Este era o Coreto do Tramagal

O Coreto está a monte!!!!! Um Concelho onde há um coreto a monte é um Concelho maravilhoso num país de maravilhas!!!!
A história do coreto de Alvega que pelos vistos não era consensual e portanto logo veio uma gaja a querer modernizá-lo está contada aqui
Em devido tempo sobre o projecto da gaja e de duas outras arquitectas teve o bom senso o então Presidente de Alvega de avisar o povo : 'Esta Junta de Freguesia informa que a sua contribuição para este projecto foi nula, já que para a sua elaboração, este executivo foi pura e simplesmente ignorado.''
Deixemos Alvega, vamos ver como era o coreto do Tramagal:
Apagões do Tramagal
Foi inaugurado em 1922 e decerto não era tão bonito como o do Rossio que é o melhor do concelho mas era '' Os Coretos existentes, memoriais e outras formas simbólicas grandiosas são representações materiais de eventos passados, que compõem a paisagem de certos espaços públicos das localidades.
São intencionalmente dotados de sentidocultural e pol..ítico, comunicando mensagens associadas à celebração, contestação ou à memorialização, visando o presente e o futuro. São, contudo, submetidos a diversas interpretações.'' como diz no blogue Apagões do Tramagal'' o snr. Paulo Mendes em 15-11-2010
Agora falam em restaurar o coreto e não sabem das peças.
Pode seguir a discussão sobre o paradeiro das peças aqui
Esta história abrantina tem uma moral. Os edifícios que são marcos da memória colectiva têm de ser classificados e protegidos para não sucederem coisas destas.
O pior é que a gaja ( uso o termo gaja no mesmo sentido depreciativo que o sr. dr. Mário Soares, ao tempo Presidente da República usava para se referir a um um elemento chamado Silva, o bimbo do BPN e do Vale da Coelha, que por acaso era Primeiro-Ministro) que devia classificar estes elementos marcantes do nosso património, quer deitá-los abaixo, para os substituir por betão porque acha que deve impor o seu gosto pequeno-burguês, pindérico e novo-rico pela arquitectura ''moderna'' demolindo a nossa memória colectiva.
Mesmo que para isso seja preciso contratar empresas falidas, demolir muralhas, montar um chavascal do caraças e fazer ajustes directos
que no caso de São Domingos dão cana.
Miguel Abrantes
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)