A história de São Domingos estava por fazer apesar dos contributos beneméritos de Diogo Oleiro, Victor Pavão dos Santos, Eduardo Campos e outros estudiosos, não esquecendo páginas dispersas de outros cronistas e memorialistas como Martins Júnior ( João Augusto da Silva Martins) que em páginas aqui reproduzidas, retiradas do seu livro panfletário Landru na República da Calábria, conta como proclamou a República no velho aquartelamento de Infantaria, até que o Sr.Dr. Paulo Falcão Tavares apresentou a sua recente tese de mestrado sobre o Convento na Universidade de Évora.
a barca
A história nunca está feita, é um processo em construção, quem não o perceber é um imbecil, seja qual for o título académico que ostente.
Não há donos da história, como não há donos da Verdade.
No processo pela construção da história de São Domingos temos a honra de reproduzir um texto de Eduardo Campos, grande amigo de Abrantes, já falecido.
Voltamos a dobrar-nos perante a sua memória.
Eduardo Campos traça uma página esquecida da história do convento e trata um atrevido com a palavra adequada.
cma
pub. na Nova Aliança
Estou a imaginar o gozo com que Eduardo Campos escreveu :
a mesma cara de gozo que tinha Vitorino Magalhães Godinho depois de ter participado no júri que chumbou Vitor de Sá no doutoramento
Marcello de Noronha
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