A canalha carrilhista resolveu ontem insultar a memória dum grande artista, ainda o seu corpo não descera à tumba, ainda a família não acabara de limpar as lágrimas, ainda o Portugal culto, que é o contrário do Portugal carrilhista, não recuperara do choque traumático de perder um dos grandes músicos portugueses do século XXI.
O bisneto do Presidente-Rei, o bisneto de Sidónio Pais

foi insultado pela canalha carrilhista e meço bem as palavras e repito a canalha, a chusma, a ralé, a escumalha, um grupo de patifes incapaz de recuar perante o mais sagrado que existe, a dor duma família e duma Nação, que o sagrado não é constituído por imagens de madeira, recheadas de caruncho e com cera derretida das velinhas das promessas das beatas como essa do tojo ou do raio que a parta, que os trolhas ignaros e as respectivas esposas iletradas adoram em romarias rurais.
Quando mataram Sidónio houve um jornal que clamou, justiceiro,
Pois garantimos à canalha
que a memória de Bernardo Sassetti será
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