Foi a este velho Deus pagão e sanguinário que as hordas lusitanas sacrificaram os primeiros legionários romanos que invadiram as planícies transtaganas.
Foi a Endovélico, Senhor dos Cumes da Estrela e das Serranias do Marão, que invocou Viriato para fazer a guerra, dirigir o saque, inspirar a rapina quando o caudilho descia aos férteis campos da Bética para arrasar as cidades púnicas.
Senhor da Guerra e Totem das ásperas tribos que, nos castros alcandorados nas mais íngremes ladeiras, foram a base étnica da Raça (Cavaco dixit) que espalhou não a civilização mas a metralha, o comércio, o tráfico negreiro desde Ceuta a Timor, Endovélico é o Deus da Lusitânia, terra de homens livres.
Invoquemos pois o Deus de Viriato, para nos proteger das tribos da Usura de Além-Reno, e esperemos o dia glorioso em que sacrificaremos, implacáveis, os serventuários da Germânia, como os nossos antepassados fizeram aos mercenários de César.
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