Que a situação dos bombeiros abrantinos tenha chegado à Madeira e seja comentada (com mais pormenores que nos media abrantinos) é obra.
Transcreve-se a notícia, que nos dá pormenores inéditos sobre a ''guerra bombeiral'' e declarações bombásticas e não bombeirais atribuídas à Presidenta:

A Câmara de Abrantes anunciou a "extinção num futuro próximo" dos Bombeiros Municipais, tendo optado por "incentivar e apoiar" a criação de uma Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários, que ficará a gerir o atual corpo de bombeiros.
A centenária instituição, uma corporação mista composta por cerca de 100 bombeiros, dos quais 23 profissionais, custa aos cofres da autarquia mais de um milhão de euros por ano.
A nova solução é enquadrada no âmbito da criação do denominado Agrupamento de Bombeiros do Médio Tejo Norte, que fundirá as corporações de Abrantes, Constância, Mação e Sardoal.
"A câmara municipal assumirá todos os custos com vencimentos, viaturas e combustíveis, mas será a associação humanitária a fazer a gestão de todo o corpo de bombeiros, alicerçada num grupo de cidadãos e em parcerias com empresas de relevo da região", observou a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuquerque (PS), em reunião de executivo, em resposta a esclarecimentos pedidos pelos vereadores da oposição.
A ideia não foi recebida de forma pacífica por alguns elementos da corporação, tendo a autarca referido existirem "guerras internas e algumas chantagens" por causa dos turnos e da impossibilidade de os bombeiros profissionais receberem horas extraordinárias de forma regular.
"Alguns elementos dos bombeiros municipais instalaram um clima de guerra contra os elementos voluntários, o que está a criar instabilidade num quartel que deixou de ser a referência que já foi em termos de prestação de serviços", notou.
Maria do Céu Albuquerque disse ainda que a autarquia “não tem condições para contratar mais profissionais" e que a questão dos turnos "não tem sustentabilidade técnica e legal", observando que, com a criação de um corpo de bombeiros voluntários, " o problema fica resolvido de vez".
Entretanto, a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais reagiram a esta intenção e solicitaram uma reunião com caráter de urgência à presidente da autarquia e ao presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil para falar sobre a atual situação dos Bombeiros Municipais de Abrantes.
De acordo com um comunicado emitido pelos dois organismos, na quarta-feira decorrerá um plenário "para definir ações de luta" contra as medidas da câmara que podem passar por uma manifestação de bombeiros pelas ruas de Abrantes.
Câmara de Abrantes anunciou a "extinção num futuro próximo" dos Bombeiros Municipais, tendo optado por "incentivar e apoiar" a criação de uma Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários, que ficará a gerir o atual corpo de bombeiros.
A centenária instituição, uma corporação mista composta por cerca de 100 bombeiros, dos quais 23 profissionais, custa aos cofres da autarquia mais de um milhão de euros por ano.
A nova solução é enquadrada no âmbito da criação do denominado Agrupamento de Bombeiros do Médio Tejo Norte, que fundirá as corporações de Abrantes, Constância, Mação e Sardoal.
"A câmara municipal assumirá todos os custos com vencimentos, viaturas e combustíveis, mas será a associação humanitária a fazer a gestão de todo o corpo de bombeiros, alicerçada num grupo de cidadãos e em parcerias com empresas de relevo da região", observou a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuquerque (PS), em reunião de executivo, em resposta a esclarecimentos pedidos pelos vereadores da oposição.
A ideia não foi recebida de forma pacífica por alguns elementos da corporação, tendo a autarca referido existirem "guerras internas e algumas chantagens" por causa dos turnos e da impossibilidade de os bombeiros profissionais receberem horas extraordinárias de forma regular.
"Alguns elementos dos bombeiros municipais instalaram um clima de guerra contra os elementos voluntários, o que está a criar instabilidade num quartel que deixou de ser a referência que já foi em termos de prestação de serviços", notou.
Maria do Céu Albuquerque disse ainda que a autarquia “não tem condições para contratar mais profissionais" e que a questão dos turnos "não tem sustentabilidade técnica e legal", observando que, com a criação de um corpo de bombeiros voluntários, " o problema fica resolvido de vez".
Entretanto, a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais reagiram a esta intenção e solicitaram uma reunião com caráter de urgência à presidente da autarquia e ao presidente da Autoridade Nacional da Proteção Civil para falar sobre a atual situação dos Bombeiros Municipais de Abrantes.
De acordo com um comunicado emitido pelos dois organismos, na quarta-feira decorrerá um plenário "para definir ações de luta" contra as medidas da câmara que podem passar por uma manifestação de bombeiros pelas ruas de Abrantes.''
http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/c%C3%A2mara-de-abrantes-quer-substituir-bombeiros-municipais-por-corpora%C3%A7%C3%A3o-de-bombeiros-volunt%C3%A1r
O Jornal da Madeira abre hoje a edição com a cara dum senhor capaz de fazer afirmações deste teor
Se as afirmações atribuídas a Maria do Céu são verdadeiras, pergunta-se:
Se há ''chantagens'', coisa que é um delito, haverá processos disciplinares já iniciados, ou trata-se apenas de bocas?
Se não há condições financeiras para contratar mais profissionais porque se contratou recentemente por ajuste directo mais um responsável para a área de protecção civil?
Como é que a CMA quer pagar as despesas e entregar imóveis públicos (o quartel), meios públicos (os veículos) a uma associação?
Quais são as empresas que disseram que entravam para Associação?
Há documentos escritos disso?
Quais são as reticências já manifestadas em documento escrito por Miguel Borges, Vice-Presidente do Sardoal, em relação à criação dum Agrupamento de Bombeiros envolvendo Abrantes e o Sardoal?
Acho que por agora chega, são perguntas pertinentes, só restando perguntar se a Oposição está informada deste processo ou se lhe querem apresentar um facto consumado à ultima hora....
Miguel Abrantes
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