Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

 

posto por a.abrantes (humorista fúnebre)



publicado por porabrantes às 09:49 | link do post | comentar

Carta do Bispo de Dili à Mulher de Maggiolo Gouveia

Pax Christi
Dili, 10 de Março de 1976

 

Exma. Senhora D. Maria Natália Gouveia

 

Há muito que me pesam no coração a dolorosa ansiedade e a cruel angústia de V. Ex.cia e de todos quantos têm estado sem notícias deles. Por S.Excia Rev.ma o Pro-Núncio Apostólico em Jacarta sei, agora, que V.Ex.cia vive mergulhada em grande aflição e tristeza por absoluta falta de notícias e que pediu à Santa Sé informações sobre a situação de seu estremoso marido. É mais uma falta da minha parte. Mas, como compreenderá, nem sempre é possível escrever em pleno fragor da guerra. A vida começa, agora tanto quanto é possível, a normalizar-se na cidade de Dili e nalgumas Vilas da Província e, por isso, apresso-me a escrever-lhe esta carta, através da mesma Nunciatura em Jakarta que, espero, a fará chegar às mãos de V.Ex.cia.

Durante o período de guerra, como V.Ex.cia sabe, tenho acompanhado, mais ou menos de perto, directa ou indirectamente, a sorte dos nossos queridos prisioneiros e, por isso, também, a de S.Ex.mo Marido e meu caríssimo amigo tenente-coronel Maggiolo de Gouveia. Particularmente assisti-lhe com assiduidade quando ele baixou no Hospital, sem gravidade, mas onde se manteve até ao dia 7 de Dezembro de 75. Nessa data, a FRETILIN levou para Aileu todos os doentes-presos, como aliás todos os seus prisioneiros, detidos em Dili, que andaria à volta de uns 800. Foi, então, que perdemos o contacto com os presos. Todos nós sentíamos a sensação de nos encontrarmos num túnel de curva fechada e vivíamos horas densas de angústia, situações de terror e como que de contínuo suspensos sobre o abismo da morte. Deus, e só Deus, era a nossa esperança: ao coração d`ELE fazíamos e continuamos a fazer insistente violência.
Só agora, e já lá vão sete meses de guerra - começa a raiar esquivamente a aurora de possíveis dias de paz: começa a haver tranquilidade e confiança e a vida está a voltar à normalidade. E, também, só agora, estão chegando notícias daqui e dali, do interior da Província, do que por lá se passou. Estão aparecendo em Dili alguns prisioneiros levados pela Fretilin, mas são muito poucos, os suficientes, porém, para por eles se saber os que não voltarão porque foram mortos pelas hordas comunistas. E entre estes que não voltarão, porque seguiram rumo à Casa do Pai do Céu, está o nosso querido tenente-coronel Maggiolo de Gouveia: fez ele parte dos mais de mil prisioneiros executados pela Fretilin no altar do ódio a Deus, à Família e à Pátria. É deveras doloroso esta minha missão de lhe vir anunciar que Seu estremoso marido não pertence já ao número dos vivos «neste vale de lágrimas», deu a sua vida pela fé e pela Pátria, morreu como um autêntico cristão, como um Homem inteiriço, como um militar de têmpera desses militares de antanho que são orgulho e exemplo da vossa gloriosa história. É natural, minha senhora, que o seu coração de esposa sangre de dor e que a sua alma mergulhe na tristeza mais atroz; mas quando um homem morre como o seu marido morreu, herói da fé e da Pátria, é mais motivo para dar graças a Deus e honrar-se em tal morte do que para lamentações e lutos. A certeza que lhe advém da fé, de que um dia encontrá-lo-à na Casa do Pai e o exemplo que ele deu, de testemunho da sua fé e das virtudes humanas, cristãs e militares, afirmadas sempre e, sobretudo, à hora da sua morte e com o sangue, serão o melhor e mais suave linitivo para a sua dor e deverão ser para V.Ex.cia e para seus filhos motivo de santo orgulho, de nobre estímulo na vida e, até, de cantar ao Senhor o «Magnificat».
A execução devia ter sido entre 9 a 15 de Dezembro de 75. Neste momento, ainda não me é possível averiguar a data exacta. Sei apenas algumas circunstâncias que tentarei passar ao papel, somente, para lhas comunicar.
Como atrás disse, todos os presos haviam sido levados de Dili para Aileu, em condições as mais desumanas. Em dia que ainda não consegui precisar, mandaram reunir todos os presos, como era rotina, e foi feita a chamada de cerca de 50 a 60 homens, incluindo o nome de Maggiolo de Gouveia, que sucessivamente iam alinhando no terraço. A este grupo, escoltado pela milícia armada, como era hábito, foi dada ordem de marcha em direcção à estrada de Aileu-Mausisse. Chegados aqui, e percorridos uns metros de estrada, soou a voz de «alto» e o grupo parou e viu-se próximo de uma grande vala, previamente aberta ao lado da estrada. É-lhes, então dito que todos vão, ali ser fuzilados. Há um momento de consternação e de estremecimento colectivo. As milícias põem a arma à cara: e é então, que o tenente-coronel Maggiolo levanta a voz e diz: Senhores, deixem-nos rezar. E todo o grupo, de joelhos em terra, reza o terço a N.Senhora, dirigido pelo tenente-coronel Maggiolo. Terminado este e estando todos de joelhos, encoraja e anima os seus companheiros «condenados à morte» e termina dizendo: Irmãos, breve vamos comparecer na presença do nosso Deus e Pai: façamos o nosso acto de contrição, o nosso acto de anor. E, em silêncio entrecortado de lágrimas, os corações daqueles homens sobem a Deus para pedir... lembrar... e dizer... aquilo de que, naquela hora derradeira, Deus é o Único testemunha. Depois, o tenente-coronel põe-se de pé, sendo seguido neste gesto pelos seus companheiros, e dirige-se aos soldados-algozes nestes termos: irmãos, nós estamos já preparados para comparecer no Tribunal de Deus, lá vos esperamos também a vós. O meu único crime foi o de não renegar a minha fé e o de amar Timor. Morro por Timor. Morro pela minha Pátria e pela minha fé católica. Podeis disparar. Evidentemente, os soldados timorenses ficam como que petrificados, não se movem, nem se atrevem a pôr a arma à cara. É um estrangeiro que rompe o silêncio destes primeiros instantes e quebra a indecisão daqueles soldados nativos: põe a arma à cara e dispara contra o tenente-coronel Maggiolo. E, logo a seguir, todos os soldados fazem o mesmo, abatendo com rajadas sucessivas todos os presos. (Esta narrativa - quero que o saiba, minha senhora, - ouvi-a da boca de um dos presos de Alieu, o Administrador do Concelho de Mabusse, Lúcio da Encarnação, que a ouviu por sua vez dos próprios soldados-algozes e que, ao fim, foi salvo pelas milícias de Ainaro).


Assim morrem os heróis. Assim morreu o tenente-coronel Alberto Maggiolo de Gouveia. E, quem assim morre, é orgulho para os pais, para a esposa, para os filhos e para a Pátria. Morreu como herói da fé e da Pátria: e, desta forma, não é a morte que coroa a vida, é a glória eterna em Deus que sublima tal morte. E mais vale morrer com glória do que viver com desonra - eram desta têmpera os portugueses de antanho - foi a ideia-força na vida deste Homem, deste Cristão e deste oficial do Exército Português, de Maggiolo de Gouveia. Se, como piedosamente cremos, ele continua a viver no Céu, junto de Deus, também viverá no coração dos timorenses enquanto a memória dos homens não se desvanecer.
Desculpe, minha senhora, fui muito extenso e não disse tudo nem..., é quem tudo conhece. Mas pensei que seria esta a melhor forma de ir mitigar a sua grande dor, de pedir-lhe que tenha coragem na vida para vencer até ao fim, onde o encontrará, e de exortá-la à confiança em Deus que é o melhor dos pais e que, assim, a começa a preparar para «esse encontro» na meta final da vida.
Aqui vão, Senhora D. Maria Natália, para V.Ex.cia, para Seus filhos e para toda a demais família, as minhas profundas condolências e a expressão da minha comunhão de orações de sufrágio, com os meus sentimentos de religiosa estima e muita consideração.

 

De Vossa Excelência servo inútil em Cristo

 

José Joaquim Ribeiro - Bispo de Dili

 

publicado in http://nonas-nonas.blogspot.com

 

foto em http://ultramar.terraweb.biz/Livros/RodrigoEmilio/MaggioloGouveia_DanielRoxo.pdf

 

posto por Marcello de Noronha



publicado por porabrantes às 07:27 | link do post | comentar

Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010

Diz-nos o nosso amigo Lalanda:

 

Nem tanto ao mar nem tanto à terra !
Distribuir propaganda política, falar e escrever à vontade (com responsabilidade, claro) nem será bem a mesma coisa que andar a "borrar" as paredes de cada um, que paga para as manter limpas. Já basta a nojeira a que assistimos depois da revolução !
Os direitos de uns não podem ser usados para prejudicar outros, sem responsabilização. Era o que faltava !

 

Caro Sr. Lalanda

 

Tem o nosso amigo o direito de discordar dos grafittis.....

Embora haja quem já os tenha promovido a forma de arte, designadamente a Universidade de Coimbra através do Centro 25 de Abril

 

pinturas-murais

Há dessa época murais para todos os gostos e o Sr.Fernando Baptista Pereira ao tempo militante da UEC (e actualmente em sérios problemas com o PCP) deve estar de alguma forma associado a coisas destas:

 

mural evora arte urbana pós 25 de abril, os murais

vejam como o PCP respeitou as muralhas romanas de Évora

e nunca ouvi o Prof. Associado (a quem???) Baptista Pereira protestar.....

"COPYRIGHT Yves Benaroch ''

 

 

O Camarada Jorge Coelho, hoje de novo ao serviço do Capital, veio da UDP ,que não passava da frente única do mais estalinista partido português, o PCP (R), a quem os amigos do Baptista Pereira chamavam carinhosamente os recauchutados.....

 

 

esta criatura andou pelo MES e não o ouvi protestar por isto

"COPYRIGHT Yves Benaroch ''

 

nem pelo Barroso, agora líder europeu estar associado a isto,

 

 

"COPYRIGHT Yves Benaroch ''

 

 

e gostava de ter visto o defensor do património Baptista Pereira

 

 

 

levantar a voz para em vez de berrar ''somos a muralha de aço do Companheiro Vasco'', dizer que o PCP assassinou aqui uma casa setecentista da velha Lisboa

 

 

"COPYRIGHT Yves Benaroch ''

Podia continuar mostrando o que fizeram os amigos do Sr.Pico

 

 

Mas contento-me em exibir o que o defensor rupestre da destruição do Centro de Abrantes, Luis Oeesterbeck, patrocinou com apoio oficial do Saldanha  na paredes do Mação

 

http://ccac5043ang.blogs.sapo.pt/1253.html

 

 

Os grafittis não são exclusivos lusitanos,

 

 

E podem ser arte como este de Bansky ou o seguinte

 

 

 

 

os dois em http://looking-at-the-stars-from-the-gutter.blogspot.com/

 

E os murais em Abrantes????

 

Houve no 25 de Abril desde uns dizendo que o Padre Catarino não podia ser transferido de S.João (sei quem foi o ex-seminarista que se foi queixar ao democrata D.Agostinho de Moura que o sacerdote era um reaccionário) até uma gloriosa foice e martelo do MRPP pintada na casas dos líderes locais do PCP-MDP, dr. José Vasco e dr. Correia Semedo.

 

Eram eles que mandavam na CMA e tinham mandado multar um par de castiços que tinham pintado a mesma coisa na parede em frente do Pelicano quando se sobe para São Domingos.

Naturalmente os dois líderes do PCP nunca mandaram multar os bravos revolucionários que ocuparam a Assembleia de Abrantes, porque era politicamente incorrecto....

 

Será politicamente incorrecto pintar ''Abaixo a Carrilhada'' nas paredes da sede do PS de Abrantes????

 

Ou seria mais correcto Albano Santos pintar ''Abaixo a Chefa''????

 

 

 

Vandalismo por vandalismo, é muito maior o de destruir São Domingos que que seguir o patriótico acto dum gajo que Abril tornou Ministro e que esquecido dos poemas juvenis de louvor aos bravos soldados do Ultramar foi na Raimundo Soares riscar o nome de Salazar da placa que indicava o caminho para o Jardim do Castelo para o substituir por......

 

 

Parque Catarina Eufémia......

 

De qualquer forma, a petição apesar de salvaguardar os seus direitos constitucionais à luta através do mural, seguirá por enquanto os bons conselhos do Sr.Lalanda e não pintará coisas do género:

A CARRILHADA É UMA.....@

Miguel Abrantes

 



publicado por porabrantes às 20:15 | link do post | comentar

BREVEMENTE !!!!!

 

A ARTE CONTRA A CARRILHADA!!!!!



publicado por porabrantes às 16:48 | link do post | comentar

Como vai ser 2011? Vai ser um ano muito mau de grandes dificuldades e perturbações. Este ano vamos ter um défice orçamental de 7,3 por cento do PIB, mas só é alcançado com receitas extraordinárias, porque sem elas ele seria muito superior. Ora, em 2011 o défice previsto é de 4,3 por cento e, neste caso, sem receitas extraordinárias. Não sei como é que vamos conseguir, vai ser muito difícil para todos nós. Só se têm alguma coisa escondida...

 

Jacinto Nunes


Ex-ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal

 

in público


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publicado por porabrantes às 15:53 | link do post | comentar

Um dia destes a cidade e quem sabe outras povoações do concelho poderão acordar murais com  dizeres:

 

como estes:

 

abaixo a carrilhada!!!!!

fica já avisada a psp, a gnr e a cma que a indignação popular contra a miserável carrilhada se poderá exprimir assim !!!!

 

será uma táctica de protesto a eventualmente a ser decidida pela petição!!!!

 

que não se atreva a psp, organismo policial que, em Abrantes, é incapaz de controlar a criminalidade e persegue as vítimas dos assaltos (ver o comportamento inadmissível do comandante da esquadra que se recusou a aceitar duma vítima com a desculpa duma procuração!!!)

 

a pôr em causa Abril: a

 

constituição  garante o direito

a pintar murais

 

connosco não serão tolerados comportamentos inadmissíveis e vexatórios, como os desencadeados contra jovens do PCP, que exerciam em Lisboa e Leiria os seus direitos cívicos:

 

''PSP impede direito consagrado na Constituição da República

 

''Vamos continuar a pintar murais''

 

A limitação ao exercício do direito fundamental de propaganda política, onde estão incluídos os murais políticos, tem vindo a ser uma prática corrente e preocupante reincidente por parte da actuação abusiva das forças de segurança e de outras estruturas.

 

Image 5974

 

No passado dia 13 de Outubro, cinco jovens estudantes, quatro raparigas e um rapaz, da Escola António Arroio, emLisboa, foram detidos por agentes da PSP por estarem a pintar um mural, junto à rotunda das Olaias, com o lema «Vem para a luta, por uma escola pública e democrática», campanha que a JCP está a desenvolver por todo o País (como demos notícia na semana passada).

Segundo contaram ao Avante! três dos intervenientes deste cada vez mais usual e insólito caso, os agentes da autoridade insultaram os jovens, obrigando-os, apenas as raparigas, a despirem-se na casa de banho da esquadra, sob o olhar e a brutalidade de uma polícia, com o pretexto de poderem estar na posse de estupefacientes.

Situação que apenas visou humilhar as militantes comunistas, uma vez que os polícias nem mostraram interesse em revistar algumas das mochilas das estudantes, acto solicitado pelas próprias, após terem estado algumas horas na entrada do edifício, para mostrarem que não tinham nada a esconder e que apenas queriam ir para casa.

Os pais, que foram chamados para irem buscar os filhos (os que tinham menos de 16 anos), indignados com esta situação, chegaram mesmo a apresentar queixa na esquadra e esperam agora uma resposta por parte das forças de autoridade, que deveriam pugnar pelo respeito dos cidadãos e não violar frontalmente a lei com a agravante de manifestarem por ela óbvio desprezo e desrespeito.

Mas este «incidente» não demoveu os jovens de acabar o que tinham deixado por fazer e, dois dias depois, voltaram ao local. Mais uma vez, em profundo desrespeito pelas leis, as autoridades policiais voltaram a limitar e impedir o exercício de direitos, tendo apreendido, novamente, o material usado na pintura do mural, e identificado as pessoas. «Vamos continuar a pintar murais, até porque a lei está do nosso lado», afirmou um dos jovens.

Denunciar e resistir

Mas os incidentes não ficam por aqui. Na passada sexta-feira, em Leiria, um grupo de jovens comunistas que colava cartazes da Campanha Nacional do Ensino Secundário foi abordado por dois agentes da PSP, que, sem se identificarem, à paisana, impediram, violentamente, as colagens. Quando um dos jovens se justificou, defendendo que podiam estar ali, os agentes agarraram-no pelo pescoço (apresentando várias marcas), algemaram-no e meteram-no dentro de um carro em direcção à esquadra para identificação. Assim vai a democracia em Portugal.

A JCP promete continuar a denunciar estes casos e, acima de tudo, resistir, reforçando a sua acção e afirmação política. «Continuaremos a colar cartazes, a distribuir documentos e a pintar murais, continuaremos a mobilizar a juventude pela defesa dos seus direitos e aspirações», salientam os jovens comunistas, lembrando que «o direito à propaganda política não está indissociável da luta de gerações pelo direito à liberdade de expressão».

 

in Avante!

28-10-2010''

 

Agora só perguntamos ao PCP que espera para fazer sentar no banco dos réus os comandantes das esquadras que procederam desta forma????

 

As críticas que de alguma forma tenho feito ao PCP não me inibem do dever de me solidarizar com os jovens ilegalmente detidos e humilhados pela repressão policial.

 

E por outro lado os muitos comunistas que assinaram a petição devem saber que nestes casos estamos com eles!!!!

 

Miguel Abrantes



publicado por porabrantes às 13:43 | link do post | comentar

 

revista ZAHARA transforma-se em publicação humorística !!!!!

 

martinho gaspar aspira a transformá-la na nova ''Gaiola Aberta'' ????

 

 

 

 

no último número da Zahara

 

a extraordinária história do homem que proibiu a mini-saia na  EICA !!!!!

 

Suzy de Noronha



publicado por porabrantes às 12:10 | link do post | comentar

 

posto por a.abrantes



publicado por porabrantes às 11:09 | link do post | comentar

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