Terça-feira, 1 de Junho de 2010

Segundo a Imprensa publicou hoje e segundo tínhamos insinuado o sobreirogate finalmente deu o que tinha a dar,

 

Abel Pinheiro é um dos 11 arguidos pronunciados
Abel Pinheiro, maçon, ex-alto dirigente da facção política de João Pico e mais um resto de rapaziada são acusados de vários delitos.

 

Obviamente a acusação não significa culpabilidade e os acusados gozam de presunção de inocência.

 

Mas  o processo põe em causa  o financiamento dos partidos, um doador de massas ao CDS celebérrimo chamado Jacinto Leite Capelo Rego e o ex-presidente da concelhia abrantina do CDS em 2007 eng. António Gonçalves, confidente de João Pico, que era um dos responsáveis da floresta ribatejana.

 

Interrogamo-nos se Pico também era confidente do seu colega de partido e benemérito Jacinto Leite Capelo Rego que as autoridades não conseguiram encontrar e cujo paradeiro é um enigma.

Curiosamente está a dissertar Pico sobre formas de salvar a floresta de Abrantes e com  tipos como Jacinto Leite Capelo Rego 
não há floresta no Sul do Concelho que resista......

 

Sobro para o chão, viva o betão !!!!*

 

( slogan com que os piquistas se pensam candidatar nas próximas eleições na freguesia da Bemposta.)

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 12:52 | link do post | comentar

Peter CooK in

"Portugal merece mais do que uma arquitectura cool"

10.02.2010
Por: Vanessa Rato
diminuiraumentar
Para Peter Cook, autor do Estádio Olímpico de Londres para 2012 e um dos comissários da Trienal de Arquitectura de Lisboa deste ano, o Centro Cultural de Belém é "um complexo horrendo, bombástico, quase neofascista"

Cidades completamente nómadas, transportáveis por ar, edifícios que se podem usar como roupa, cadeiras que se transformam em automóveis: na década e meia que decorreu entre 1960 e 1974, seis jovens britânicos recém-formados estiveram juntos num projecto inspirado pela cultura pop e psicadélica de um mundo cheio de novas possibilidades tecnocientíficas e repensaram a fundo as possibilidades da linguagem da arquitectura e do espaço social.

Peter Cook, Ron Herron, Warren Chalk, Dennis Crompton, David Greene e Mike Webb chamaram ao seu projecto Archigram, um atelier de arquitectura e uma revista com o mesmo nome onde foram publicando os seus projectos, visões utópicas de um futuro high-tech que ficou por construir mas que se tornaria em toda uma referência pós-modernista.

O crítico norte-americano Michael Sorkin falaria num cruzamento entre a herança de uma engenharia heróica britânica - o Palácio de Cristal, o Spitfire... - e o idealismo tecnocrata vernacular das imagens da Marvel Comics, dos jogos da Meccano e dos parques de diversões. O Centro Georges Pompidou, de Paris, é tido como uma das mais conhecidas obras inspiradas no legado deste colectivo.

Aqui fala Peter Cook, um provocador.

Depois de um período de arrefecimento relativo, ao longo da última década a obra do grupo Archigram começou a ser recuperada, nomeadamente com a atribuição de alguns prémios. Por que acha que essa recuperação se está a dar- neste momento específico? 

São os ciclos das modas. Acredito que a cultura se desenvolve em loop - se andarmos por cá tempo suficiente, acabamos por voltar [risos]. Da última vez que estive em Portugal foi para a inauguração da exposição do Pancho Guedes [no Centro Cultural de Belém, em Maio do ano passado]. É interessante que, por fim, Portugal esteja a reconhecer que há um tipo muito extraordinário que acontece ser português...

Acho mesmo que a cultura se movimenta em loop. Depois do primeiros tempos áureos do grupo Archigram houve um período de cerca de dez anos em que nenhum jovem arquitecto espertalhaço queria ser apanhado a falar de nós, muito menos a admirar-nos. Depois, claro, nós próprios vamos mudando os nossos territórios de interesse.

Em que sentido?

Irrita-me, por exemplo, que em relação ao edifício azul [do museu Kunsthaus] de Graz [construído para a Capital Europeia da Cultura de 2003], toda a gente tenha dito: "Ah! É um edifício Archigram!" Na verdade, acho que inclui muitos outros tipos de ideias. É demasiado fácil dizer que é Archigram. Eu próprio às vezes parodio essa circunstância [de recepção do meu trabalho]: começo as minhas palestras com uma imagem de um projecto Archigram e outra de um trabalho meu recente. Digo: "Só há duas coisas que precisam reter: isto é o jovem Peter Cook, e isto o Peter Cook mais velho. Agora podem ir para casa. Tudo o resto, no meio, é ruído, é confusão." Porque acho que o resto é a parte interessante. 

A minha verdadeira contribuição, se é que ela existe, está em desenvolver e jogar com o vocabulário da arquitectura. Não apenas o vocabulário de uma arquitectura pensada para usar e deitar fora, ligada à sociedade de consumo, nem com a arquitectura enquanto disciplina académica, mas com a arquitectura como extensão da vida e do teatro da vida. Isso interessa-me.

Por exemplo?

Por exemplo, neste hotel a preto e branco [Fontana Park Hotel], não estou seguro de o teatro da vida ter sido pensado. Acho, aliás, que esse teatro é inibido. Aqui estamos os dois, sentados nestas cadeiras rígidas, a querer conversar e sem conseguir encontrar uma boa posição. O que gostaria é que houvesse aqui 15 sítios onde pudéssemos tomar café e 93 maneiras de podermos recostar-nos, de estar cara a cara ou de nos tocarmos ou o que raio quiséssemos fazer. No período eduardiano [1901-1910], por exemplo, os arquitectos ingleses eram bons nisso. Um hall de hotel teria uma série de sítios para nos sentarmos juntos. O modernismo pôs isso de parte. O modernismo é pio e os seus seguidores são devotos. O modernismo diz que temos que nos sentar direitos e manter o pacote de batatas fritas no bolso. Eu gosto de ambientes burgueses, gosto de cadeiras confortáveis, muito obrigado, gosto de portas que abrem com facilidade, muito obrigado...

O que estou a dizer é que me interessa muito o vocabulário da forma, do método, dos materiais, da organização, da experiência da vida na arquitectura. E a grande contribuição do grupo Archigram foi ampliar e diversificar esse vocabulário. Muita arquitectura inglesa da altura [da criação do grupo] restringia-se a certos parâmetros modernistas ou históricos. O que o projecto Archigram disse foi: "Esperem lá!, há muitas coisas a acontecer no mundo; produzem-se carros, fazem-se paredes de vidro, as pessoas divertem-se nas praias!" Depois da dissolução do grupo Archigram [em 1974] continuei por esse caminho. Olho para quiosques de rua, para materiais curiosos, vejo o que as pessoas fazem nos autocarros, interessam-me os patins, os skates... Fico fascinado pelo que se passa à minha volta, fascinado por pessoas. Observo, extrapolo e traduzo o que vejo nos maneirismos da arquitectura. Normalmente descrevo-me como um pluralista extremo.

Um pluralista extremo: tudo é válido?


É uma pluralidade com limites, claro.

Há muitas formas de matar um gato. Por exemplo, aquele edifício terrível onde a trienal vai acontecer, aquele complexo horrendo feito pelo [arquitecto italiano Vittorio] Gregotti [o Centro Cultural de Belém], bombástico, quase neofascista... Irrita-me tanto!

Não estive muitas vezes em Portugal. Esta é apenas a minha terceira visita. Mas já me fizeram saber que os arquitectos portugueses mais jovens seguem a arquitectura suíça racionalista. Fascina-me ouvir isso. Penso: "Que pena!" Porque ao visitar o Porto, por exemplo, não fico fascinado pela arquitectura do Eduardo Souto de Moura, que é o que é suposto apreciarmos. Fico mais fascinado pelo facto de ser uma cidade tão bizarra, tão cheia de inconsistências estranhas.

Que tipo de inconsistências? 

A cidade parece uma colagem. Vêem-se uns edifícios que parecem Art Déco belga, outros com azulejos brancos e azuis, outros que são simplesmente tolos. Vê-se uma rua que, de repente, simplesmente acaba, ali, aos nossos pés. Vêem-se duas pontes, uma em cima da outra, como se alguém não conseguisse decidir a que altura construir e tivesse escolhido fazer duas... Passei pouco tempo no Porto, apenas dois dias, há alguns anos, mas adorei. Uma cidade riquíssima, completamente apatetada. E suspeito que o edifício do Rem Koolhaas encaixe bem nela, suspeito que funcione como uma extensão desse ambiente, que não seja apenas uma coisa educadinha.

De qualquer forma, sempre achei que as segundas cidades de um país são fascinantes. Não têm que olhar para o establishment, porque não é nelas que se centraliza o poder. As pessoas nas capitais, normalmente, são pomposas. As segundas cidades esforçam-se mais, são mais empreendedoras, antes de tudo porque ninguém está a olhar. Têm normalmente a arquitectura mais criativa... Graz mais do que Viena, Antuérpia mais do que Bruxelas, Glasgow mais do que Edimburgo... A arquitectura mais travessa, a atitude mais descomplexada perante a criatividade está nas segundas cidades. As primeiras cidades, paradoxalmente, tornam-se mais provincianas. Mas, ainda em relação a Portugal: a palestra que o Pancho deu em Londres, e à qual assisti, estava cheia de miúdos que adoraram, aplaudiram e saíram de lá fascinados, a quererem saber quem era aquele tipo. E, contudo, em Portugal, pratica-se uma arquitectura cool, racional. Acho que o país merece mais do que isso. Mas, para ir ao ponto: será que tem autoconfiança suficiente para fazer melhor? Ou quer fazer como os suíços e italianos, ser levado tão a sério quanto os suíços e italianos? Estou a ser cínico, eu sei...

Começou por dar o exemplo das palestras em que mostra um jovem Peter Cook e um Peter Cook mais velho. Entre os dois há uma imensa história do mundo. Quando o grupo Archigram é formado, no Ocidente vivíamos um período de imenso optimismo e expansão económica... 


Pois... Ainda há uns dias um jovem crítico e arquitecto alemão me falava disso, a dizer que tivemos a vida facilitada enquanto criativos por trabalharmos nesse contexto optimista. Parece-me uma leitura demasiado fácil. 

A questão não era essa, mas, já agora, por que é que é uma leitura fácil? 

Não valoriza as questões interpretativas. Na altura, nós sentíamos que quem tinha tido sorte eram os da década anterior. Achávamos que as grandes ideias realmente tinham surgido nos anos 1950, por exemplo, a nível tecnológico, como resultado da II Guerra Mundial. O que sentíamos era que estávamos só a continuar a surfar a onda, e não a viver uma época especial. A atmosfera do momento parecia-nos bastante fastidiosa, apesar de rica em termos criativos.

O que quero dizer é: não podemos recostar-nos e apontar as circunstâncias e os contextos económicos como álibis centrais. Há circuitos de pessoas que, apesar das dificuldades, são criativas, empreendedoras, espirituosas, engenhosas e simplesmente levam a coisa para a frente. É por isso que me irrita que me venham dizer que nós tivemos sorte.

A questão, na verdade, era: depois do optimismo dos anos de reconstrução e expansão do pós-guerra, em que os contornos da sociedade de consumo e da era da máquina pareciam particularmente sedutores, vivemos vários ciclos depressivos - o Vietname, a Crise do Golfo, o 11 de Setembro, a actual crise económica mundial... -, momentos que nos forçam a reconsiderar o tom dessas visões. A pergunta era: o tecno-positivismo que marcava o projecto Archigram, fundado em anos de descoberta e optimismo, faz sentido hoje?

Diria que os meus interesses, hoje, estão tanto com as pessoas como com a tecnologia, talvez mais com as pessoas. Hoje fascinam-me mais as circunstâncias. Já não me interessam tanto os gadgets, mas talvez mais o que se pode fazer com uma caixa de cartão, um cordel e um guardanapo. Por exemplo, a minha mulher é de Telavive, onde há muita arquitectura modernista, onde há, por exemplo, essa estrutura do cânone modernista que é o boulevard com árvores, onde as pessoas passeiam o cão e onde, tradicionalmente, há um quiosque. Fotografei dois. Um desses quiosques em Frankfurt, na Alemanha, outro em Telavive, Israel. O de Frankfurt, uma cidade burguesa, sem problemas, é uma miséria. Pertence a um turco também miserável que não se percebe o que vende. O de Telavive, uma cidade com todos os problemas que conhecemos, é um oásis, maravilhosamente pintado, com uma fila constante de gente à espera para comprar fruta fresca e sumos acabados de fazer. Há uma ironia nisto, uma ironia com vários estratos de leitura: não é tanto o modelo da coisa, é o que acontece a esse modelo ao ser interpretado. Quem criou as noções de boulevard e quiosque acreditou em dispositivos, mas depois há as circunstâncias. Agora, nos tempos do Archigram talvez falasse do quiosque ou de uma mota que vi em Londres, que se transforma numa tendinha de venda de café (é outro tipo de quiosque e tem tudo a ver com as lógicas Archigram de mobilidade e funcionalidade - tenho dezenas de imagens de coisas semelhantes...). Dizia que nos tempos do Archigram talvez falasse do quiosque enquanto dispositivo, mas talvez não falasse das outras camadas de leitura.

A questão da mobilidade: desde os tempos do Archigram, a noção de mobilidade mudou. O conceito de nomadismo, por exemplo, essencial ao vosso projecto, transformou-se numa espécie de mobilidade imóvel: a mobilidade imóvel da viagem via Internet.

Sim. É uma realidade com efeitos colaterais muito intrigantes. Por exemplo, certos tipos de paranóia: com o computador as pessoas não saem, têm conversas picantes e experiências com amantes que nunca viram olhos nos olhos.

Essas realidades não faziam parte do mundo antecipado pelas utopias futuristas do projecto Archigram? 
Peter Cook from Archigram, Architects Association.jpg Peter Cook

Sim, mas na altura nós ainda estávamos preocupados com coisas. Entretanto, tudo se desmaterializou imenso. O facto de usarmos uma série de novas tecnologias e materiais introduz mudanças maravilhosas. Por exemplo, hoje podemos usar uma janela como sistema de aquecimento e uma parede como sistema de comunicação. O que tem aqui, em cima de mesa, é um telemóvel, mas também é uma máquina fotográfica, um gravador... Aquilo que eu tenho no meu bolso [uma pen] pode ser uma máquina de barbear ou um vibrador. No passado, uma porta era uma porta, uma cadeira era uma cadeira e uma galinha era uma galinha. Hoje não. No sentido destas mudanças paradoxais, vivemos um momento muito interessante que o vocabulário da arquitectura tem que acompanhar.

Archivo:Graz Kunsthaus vom Schlossberg 20061126.jpg

Graz Kunsthaus vom Schlossberg de Peter Cook

 

Nota:

Se querem arrasar a memória histórica de Abrantes por favor não contratem arquitectos piedosos que são a cópia pia do Le Corbusier sem nenhuma das qualidades dele e com todos os defeitos.

 

Contratem tipos divertidos como o CooK

 

Não é que defendamos arrasar São Domingos e meter lá uma coisa como a Kunsthaus de Graz!!!

 

Mas se persistem em arrasá-lo, tragam-nos um gajo divertido, o Cook, o Taveira ou o Troufa Real

 

Agora ''caixotes da praxe, não!!!!

 

Já nos chega que o Rei do Caixote seja abrantino e se chame João Pimenta.....

 

Miguel de Ataíde



publicado por porabrantes às 12:02 | link do post | comentar

SEGUNDA-FEIRA, MAIO 31, 2010

Entrada de Abrantes tira Câmara do UBIMedical_Carlos Pinto diz que proejecto inicial foi desvirtuado

 

A Covilhã não participa em projectos para tapar exercícios politico-partidários”. É esta a explicação dada pelo presidente da autarquia serrana, Carlos Pinto, para a saída da Câmara do projecto UBIMedical, um cluster empresarial em saúde que é liderado pela UBI.




O UBI Medical é um projecto na área da investigação em saúde, da biomedicina e dos novos materiais, que no início contou com a entrada da Câmara e do Parkurbis, que acabaram por sair devido a uma “imposição”. Na última sessão do executivo covilhanense, na sexta-feira, 21, Carlos Pinto explicou que a Câmara é que iniciou o processo, há cerca de três anos, que apresentou a candidatura ao QREN, que foi aceite, mas “no mínimo”, porque segundo o autarca o Governo “priveligia Coimbra e Aveiro”. O autarca diz que mostrou essa insatisfação ao primeiro-ministro, José Sócrates, a quem escreveu, a Câmara “fez pressão para a Covilhã não ficar de fora” e as verbas acabaram por serem aprovadas. Tudo parecia correr sobre rodas, neste projecto conjunto da UBI, Câmara, Parkurbis e Siemens, até que, em Coimbra, o Reitor da UBI, João Queiroz, foi convidado a apresentar o mesmo. Uma cerimónia que despoletou a insatisfação da Câmara. Carlos Pinto conta que a autarca de Abrantes classificou como um “escândalo” a não entrada do seu município neste projecto, numa altura em que o economista Augusto Mateus já desenvolvia o estudo de um projecto para Abrantes intitulado “A23”. Abrantes acabou por ser incluído no UBIMedical, e por isso, a Câmara covilhanense saiu. “Eram dois milhões e meio de euros da responsabilidade da Câmata. Houve um desvirtuamento do projecto inicial, comunicámos que neste novo modelo não entraríamos” afirma Carlos Pinto.

O autarca diz que a autarquia e Parkurbis, apesar da saída, foram os “catalizadores” do UNIMedical e que importa é que o projecto venha para a Covilhã. Pinto lamenta que a UBI não tenha “esclarecido este assunto” e diz agora a participação da autarquia é “meramente financeira”. O autarca até põe em dúvida a entrada da Siemens no mesmo, já que diz que dos muitos contactos que teve com os responsáveis desta empresa sentiu que “estão aborrecidos” e que “não gostam destas tretas”. Apesar de tudo, “a Câmara está a fazer tudo para que a Siemens se mantenha”.


Vítor Pereira, vereador da oposição socialista, lamenta o sucedido. “Fiquei desencantado pelo não participação da Câmara” afirma.

 



publicado por porabrantes às 10:39 | link do post | comentar

Acabo de chegar e o Miguel Abrantes já fez das suas!!!!

 

 

Vândalo!!!!

 

Arruaceiro !!!!

 

Espécie de zuavo !!!! (insulto made in Capitão Haddock para os clientes de depósitos de velhos chama-se Capitão Rosa!!!!)



 

Em vez de usar a pedagogia, usa a sátira mal-amanhada!!!!

 

Em minha casa não há Chefa, as coisas passam-se assim, que é o que diz São Paulo numa certa encíclica,

 

[Na+cama_1950.jpg]
A disciplina e a ordem são coisas muito bonitas!!!!

 

Há que manter o status!!!!

 

Os Ataídes somos assim

 

Marcello de Ataíde



publicado por porabrantes às 09:14 | link do post | comentar

Ainda hoje,

 

 

bombeiros não montam orgia....................

 

 

filho da Dona Francelina e a Dona Sónia podem dormir descansados.....



publicado por porabrantes às 09:11 | link do post | comentar

proximamente

 

 

revelamos contrato de Baptista Pereira !!!!!



publicado por porabrantes às 09:10 | link do post | comentar

A D.Maria do Céu comentou que a Escola da Alvega deveria ser aproveitada para montar mais um depósito de velhos.



A D.Maria do Céu não disse isto.

 

 

D.Maria do Céu é politicamente correcta. !!!!

 

A D.Maria do Céu disse que a Escola da Alvega deveria ser aproveitada para montar um lar de idosos!!!

 

O Plano secreto dos nossos políticos locais e da Santa Madre Igreja ( o Sr. Cónego vai montar mais um depósito de velhos,

 

perdão,

 

 

O Senhor Cónego é politicamente correcto. !!!!

 

O Sr. Cónego vai montar um lar de idosos!!! )

( deve ser que o uso das seringas está a diminuir, e é preciso conquistar mais freguesia...)

 

é o de construirem 5 lares de idosos/por freguesia!!!

 

O problema é este, dentro de 10 anos, Abrantes será um centro monumental dominado pela Torre do Carrilho,cercado por 95 depósitos de velhos (5 por freguesia), uma paisagem de terra queimada pelos flogos florestais e um império imobiliário da Santa Madre Igreja (filial- paróquia de São Vicente).



Tendo em conta a taxa de mortalidade dos velhos um estudo científico prova que num prazo de dez anos a taxa de testamentos a favor dessa paróquia disparará de 2 por ano a 20/ano.

 

A Paróquia pensa mudar de nome.

 

Vai-se passar a chamar Imobiliária São Vicente, S.A. e o Sr.Cónego de  pároco passará a Presidente do Conselho de Administração.

 

Miguel Abrantes

(ainda não veio o Ataíde para me censurar a prosa anti-clerical, o Ataíde não tem uma Chefa lá em casa que o obrigue a levantar-se cedo para lhe levar o pequeno almoço à cama)



Uma Chefa (bonita, ao menos) obrigando um ex-seminarista ao primeiro trabalho do dia.....



publicado por porabrantes às 08:19 | link do post | comentar

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