margarida, faremos lá uma nota



publicado por porabrantes às 12:06 | link do post | comentar

Sábado, 21.01.17

A deputada Gabriela Canavilhas, que deixou triste memória pelo seu apadrinhamento à torre abjecta do Carrilho da Graça, acaba de ser censurada pela ERC por ter proposto o despedimento da jornalista Clara Viana, do ''Público'', porque deu uma notícia sobre uma manif a favor dos colégios privados, que a política não gostou.

Clara Viana foi a jornalista que fez há dias a reportagem sobre a situação na Escola Manuel Fernandes, onde a política do Tiago e as obras da Parque Escolar criaram uma situação vergonhosa.

Não sabemos se o Tiago também vai telefonar para o ''Público'' a pedir o despedimento da Clara.

A Canavilhas é correligionária da cacique e tem interesses no concelho, designadamente no Tramagal onde é dona de algum imóvel.

Leia a notícia no Público

ma



publicado por porabrantes às 11:01 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.01.17

Vamos continuar a analisar excertos do Plano Mateus 2007-2013. Para o MIAA diziam isto:

miia plano.png

Para além do Museu que devia estar pronto em 2013, elencavam várias patetices dignas da Vereadora da Cultura da época, Isilda Jana e da equipa do MIAA cujos insignes vultos eram Luiz Oeesterbeck e Fernando Baptista Pereira, mais os ajudantes Delfino e Portocarrero.

Diziam que que a Colecção de Ourivesaria pré e protohistórica tinha carácter espectacular e que fora recolhida no ''território da antiga Lusitânia''.

Numa acta para responder a Santana-Maia escreveram (suponho que foi a Isilda mais os ajudantes) que a colecção não tinha contexto.

Se não tinha contexto (porque foi comprada em leilões) como é que sabiam que foi recolhida no território da antiga Lusitânia?

Uma sala de leilões de Geneve é parte da antiga Lusitânia?

Como é que começaram a mandar bocas sem estudar a colecção?

Apesar de termos pago centenas de milhares de euros ao Oeesterbeck, ao Baptista Pereira e aos ajudantes  Pizarro & Delfino, os homens prodigalizaram-se em bocas.

Também acrescenta o néscio palavreado que a colecção de ourivesaria seria a primeira de Portugal e uma das mais importantes a ''nível europeu''.

Onde é que figurará esta grossa asneira nos catálogos do MIAA?

Onde é que a colecção de ourivesaria é melhor que a do Museu de Belém, reunida por Leite de Vasconcelos??

Como é que se atreveram a dizer, insanos, que seria uma das mais importantes da Europa?

Terão ido ao Museu Arqueológico de Madrid ou ao British?

Não venham atirar as culpas das calinadas para o Mateus, o homem serviu-se dos elementos da CMA, onde a Isilda pastoreava a cultura, para dizer as insensatezes atrás elencadas.

Mas antes de atirar culpas para avençados e para a pegacha, há um tipo que é o responsável máximo, chama-se Nelson Carvalho e era ele em 2007 o ''boss'' da edilidade.

ma 

  



publicado por porabrantes às 12:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 06.01.17

6612316_e2qPQ.jpg

Há muito que não se falava aqui na elegantérrima Senhora de Baptista Pereira, em tempos notabílissima estrela da blogosfera, com uma habilidade para manejar a net digna do ex-Vereador laranja dr. João Pico. (1)

 

A ilustre senhora ganhou este ajuste directo ( o esposo já ganhara outro pró MIAA)

'' Minuta do protocolo de colaboração a celebrar entre o Município de Abrantes e Ana Maria Lopes Duarte Batista Pereira – estudo técnico e científico do acervo doado pelo Escultor Charters de Almeida ao Município de Abrantes – para aprovação e delegação de poderes na Presidente da Câmara para a sua assinatura''

 

Em 1 de Março do ano transacto foi dado poderes à cacique para contratar com a ilustre intelectual e não figura ainda o contrato no Portal Base.

 

Quanto ganhará a rica senhora por estudar os legos do nobre Conde da Bahía e de Oliveira dos Arcos?

 

Mais que o titular por estudar mudar de pouso a estátua obscenamente feia do D.Francisco de Candeias e Almeida para frente de Santa Maria do Castelo ou menos???

 

ma  

 

(1) Não sabemos se o licenciado já se doutorou na UTAD. Se assim fôr será o Doutor Pico. 



publicado por porabrantes às 15:49 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.01.17

Diogo oleiro.jpeg

Diogo Oleiro foi o maior arqueólogo abrantino do seu tempo e o lugar foi herdado pelo filho, o Prof. Doutor João Manuel Bairrão Oleiro.

A primeira atestação pública do mérito de Diogo Oleiro é de José Leite de Vasconcelos.

Mas Diogo Oleiro nunca andou em nenhuma Universidade.

Estes autores, Davide Delfino, Nuno Queiroz, Filomena Gaspar e António Martiniano Ventura resolveram que Diogo Oleiro era licenciado.

licenciatura oleiro.png

Neste estudo com vasta bibliografia, onde até se cita a Isilda, é obra citar a Isilda num trabalho universitário!, garantem à comunidade académica que o escrivão do Tribunal de Abrantes era licenciado.

licenciatura oleiro 2.png

A coisa tem mais agravantes porque Filomena Gaspar (licenciada) é a responsável pelo Museu Dom Lopo, fundado por Diogo Oleiro e devia saber saber algo da biografia do Mestre abrantino.

E os outros ( excepto o jovem Queiroz) também tinham essa obrigação.

Mas saiu, sonoro, o disparate.

Na bibliografia abunda a Isilda, e é omissa acerca de João Manuel Bairrão Oleiro e de Mestre Diogo.

Não é que Diogo Oleiro precisasse de ser licenciado, ele era homem para dar respostas à António Champalimaud.

Tendo um aborígene (1) chamado Engenheiro ao milionário, este ficou furioso e deu-lhe uma reprimenda. Como é que lhe chamo? Chame-me patrão.

A Diogo Oleiro bastava chamaram-lhe sábio.   

 ma

 

(por causa de licenciados daremos hoje ou amanhã uma prenda aos leitores) 

 

(1) aborígene (de ab-origine, os mais antigos habitantes de Roma, segundo Dionísio de Halicarnaso, segundo refere Mary Beard em SPQR- A History of Ancient Rome.) A Mary não se ofenderá de não lhe pormos os títulos académicos. É só catedrática em Cambridge. 



publicado por porabrantes às 19:58 | link do post | comentar

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