Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2013

Com a devida vénia transcrevemos do site Vidas Lusófonas:

 

 

 

JOSÉ FERRAZ DIOGO


Nasce em Coimbra em 1936. Licenciado em Letras, foi, ao longo de 36 anos, professor de Português e de Francês nos Ensinos Técnico, Secundário e Preparatório do Ensino Público. É diplomado em Ciências Pedagógicas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Em Julho e Agosto de 1974 frequenta, na Universidade de Nice, um curso para professores de Francês – utilização de audio-visuais. Depois do 25 de Abril, foi membro de Conselhos Directivos em Coimbra e Anadia e delegado de Português e de Francês à Profissionalização em Exercício entre 1981 e 1986. Funda e dirige jornais em quatro das seis escolas onde lecciona, escreve e encena peças de teatro, nomeadamente para fantoches, traduz do francês livros para a juventude (Almedina), organiza exposições sobre diversos escritores – Camilo, Cesário, Pessoa, Torga, etc. – promove colecções de pequenos livros escritos pelos alunos, organiza bibliotecas para os professores, realiza sessões de cinema na escola, etc.

Em 1968 funda e dirige o Cineclube de Abrantes, tendo posteriormente pertencido à direcção do Clube de Cinema de Santarém e do Círculo Cultural Scalabitano. Episodicamente, faz também parte da direcção do Clube de Cinema de Coimbra. Publica diversos textos sobre cinema em revistas da especialidade, nomeadamente na extinta Plateia. Redige textos para os desdobráveis que acompanham as sessões cineclubistas.

Em 1965 publica o livro de poesia A Palavra; em 1974 a Almedina publica três livros seus de teatro infantil; em 1993 organiza e prefacia a 6ª edição de Versos dum Cavador, do poeta popular Manuel Alves no 150º aniversário do seu nascimento (em 2001 foi responsável pela 7ª edição, com nova ordenação das poesias, coma incorporação do livro Criptinas e um novo texto introdutório).Em 1996, colabora com um poema na antologia Cântico em Honra de Miguel Torga. Em 1997, organiza Manuel Rodrigues Lapa – Fotobiografia, no âmbito das comemorações do centenário do seu nascimento...

Tem colaboração dispersa por numerosos jornais e revistas portugueses e estrangeiros – poemas, contos, artigos de opinião. Durante cinco anos foi director de um jornal de Anadia. Tem redigido textos para catálogos par diversas exposições de artes plásticas – sobretudo na área da escultura, da pintura e da medalhística.

Neste site colabora com as seguintes biografias:

Manuel Rodrigues Lapa

 

 

Na Net encontrámos referências ao provecto Manuel Dias como um dos fundadores do CineClube. Também há uma referência numa página municipal ao Doutor Estêvão de Moura, ex-Presidente da Imprensa Nacional, como um dos fundadores. Acontece que o Doutor Estêvão era um adolescente em finais da década de 60 e terá ajudado a fundar o Cineclube mas não foi uma das personagens determinantes, devido à sua idade na época. 

O verdadeiro fundador do Cineclube e seu principal animador foi o dr. José Ferraz Diogo como ele próprio afirma. A primeira fita projectada foi a 17 de Novembro de 1969. (1)  

O arquivo do Cineclube ou parte dele apareceu abandonado no edifício da Assembleia de Abrantes quando o imóvel foi devolvido aos seus proprietários. Quem se teria lá esquecido dele?

O referido arquivo foi entregue pelo nosso amigo eng. José Albuquerque Carreiras (primeiro signatário da petição) ao Arquivo Histórico de Abrantes para a sua conservação e estudo, num gesto de exemplar civismo.

Quando da entrega verificou-se a existência no AHA de um fundo com o título Assembleia de Abrantes, com documentos referentes a esta empresa (Assembleia de Abrantes, Lda) que nunca ninguém conseguiu explicar como lá foram parar.

Teria sido levados da Assembleia de Abrantes quando o edifício foi ocupado?

Resta referir que na fundação do Espalhafitas tiveram um papel determinante o eng.Albuquerque Carreiras e o Doutor Jorge Pessoa Santos Carvalho (4º signatário da petição), conhecido Historiador.

Ambas abandonaram aquele novo Cineclube, depois duma discussão sobre uma velha dama, a Liberdade que é incompatível com a censura.

Hoje o Espalhafitas é mero apêndice da Palha do Jana.....

 

(1) Enviar a data de fundação para a da formalidade burocrática de aprovação dos Estatutos em 1970 é um notório disparate ou uma opinião humorística digna de certa revista do ramo.



publicado por porabrantes às 23:23 | link do post

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