Sábado, 28.10.17

O desastrado Ministro da Defesa, que o Presidente ainda não obrigou a sair a pontapé, tinha elogiado o RAME. Mas o relatório dos fogos descredibiliza-o

 

(...)O regimento voltou a ser falado já este mês, após a revelação do relatório da comissão técnica independente sobre os incêndios de Junho. As referências são pouco abonatórias. Fala no “exemplo espanhol [UME], embora com outra escala”, que “permite ampliar o papel das Forças Armadas como agente de protecção civil em Portugal”. E acrescenta: “O RAME, criado no âmbito da reforma Defesa 2020, materializou-se, porém, numa versão minimalista da intenção inicial, pois acabou por não se constituir como uma unidade militar com capacidades, meios e processos dos diferentes ramos das Forças Armadas. O actual RAME, na situação actual, não tem condições nem capacidade para ser verdadeiramente útil em operações de emergência.”(...) diz Luciano Alvarez no ''Público''.

 

mn


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Sábado, 12.08.17

atras rame 2.jpg

matagal atrás ramae.jpg

O Rame é o regimento para atacar catástrofes. A faixa de protecção do Rame que é uma servidão pública, estava assim.

Portugal é assim.

A culpa aqui não é autarquia.

É do Estado.

fotos : L.Lobato

ma 



publicado por porabrantes às 23:37 | link do post | comentar

Domingo, 06.08.17

rame.png

Nuno Rogeiro analisa e bem a debilidade dos meios militares lusos para combater fogos e ajudar em caso de emergência.

 

Em resumo diz que o Rame é um primeiro passo mas é débil, comparado com os meios militares que possui Espanha para combater calamidades.

mn

devida vénia à Sábado 

 



publicado por porabrantes às 17:31 | link do post | comentar

Domingo, 25.06.17

rame.jpg

Um regimento de combate a catástrofes, mas que não tem equipamento básico....

 

''o COAME – Centro de Operações de Apoio Militar de Emergência e ficaram preocupados ao tomar conhecimento de que a Unidade de Apoio Militar de Emergência (UAME) ainda não recebeu os equipamentos de proteção individual.''

 

médio tejo.

mn


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publicado por porabrantes às 09:47 | link do post | comentar

Segunda-feira, 18.08.14

O Regimento de Apoio Militar

 

de Emergência, Porquê?

Em declarações aos jornalistas no Quartel de S. Lourenço, em Abrantes, à margem das cerimónias comemorativas do Dia da Arma de Cavalaria e do 123º Aniversário da Escola Prática de Cavalaria (EPC), o General Artur Pina Monteiro disse que a unidade que ali vai ser criada será uma “unidade pivô, mais especializada em termos de capacidade instalada, e capaz de dar resposta oportuna ao exército e às populações”, em situação de emergência.

De imediato nos meios militares, surge a sigla R.A.M.E. (Regimento de Apoio Militar de Emergência), contudo toda a estrutura e organização da nova unidade parece ser “TOP SECRET”, quiçá evitar de qualquer forma, o levantar de muita poeira sobre o assunto e que o mesmo passe despercebido até a cerimónia de sua criação.

Será que já não vimos no passado uma situação idêntica a quando da criação do GIPS da GNR?

É claro, que mais uma vez o poder político vai dar uma “machadada” nos bombeiros voluntários e também nos euros dos contribuintes.

Nos meios militares, nomeadamente no Exercito, fala-se de uma unidade idêntica há U.M.E. (Unidade Militar de Emergência) de Espanha. Fará sentido a criação desta unidade militar?

Vamos comparar alguns números:

Espanha – 504 030 km² e 47 265 321 habitantes Portugal – 92 903 km² e 10 487 2894 habitantes

Dados dos censos de 2012

Para esta análise não iremos considerar os dados económicos,  só iremos contabilizar os meios humanos.

Em Portugal para todos os efeitos já temos uma unidade militar de emergência com cerca de 750 efectivos, falo claro do GIPS da GNR. Num cálculo muito rápido, podemos dizer que tanto em território como habitantes, teremos cerca de 1/5 dos valores dos “nuestros hermanos”.

Se a unidade espanhola tem 3.500 operacionais, nós em termos directos deveríamos ter um efectivo de 700 operacionais, portanto, podemos concluir que os meios humanos do GIPS, são suficientes para a uma resposta militar em termos de emergência/protecção civil.

Se considerarmos ainda os 250 bombeiros na F.E.B. (Força Especial de Bombeiros), mais uma razão para questionar a criação do novo Regimento.

Mais uma vez, e apesar da nossa realidade económica, iremos esbanjar recursos como já fizemos com a contratação de meios aéreos para combate a incêndios. Certamente, que muitos interesses já estarão alinhados na linha de partida, para os concursos de fornecimento de equipamentos para o novo regimento.

Não pretendo aqui, expressar qualquer opinião ou mesmo defesa dos Bombeiros Voluntários, do GIPS ou de qualquer outra organização integrante do nosso sistema de Protecção Civil, mas como cidadão português, contribuinte e profissional de emergência e segurança, não entendo de maneira nenhuma, este processo que a cada dia que passa, mais interrogações tenho:

. Pretende-se uma unidade militar do Exercito para justificar uma menor redução do seu efectivo? . Será o objectivo, um esvaziamento de missões ou mesmo extinção do GIPS? . Reduzir a importância dos Bombeiros Voluntários e assim justificar uma redução de verbas destinadas aos mesmos?

Armando Pereira Especialista em Resgate Mineiro e Gestão e Direcção de Segurança

 

 

com a devida vénia e as mesmas preocupações no

 

Ipressjournal

 

 

nota: não estaria mal terminar com a mama dos Voluntários 

 

sublinhados nossos



publicado por porabrantes às 19:19 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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