Reunidas mentalidades de diferentes correntes de opinião e ideais politicos debaixo do verdadeiro arco iris que é o tecto da casa deste Cidadão, depressa se chegou à unanimidade de opinião, concluindo-se que o encerramento precoce da escola primária de São facundo se deve ao interesse que a Exma. Senhora Presidente do Céu tinha em viabilizar a existência de um Centro Escolar na Bemposta, ou seja, sem os cachopos de São Facundo, a contingentação de alunos não justificava a construção do Centro Escolar.
Isso o executivo do Céu, celestialmente não revelou ao povo de São Facundo, apenas lhe alvitrando a opinião de que esse seria indiferente à construção do Centro escolar lá para as bandas da Bemposta mas omitindo a hipotética opinião desse quanto á deslocalização dos seus petizes que garantidamente e segundo os normativos da DREL, somariam contingentação suficiente para justificar o funcionamento da escola em são Facundo.
Estrategicamente e nos timings certos não foi levantada a lebre para que os caçadores não apontassem espingardas, enveredando o executivo camarário pela estratégia do “quem cala, consente.”
Por outro lado, sugere-se que os pais de São Facundo, na maioria com actividades ou familiares a residirem na cidade de Abrantes, mudem a residência dos filhotes para a zona urbana, assim desertificando o Centro Escolar da Bemposta que mais não serviria para mais um pólo da fábrica de painéis fotovoltaicos do Cowboy Solar!
Pela evolução demográfica e a politica incrementada de desertificação das freguesias rurais, não nos é difícil percebermos que daqui a uns cinco anos sómente os centros escolares do perímetro urbano se continuarão a justificar, sobrando os das zonas rurais entregues às moscas, tal como electrodomésticos armados ao dinheiro que são fabricados para durarem meia dúzia de anos, razão QB para que os blocos construídos em painéis de prefabricado e os materiais neles aplicados desde já revelem sinais de fadiga e desgaste precoce que necessitando obras de reajustamentos, no principio de edificações descartáveis e quiçá, biodegradáveis.
Estas práticas de sub-politica, são reveladoras de que este executivo municipal não é merecedor da confiança do povo que nele acreditou!
Plo porta-voz da pluralidade de opiniões.
O Cidadão abt
Caro amigo,
Não morro de amores por Carlos Arês. Mas tenho de reconhecer que este texto é uma notável peça e que devia ser não a certidão de óbito de Maria do Céu Albuquerque e da tia Celeste, essa santa, mas a certidão de óbito de certa forma de fazer política.
Uma política rasteira, mentirosa, aldrabónica, hipócrita, manhosa, própria de criaturas saídas da sede do PS de Abrantes.
A política deve ser verdade, servir o povo e não deve ser um método de satisfazer clientelas ou premiar amigos como o Júlio Bento, o novo-rico, ou o cacique rural da Bemposta.
O cacique rural PS da Bemposta é objectivamente um compadre de Júlio Bento.
Isto não é o PS de Mário Soares ou de António Bandos.
Pena é que o Carlos Arês tivesse levado tanto tempo a perceber que estava aliado ao P$ e não ao PS.
Nós que não somos ingénuos aqui continuaremos a dar batalha ao P$ da Tia Celeste Giro-Flá.
Isto é para as tias que tramaram os miúdos de São Facundo com os cumprimentos da
Gerência...
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)