Diz o governo, com a conivência dalguns deputados e grupos partidocráticos, que está muito preocupado com a violência verbal nas galerias do Parlamento.
Entretanto fora de São Bento as forças de segurança faziam isto

e invadiam as escadarias perante a ''impotência'' da polícia de choque, que, amável, não quis bater nos colegas.
No tempo em que o cavaquismo era jovem e frondoso e era defendido por deputados como Humberto Lopes e Anacleto Batista e o Armando Fernandes fazia estágio para cavaquista, as forças de segurança manifestaram-se no Terreiro do Paço, pedindo o direito a organizarem sindicatos (coisa normal em qualquer sítio excepto na Rússia do Putin, na Cuba do Fidel ou no Portugal dos cavaquistas) e a polícia de choque deu-lhes um banho gelado e revigorante com agulhetas.
O cavaquistão (classe social donde saiu a pulso, um a um, cada empresário do BPN) aplaudiu entusiástico a repressão.
Agora o cavaquismo moribundo, embora pilotado por jovens, saídos das excelentes escolas de quadros do PSD, já não tem tomates para regar os polícias com agulhetas.
Um cavaquismo sem tomates ou pelo menos um Ministro da Administração Interna desprovido de autoridade para impor a ordem nas escadarias do Parlamento é um perigo público.
O cavaquismo actual está como o sr.Nelson Carvalho e a srª Albuquerque que nunca conseguiram impedir a circulação de jumentos e jericos pela Raimundo Soares.
Que fazer para a nível nacional restaurar a ordem pública?
Mário Soares pede que se ponham os cavaquistas a milhas, antes que ''a rua'' os escorrace....
Mário Soares deve ser um perigoso adepto da ''violência verbal''....
Mas da sua mensagem em que pede que o Cavaco, o pai do monstro chamado cavaquismo, se demita de Presidente, há algo aproveitável.
Demita-se o Cavaco dum cargo para que não tem aptidões evidentes e dedique-se à rega.
Pode ser na horta de Boliqueime, regando nabos e cenouras (que o Fernandes poderia depois gabar nas suas apreciadas crónicas de petiscos) ou no Governo.
O Passos poderia nomear o desempregado Cavaco para Ministro da Administração Interna. E sempre que alguém se manifestasse fosse nas galerias parlamentares ou na rua, o Cavaco mandava regá-lo com as agulhetas..
Assim sem Cavaco em Belém e sem desordem na rua e nos espíritos, a ''pax cavaquista'', o ''oásis '' ( que tão gabado foi por deputados como Humberto Lopes e Anacleto Batista) floresceria de novo, viçoso. E certamente algum BPN apareceria para nos garantir a prosperidade e fazer subir a bolsa....
MA
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