Bom...
Desde que no fim de semana mais doce de Abrantes este Cidadão assistiu a um mestre pasteleiro sendo tratado por "Senhor Doutor," já nem necessita de ver o tal porco a andar de bicicleta!
Ah!! Este ano não houve Claras, mas com as ameaças de chuva, a coisa aconteceu à mesma, na garagem dos Claras!
De facto durante a tarde deste dia em que foi aprovado o orçamento geral da maratona, apenas por ser um etíope enviado pelo FMI quem está incumbido de vigiar as contas portuguesas... houve alguma preocupação em identificar o malogrado professor... sem obter sucesso!
Foi referido o pormenor do senhor jornalista dar a noticia de modo soletrado, evidenciando que o dito não estaria a par da ocorrência e que lia um texto alheio e manufacturado, em directo.
Ora bem, se este texto estivesse redigido em suporte orgânico, (papel), das três uma;
Ou o jornalista tinha problemas de visão, ou se teria olvidado das gafas ou então, haveria ventania da grossa no estúdio...
Afinal parece que a noticia teria sido lida directamente do suporte digital, vulgo computador portátil e a razão das soletrações se deveria ao facto desse técnico da informação regional de cariz vincadamente parametrizado, ir puxando a pantalha para cima, brigando com as hesitações da velocidade cibernética...
Regressando ao malogrado senhor Gomes, e que o dito descanse em paz, decerto seria um entusiasta e mestre consequente em arqueologia mas, regressando ao inicio destas bitáitadas, que se lixe lá o porco conseguir pedalar a bicicleta, os Doutores formados em ciências pasteleiras ou as novas oportunidades dos gestores de campos relvados!
Caro amigo: as coisas são assim!
Mas é dia santo e dia do terramoto em Lisboa.
Aproveito para recordar um mulato que foi Marquês e Ditador.
Sebastião José se chamava.
Que era mulato lembrou Agustina Bessa Luís.
Que foi Marquês todos sabemos.
Muitos anos depois, já não era ditador, embora continuasse mulato, na época não havia clínicas para tratamento estético para mulatos milionários, como a queriam abrir num hotel abrantino, era rico, muito rico.
À conta do roubo às arcas do Estado e dos particulares.
Um abrantino meteu-lhe a ''famosa querela''. Chamava-se Galhardo de Mendanha, era branco e fidalgo ( o mulato também era fidalgo, também há fidalgos pretos).
O mulato, aqui o retrato foi a tratamento estético, escapou da forca por pouco. Pela generosidade e mercê de D.Maria I.
A Galhardo de Mendanha que não gostou de ser aldrabado por um ditador e ladrão vai dedicado este post.
Precisamos de muitos abrantinos valentes e impiedosos como foi este fidalgo do dezoito.
Marcello de Noronha
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