Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

 

 

 

 

 

 

A CMA na sua política de ajustar directamente, ajustou através do Pina ou seja dos SMAS o seguinte:

 

 

 

 

  

 


  • nullServiços Municipalizados da Câmara Municipal de Abrantes
  • nullMendes Transportes, SA
Repavimentação em Mouriscas € 59.990,75 07-03-2012 Detal

 

 

 

Ora segundo a sua própria página web as funções do SMAS são: A'' actividade dos SMA visa satisfazer as necessidades colectivas da população do concelho, nas áreas do abastecimento público de água, drenagem e tratamento de águas residuais e recolha e transporte a aterro de resíduos sólidos urbanos.''

 

 

Aparentemente os SMAS excedem as suas funções e celebram contratos fora do seu objecto.

 

Aparentemente é um caso para o Tribunal de Contas e para o MP.

 

Roga-se à Oposição que investigue e se for caso disso participe ao MP.

 

 

Ressalvo outra vez porque pode ter havido um engano dum burocrata ao meter os dados na base de dados.

 

 

Mas há mais, primeiro esta foto

 

 

 

 

No almoço de candidatura da Céu um ex-vereador do PSD abraça a candidata......    

 

 

lamento não ter uma foto do ex-Vereador PSD e ex-eleito pela AD à Assembleia Municipal a abraçar Pina da Costa.....

 

 

Podem contar (o Pina) ou com o controle democrático da Oposição ou com esclarecimentos a prestar quem de direito....

 

MA

 

E com mais posts hoje  

 

 

(1) a título particular o Pina pode tapar os buracos que quiser. Por exemplo pode ir à Assembleia da República e com uma toalha tapar os decotes mais generosos inclusive na Pulga da República, como nosso empregado, o boy Pina tem de cumprir a Lei

 

 

 busto decotado da Dona Ilda Pulga que personificou o regime saído do bambúrrio de 1910

 



publicado por porabrantes às 11:54 | link do post | comentar

Terça-feira, 1 de Maio de 2012

 

Artur Lalanda

Nos anos quarenta, do século passado, costumava visitar, numa pequena aldeia da Beira Baixa, a minha querida tia Rosa. Analfabeta, já nessa altura sexagenária, recebia-me sempre, de braços abertos, com as mesmas palavras: oh camarada, dá cá um abraço e “caga lá sentenças”.

À despedida, trazia no bolso uma moeda de vinte e cinco tostões, que utilizava (mal) na compra de um maço de cigarros “Definitivos”, os mais baratos da época.

Ficou-me o hábito de “cagar sentenças” e cumprimentar as minhas netas, tratando-as por camarada.

O MIAA, aparentemente a obra de eleição do regime, por várias razões, tem sido alvo de críticas públicas, de origem diversa. Tal como está projectado, para mim, não passa de um caixote monstruoso, encavalitado em parte do Convento de São Domingos, que teria de ser demolida para dar lugar ao tal caixote, inestético e sem nenhuma beleza exterior.

Por certo, não há abrantino que se preze, mesmo por adopção, como é o meu caso, que não gostasse de ter um museu ibérico, recheado por uma boa colecção (que pelos vistos existe) mas…

1) Seria ignorada a opinião de uma grande parte da população;

2) Seria destruída parte da memória histórica da cidade;

 

 

3) Seria criado um “elefante branco” cuja manutenção se adivinha ruinosa.

Não podemos alhear-nos dos custos da obra, da sinuosa adjudicação do projecto, do grosseiro atropelo às disposições do PDM e Regulamento do Centro Histórico (impostas aos munícipes e desprezadas pelo Município – com que moral ? -) e à situação de crise generalizada, por tempo indeterminado.

Serenamente, contemplados todos os pró e contras, pondo de lado interesses partidários, se vier a optar-se pela construção deste museu, terá que haver uma justificação para a sua localização. Por que tem que ser ali e não noutro sítio? (por exemplo em frente da escola dos Quinchosos).

Já não fumo e não peço a moeda de vinte e cinco tostões, atrevo-me e recomendar, apenas, bom senso.

 

tags: artigo de opinião, artur lalanda, museu ibérico

Retirado do blogue AMARABRANTES.

 

 

(Os nossos arquivos- um grande artigo dum grande abrantino)

 

SN


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publicado por porabrantes às 22:01 | link do post | comentar

 

se bem me lembro quem morreu em Chicago num 1º de Maio foram anarquistas......

 

 

é pois dia de saudar o Camarada Príncipe Bakunin

 

 

 

 

 

 

 

Príncipe Camarada Bakunine

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MA


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publicado por porabrantes às 13:39 | link do post | comentar

Seria por meados do PREC. As Fundições do Rossio de Abrantes tiveram problemas de tesouraria como grandes parte das empresas deste país. Por outro lado o PCP e a ala militar gonçalvista mais os esquerdistas aliados a Otelo agiam para transformar Portugal numa Ditadura comunista.

A sabotagem e a ocupação das grandes e médias empresas era uma parte do plano para nos acorrentar e submeter a uma Ditadura que seria mais atroz e miserável que a de Caetano.

Em África, a descolonização transformara-se na maior bandalheira que alguma vez vira o Exército Português. Para resumir entregavam-se as colónias a ditaduras comunistas, como se entregavam companheiros de armas que se tinham batido pela bandeira das quinas aos adversários de ontem, para serem fuzilados na melhor das hipóteses.

Pecado: serem pretos.


Portugal cobria-se de lama e o último estertor do fim do Império foi Timor, onde a tropa da Fretilin fuzilava Magiollo de Gouveia.

Os trabalhadores  da FRA, manipulados pelos agitadores da CGTP (algum dos quais participaria na tentativa golpista vermelha do 25 de Novembro) exigiam o pagamento do décimo-terceiro mês. Não havia dinheiro na empresa.

Para garantir as ''massas'', o administrador eng. Amadeu de Castro e Solla Mendes foi sequestrado. Ficava como refém até que o irmão, o dr. João Soares Mendes conseguisse arranjar o dinheiro.

A situação prolongou-se durante uns dias sem que a PSP, a GNR ou a tropa movessem um dedo para libertar o empresário que os comunistas tinham ''sequestrado''.

Pouco o pouco o piquete revolucionário começou a cansar-se e um designou um dos camaradas para ficar de guarda ao Engenheiro.

Certo domingo eram horas do almoço. Entrou o motorista da Casa Soares Mendes, que  trazia o almoço do preso. O militante proletário por seu turno tinha recebido um farnel que a sua dedicada esposa lá fora levar. Começaram os dois a almoçar.

Amadeu Soares Mendes disse ao guarda: ò Manel, a minha comida é melhor que a tua, além disso tenho aqui um tinto de estalo, anda almoçar comigo.

-Ò senhor Engenheiro, o Patrão desculpe, mas não posso. Estou de guarda. Os gajos da Comissão de trabalhadores davam cabo de mim.

-Ò Manel, como é que os gajos descobrem? Vais contar-lhes?

Acabaram os dois sentando-se à mesma mesa e devorando o almoço que a excelente cozinheira de Quinta de São João fizera com um mimo especial para o Engenheiro Amadeu, que coitadinho estava preso.....

Naturalmente, sendo os bons garfos e melhores copos a comida e o tinto  foram à vida.

-Ò senhor Engenheiro a sua cozinheira é porreira......

O Engenheiro também petiscara do farnel do carcereiro revolucionário concedeu: Olha que a tua Avelina também tem mão para estas coisas. Os joaquinzinhos estavam magníficos.

-Obrigado, ò patrão Amadeu. A minha Avelina está muito chateada com o sequestro. Diz que esses bandidos dos comunistas estão a dar cabo do país. Meteram-se com ela por ter ido a Fátima....  

-Essa gente não sabe o que faz, ò Manel, o que vinha mesmo a calhar agora era um digestivo. Vamos beber um copo.

-Ò senhor Engenheiro não pode ser. Os gajos da Comissão fritavam-me....

-E como é que eles descobrem, não foram para Lisboa gritar que eram a ''Muralha de Aço?

-Não têm vergonha, andam sempre a passear, hoje Domingo foram para Lisboa, de semana andam sempre na revolução, a malta a trabalhar, esses vadios a passearem  e eu aqui sem poder ouvir o relato.....

-Vamos à tasca os dois ouvir o relato.

 

 centro escolar do rossio 


Saíram da fábrica às escondidas e entraram na tasca da esquina onde a Emissora Nacional estava a dar o Benfica-Sporting......

O Engenheiro pediu um uísque. O proleta pediu um bagaço. O Engenheiro mandou vir uma rodada. O povo aderiu à festa. De vez em quando os ânimos enxofravam-se por causa do árbitro. Benfiquistas animados pelo bagaço discutiam com sportinguistas um pouco transtornados pelas minis. O Engenheiro continuou fiel ao uísque.

Quando a Avelina foi ver do marido para lhe levar o jantar deu com o chofer do Engenheiro. Preso e guarda tinham fugido. A chegada dos tipos que tinham ido a Lisboa aumentou a confusão.

O resultado do pandemónio foi a libertação do eng. Amadeu.

Graças a ele, um populista nato, os operários da FRA acabaram por  considerar que a Comissão de trabalhadores eram um grupo de nabos. Graças aos esforços de Amadeu e João Soares Mendes e à sensatez dos operários e outros trabalhadores da FRA aquilo não descambou como no Tramagal.

A revolução à abrantina é assim. O nome do Manuel e da Avelina são fictícios. O relato da história foi feito pelo eng. Amadeu Soares Mendes uns anos depois..... 

 

 

Joaquim Amante dos Reis, (ficcionista proletário)

 

 

Recebemos do ficcionista proletário Sr. Reis este texto que publicamos com o melhor gosto.

 

O Sr. Reis pode mandar mais quando quiser.

 

imagens seleccionadas por nós

 

MN



publicado por porabrantes às 13:05 | link do post | comentar

 

 

Greve de 24 horas, por aumentos de salários, respeitando a dignidade e os direitos dos trabalhadores, na fábrica de travões Robert Bosch, em Alferrarede, Abrantes. (13/Abr)

 

in http://jangada-de-pedra.blogspot.com.es/2012/04/lutas-de-2012-1-parte.html

 

 

 

Ainda há greves? Há.

 

Roga-se a esta edilidade tão amiga do Kapital que faça uma postura proibindo a luta de classes no concelho

 

 

 

 

 

 

 in abril de novo

 

 

A redacção

 

 

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 09:19 | link do post | comentar

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