Sábado, 23.10.21

tres marias.png

 



publicado por porabrantes às 19:57 | link do post | comentar

Em Constância, está parte do espólio de Alexandre O'Neill. O Poeta foi denunciado à PIDE pela sua mãezinha, que não queria que ele fugisse para França com Nora Mitraini....

Ter uma informadora da Pide maternal, nem o Inspector Rosa Casaco tinha.....

A informadora tinha nome fidalgo: D. Maria da Glória Vahia de Castro O'Neil de Bulhões 

Artigo na Colóquio de Laurinda Bom



publicado por porabrantes às 19:34 | link do post | comentar

Em Outubro de 1965 chegou a Portugal a urna com os restos de António Botto. Foi levada para o Alto de S.João, acompanhada por um nutrido grupo de escritores e admiradores do Poeta.

Quantos abrantinos lá estavam?

Só um!

Henrique Martins de Carvalho, ex-Ministro de Salazar e homem de cultura superior.

Podiam-se fazer vários comentários sarcásticos, mas há mais que fazer.

ma

ver artigo de Joana Morais Varela e Luís Amaro na Colóquio



publicado por porabrantes às 19:21 | link do post | comentar

escolas século XVIII.png

in António Garcia Ribeiro de Vasconcellos, Lição Inaugural do ano 1912, 

Orações de Sapiência da Faculdade de Letras: 1912-1995

editado por Francisco de Oliveira, Universidade de Coimbra, 2002

Estas aulas estavam dependentes e eram fiscalizadas pela U. de Coimbra.

 



publicado por porabrantes às 18:32 | link do post | comentar

Ai, Restos de António Botto-por Vitorino Nemésio



publicado por porabrantes às 17:26 | link do post | comentar

augusto_de_paiva_bobela_da_mota_medium.jpg

Em 1923 foi eleito Senador por Goa....o oficial de marinha abrantino Augusto de Paiva Bobela da Mota, que tinha sido episodicamente Governador do território, na sequência da queda da ditadura de Sidónio Pais.

Aí terminou com a censura e convocou eleições livres para os órgãos representativos do Estado da Índia, onde já se moviam os autonomistas como Meneses Bragança.

A sua eleição para Senador foi contestada fortemente pela Oposição.

Bobela estava ligado aos sectores afonsistas.

mn

a casa do patriota goês



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Sexta-feira, 22.10.21

avellar machado carta 1.jpg

carta avellar machado opurtunity leiloes.jpg

carta do General Avellar Machado vendida em leilão, 1884, diz que está doente (opurtunity leilões com a devida vénia) 



publicado por porabrantes às 16:25 | link do post | comentar

 
Pré-visualização da imagem
 
vista parcial a partir da Torre da matriz, por José Luz.
 
A oportunidade do PRR- Plano de Recuperação e Resiliência, pode ser parte importante da resposta que faltava para o tão almejado desenvolvimento de Concelhos como o de Constância. Mas a escolha dos investimentos nacionais a realizar e a sua localização deve obedecer a critérios de equidade e de coesão territorial, económica e social.
450 sobre a autonomia do  nosso concelho de Constância (efeméride ignorada pelo actual presidente), será que  no actual território constanciense  existe coesão territorial económica e social?  
Ou, pelo contrário, existem três freguesias, três comunidades autónomas sem interacções, laços ou relações significativas?
A separação entre Constância e o "outro lado do Tejo"  foi uma evidência até muito recentemente. .
E hoje?
O que mudou?
Como avaliar o actual nível de coesão?
Quais os indicadores de avaliação?
A falta de uma ponte com boas acessibilidades  e rápido fluxo rodoviário não estarão a impedir o desenvolvimento do concelho?
Qual a alternativa na impossibilidade da construção de uma nova ponte?
Reforma administrativa?
Haverá uma terceira via?
O problema existe.
Fugir dele, não é solução.
Os dois debates da recente campanha foram prenhes em argumentos do passado, de lamúrias e de troca de galhardetes. Com duas excepções: Manuela Arsénio recordou as condições em que o Eco-Parque do Relvão foi construído uma vez que implicaria uma nova ponte sobre o Tejo. Segundo o histórico do processo de licenciamento dos CIRVER (centros de tratamento de resíduos perigosos) na Carregueira, a licença ambiental terá sido emitida na condição do trajecto ser efectuado através da nova ponte em Constância, para  se evitar a circulação através de núcleos urbanos.  Não é este um projecto que foi considerado como de "interesse nacional"? Por sua vez, Manuel Lapa,  trouxe a novidade de um estudo financeiro sobre a viabilidade duma nova ponte. Assente em testemunhos de engenheiros da área.
Perante as novas oportunidades financeiras, no caso,  do PRR- Plano de Recuperação e Resiliência, levantam-se esperanças de desenvolvimento e é legítimo perguntar: 
Que fez o  Município de Constância para informar a comunidade sobre as oportunidades do PRR? As verbas já estão aí. A bazuca.
Não se acomode às simpatias e promessas.
Seja exigente. Seja um cidadão informado e activo.
É urgente a recuperação económica dos nossos comerciantes e empresários. E do nosso território.
 Podemos e devemos trabalhar a duas velocidades.
A médio prazo e a longo prazo.
Para ser sincero, estes autarcas que estão no poder dizem-me pouco ou  quase nada. Não os conheço na sua maioria (não são da Vila de Constância sequer). Nem me identifico  com a leitura minimalista e corporativa que fazem do exercício do poder local.   Não vejo nada de potencialmente atractivo  nas suas  intenções políticas. O presidente reeleito vem falar de medidas para o  mandato  agora iniciado, as quais poderão integrar qualquer programa de qualquer partido. Fixar pessoas,  mais empresas e apostar numa praia, etc é coisa que fica bem em qualquer território do interior, com características semelhantes ao nosso. Mas qual é a visão estratégica?  O plano estratégico terminado em 2020, não foi sequer objecto duma avaliação séria e pública.  Para mim o futuro só pode passar pela educação a um nível de excelência. A oferta pós secundário  há-de polarizar as respostas.  Enquanto essa realidade não chega temos de nos organizar em torno do nosso potencial turístico e cultural, apostando num produto turístico como seja a proposta que já tornei pública da marca "Constância". O plano de desenvolvimento local terá de ser trabalhado a duas velocidades. Apostando-se em iniciativas que beneficiem das medidas do PRR e não só. E investindo numa "marca" que relance o território.
António Mendes, antigo autarca, teve a oportunidade de gerir o concelho no tempo das vacas gordas e de sair como Comendador As novas gerações 
de autarcas locais apresentam-se com muita vontade para falar e pouca para trabalhar.. em cultura colaborativa.
Esta inércia mata.
Tenho ouvido diversos constancienses e posso dizer que há um sentimento de tristeza e de desilusão nos naturais. Muitos não podem votar no concelho. 
Sentem a sua/ nossa vila... morta.
É por eles e pelos nossos que estou disponível  para combater os "mornos" que não trouxeram mais valias para a nossa qualidade de vida.
Trouxeram tristeza e inércia. E divisão. Há chagas difíceis de sarar.
Não, obrigado!
Há dias diziam-me que quem consegue o voto de 100 agregados familiares ganhar aqui as eleições. Na resposta poderia incluir 100 chouriços de entradas....  Bom!  Eu prefiro o princípio : cada pessoa, cada voto, cada  responsabilidade. Sem educação, não há desenvolvimento que resista. Há espectáculo no Largo.
 
Recordo que o município de Constância, pela voz do seu antigo presidente, António Mendes, esteve na vanguarda da contestação da lei do fundo de equilíbrio financeiro  que por via dos seus critérios, penalizava os municípios mais pequenos e de baixa densidade. 
Temos aí, agora, um ministério dito da coesão territorial que prevê acções de promoção das diferenças entre os territórios de baixa densidade e superior.  A criatividade dos nossos governantes não tem fim... honra lhes seja feita. São uns artistas. É bom recordar o passado recente. O nosso município tinha credibilidade e voz regional. Era ouvido nas questões importantes de desenvolvimento. Não são pormenores...
 
Encontra-se aprovado pelo Conselho Europeu, nomeadamente, o plano de recuperação e resiliência português. 
Quais os projectos de investimento dos nossos actores locais e regionais? Como dizia a ministra da área recentemente 
"O PRR será tanto mais do nosso território, do nosso interior, quanto maior for a capacidade de execução na eficiência energética, na habitação, na área da saúde, na área dos transportes. Grande parte destas verbas não tem beneficiários identificados”, 
As verbas do PRR e do programa Portugal 2030,  totalizam 40 mil milhões de euros. 
Uma parte importantíssima destas verbas vai ser executada através dos programas operacionais regionais.
Não há tempo a perder  com autarcas  sem  ambição e visão. Temos de aproveitar  as verbas que aí estão. António Costa bem tem aproveitado a bazuca para efeitos eleitorais...
Marcelo, presidente, aproveitando as críticas que têm surgido nos últimos dias, disse o seguinte na sessão de abertura da conferência "Fundos Europeus: o Minho e a Galiza":
"Um plano europeu longe dos autarcas é votado ao insucesso e as Comissões de Coordenação devem fazer representar a ponte possível entre a administração central e as autarquias".
Em Constância já há até um novel vereador para co-gerir o PRR (pacotes financeiros, pois,) e as novas áreas de transferência de competências. É, digamos, uma medida que pode ser fatal para o edil, o qual ficará com o ónus duma responsabilidade que deveria ser do delegante-presidente.
Em Abril passado, a Ministra da Coesão intervindo na comissão parlamentar de Administração Pública, Modernização Administrativa, Descentralização e Poder Local recordou que, a partir de Março de 2022, há áreas que vão descentralizar obrigatoriamente para os municípios. Segundo a RTP, a governante esclareceu que " todos os investimentos que estão previstos no PRR na área da saúde vão ser feitos pelos municípios, porque o que lá está previsto são centros de saúde, são unidades de cuidados continuados, podem também ser IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), assim como viaturas móveis de cuidados de saúde".
Tem-se conhecimento recente, alegado, de que a resposta da assistência na saúde em Constância conhece vicissitudes que só quem precisa dos cuidados na doença conhece com mais propriedade. A baixa prolongada de médicos por substituir, a ausência de outros, ainda que regulares, afecta a qualidade da resposta aos utentes. Uma simples receita antecipada pode ser um grande problema, para quem precisa com urgência dela. Os mais idosos e os mais vulneráveis, são quem mais sofre. Em Montalvo, o posto médico, carecendo de serviços administrativos próprios, pode sempre obrigar os utentes a virem a Constância por causa de um carimbo e não só...
Seria escandaloso que perante tantos milhões e tantas "competências" o nosso país continuasse com os mesmos problemas estruturais e geracionais.
Seria a falência de um país.
O mesmo território que não se governa, nem se deixa governar há milénios...
Aos eleitos, bom trabalho!
Não por eles, mas pelos mais desprotegidos!
Enquanto lá estiverem hão-de ter o escrutínio da cidadania livre e responsável.
Promessas, são para cumprir!
 
 
José Luz (Constância)
 
PS- Não uso o dito AOLP


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Quinta-feira, 21.10.21

piu piu.png

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No Médio Tejo, pia o Pio

'' campanha suja de vulgares malfeitores''


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Foto.jpg

 

CAPA.jpg

José Albuquerque Carreiras lança novo livro, agora sobre o Teatro de S.Pedro

José Albuquerque Carreiras é professor do Instituto Politécnico de Tomar e engenheiro civil de formação, mas além disso é também licenciado em História e investigador já conhecido nesta área.

Até aqui as publicações, actividades múltiplas e livros que deu à estampa (como Editor e estudioso) inseriram-se sobretudo na área de estudo do monaquismo de Cister  e das Ordens Militares, como os Templários.

Agora dá-nos a bela surpresa de publicar uma obra sobre historiografia abrantina: ‘’O Teatro São Pedro de Abrantes- Memória (Edição comemorativa dos 75 anos da Sociedade Iniciativas de Abrantes-1946-2021)’’.

O seu interesse pela temática abrantina é já antigo, e pode medir-se por uma intensa colaboração no mais antigo órgão da imprensa regionalista, ‘’O Jornal de Abrantes’’, de que nos anos 80, assegurou a coordenação da redacção.

 Múltiplos artigos, alguns já de carácter histórico,  espelham este interesse pelos assuntos da sua terra e todos primam por uma abordagem crítica e independente da realidade social, cultural e política local e  atestam uma personalidade fortemente empenhada na defesa desses valores.

Assim, foi José Albuquerque Carreiras, o primeiro subscritor duma petição para impedir que o velho  Convento de São Domingos de Abrantes fosse descaracterizado por uma descomunal torre, da autoria de Carrilho da Graça, e activamente participou nesse combate, que deu brado, para preservar a harmonia paisagística de Abrantes, acção que se insere no percurso cívico de que venho fazendo eco.

Trata o seu livro dum cinema e os interesses cinéfilos do Autor são conhecidos, tendo sido um dos fundadores do cineclube local ‘’ Espalhafitas’’, que teve a sua morada inicial no Teatro que estuda e que daí foi afastado por uma ‘’fita’’ montada pela cacique .

Também aborda, ao relatar todos os impedimentos levantados, à construção do Teatro, pela autarquia da altura, dominada pelo grupo ex-integralista de Henrique Augusto da Silva Martins, França Machado e Henrique Martins de Carvalho, e a forma como um polvo caciquista pode tentar esmagar a sociedade civil dum concelho, tudo tentando dominar e sufocando  através dos seus tentáculos, qualquer tentativa de inovação que lhe fuja ao controle.

Assim os impedimentos a construir o S.Pedro não foram inéditos, porque da mesma forma tentaram impedir a construção do Colégio de Nossa Senhora de Fátima ou de um Hotel moderno na Cidade.

Tudo porque os investidores que dinamizavam estas actividades não eram da sua cor política e aliás boa parte deles, começando pelo médico que liderou estas ousadas iniciativas que mudaram a face de Abrantes, o Dr.Manuel Fernandes, eram seus tenazes opositores políticos.

Não estarei aqui a resumir o conteúdo aliciante do livro, que é uma das primeiras análises profundas deste conflito político ( há alguma coisa já, do Eduardo Campos e do dr. João Nuno Serras Pereira, etc e bastante material inédito de vários autores), deixo ao leitor o prazer de  se encarregar disso.

Mas sublinharei a importância desta abordagem para o estudo da história contemporânea da nossa  terra.

Quero ainda realçar o notável trabalho de arqueologia urbana que é feito nesta obra, através do estudo de velhas plantas, que permite aperceber-nos como era o tecido urbano da vila setecentista, quando se implantou a velha Igreja de São Pedro e constatar que a sua demolição foi um erro crasso, porque haveria muitos outros locais para implantar o Teatro.

As sucessivas demolições de imóveis marcantes, foram uma tragédia que empobreceram o património ( a Manuel Fernandes deve-se por exemplo a demolição do mais belo baluarte da cidade, o de Santo António, para fazer o Hotel Turismo, como assinalou o arquitecto Santa Rita Fernandes) e é com estupor que se verifica que querem de novo  reeditar esta política, demolindo o Mercado Diário, apesar dos protestos da sociedade abrantina.

Não aprendemos nada com o passado?

Esta pergunta serve para introduzir uma breve achega sobre a forma como o velho Teatro e a sua sociedade proprietária enfrentaram o desafio de o manter ao serviço da Comunidade, quando as novas tecnologias pareceram tornar estes equipamentos obsoletos.   

José Albuquerque Carreiras retrata-nos esse processo e é de facto a pessoa indicada para o historiar, porque foi pela sua acção que foi possível à Iniciativas celebrar um acordo com o Município, que permitiu a recuperação deste imóvel e a sua colocação ao serviço de Abrantes, durante quase duas décadas, sob gestão autárquica.

Aqui se demonstra o empenhamento da Iniciativas em procurar manter o Teatro ao serviço da população abrantina, objectivo primordial que sempre foi o seu, e que foi o timbre desta  sociedade.

Infelizmente a autarquia não foi capaz de o dinamizar como merecia, de instalar uma companhia de teatro residente, de manter sessões regulares de cinema (nos últimos tempos proibiu-se o cinema e subsidiava-se privados para o fazerem lá para o Vale das Rãs), perseguiu-se o cineclube abrantino.....que agora oferece sessões no Sardoal  e faltou ao seu compromisso de manter em aceitável estado de conservação as fachadas exteriores da sala de espectáculos, que é  uma peça notável da arquitectura moderna lusa.

Coube ainda ao Autor, pilotar o despertar da Iniciativas, que esteve 20 anos adormecida e liderar o processo que levou à aquisição pela autarquia, por metade do valor do preço de avaliação oficial e num pagamento faseado ao longo de 7 anos.

Acompanhei de perto este processo e o relato feito, factualmente correcto, onde se denuncia a acção inqualificável de Maria do Céu Antunes, peca quanto a mim, por excessiva magnanimidade.

Mas se não fosse a acção do Autor (a que dei a ajuda que me foi possível) as Iniciativas teriam continuado adormecidas e suspeito que os restantes sócios nunca veriam um tostão, como aconteceu aos accionistas abrantinos do Hotel Turismo. Por isso a acção de José Albuquerque Carreiras foi de novo aqui crucial.

Encerra-se este escrito, recordando apenas que as famílias que ergueram os investimentos que modernizaram Abrantes, dos anos 40 a finais dos 70, têm sido maltratadas pelas gestões autárquicas abrilistas. Em parte por culpa sua, porque não reagiram no sítio certo, os Tribunais da República, a esse mau trato. Mas especialmente por motivos duma ingratidão, a quem serviu Abrantes,  que ficará na História. E que os maus tratos da Antunes à Iniciativas são fiel reflexo.

HFE 

         

 

 

 

 



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