Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Há tempos foram executadas coercivamente obras numa casa em frente da Igreja de São Vicente, propriedade duma idosa, residente num Lar da Terceira Idade da região.

 

Como a Senhora não pagasse as obras a casa foi vendida em hasta pública.

 

Nada a objectar em princípio, porque o procedimento é legal e se não se actua assim o centro das localidades será em breve um campo de ruínas, em boa parte por motívo duma iníquia lei de rendas e no caso abrantino agravada por causa da desastrosa política de Nelson Carvalho.

 

Como é Natal moderamos os adjectivos.

 

Mas a Lei é igual para todos, deve ser aplicada a todos os casos iguais e deve ter em conta a sensibilidade social.

 

Senão exigimos já a demolição pura e simples de todos os abarracamentos ciganos que há no Concelho, começando por São Macário.

 

Querem chamar-nos racistas? Chamem.

 

A Lei é igual para todos. E a questão cigana resolve-se com habitação social feita com critério e administrada com a dureza que Rui Rio aplica no Porto.

 

Quantas casas de habitação social fez Nelson de Carvalho?

 

O Eng.Bioucas fez o Vale das Rãs, Carvalho o que fez neste campo?

 

Pois bem vamos exibir umas fotos da mais importante construção fidalga do Rossio, e uma das melhores da Cidade e Concelho, para ver onde chegámos.

 

 

 

    Solar da família Caldeira, cuja última habitante foi a fidalga D. Beatriz Caldeira Soares Mendes, em pleno centro do Rossio. Possui o mais antigo edifício religioso da freguesia, onde estão enterrados alguns antepassados da última proprietária. Hoje encontra-se à venda e é propriedade de entidades estranhas aos anteriores proprietários.

 

Restos da Capela mais antiga do Rossio

 

Pátio da Casa Caldeira

 

As imagens falam por si. Os senhores do Património, foram incapazes de classificar o edifício e deixaram-no atingir este vergonhoso estado de degradação.

 

Como é que podiam ter agido?

 

Aplicando a mesma Lei que usaram para classificar a casa do Senhor José Alberty, apoiante da petição,  a Quinta de Coalhos que se encontra em óptimo estado, graças aos cuidados dos seus donos, o Sr. José Alberty e a Srª D. Isabel Godinho Alberty.

 

Aplicando a mesma Lei que usaram para fazer obras coercivas em frente de São Vicente....

 

Ou seja, a Divisão do Património ou coisa que o valha da C.M.A parece que não consegue enxergar a mais de 500 metros da Raimundo Soares....

 

Ou seja, a Junta do Rossio foi incapaz de pressionar a CMA para salvar o Solar Caldeira, coisa que nos revela uma total falta de sensibilidade cultural.....

 

Continuamos?

 

Não, o Natal aproxima-se e temos de ir comer filhoses......

 

A prometida nota sobre Monsenhor Carvalheira fica adiada para 2010.

 

Porque nos parece que este blogue vai entrar numas merecidas férias de Natal....

 

Nota: as fotos são da Agência Imobiliária que tem o Solar Caldeira à venda na Internet.    

  

 



publicado por porabrantes às 17:35 | link do post | comentar

Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

 

Nº 15 - Apresentou também o ofício Ref. 41/2009 da Junta de Freguesia de Rossio ao Sul do Tejo, datado de 08 de Maio de 2009, acerca do acampamento de escuteiros “6ª Escapadinha dos Mourões, que pretendem realizar nos próximos dias 15, 16 e 17 de Maio, no Hipódromo dos Mourões, em Rossio ao Sul do Tejo, pelo que solicitam autorização para ocupação do referido espaço público, bem como isenção das respectivas taxas.
Reconhecendo a urgência de deliberação imediata sobre este assunto, foi dado cumprimento ao disposto no Artigo 83º da Lei nº 169/99, de 18 de Setembro, na redacção dada pela Lei nº 5-A/2002, de 11 de Janeiro.
Deliberação Aprovada em Minuta: Por unanimidade, autorizar ocupação do espaço solicitado, com isenção do pagamento das respectivas taxas. Aos respectivos serviços para procederem em conformidade
 
(acta de 12.5-09)
 
Lemos por aí que há um movimento pró-TEJO une autarquias lusas e espanholas e cidadãos para defender o maior rio ibérico.
 
Aplaudimos vivamente !!!
 
Mas as vacas não devem estar antes dos bois....
 
 
E se assim  é como passa licenças a autarquia abrantina sobre um terreno que não é seu, mas do domínio público, dependente da  entidade  da Administração Central   que o rege?
 
 
E como é que a Junta do Rossio, que emitiu documentos reconhecendo que a propriedade é estatal, oficia à CMA?
 
É capaz a CMA de exibir um documento anterior a 1864 que prove que este terreno era da Câmara?
 
Parece-nos que não....
 
Embora haja particulares abrantinos que a poucos metros o possam fazer, caso do dono e herdeiro do morgadio da Quinta da Omnia.....
 
Portanto roga-se aos snrs. Vereadores que metam os serviços jurídicos na ordem para evitarem coisas destas....
 
Por Abrantes   


publicado por porabrantes às 22:23 | link do post | comentar

O nosso colaborador Dr. Falcão Tavares envia-nos estas fotos do património abrantino tiradas antes e depois da recuperação duma casa na Travessa do Pacheco, em pleno coração da cidade, quase nas barbas da Raimundo Soares.

Com elas inauguramos uma nova série neste blogue (património à abrantina). 

 

 

Antes

 

Depois.....

 

 

Não nos interessa quem é o dono, mas haverá que concluir que se é de agradecer a recuperação da velha casa, o bonito óculo poderia ter sido preservado com melhor gosto....

 

Outro dia peroraremos sobre a qualidade e a eficácia dos instrumentos jurídicos que regulamentam a edificação em Abrantes....

 

Mas hoje, não, estamos quase no Natal....

 

Por Abrantes  



publicado por porabrantes às 21:55 | link do post | comentar

 

Temos os comentários moderados neste blogue, isto é damo-nos o soberano direito de cortar a palavra a tipos que não merecem a nossa confiança, a não ser que um visado queira exercer o direito de resposta.
 
Não somos como a folha gratuita dos empreiteiros que negou ao Arquitecto António Castel-Branco o direito de defender a sua honra.
 
E chamamos os nomes às coisas.
 
Chama-se José Eduardo Alves Jana, a criatura que foi responsável editorial, porque é o Director da coisa, que permitiu dar a palavra a um tal Fernando António Baptista Pereira para agredir Castel-Branco e se recusou a deixar o António defender-se.
 
Este é o Baptista Pereira,  o homem que organizou o livro de homenagem a  Lucília Moita e insultou a petição onde o empresário Pedro Tavares Simão exerceu o seu soberano direito a dizer que o projecto do Carrilho ofende a cidade de Abrantes e naturalmente não é digno de alojar a colecção doada pela ilustre  Pintora.
  Foto da Presidência da República
 

Ai temos de novo o Baptista Pereira, que parece que irá depois do Natal passar uns dias a Paris, na sua faceta de cortesão implorando a atenção dum Presidente eleito democraticamente ,Cavaco Silva e naturalmente do tenente-coronel Putin, o sinistro tipo que enterrou a democracia na Rússia. 

Putin não passa da versão russa dum pide, era de profissão agente do KGB. Como se Rosa Casaco fosse o governante de Portugal......

 

 
Aqui temos o cónego José da Graça, sub-director da Nova Aliança. Da Drª Ana Soares Mendes, conhecida advogada e aristocrata, Directora do referido quinzenário católico   e membro do Secretário Diocesano das Comunicações  Sociais não temos foto.
 
 
OS DOIS DERAM UMA VALENTE LIÇÃO DE JORNALISMO AO EX-SEMINARISTA ALVES JANA PUBLICANDO A RESPOSTA DO ARQ. CASTEL-BRANCO
 
 
Que está na foto, lendo provavelmente palavreado beato sobre  qualquer matéria  esotérica enquanto o António Colaço, apoiante da petição, o contempla.
 
Numa foto do mesmo blogue, ano1963.wordpress.com.,  o professor Mário Pissarra, também apoiante da petição. 
        
 
O dito blogue tenta ser um forum dos ex-seminaristas da diocese de Portalegre e Castelo-Branco.
E lá também aparece Isilda Jana, uma das principais responsáveis pela adjudicação sem concurso público das obras do Convento.
 
Todas estas fotos são do António Colaço 
 
Mas a D.Isilda não é a principal responsável, porque é Nelson de Carvalho o responsável político da coisa, com a fraternal colaboração do VPC e do Albano Santos.
 
Foto da campanha de Maria do Céu Albuquerque
 
Gostávamos de saber se um dia o Mário Pissarra e o António Colaço terão o direito de dizer na dita folha o que pensam sobre o malfadado projecto do Carrilho.
 
Gostávamos de ler na dita folha o que tem escrito o António Colaço sobre o caciquismo rupestre no Mação e o desastre paisagístico que representa o projecto do Carrilho.
 
Ou aquele memorável post sobre o Menage a trois,em Abrantes, ou seja a teoria das três torres em erótica harmonia.... 
 
E se a dita folha será capaz de perguntar à ex-Vereadora Isilda Jana as circunstâncias precisas como foram assinados os contratos (porque há 2) com a empresa de Carrilho da Graça......
 
Deixando estes comentários para outro dia, porque se aproxima o Natal, que teoricamente é tempo de paz, e temos de ter tempo para homenagear um verdadeiro resistente à Ditadura e à hipocrisia clerical, Monsenhor Carvalheira que acaba de falecer, vamos responder ao amável comentário do nosso leitor José  Duarte, não sem dizer antes que já moderámos comentários ofensivos numa linguagem de carroceiro do Souto assinados por um tal Cachoeira.
 
O homem fazia ameaças para que não disséssemos o que pensávamos dum cacique batido miseravelmente nas eleições que insultava D.Alice de Brito, porque ela não tinha querido levar a mãezinha a exame....
 
Somos a favor de professoras como a D.Alice, se todos os professores fossem como ela foi haveria menos analfabetos em Portugal.
 
Depois disto vimos responder à sugestão do nosso leitor José Duarte para que faça um jantar de homenagem ao Dr. José Amaral.
 
Somos a favor, mas desde que à porta do restaurante se afixe um letreiro enorme:
 
Foto o Mirante
 
  
PROIBIDA A ENTRADA AO ALBANO!
E JÁ AGORA AO ALVES JANA, BAPTISTA PEREIRA E RESTO DA TRIBO!
  
  
 
 


publicado por porabrantes às 20:18 | link do post | comentar

Terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

Divulgamos algumas estátuas e imagens  de burros, espalhadas pelo Mundo, para que os escultores abrantinos se possam inspirar na necessária homenagem que se há-de prestar ao JERICO.

 

                    

 

Aos autores destas obras primas, o nosso obrigado!

 

todos com o JERICO!

 

 

 


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publicado por porabrantes às 23:19 | link do post | comentar

 

Prometemos e cumprimos. Dissemos que íamos falar da Poesia de Saldanha da Rocha.
Na alma de cada luso, mesmo que retornado jaz um poeta lírico,  capaz de lançar as suas efusões sentimentais numa edição de autor, com a secreta esperança de se vir a tornar num vate como Torga, Alegre, Pessoa ou Luís Vaz.
 
E na verdade somos um País de Poetas, homens cujo trabalho em prol da Língua e da Cultura, tornaram o português, um idioma universal e que além-Atlântico, onde o Pai da D.Lurian diz que não lê livros, porque lhe dão sono, a saga prosseguiu até encontrar em João Cabral de Melo Netto, um extraordinário herdeiro duma tradição que remonta pelo menos a El-Rei Dom Dinis.
 
Mas não é poeta quem faz versos que deviam ter ficado na gaveta. Eça que transformou o Português na língua que falamos hoje, não fazia versos a não ser a gozar....
 
Saramago, extraordinário prosador (apesar de ter sido excomungado pela Excelentíssima Senhora de Baptista Pereira), é um versejador medíocre.
 
Em comparação, Alegre é a demonstração que um político pode escrever grande poesia.
 
No entanto,  o dr. Agostinho Neto, autor da Sagrada Esperança, coitado não passa de um pobre diabo no que à poesia respeita.
 
Dizer isto já custou a um crítico literário ser fulminado pelos media angolanos, todos obedientes ao patrão, ou seja ao eng. José Eduardo. Dos Santos por causa das moscas tropicais.
 
O Povo é sensato em matéria de poesia e por isso não come gato por lebre. Por isso repousa nos armazéns municipais a obra poética de Nelson Carvalho, Prémio Botto, porque ninguém a compra, apesar de estar a preço módico e do PS ter largos milhares de votos no Concelho.
  IMAGEM DE MAÇÃO PARA TODOS. SALDANHA NEM SEQUER POUPA AS AVÓS DOS CANDIDATOS DA OPOSIÇÃO....
(HISTÓRIA PARA CONTAR OUTRO DIA)
  
Saldanha da Rocha, o inventor da política rupestre, (graças ao patrocínio do divulgador da arte hitleriana Luís Oosterbeck) encontrou um remédio para obrigar os ordeiros habitantes do Mação a lerem o que escreve:
 
‘’José Manuel Saldanha Rocha não é vaidoso, mas tem orgulho na sua terra e no seu trabalho, que diz ser influenciado pela poesia. No dia da mulher fez um poema que inseriu em 1500 flores de papel distribuídas às munícipes do concelho. Mas faz questão de recusar qualquer intenção de caçar votos porque, como diz, “não sou político, apenas faço política autárquica”.    –contou o ‘’Mirante’’ quando traçou o seu carismático perfil......
 
Estão a imaginar quando Manuel Alegre for Presidente da República mandar distribuir 5 milhões de flores de papel às mulheres portuguesas com versos seus?
 
Acham que o vate de Coimbra era capaz de assinar uma saldanhada rupestre destas ?
 

POR ABRANTES  



publicado por porabrantes às 22:40 | link do post | comentar

 
Num acto de verticalidade e corajosa coerência política, o Dr. José Amaral, subscritor da petição e deputado independente à Assembleia Municipal, demitiu-se do seu cargo, enviando uma violentíssima carta ao Presidente da Assembleia Municipal, o Ministro Jorge Lacão Costa, onde denunciava com frontalidade e valentia a cobardia política do Arq. Albano Santos, ex-cabeça de lista dos Independentes à C.M.A.
Desde sempre José Amaral se caracterizou por dizer o que pensava, tendo apoiado a contestação popular ao faraónico projecto de Carrilho da Graça de que Albano Santos foi um dos responsáveis e mais entusiastas defensores, só ultrapassado por gente que não tem sentido de humor nem é capaz de defender o património de Abrantes, como João Pico ou Nelson Carvalho.
Tiramos o chapéu a José Amaral, advogado que dedicou boa parte da sua vida profissional a sozinho defender nos Tribunais o povo de Abrantes contra o esbulho que foi a isenção de sisa concedida pelo governo a quando do negócio da Central do Pego.
Recordemos que tanto as edilidades de Humberto Lopes e Nelson Carvalho deixaram sozinho o ilustre Advogado num combate quixotesco contra o esbulho a que Abrantes foi sujeita.
Recordemos que os partidos políticos fizeram o mesmo e que os senhores rotários homenagearam agora o director da central pegacha em vez de homenagear o Advogado íntegro, o Homem de Bem e o herdeiro daquele que foi um cidadão exemplar, o médico José Amaral.
Recordemos que tarde e más horas, a edilidade de Nelson Carvalho resolveu apoiar José Amaral e patrocinar uma petição popular contra o negócio da sisa, quando a acção popular, um monumento à dedicação cívica e à ciência jurídica, já estava no Tribunal Constitucional, um dos mais veneráveis exemplos da partidocracia lusitana.
Agora que o Dr. Amaral já não é um político, contamos com ele para varrer o projecto do Carrilho da face honrada de Abrantes.    
   
Por Abrantes


publicado por porabrantes às 21:44 | link do post | comentar | ver comentários (2)

 

 
Fotos Sapo- A actual Presidente da C:M.A.
A participação cívica está garantida na Constituição e nas Leis. Mas uma coisa é a teoria e outra a prática. Por exemplo os cidadãos podem participar na Assembleia Municipal para dizerem de sua justiça e inclusive colocarem questões aos eleitos que os preocupam, designadamente sobre as funções da Assembleia Municipal que é um órgão não só deliberativo mas também de fiscalização do Executivo Municipal.
 
Pois bem se já sabemos que os eleitos só recebem os documentos a discutir com 48 horas de antecedência, prazo escasso para os estudarem, imagine-se o cidadão comum que ultimamente nem sequer tem acesso às actas camarárias.
A última on-line é de 9 de Novembro.
 
Para se ter alguma ideia do que andam a fazer, tem de se acudir à página do PSD amar-abrantes que em boa hora tem divulgado as posições dos Vereadores deste partido nas questões em debate.  
  
E como é que se informará a Imprensa?
Naturalmente através dos amáveis ‘’press-release’’ que o competente serviço de imprensa distribui.
Ou seja estamos muitas vezes sujeitos a uma informação do tipo corta & cola.
Isto não é informação é propaganda.
 
E por isso o povo não participa. Por isso estranha-se que se vá gasta tantas massas em incentivar os jovens a participar nas instituições locais e não dê possibilidade à generalidade da população de ter forma de se informar.
 
E agora, milagre dos milagres, vamos dizer bem do poeta Saldanha da Rocha ( que o nosso amigo António Colaço não se indigne!)  porque podemos ler as actas da Assembleia Municipal do Mação on-line e as de Abrantes não......
 
Porquê ?
 
Serão os debates demasiado vivos para excitarem o povo?
 
Talvez fosse melhor gastar o dinheirinho a pôr as coisas a funcionarem bem e deixarem o show-off para tempos em que não haja crise....   
 
POR ABRANTES


publicado por porabrantes às 16:27 | link do post | comentar

Polícia Municipal de Coimbra: Euclides Santos provável comandante

''Euclides Santos, técnico superior da PSP, é o vencedor de um concurso para nomeação do comandante da Polícia Municipal de Coimbra, apurou, hoje, o “Campeão”.

Natural de Cabo Verde, 50 anos de idade, é licenciado em Direito e pós-graduado em Ciências Criminais.

O comando da PM conimbricense foi assegurado, interinamente, este ano, pelo chefe da Divisão de Gestão Operacional e Fiscalização, António Leão.

Euclides Santos ingressou na carreira técnica depois de alguns anos de actividade policial (subchefe).

Fonte conhecedora do processo declarou ao nosso Jornal que entre os opositores ao concurso havia uma pessoa com vários anos de experiência como operacional de Polícia. Trata-se de um jurista e mestre em Medicina Legal, subcomissário, a comandar, actualmente, a Esquadra de Abrantes da Polícia de Segurança Pública.

Esse concorrente, que dirigiu as esquadras de Entroncamento e Torres Novas e comandou a Brigada de Investigação Criminal da PSP de Viseu, foi louvado pelo director nacional da corporação, pelo comandante distrital de Lisboa e pelo comandante distrital de Santarém.''

 

Felicitamo-lo  pelo concurso ganho, prova de que na Câmara de Coimbra as nomeações se fazem por concurso e não por questões políticas.

 

E por outro, o Dr. Euclides  deixa de de ter também de se incomodar   com o processo de burro Jerico e do empenho camarário de incomodar um senhor da PSP por ser familiar do dono do burro mais mediático de Portugal. 

 

 

Damos as Boas Festas ao Jerico, ao Dr. Euclides, ao dono do burrinho ( que premiamos com o nosso galardão  São Francisco de Assis para o melhor amigo dos animais de Abrantes).

 

Sugerimos à D.Maria do Céu uma amnistia para o Jerico.

 

Sugerimos ao povo de Abrantes uma subscrição popular para construir uma estátua para o simpático burrinho.

 

Por Abrantes

 



publicado por porabrantes às 10:12 | link do post | comentar

Domingo, 20 de Dezembro de 2009

Autarquia pretende avançar com a construção nos terrenos

Duas casas modernistas da família Alçada Baptista em perigo por causa de barragem

25.10.2009 - 14:40

 
O director do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) determinou a abertura do processo de classificação do sítio conhecido como Tapada do Dr. António, na Covilhã, mas depois de receber uma carta do presidente da câmara local, solicitando o cancelamento da decisão, veio dizer que afinal tinha sido um "lapso".

DR

A casa da foto pertenceu ao arquitecto Luiz Alçada Batista, autor do seu projecto e do da casa do irmão, mesmo ao lado

 

O processo foi desencadeado em Agosto de 2008, quando um dos proprietários (Luís Alçada Baptista, filho do arquitecto Luiz Alçada Baptista e sobrinho do escritor António Alçada Baptista) solicitou ao director do Igespar a abertura do processo de classificação do terreno na freguesia de Cortes do Meio. A existência de um sistema hidráulico singular para enchimento de lameiros foi um dos argumentos invocados, juntamente com o da existência de duas habitações modernistas que "foram palco da vivência incontornável da cultura contemporânea portuguesa que envolveu a família Alçada Baptista".

O processo seguiu para o chefe da Divisão de Estudos Patrimoniais e Arqueociências do Igespar, que destacou o "valor arquitectónico do edificado", o seu "interesse como testemunho simbólico" e "o que nele se reflecte do ponto de vista da memória colectiva, através da sua ligação a alguns dos momentos e a algumas das figuras mais marcantes da cultura portuguesa da segunda metade do século XX". Miguel Soromenho sublinhou também "a conservação de sistemas hidráulicos tradicionais ligados aos ecossistemas produtivos regionais" e sugeriu a classificação da Tapada do Dr. António.

Face a isto e à concordância do director do Departamento de Inventário, Estudos e Divulgação, o director do Igespar, Elísio Summavielle, determinou, em Março de 2009: "Proceda-se à abertura do processo de classificação". A notícia foi mal recebida pelo presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto (PSD), que em Maio escreveu uma carta àquele responsável solicitando-lhe o "cancelamento da abertura do procedimento administrativo para classificação".

Isto porque a autarquia pretende avançar com a construção nos terrenos da família Alçada Baptista da Barragem da Ribeira das Cortes (para abastecimento de água para consumo humano), mas para isso precisa que seja prorrogada a Declaração de Impacte Ambiental favorável condicionada de Setembro de 2006, por já terem passado dois anos desde a sua emissão. E como esta obra implica, como explica Luís Alçada Baptista, a submersão das duas habitações modernistas e de um sistema de levadas do século XIX, a sua concretização poderia ficar comprometida com a abertura do processo de classificação.

Na sequência da carta do presidente de Carlos Pinto, o director do Igespar escreveu a um dos proprietários da tapada dizendo que tinha havido um "lapso", já que o processo tinha sido apenas "remetido para estudo e instrução pela Delegação de Castelo Branco da Direcção Regional de Cultura do Centro, no âmbito das respectivas competências". "Somente após o parecer daqueles serviços este instituto se pronunciará no sentido da abertura, ou não, do processo de classificação", alegou Summavielle.

Os proprietários ameaçam contestar este recuo em tribunal, afirmando que "após análise das disposições normativas aplicáveis se concluiu que as Direcções Regionais de Cultura não têm qualquer competência instrutória ou consultiva em processos de classificação de bens imóveis", pelo que o despacho de abertura do processo de classificação proferido por Summavielle "não constitui nenhum lapso" e a sua revogação posterior "não pode deixar de ser inválida".

Ao PÚBLICO, o director do Igespar disse que a necessidade de um parecer prévio "não-vinculativo" da Direcção Regional de Cultura do Centro constitui "uma norma interna procedimental, que não decorre da lei". "É evidente que houve uma falha procedimental e é evidente que não podia abrir um precedente", defende-se Elísio Summavielle, garantindo que legalmente pode anular um despacho seu desde que o fundamente, como diz ter feito neste caso.

 

 

 

Nota: Do Público como prometemos retiramos a notícia da ofensiva da Câmara da Covilhã contra a Serra!!!

 

Aguardamos a solidariedade de Lucília Moita  com a preservação da memória de Alçada Baptista!



publicado por porabrantes às 23:42 | link do post | comentar

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