Quinta-feira, 26.11.20

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Moradoras gentis e delicadas

Do claro e áureo Tejo, que metidas

Estais em em suas grutas escondidas....

(Camões, Sonetos VIII)

contemplai como o Tribunal de Abrantes dá razão a José Luz e mete em ridículo os caciques no processo da Casa de Luís Vaz, na sua Punhete,

 

Moral da história:

A fera, que é mais fera, e o leão

Sempre acha outro leão, sempre outra fera...

(Camões, Éclogas V)

 

ma



publicado por porabrantes às 21:08 | link do post | comentar

Frustrados com a derrota da Oliveira do Mouchão, os caciques pensam candidatar a célebre oliveira dos Catarinos a árvore do ano 2021, com a legenda custou 3 mil euros e foi comprada pela Ministra da Agricultura

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publicado por porabrantes às 18:30 | link do post | comentar

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O Plátano de Portalegre, à sombra do qual gerações de alentejanos dormiram a sesta é  a árvore do ano e bate a Oliveira do Mouchão, por cerca de 200 votos.

Parece-nos que a autarquia não conseguiu mobilizar os votantes para defenderem a candidatura abrantina.

Os nossos parabéns aos amigos de Portalegre.

 



publicado por porabrantes às 15:47 | link do post | comentar

Na  direcção do Inatel há 2 políticos bem conhecidos cá do burgo, o famoso José Alho e o Xico Mandelino

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Que andou metido nas cowboyadas da RPP Solar mais o Carvalho do CRIA .....

Agora o Inatel é tema de manchete da ''Sábado'' pelas piores razões, já não é o castiço, ''aqui há alho'', é a gestão do Mandelino, deixa muito a desejar.....

(recorte  digitalizado pelo colega ''Porta da Loja'', com o nosso agradecimento) 

  



publicado por porabrantes às 08:45 | link do post | comentar

Publicamos o post divulgado pelo dr. José Rafael Nascimento, no site do grupo ''Amigos do Mercado e assinamos por baixo:

 

À BEIRA DO PRECIPÍCIO, PARA DAR UM PASSO EM FRENTE?
O executivo municipal reúne-se esta Sexta-Feira, dia 27 às 09,30h, para aprovar os termos do "Concurso Público Internacional de Conceção para a elaboração do Projeto de Reconversão do Antigo Mercado Municipal de Abrantes em Multiusos". O que querem dizer os eufemismos "conceção" e "reconversão"? Preveem o regresso do mercado diário ao seu berço histórico? Ou estará a autarquia a colocar-se à beira do precipício, para dar um passo em frente?
Considero que este processo está a ser conduzido de modo errado e ilegítimo, atentando contra os interesses de Abrantes e dos abrantinos. Se este concurso público não contemplar o regresso do mercado diário ao edifício que, por direito natural, lhe pertence, de nada servirá e o executivo deverá ser responsabilizado pelo desperdício de dinheiro. Já se percebeu que, onde está, o mercado não funciona nem funcionará. Este erro técnico e político custou-nos (e custar-nos-á durante anos) muito dinheiro e muito atraso.
Por outro lado, mesmo que contemplasse esse regresso, a conceção arquitetónica do multiusos deverá sempre apoiar-se e obedecer a um plano estratégico de marketing prévio que valorize e potencie as valências próprias do Mercado Municipal, garantindo-lhe uma elevada capacidade de atração, animação e negócio. A "carroça" está, portanto, a ser posta "à frente dos bois", o que é um erro crasso. Custa assim tanto perceber o óbvio? Por que se está a complicar o que é simples?
Este executivo municipal foi eleito com base num programa que, por omissão, defendia a demolição do antigo mercado (ainda previsto no PUA). Foi a pressão do grupo dos Amigos do Mercado de Abrantes e das forças políticas da oposição na Assembleia Municipal que evitou esse atentado patrimonial e identitário. Não tem, pois, este executivo legitimidade (nem suporte legal) para fazer deste edifício o que quiser, sem consultar os cidadãos. Trata-se, pura e simplesmente, de abuso de poder.
Peço a todos que acompanhem em direto a Reunião de Câmara desta Sexta-Feira e os desenvolvimentos posteriores, nomeadamente a sessão da Assembleia Municipal prevista para dia 11 de Dezembro. Esta autarquia prepara-se para voltar a errar, adiando mais uma vez o futuro do nosso Mercado, com elevado prejuízo para o desenvolvimento da cidade e do concelho. Não sejamos cúmplices deste vício político, por desinteresse ou pelo silêncio.

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publicado por porabrantes às 08:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 25.11.20

Pacheco do Amorim, dizes tu, disse-me  um dia, o velho General, essa não era o do Angola e Metrópole?

 

Referia-se à implicação do pai do fascista José Bayolo, no escândalo da moeda falsa, no caso do Angola e Metrópole.

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Sim, o Diogo Pacheco de Amorim, amigo dilecto do Botas e um dos fundadores do Centro Católico, era o Presidente da AG do Banco que emitia escudos da treta. A maior burla da História de Portugal.

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As biografias por aí disponíveis omitem, piedosas, o facto. 

Para o defender mobilizaram-se alguns dos mais importantes catedráticos da época

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Acusado, sem admissão de fiança, pelo Banco de Portugal e pelo MP, do crime previsto no art 207 do CP,  interpôs este recurso.

O Banco, era sarcasticamente chamado o ''Engole e Metrópole'', nos mentideros financeiros da Baixa lisboeta.

A opinião dos Tribunais era que o homem era um incauto e que foi aldrabado pela lábia do Alves dos Reis, que quando saiu da cadeia se dedicou à pregação, tendo sido pastor protestante com algum sucesso no Porto.

O facto de não ter um enorme sucesso, revela que a maioria dos tripeiros era menos crédula que o Pacheco.

E agora, não me peçam para comentar a penhora da casa dum futuro General abrantino, na Raimundo Soares, pela falência fraudulenta doutro banco.

Porque, deve dizer-se que um dos homens que mais fez para enterrar o Alves e o flamante Pacheco do banco dos falsários, era o mais poderoso industrial abrantino. Bem, de Abrantes e de Portugal.

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Alfredo da Silva  

   

ma

bib -Prof. José Augusto França, ''Os anos 20  em Portugal''. Boa parte dos dados são retirados da obra do meu velho Professor, que acaba de cumprir 98. 

 



publicado por porabrantes às 18:27 | link do post | comentar

Em Fevereiro de 2017, a casa do Dr.Moreno, doada pela viúva, Srª D. Milu Moreno, à Igreja, para fins sociais, como era desejo do médico, foi cedida à autarquia.

O tipo que recebeu a doação foi o burlão e falsificador tonsurado, José da Graça, acolitado pelos corpos sociais do CSIA, ou seja a tropa, que olhando para o lado, o deixou roubar e falsificar.

Serão palavras graves?

São as palavras dos acórdãos judiciais, num Estado de Direito.

A doação foi em 2015. Entre essa data e a entrega da casa à benemérita Celeste, apóstola dos pobrezinhos e das vítimas, pasionaria da Golegã, correram dois largos anos.

Já se tratou disto no blogue, larga e profusamente. Em 2017, a Celeste foi vender o peixe benemérito ao ''Médio Tejo''. 

Ia lá meter 5 famílias de pobrezinhos (suponho, dadas as dimensões da casa que 2 famílias seriam de nómadas, que acampariam no quintal e organizariam sessões solidárias de flamenco, nos dias em que houvesse boda gitana, depois das velhas sábias examinarem a donzelice da noiva, prática aconselhada pela mediadora, escolhida pela Celeste, nas páginas do pasquim dirigido por um tal Jana ou equiparado/a, no caso de ter sido a Hália, a directora).

Iam fazer workshops, que é o nome moderno das saturnais flamencas.

A única coisa que conseguiram foi abandonar a casa e haver lá um incêndio.

Graças ao celestial desleixo tiveram de pagar 37.000 € ao CSIA.

Agora depois de 3 anos de incendiário abandono municipal e mais dois de abandono eclesial vão devolver a casa à Igreja.

Uma casa que foi deixada para fins sociais esteve cinco anos ao abandono e ardeu, graças à Igreja e à autarquia.

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Quem mandou a D.Milu meter-se com um burlão?

Quem mandou a Igreja entregar coisas à Celeste?

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ma

    

  



publicado por porabrantes às 16:20 | link do post | comentar

O Valamatos convocou uma reunião ordinária da CMA para dia 27.

Da ordem de trabalhos constam coisas importantes:

Informação elaborada pelo Revisor Oficial de Contas, sobre a situação económica e financeira do Município, referente ao 1º semestre do ano 2020 – para conhecimento.

Proposta de Política Fiscal do Município para o ano 2021, nomeadamente, o que diz respeito a taxas de IMI, Derrama, participação variável no IRS e Taxa Municipal dos Direitos de Passagem – para aprovação e submeter à Assembleia Municipal para aprovação

 

Propostas de Grandes Opções do Plano para 2021-2025 (Plano Plurianual de Investimentos e Plano de Actividades Municipais Mais Relevantes 2021-2025) e respectivo Orçamento para 2021 – para aprovação e submeter à Assembleia Municipal para aprovação.

Despesa no montante de 1.203.429,81€ (um milhão, duzentos e três mil, quatrocentos e vinte e nove euros e oitenta e um cêntimos), para celebração de contratos interadministrativos com as 13 Juntas de Freguesia do Concelho, para realização de diversas obras nos respectivos territórios - – para aprovação e submeter à Assembleia Municipal para autorização

Despesa no montante de 250.000,00€ (duzentos e cinquenta mil euros), para celebração de Contrato-Programa com a Tagusvalley para o ano 2021 – para aprovação e submeter à Assembleia Municipal para autorização.

Revogação do Contrato de Comodato celebrado em 21 de julho de 2017, com o Centro Social Interparoquial de Abrantes, referente à cedência ao Município do prédio urbano localizado na Avenida Solano de Abreu n.º 37, em Abrantes, para utilização em acções/actividades na área social, assim como respectiva minuta do acordo - para aprovação.

Proposta referente ao Concurso Público Internacional de Concepção para a elaboração do Protejo de “Reconversão do Antigo Mercado Municipal de Abrantes em Multiusos –para aprovação.

 

Chama-se a atenção para a intenção de injectar mais 250.000 € no Tagus Valley, esse poço sem fundo de despesa municipal.

O relatório doTagus Valley assinalava em 2019:

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Ora, se havia esse resultado, para que é necessária mais massa?

Onde gastaram os quase 5 milhões?

E ainda há uma deliberação ilegal, a abertura dum concurso para reconverter o Mercado, porque contraria o PUA, que é legalmente vinculativo, ao contrário do que disse, outro  dia, o edil Valamatos.

O PUA, imposto por esta maioria, consagra a demolição do mercado e estabelece a tipologia do que pode ser feito nesse espaço.

Naturalmente somos contra a demolição, mas haverá que rever o PUA, antes de lançar concursos.

Finalmente num momento de crise havia que pelo menos abandonar a derrama e abrandar a pressão fiscal.

ma

  



publicado por porabrantes às 15:20 | link do post | comentar

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publicado por porabrantes às 11:37 | link do post | comentar

 



publicado por porabrantes às 09:47 | link do post | comentar

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