Salazar disse que governar as finanças dum país era como seguir o exemplo das donas de casa. Bastava ter um livro com o deve e haver, fazer um orçamento e não gastar mais que aquilo que se recebia.
Conselho prudente dum homem que viu a 1ª República e a Ditadura Militar falir e cair nas mãos da agiotagem internacional.
Pois bem, o Saldanha da Rocha tem, parece, um Museu Rupestre sem orçamento. Ou seja significa aparentemente que lá se gasta à balda.
E sucedeu o Saldanha, que começou como paquete, a um homem do antigo regime, educado nos hábitos salazaristas.
O Saldanha só herdou os vícios autoritários do fascismo que consistem em perseguir nos tribunais quem o critica e não herdou a salutar probidade na administração financeira que o Ditador cultivava.
O Saldanha também não herdou os tribunais plenários do fascismo, infelizmente para ele. E para aqueles que gostam duma justiça ''domada''.
Por isso viu o Tribunal da Comarca e a Relação absolver quem o criticou.....
Mas era do Museu Rupestre que se falava.
Que aquilo não tem orçamento é o que se deduz desta acta:
MUSEU DE ARTE PRÉ - HISTÓRICA E DO SAGRADO DO VALE DO TEJO----------
APOIO LOGÍSTICO AO MUSEU/ RENOVAÇÃO DE CONTRATO COM O CIAAR
Presente oficio do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, datado de 25 de Março de 2011 em que solicita que seja renovado o acordo com o CIAAR - Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo para manutenção das instalações e da base
logística das diversas operações do Museu, pelo valor de 5.880,00€ (cinco mil, oitocentos e oitenta euros) ano para pagamento dos serviços enunciados. Por unanimidade deliberado renovar o acordo mencionado com o Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto
Ribatejo para apoio logístico aos trabalhos do Museu, conforme solicitado. O Sr. Vereador Nuno Neto recomendou que, para evitar a necessidade de aprovar regularmente a atribuição de verbas avulsas para o Museu, o Executivo Camarário elaborasse, no início de cada ano, um orçamento de todas as verbas necessárias ao financiamento da sua actividade e o submetesse à aprovação da Câmara.
Também pode ter um orçamento rupestre que não sabe às quantas anda (para condizer com o nome) e então é preciso sempre estar a tapar buracos.....
Ou a cumprir ordens do Oeesterbeck.....

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