Segunda-feira, 12.02.18
Os capitalistas japoneses agravam a exploração dos operários europeus no Tramagal diz a imprensa proletária:
 
no Avante  
 
 
 

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Resistência e luta na Mitsubishi
contra «ajustamento» dos horários

DESREGULAÇÃO Na próxima semana, o SITE CSRA e os trabalhadores da Mitsubishi Fuso vão analisar as posições da administração e da ACT, depois das lutas em Janeiro pelo direito a recusar o «MAPP».

 

 

Na última sexta-feira de Janeiro, dia 26, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA) chamou a comunicação social para a porta da Mitsubishi Fuso Truck Europe, no Tramagal, procurando dar relevo público à luta contra a decisão da administração de forçar cerca de sete dezenas de trabalhadores a entrarem no «mecanismo de ajustamento ao planeamento da produção».
Este «MAPP» põe em causa os direitos reconhecidos aos trabalhadores na lei sobre a «adaptabilidade individual», como explicou aos jornalistas Navalha Garcia. O coordenador do sindicato e dirigente da Fiequimetal/CGTP-IN, citado pela agência Lusa, esclareceu que
está em causa um aumento da carga horária, para colocar os trabalhadores em laboração aos sábados sem a remuneração correspondente, estabelecida na lei e na contratação colectiva.
É ainda imposta uma redução do tempo de descanso dos trabalhadores e dos dias disponíveis para estarem com as suas famílias.
Isto ocorre noutras empresas do sector automóvel nacional, nomeadamente no sector da montagem, como disse Navalha Garcia, na manhã de sexta-feira à porta daquela grande unidade industrial do concelho de Abrantes, salientando que a desregulamentação dos horários, para acabar com o sábado como dia de descanso complementar, e o domingo, como dia de descanso obrigatório, consta na proposta de revisão do contrato colectivo que a associação patronal AIMMAP enviou à federação da CGTP-IN.
Na Mitsubishi, para chegar a este objectivo, a administração propôs um acordo individual para alteração do horário de trabalho, prevendo que passaria a haver determinados dias normais de trabalho em que os cerca de 350 trabalhadores directamente ligados à produção eram dispensados, ficando a empresa com um «crédito» para utilizar em momento conveniente. Mas 60 a 70 trabalhadores não assinaram o acordo individual para a alteração do horário de trabalho.
A administração decidiu que, em Janeiro, as sextas-feiras seriam dias de «dar para o MAPP», impondo esta medida a quem não aceitou o acordo.
No dia 26, pela terceira semana consecutiva, muitos destes trabalhadores compareceram na empresa, para pegar ao serviço, e pela terceira vez foi-lhes barrada a entrada.
O delegado sindical, Luís Duarte, mostrou ao jornal digital Médio Tejo como os designados «trabalhadores não directos» entravam para irem trabalhar, porque não foram abrangidos pela medida. Referiu ainda que o sindicato requereu a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho e também colocou o caso à DGERT (Ministério do Trabalho).
A GNR, disse Navalha Garcia à Lusa, foi chamada e «tomou conta do impedimento de entrada dos trabalhadores ao serviço». O coordenador do SITE CSRA acusou a Mitsubishi de não respeitar a «lei que estabelece que a adaptabilidade individual precisa do acordo do trabalhador» e o «MAPP», «a concretizar-se, coloca os trabalhadores nas mãos da administração para realizarem trabalho sempre que necessário». Para o dirigente sindical, há ilegalidade no facto de a empresa «impedir os trabalhadores de acederem ao seu posto de trabalho, mas também porque os horários em causa não estão regulamentados».

 

E em Fevereiro?

Em Fevereiro, a Mitsubishi anunciou que os dias de «MAPP» vão ser três segundas-feiras, disse Navalha Garcia ao Avante! esta terça-feira, dia 30, observando, a propósito, que no dia 29 a produção esteve parada apenas por falta de peças.
Não ficou marcada nenhuma acção de luta, adiantou, porque «vamos fazer na próxima semana o balanço» das diligências da ACT e da reacção da empresa à resistência dos trabalhadores. Como disse Luís Duarte, «não temos interesse nenhum em estar aqui na rua, queremos trabalhar». Mas como ficou provado nestas três sextas-feiras, os trabalhadores não abdicam de lutar pelos seus direitos.''

 

devida vénia ao Avante

 

 



publicado por porabrantes às 15:10 | link do post | comentar

Sábado, 10.02.18

01 - 0001.jpg

(...) Falando apenas do distrito de Santarém, na Me­talúrgica Duarte Ferreira do Tramagal, na António Al­ves de Torres Novas, na Fiação e Tecidos de Tomar, na Videla de Torres Novas, na Moali do Cartaxo, na Sopepor de Almeirim e em muitas outras fábricas e empresas, foram os operários que tomaram conta das empresas e asseguraram a sua sobrevivência.

Permiti que aqui saúde todos os trabalhadores dessas empresas, e a sua luta esforçada, difícil, tenaz e abnegada.
No Tramagal, os trabalhadores salvaram a em­presa da falência, conseguiram vender mercadoria, reembolsaram o Estado do empréstimo, conseguem manter a laboração e preparam a reconversão da em­presa.(...)''
 
 

gamado ao Revolução Ressaca

 

Seria mister publicar todas as alarvidades ditas por políticos sobre o concelho.

Não gostam de alarvidades?

Ponhamos então mentiras!

E veríamos que a lista era infindável!

Contudo houve um médico bom rapaz (deputado comunista cá da zona) que disse que o Dr. Cunhal era o ''melhor de todos nós''.

Olhe que não.....

mn

 
 

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Terça-feira, 23.01.18

Uma quadrilha dedicava-se a roubar veículos na região e exportava-os para África,

com matrículas falsas.

Uma das viaturas tinha sido roubada no Tramagal, outra na Ponte de Sor, etc.

''No período compreendido entre as 14h00 e as 17h45 do dia 23 de Janeiro de 2014, os arguidos, através do arrombamento da porta lateral direita do veículo com a matrícula ---LN, que se encontrava parqueada na Reta da Pinheira, Tramagal acederam ao seu interior e ali se apropriaram de todos os documentos respeitantes à sua circulação rodoviária;
168.ºNa posse dos referidos documentos pertencentes a esta viatura, os arguidos colocaram então numa viatura de características semelhantes e de que previamente se apropriaram, as chapas de matrícula do veículo ---LN e conduziram-no assim pela portagem da auto-estrada A6, saída Elvas, o que fizeram no dia 04 de Fevereiro de 2014, pelas 07h04;
169.º Após o que realizaram mais uma das travessias do Estreito de Gibraltar, tendo o arguido AP conduzido esta mesma viatura de marca Mitsubishi e que ostentava a matrícula ----LN, o que fizeram em 04 de Fevereiro de 2013.
170.º Para o efeito, em momento anterior, os arguidos fizeram constar de uma viatura de que previamente se apropriaram as chapas de matrícula do veículo ----LN e da qual possuíam os documentos a ela associados, rasuraram o número do quadro (VIN) daquela e nela fizeram constar o número de quadro correspondente à matrícula ----LN e removeram daquela a sua chapa de fabricante original, apondo-lhe uma outra manufacturada pelos mesmos e onde constavam os dados respeitantes à viatura de matrícula ----LN.
171.º Elaboraram ainda uma declaração supostamente emitida pelo proprietário do veículo de matrícula ---LN, concedendo poderes de representação para a realização de tal travessia, documento cujas assinaturas foram reconhecidas por notário;
172.º Após o que se apresentaram junto das autoridades e obtiveram a emissão da respectiva Declaração de Admissão Temporária de Meios de Transporte para circular com tal viatura naquele reino de Marrocos;
173.º A viatura com registo oficial e matrícula ----LN é propriedade do ofendido IT, que sempre a teve na sua posse, não efectuou a passagem na referida portagem e nunca autorizou nem efectuou o transporte marítimo para África;

 

(...)

Saiu agora a sentença da Relação que confirmou a de 1ª instância

mn 



publicado por porabrantes às 16:45 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.01.18

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Zeferino Seabra Esteves apanhou 11 anos de cárcere, 9 no Forte de Angra do Heroísmo. Era abrantino. Terá sido o principal responsável do PCP no Tramagal. Abrantino e serrador mecânico.De Rio de Moinhos.

O dr. João Esteves conta a história do camarada no blogue ''Silêncios e Memórias'', donde se retirou a foto, que lhe tirou a PVDE.

Pelos vistos o idílico paternalismo na MDF  não impediu esta prisão  no Tramagal.

Onze anos de cadeia e deportação para um ''elemento perigosíssimo '', é uma pena muito dura.

O Eduardo Campos, na Cronologia, também assinala esta prisão,em 1933.

mn

  



publicado por porabrantes às 08:21 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.01.18

O Médio Tejo publica esta notável carta aberta à Assembleia de Freguesia do Tramagal

 

Leiam-na 


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Domingo, 14.01.18

 

De vez em quando convém deixar de lado a política e dar um salto a coisas mais importantes como a Poesia. Neste texto, o escritor espanhol Hipólito G.Navarro recorda o malogrado poeta tramagalense Augusto Oliveira Mendes.

Com a devida vénia, publica-se um extracto do texto: 

 

 

 

(...)La revista, de cabecera “Canal”, se editaba en Lisboa, dirigida por el aparentemente incombustible Augusto Oliveira Mendes, con el apoyo de la Cámara Municipal de Abrantes, y dio a conocer a un gran número de autores españoles en el país vecino. Sus traductores más animosos y conspicuos fueron José Bento y José Colaço Barreiros. Me pareció admirable entonces que un grupo de jóvenes autores y traductores lusos tuviese tantísimo interés por una nómina de escritores españoles que ahora son muy conocidos aquí pero que entonces, en los años 98-99, cuando se editaba “Canal”, eran prácticamente invisibles. No era el caso desde luego de José Manuel Caballero Bonald ni el de Guillermo Carnero o el de Antonio Pereira o Francisco Brines, pero sí los de Harkaitz Cano, Antonio J. Desmonts, Karmelo Iribarren o quien esto firma. Lástima que tuviera que sobrevenir tan pronto un final truculento a la experiencia de Canal. Era tal el entusiasmo de Augusto Oliveira Mendes, su director, que él mismo se encargaba del trasiego de textos y ejemplares —no eran aún los tiempos fáciles de Internet y el correo electrónico— entre Lisboa, Sevilla y Lisboa. El día que llegó con el número cinco recién impreso y la furgoneta a reventar de revistas, atropelló desafortunadamente a una joven sevillana que circulaba en moto. Meses después, cuando ya estaban en marcha los trámites judiciales del accidente y las indemnizaciones por una tonta fractura de clavícula, Augusto llegó con el cargamento de ejemplares del número 6, y se marchó enseguida, no sabría decir ahora si huyendo del pleito o a la busca furiosa de más accidentes por venir. Atravesaba muy de noche las montañas de la Sierra de Aracena y los Picos de Aroche, enhebrando las curvas del norte onubense camino de la frontera, cuando en uno de aquellos meandros de asfalto desportillado, en su traidor despeñadero, quedaron clausuradas definitivamente y a un tiempo la humanidad grande de Oliveira Mendes y aquella hermosa aventura de la revista Canal Poco más puedo extraer de mi experiencia europea. . (...)

 

 

 

Hipólito G. Navarro

 

ver aqui alguns poemas do Oliveira Mendes

 

mn



publicado por porabrantes às 10:44 | link do post | comentar

Quarta-feira, 27.12.17

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no Tramagal não é preciso um Presidente de Junta a tempo inteiro

 

Então porque é preciso nas outras freguesias?

 

E nalguma 2?

 

ma 



publicado por porabrantes às 22:05 | link do post | comentar

Domingo, 10.12.17

(...)ADOLFO CORREIA DA FONSECA, Médico e Político, nasceu na Freguesia de Vilar Torpim (Figueira de Castelo Rodrigo), a 17-03-1898,  e faleceu na Freguesia de Côja (Arganil), a 30-10-1967. Licenciou-se em Medicina em 1926, pela Universidade de Coimbra. Depois de exercer clínica no Tramagal, fixou-se em Côja, onde foi Médico durante quase três décadas.

As suas convicções políticas, contrárias ao Estado Novo, fazem com que seja preso em 09-03-1933 e julgado em 18-05-1934, em Peniche.

O seu nome faz parte da toponímia de: Arganil (Freguesia de Côja).(...)

 

in Ruas com história com a devida vénia



publicado por porabrantes às 18:01 | link do post | comentar

FÁTIMA TRAMAGAL.png

CCME- Comité  Católico das Migrações Europeias

 

Era 1967, cinquentenário das Aparições quando SS Paulo VI visitou Fátima e Salazar quase recusou falar com ele.

Disse o luso: Como está Vossa Santidade?

Respondeu o italiano: Como está Vossa Eternidade?

 

Dirigia a revista Fátima 50, de que esta é o nº 8 de 13/12/1967 o Reverendo Cónego Galamba de Oliveira que se portou como um herói no 28 de Setembro de 1974, ao lado do General Spínola, outro bravo.

 

 ma



publicado por porabrantes às 17:41 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.12.17

O jornal alemão Neues Deutschland  já foi o jornal oficial do partido estalinista da RDA, o Partido Socialista Unificado (SED).

neus deutcland

 

Um dia o diário publicou 45 fotografias de Honeker, o burocrata que levou o satélite russo ao descalabro.

Devemos protestar?

Houve uma vez que o Passos do Concelho publicou 16 fotos dum cacique local.

Para o que interessa o jornal está vivo hoje e reflecte as posições à esquerda do SPD.

Naturalmente nos bons tempos antes de 91, as posições do PCP tinham lá grande eco.

Em 1984 dedicou a sua atenção à crise do Tramagal

neus deutcland 2

31-3-1984

Era a MDF vista de satélite ou melhor vista dum país satélite.

A RDA era uma ditadura policial, com a temida STASI, cujo maior génio  foi Markus  Wolf

A Stasi operou no PREC em Portugal e às vezes os jornalistas do Leste estavam ligados aos serviços secretos.

Seria demais dizer que a Stasi esteve no Tramagal. Mas.....este estudo académico diz bastante da acção do SED e do seu jornal durante o PREC:

mn


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publicado por porabrantes às 20:49 | link do post | comentar

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