Sábado, 29 de Setembro de 2012

Diz-nos o nosso amigo O Cidadão abt disse sobre O Miaa e os tachos na Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012 às 21:13:

 

     


Num circuito fechado, tudo em família! 

A questão é que dos 36.872 habitantes do concelho de Abrantes a maioria desconhece estas cenas e outros se calam por uma questão de clientelismo e da oportunidade em aproveitar uns dinheiritos vindos das instituições públicas sob influência autárquica, gastando trinta dias a contestarem as irregularidades e quarenta e sete meses a pactuarem com o sistema !

 

 

Dizemos nós:

 

Assim é, caro amigo. A despolitização é um cancro que envenena os espíritos e o comodismo ( que às vezes tem a ver com a cobardia) é aquilo que mais ordena, neste povo, cante o que cantar o Zeca.

 

 

Quando os partidos (e falo do PS abrantino, para ser claro) se transformam numa agência de tachos e de negociatas há algo de podre no reino da Dinamarca.

 

Quando os partidos (e falo de todos os outros  do caso abrantino, excepto o PSD) se calam, começo a perguntar se os 36.872 eleitores concelhios não mereciam ter uma ANP para mandar neles.

 

Quando o PSD oficial se dedica a maltratar  quem nos defende, caso de Santana-Maia e Belém Coelho, parece-me que estão loucos como os romanos dos livros de Astérix.

 

A drª Manuela parece querer mudar de estratégia e era bom que assim o fizesse, prova de que além de bonita também seria inteligente....

 

 

Dizem ainda sobre este post os nossos amigos do   

Rexistir disse sobre O Miaa e os tachos no Sábado, 29 de Setembro de 2012 às 02:50:

     

http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/175691.html

menos

 

 

Fomos lá ver....

 

 

É isto:

 

 

 

06 de Junho de 2010

Resposta dos vereadores do PSD Santana-Maia Leonardo e António Belém Coelho ao artigo de opinião de Alves Jana «Reciclar a Asneira» publicado no jornal A Barca de 27/5/2010

 

O dr. Alves Jana, verdade se diga, tem tido a esperteza de utilizar os jornais dos outros para criticar os vereadores do PSD, evitando, desta forma, o risco de ser obrigado a publicar, através do direito de resposta, alguma coisa da oposição no jornal de que é director. E desta vez, resolveu usar A Barca para atacar os vereadores do PSD, invocando um putativo direito de resposta que baptizou com o nome «A RECICLAGEM DA ASNEIRA».

 

Francamente, desconhecemos se as asneiras do dr. Alves Jana são ou não recicladas, mas, de uma coisa não temos dúvidas, é reconhecidamente um verdadeiro artista da asneira. E se o leitor tiver dúvidas disso, basta ouvir a gravação do programa "Radiografia" da RAL sobre o «Museu Ibérico» que passamos a transcrever.

 

Comecemos, então, pelas asneiras propriamente ditas utilizadas, no referido programa, pelo dr. Alves Jana:

 

«(…) O PSD de Abrantes cuspiu na cara deste homem (...) As oposições tratam todos os políticos como filhos da puta. (..) Nós, no poder, todos, somos bons e somos sérios, vocês no poder são todos uns filhos da puta (…)».

 

Por sua vez, no seu artigo n’ A Barca, o dr. Alves Jana volta a insistir na expressão «cuspir na cara de pessoas de bem» para nos atacar e ofender, revelando, assim, uma propensão muito especial (ou devemos chamar-lhe, antes, patológica) para cuspidela, que não abona nada a seu respeito.

 

Mas, já que ele gosta tanto de usar esta expressão, vejamos, então, quem “cuspiu” na cara de quem. Regressemos, pois, à referida gravação e ouçamos o dr. Alves Jana a fazer, desta vez, asneira e da grossa. Asneira que agora, com o seu artigo, quer limpar, atirando o odioso para cima de nós, como se o que ele dissesse não se escrevesse. O problema é que ele diz e, depois, escreve.

 

Mas não percamos mais tempo e ouçamos esta autêntica obra-prima da asneira (asneira em estado puro, ou seja, sem ser reciclada), produzida aos microfones da rádio Antena Livre pelo dr. Alves Jana:

 

«(...) Há um outro problema, este muito mais complicado, mais polémico e que vai dar que falar. É assim... Grande parte das peças que, segundo sei, porque eu nunca vi a colecção, mas segundo sei fazem parte desta colecção não podiam fazer parte. Portanto há aqui um mistério, há aqui um mistério que vai dar muito que falar. Se é verdade que as peças de que tenho ouvido falar fazem parte daquela colecção, aquelas peças não podiam estar nas mãos do senhor Estrada, mas estão. Estão, porquê? Porque alguém lhas vendeu, o que significa que (agora sou eu a tirar conclusões), significa que alguns arqueólogos que fizeram escavações e descobriram peças preciosíssimas, em vez de as declararem ao legítimo proprietário que é o Estado português, as venderam por fora. Certo? E portanto nós vamos assistir e esse será uma das revoluções... (...) Eu não me admiro nada... Eu tenho a certeza que isto vai dar uma guerra civil mas que não vai envolver necessariamente o senhor Estrada, vai envolver a Arqueologia portuguesa. Certo? Ou seja, neste momento, também não tenho dúvidas nenhumas que deve haver gente a tremer de alto a baixo e deve haver forças a movimentarem-se para: ponto um, que este museu nunca seja feito, para que esta colecção nunca seja vista por ninguém; ponto três, quatro ou dez, que nunca ninguém saiba de onde é que aquelas peças vieram, porque se se vier a descobrir... eh pá, descobre-se não apenas de onde é que vieram as peças, mas muito mais acerca de muita gente que andou a fazer escavações nestes séculos... nestes séculos, não... nestas décadas passadas. Tenho a certeza de que este vai ser um problema levantado.»

 

Como resulta claramente destas declarações, o dr. Alves Jana não se limitou a “cuspir na cara” (para usar a sua expressão predilecta) do benemérito. “Cuspiu” também na sopa. Na “sopa” dele e da esposa, bem entendido.

 

Há pessoas que, como diz o povo (e o artigo do dr. Alves Jana é disso um bom exemplo), «quando abrem a boca ou entra mosca ou sai asneira». Ora, se o dr. Alves Jana fosse uma pessoa prudente, devia manter mais vezes a boca fechada... Mais que não fosse para não entrar mosca...

 

Terminamos com um conselho de amigo: já que o dr. Alves Jana gosta tanto de usar o verbo “cuspir”, aconselhamo-lo a não “cuspir para o ar”, como fez no seu artigo. Sempre evitava que a cuspidela lhe caísse em cima, como agora aconteceu.''



Juntamos uma foto do visado para melhor identificação do leitor




a redacção (hoje para o preguiçoso),embora a Suzy diga o galego, isto é o Armando Fernandes, afirmava na ''Barca'' que o Amâncio Ortega era um milionário galego que não gostava da ostentação, e a Imprensa de hoje, deve ser a Hola, a ùnica que lê a Suzy e  Edite,  noticia que o discreto galego comprou um puro-sangue para o genro que custou



12,5 milhões de euros !!!!!



não foi por ostentação, foi  só para dar um coice ao Fernandes!!!!!!




ajustes de contas entre galegos.....



publicado por porabrantes às 17:27 | link do post

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