Segunda-feira, 11 de Março de 2013

Os contornos do caso Jorge Dias, que é o caso CMA

 

 

 

são muitos e variados e serão aqui abordados....

 

 

Esses contornos misturam-se com a ineficácia e incompetência do executivo, a balbúrdia nos serviços urbanísticos, a épica incultura dominante nos mesmos, veja-se a forma típica dum empreiteiro suburbano como demoliram a muralha da cidade, os interesses variados que por aí andam e finalmente com o bento departamento jurídico......

 

 

Vamos começar por transcrever um bravo artigo da Barca onde se denuncia um vergonhoso crime ambiental

 

  

que se prolonga no tempo e a seu tempo foi denunciado às autoridades e que devia o MP fazer sentar os seus responsáveis no banco dos réus, aquele em que pelos vistos o Mendes e o Máximo, por muito menos, se vão sentar, se não houver recurso para a Relação, como houve num dos casos do Júlio Bento......

 

 

 

 

 

A descrição do estado calamitoso da Etar, a forma como se envenena o Tejo, a forma como uma peça essencial da rede de saneamento básico está conservada, a incúria da gestão do património municipal têm um rosto

 

 

 

 

o título que escolhemos é elucidativo, mas moderado

 

 

CMA dá coice no Ambiente.....

 

 

se fosse radical seria ainda mais pecuário

 

 

 

CMA arreia valente par de coices.....

 

 

um no TEJO

 

 

OUTRO NO AMBIENTE

 

 

Miguel Abrantes

 

o artigo foi publicado na Barca de 28-2-2012 e apresentamos os nossos cumprimentos à Directora do Jornal, Srª D.Margarida Trincão e damos-lhe um recado: explique ao sr. dr. Armando Fernandes que ninguém sabe onde nasceu o Sr. Arcipreste, bem como a data. Das poucas coisas que se sabe é o Arcipreste queria fornicar com ''fêmea prazenteira''. Não negarei que o Arcipreste medievo teria as suas boas razões...

 



publicado por porabrantes às 11:46 | link do post | comentar

Domingo, 10 de Março de 2013

 

 

 

 

nos círculos mundiais de desporto a memória de António Silva Martins, médico, abrantino, desportista olímpico, militar condecorado com a Torre e Espada é cultivada

 

na sua cidade natal, sob a batuta da drª Albuquerque e da sua assessora Kultural cujo nome ''reintegrado'' já me esqueci

 

 

 

 

a memória de António Silva Martins foi......

 

 

Foto: O plinto onde se elevava o busto do dr. António Silva Martins jaz agora solitário no Jardim do Castelo como símbolo do desleixo, da incultura e do desprezo pela Cultura de quem nos desgoverna. Imagem cedida por um amigo nosso

Assunto a que continuaremos a seguir

 

 

MA



publicado por porabrantes às 20:13 | link do post | comentar

Encontrei um blogue com umas fotos magníficas do Jardim do Castelo.

 

 

Chama-se Aramar e é da Inês Baptista e mostra-nos a riqueza paisagística do que foi o primeiro Jardim Público de Abrantes e aquilo que constitui a melhor herança do nosso romântico século XIX.

 

 

Uma herança que edilidades sucessivas não conseguiram ainda  estragar e que infelizmente têm mantido abandonado. Mas que agora querem ''modernizar'' isto é liquidar.

 

 

Esta foto da Inês Baptista inserida num post com o título apropriado Into the Green

 

 

Untitled

 

que reproduzo com a maior admiração e a necessária vénia serve-me para 3 coisas: convidar o caro  leitor a visitar este blogue que vai para os nossos links, que aliás deviam ser actualizados.

 

 

Recordar que urge impedir a modernização acéfala do Jardim e para isso reproduzo a propaganda desta gente que ama o betão, com a mesma santa convicção que o Júlio Bento ama o cifrão, que representa um tenebroso e ignaro plano para lixar o jardim e fazer Abrantes perder a sua alma bem como um post aqui publicado em 22-10-2010, mandado por um leitor, abrantino de gema e professor universitário. Naturalmente peticionário

 

 

Conserva toda a sua actualidade.

 

 

E Finalmente, deve servir-nos para lançar uma batalha pela defesa do Jardim contra os vândalos.

 

 

Miguel Abrantes

 

 

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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

 

 

I r r a !  Já chega  e  . . . basta !!!  Viva a Cidade Florida!

 

Depois da grande e disparatada ameaça do grande cubo translúcido de arquitecto (também grande) que irá desfigurar ainda mais as colinas abrantinas já bem enfeitadas com um enorme hospital, uns enterrados «arranha-céus» e outros pormenores pouco agradáveis, mais um projecto em que volta a faltar o bom senso da integração da obra na paisagem. Todavia, desta vez, a falta desse bom senso estético passará mais despercebido sob o manto diáfano da...requalificação. Após a que foi feita no ex-Jardim Actor Taborda — a partir de Junho de 2005 passou a P r a ç a  —  e os seus tristonhos resultados, todos os cuidados s ã o  p o u c o s . Ali, uma placa recorda ainda que as «Obras de requalificação [foram] inauguradas pelo Presidente da C.M. de Abrantes», seguindo-se o seu nome e a data do nefasto acontecimento.

Por estas e outras, fica-se admirado e irado ao ver a página d a s  «Obras&Projectos» no Pa s s o s  do  C o n c e l h o,  n.º 80 (Maio/Junho 2010), pela simples r a z ã o  d e  que o citado Jardim do Castelo n ã o  precisa de projectos de «requalificação», mas sim de conservação — sempre parcial ou adiada no          p a s s a d o  — e de protecção do que lá está há muitas dezenas de a n o s .  Uma pergunta p a r a  quem saiba responder: os indivíduos que destruíram os seus muros e iluminação, e roubaram o seu único busto, alguma vez, foram ou vão ser presos e condenados?

Porém, como as imagens mostram melhor o projectado do que a terminologia u s a d a              pelos autores do projecto, o que se vê,   p u r a   e  simplesmente, significa a  destruição do  primeiro    jardim público abrantino. Ora, ele  teve a   s u a  história e festas, como as  s u a s   f l o r e s ,  canteiros,    árvores,  bancos  e  sossegados  recantos encantaram gerações de visitantes. Um encanto                       que sobreviveu a  anos de abandono e de falta de l i g a ç ã o  com o seu Castelo  sem  quartéis. Então, po r  que  motivo   (estético)   os   relvados  no  lugar  dos  canteiros,  bancos  de  pedra  e  não  de  madeira,

pavimentos em vez de terra batida e mais pedra a substituir os (indefesos) tijolos dos seus muros? Naturalmente, com uns restos (coreto, lago, etc.) do que lá estava e passar tudo a ser de pedra para complicar um pouco os divertimentos nocturnos de tais vândalos sempre impunes,.. Portanto, neste espaço surgirá um outro jardim. Se houve um concurso, apetece perguntar: eram ainda piores as outras soluções para este projecto tão importante, tendo em conta o património em questão?

Como os jardins foram e são pequenos ou grandes espaços — ou, dizem, paraísos terrestres — de beleza, lazer, meditação e estudo, entre outras coisas importantes, a sua variedade encanta e torna o mundo urbano mais agradável e suportável. Mas, voltando à nossa Abrantes... que já quis ser uma «Cidade Florida» e, sem grande oposição, deixou de tentar realizar esse grande objectivo estratégico de longa duração. As suas encostas para Alferrarede (ainda, felizmente, sem caixotes de betão de vários andares) e alguns corredores que restam  para o Tejo e a Chainça permitem sonhar (e pensar para o futuro) numa cidade ligada por «jardins suspensos», caminhos e escadas rolantes (integradas na paisagem) e, evidentemente, sem os mirabolantes teleféricos dos tempos do mencionado autarca das praças em lugar de jardins. Naturalmente, sem esquecer, a (difícil) recuperação da velha urbe sem moradores e de casas abandonadas a cair, onde houve, outrora, «Janelas Floridas» suficientes para um concurso anual.

Depois, há e haverá geminações com cidades de países com belos jardins. Por estas razões e muitas outras, a Cidade Florida tê-los-á também, dando os seus nomes a esses jardins — franceses, japoneses e de outras paragens e estilos de uma milenária história iniciada numa Babilónia de outras eras — espalhados pelas suas luxuriantes encostas, onde se encontrará ainda um grande e formoso Jardim Botânico digno do seu nome e fama. Igualmente, nos outonos, milhares de vasos de crisântemos voltarão às suas ruas e jardins com belas centenas de variedades. Uma exposição anual que recordará o mestre jardineiro Simão Vieira, que organizou, em 1949, a primeira exposição abrantina. A perseverança de muitos anos de trabalho mais a imaginação, a sabedoria e, sem esquecer, o bom gosto dos seus habitantes de todas idades e de todos os seus autarcas, eleitos também para terminar esse grande objectivo, irão erguê-la à beira do seu Tejo. Como, os seus habitantes e forasteiros irão gostar dela, mesmo durante esses longos anos da realização de um sonho, vale a pena tentar ser grande e inteligente. Logo, apetece gritar, mãos à obra !

Voltando ao presente, pois dele o futuro é feito, permitam-me apresentar estes urgentes pedidos e sugestões a quem pode e deve resolver os problemas abaixo mencionados. Assim:

 

— recuperação do abandonado e vandalizado Jardim do Castelo, respeitando o seu encanto e um passado de muitos anos, e protegendo (de vez e para sempre) os seus muros, iluminação e todo o resto; quanto ao mencionado projecto, adaptem-no aos espaços das encostas viradas para os Quinchosos e o outeiro de S. Pedro;

— ali, façam surgir um outro jardim, esse sim, mais moderno que envolva o velho e encantador Jardim do Castelo com verdes socalcos (as árvores lá estão à espera), apontando o caminho para os muitos outros que faltam;

— igualmente, não esquecer os outros jardins e, para começar, salvem o da piscina abandonada e das esculturas de ferro... enferrujado devido a uma duradoura incúria municipal (aceite, diga-se, pela maioria dos abrantinos sempre conivente ou distraída perante coisas tão evidentes) e, depois, devem protegê-los bem, mesmo muito bem e por séculos, para n ã o desaparecerem como a esquecida e bela Quinta de Vale do Roubão;

— mais fácil seria manter limpa a escadaria entre a Rua de Angola e a Alameda de Sto. António, colocando ali alguns caixotes de lixo e protegendo os seus canteiros e muros de quem suja e estraga. Depois a porcaria (sempre impune) não agrada a quem por ela passa, nem é um bom exemplo para a educação dos alunos da escola que ali se encontra.

 

Actualmente, essa Cidade Florida está bem distante pelo que se vê e acontece, m a s   a p e s a r disso, continua confiante à espera dos nossos esforços e vontades  p a r a   a l c a n ç á -  l a...   Num futuro próximo ou distante, assegura, ela retribuirá e  p a s s a r á  a acolher outras gerações de abrantinos e de forasteiros mais felizes de nela viverem anos ou dias. Então, os seus jardins com g r a n d  e s   festas  e festivais  serão   a i n d a   mais famosos por este mundo f o r a. . Talvez, só p o r  isso, este desafio mereça começar já a p a r t i r  destes dias que passam com uns vivas à dita cidade.

 

Um Leitor do blog

 

NOTA FINAL: Trata-se de um Peticionário (abrantino de nascimento) que considera o Jardim do Castelo como seu Museu e Universidade por razões mui pessoais (árvores, cheiros agradáveis, belas vistas, horizontes largos, um coreto para futuros concertos, anos de sonhos, leituras, meditações, contas à vida e muitas horas de conversa com os bons amigos da juventude). Chama-lhe até, pelas lembranças e ensinamentos, um lugar de Peregrinação.

 



publicado por porabrantes às 17:23 | link do post | comentar

Sábado, 9 de Março de 2013

Foto: Um dos mais violentos panfletos contra os ''políticos'' foi publicado pelo empresário e político republicano abrantino João Silva Martins, de pseudónimo Martins Júnior. Homem do 5 de Outubro e da preparação do 28 de Maio. Um amigo de São Miguel, João Alves Ferreira, amigo de verdade mas adversário político foi um dia visitá-lo a Lisboa. À porta estava um cartaz : morreu Martins Júnior.  Muito preocupado bateu à porta e abriu-a o João Martins. Mas tu não estavas morto? Morri para a política, para o resto não. E lá foram para uma patuscada....

 

 

Um violentíssimo panfleto contra a partidocracia, nas vésperas do 28 de Maio, data em que Humberto Delgado pegou em armas com Henrique Galvão para liquidar um regime.

Um livro dum abrantino, João Silva Martins, que proclamou a república em São Domingos de Abrantes.

Como diria Marx depois da arma da crítica, chegará o momento de usar outras armas?

Há momentos em que os regimes se enterram.

 

MA 



publicado por porabrantes às 22:48 | link do post | comentar

Sexta-feira, 8 de Março de 2013

 

Clemência Dupin era abrantina. 

 

 

 

 

Uma das  casas abrantinas da sua família ainda está nas Barreiras e leva traça de Mestre Raul Lino com alterações dum construtor civil abrantino. Data da primeira década do século XX.

 

 tubucci

 

Temos o projecto da casa na nossa posse, um dia falaremos dele.

 

 

Há por aí alguma informação sobre a Dona Clemência, nascida em 1874 na Vila de Abrantes e falecida em 1936. Mas ainda não tinha visto a foto dela que encontrei hoje por acaso, e que está localizada no sítio exacto, porque foi Procuradora à Câmara Corporativa (a Câmara alta do parlamento da Ditadura) na primeira fornada onde entraram mulheres.

 

Aí a temos, é a do meio em São Bento. A foto é do Arquivo do Século/ANTT, que no caso dos plagiadores não saberem é a Torre do Tombo, o arquivo nacional que por ser a memória da Nação não foi localizado ao lado dum depósito de sucata, como o abrantino.

 

Em Portugal ainda há homens cultos, mesmo que tenham passado pelo seminário, caso de Oliveira Salazar, o homem que nomeou a milionária abrantina para São Bento.

 

Salazar não era um beato e por isso não se preocupou com o facto de Clemência Dupin ser, dizem algumas crónicas, a primeira mulher  divorciada  em Portugal, ao abrigo da Lei de Afonso Costa, o único político da I República a que Salazar tinha algum respeito e mencionava sempre com reverência como o Doutor Afonso Costa.

 

Afinal eram colegas, os dois catedráticos de Direito de Coimbra, tendo Costa depois passado à F.D.Lisboa.

 

 

A biografia da Dona Clemência a primeira mulher divorciada em Portugal, milionária, empresária, latifundiária, divorciada está na net em links vários.

 

 

Como exemplo de mulher de sucesso é preferível à estimada beata marcellista Dona Lourdes Ruivo da Silva Pintasilgo. A querida pecou por excesso de castidade em vida e excesso de homenagens a título póstumo, mas isso já não é culpa dela. 

 

Era através da família Bairrão parente próxima de Dona Carolina Bairrão, mulher de Mestre Diogo Oleiro.

 

O segundo marido dela o político e militar republicano Balduíno de Seabra morreu em Abrantes.

 

A menina Suzy ao fazer o post anterior trocou Balduíno por Eurico. Como castigo vai ler Eurico o Presbítero do chato do Herculano.

 

MN

 

 

Daria muito trabalho classificar como imóvel de interesse concelhio o palacete da família de D.Clemência, hoje propriedade dos seus herdeiros?

 



publicado por porabrantes às 19:48 | link do post | comentar

 

num dia da mulher trabalhadora

 

 

uma empresária.....

 

 

uma política.......

 

 

uma milionária......

 

uma salazarista

 

uma senhora da Terra, no Rossio, no Tramagal, nas Beiras

 

uma industrial em Abrantes, em Portugal e em Espanha....

 

 

uma abrantina........

 

 

uma mulher avançada.....

 

 

uma mulher dum radical anti-padrecas

 

 

 

wait and see....

 

 

se não for hoje, talvez seja amanhã.......

 

 

a redacção

 



publicado por porabrantes às 13:31 | link do post | comentar

Com a devida vénia da página da Tubucci-Associação de Defesa do Património da Região de Abrantes:

 

 

O Dia da Mulher só pode ter um rosto em Abrantes. A bombeira Paulina caída em serviço para nos defender. O rosto da mulher trabalhadora, paga por um salário de miséria, sempre pronta a Servir a Comunidade. Soldado da Paz num Corpo de Bombeiros sacudido por escândalos mil e onde há denúncias de tratamentos de favor e escândalos em pagamentos ilegais. Quase nove meses depois da morte da bombeira Paulina a autarquia ainda não divulgou os resultados do inquérito à sua morte. Também é uma mulher a responsável por isso. Como diria o Júlio Bento, a drª Maria do Céu....




Fazemos nossas as palavras da Tubucci


A redacção


PS- Diz a Suzy o Dia da Mulher não é exactamente o ''dia da gaja...''



publicado por porabrantes às 11:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 7 de Março de 2013

Com a devida vénia das BeiraNews

 

 

Segurança Social de Castelo Branco


recebe denúncia de fraude



sobre comunidade terapêutica João Guilherme


Segurança Social de Castelo Branco recebe denúncia de fraude sobre comunidade terapêutica João Guilherme


''Com 10 camas protocoladas em Castelo Branco, a comunidade terapêutica na pessoa do cónego José Graça foi alvo de denúncias sobre alegadas fraudes à Segurança Social e Ministério da Saúde.

praça velha 023

 

 

A comunidade terapêutica João Guilherme que em Castelo Branco tem um apartamento de reinserção social situado na Rua dos Oleiros, e cujo protocolo com a Segurança Social envolve 10 camas, foi alvo de denúncias por alegadas fraudes ao Ministério da Saúde e à própria Segurança Social.

O diretor do Centro Distrital da Segurança Social de Castelo Branco confirmou que recebeu uma denúncia devidamente identificada que foi encaminhada para o Serviço de Fiscalização do Centro da Segurança Social.

Melo Bernardo disse ainda que foi também remetida uma cópia da denúncia para a Administração Regional de Saúde do Centro (ARSCentro), uma vez que “há um protocolo assinado que envolve também o Ministério da Saúde”.

O diretor distrital da Segurança Social explica que o Serviço de Fiscalização é independente dos Serviços Distritais da Segurança Social e que só depois de concluída a investigação será dado conhecimento do resultado ao Centro Distrital da Segurança Social de Castelo Branco.

Melo Bernardo confirmou ainda que na cidade, a Comunidade João Guilherme, gerida pelo cónego José Graça, tem protocolado com a Segurança Social um total de 10 camas.

As denúncias em causa sobre as alegadas fraudes praticadas pelo cónego José Graça nas instituições pertença do Centro Interparoquial de Abrantes que possui apartamentos para reinserção social em Abrantes, Castelo Branco e Ponte de Sôr, estão inclusivamente a ser alvo de investigação por parte do Ministério Público de Abrantes e pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

 

 

O cónego José Graça é acusado de manter “utentes fantasma” na comunidade terapêutica João Guilherme, recebendo assim o dinheiro pelo internamento de pessoas que já abandonaram o tratamento.

Refira-se que quando os utentes saem da comunidade terapêutica por vontade própria ou por expulsão, a instituição é obrigada a relatar a saída ao Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD) do Ministério da Saúde, o que presumivelmente não faz.

Também em relação aos três apartamentos de reinserção em causa, protocolados com a Segurança Social, é denunciado que as camas nunca estarão todas ocupadas, sendo os lugares vagos alegadamente preenchidos na lista enviada à Segurança Social.

Segundo o semanário Sol, o cónego José Graça é ainda acusado de inscrever e levantar o valor do rendimento Social de Reinserção dos utentes e de não o entregar na totalidade, retendo parte da verba a título de comparticipação pelo tratamento que por lei tem de ser custeado em 20% pelo utente ou pela sua família.

Ainda segundo o SOL, o esquema de duplicação de utentes nesta comunidade terapêutica já tinha sido detetado há mais de uma década. Em 2001, durante uma operação de fiscalização, foram detetadas várias irregularidades. À data, o cónego José Graça foi obrigado a devolver mais de 65 mil euros.

Em declarações ao SOL, o cónego diz “ignorar por completo as denúncias” que segundo refere “não correspondem à realidade” e adianta ainda que estas “não são mais do que “um ajuste de contas de alguém por qualquer motivo de disciplina interna”.

Por outro lado, sublinha que não é ele “quem faz as listas de utentes” enviadas à SICAD e à Segurança Social, mas admite que possam existir “algumas falhas” na sua elaboração.

 

 

in http://beiranews.pt/2013/03/seguranca-social-de-castelo-branco-recebe-denuncia-de-fraude-sobre-comunidade-terapeutica-joao-guilherme/

 

 

Como já se disse aqui é altura do Senhor Bispo de Portalegre e Castelo Branco tomar as providências adequadas.

 

 

MN

 

PS- E diz o Mirante foram acusados em processo-crime o actual e o anterior Presidente da Câmara de Constância. Este com uma elevação bolchevique, apimentada por tiques cavaquistas, acusou o PS de praticar uma ''política de esgoto'' ou coisa que o valha.

 

Desafiamos o sr. Mendes a sacar à luz o caso Bento. Os esgotos quando rebentam são para todos.

 

António Mendes e Máximo Ferreira

 

foto do Mirante. Leia a notícia aqui.

 

 a redacção

 

sublinhados na notícias das Beiras nossos



publicado por porabrantes às 22:48 | link do post | comentar

O sr. dr. João Pico, maior admirador vivo do licenciado  Carrilho da Graça  e do presbítero Graça,  defende que as coisas em Portugal se devem chamar em bifês, língua dos bifes.

 

 

Assim Tagus Valley e porque não 

 

 

PIKO MOTO EXPRESS ?????






e haver uma nova profissão chamada motoboy????



Não quero que o dr. Pico seja nomeado motoboy da CMA, basta nomeá-lo boy para assessoria linguística da junta do Souto....



Finalmente também pode brincar aos comboios eléctricos com os netos



 


Apresento os nossos cumprimentos ao Senhor Vigário que o dr. Pico quer substituir por Reverend Maggie Rose


The Rev. Maggie Rose Muldoonhttp://www.stmarysapperton.ca/people.htm


Será ainda da família de Monsenhor Rosa????



Tá visto que é preciso meter o Pinhal a falar ou melhor speakar bifês.



Suzy


tags:

publicado por porabrantes às 19:32 | link do post | comentar

 

 

O primeiro é genuíno, é de lá.

 

 

Em vez de ser o Centro Paroquial a cravar a Câmara, arrasta-a pelos tribunais. É a caridade fenomenal no Tribunal Administrativo de Leiria

 

 

 

52065

Entrada: 
05-03-2013
Distribuição: 
05-03-2013

Autor: Centro Social e Paroquial do Entroncamento, IPSS 
Réu: Município do Entroncamento

Unidade Orgânica 1

313/13.1BELRA 

Valor: 
30.000,01 €

Acção administrativa especial de pretensão conexa com actos adminis

 

 

Deixando os fenómenos genuínos, passa-se a outros fenómenos judiciais

 

Achava a malta que a guerra na Associação Os Quatro Cantos do Cisne já tinha terminado. Pois não, continua a guerra agora na Relação de Évora:

95331

Entrada: 
21-02-2013
Distribuição: 
21-02-2013

Recorrente: Rui José da Silva Pires 
Recorrente: Associação " Os Quatro Cantos do Cisne "

Paulo Tavares de Brito Amaral (1ª Secção Cível)

814/11.6TBABT.E1 

Valor: 
30.000,01 €

Apelação - 1ª
Transferência electrónic

 

 

 

Vou-me pronunciar sobre quem tem razão? Desculpem mas isso é trabalho dos Senhores Desembargadores....

 

 

Passemos à Cidade do Betão, a nossa Abrantes,

 

 

Um processo com o valor de 1 parco € é certamente um fenómeno.

 

Aliás foi o saudoso senhor Brito, jornalista abrantino, que criou os fenómenos do Entroncamento. É bom que o seu exemplo frutifique na sua terra...

 

No processo de 1 € um organismo público processa outro organismo público:

8751

Entrada: 
04-03-2013
Distribuição: 
04-03-2013

Autor: CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA.
Réu: Representante da Fazenda Pública - Santarém 
Réu: Serviço de Finanças de Abrantes

Unidade Orgânica 4

308/13.5BELRA 

Valor: 
1,00 €

Reclamação de actos do órgão de execução fiscal

 

 

Certamente sabem que a CGD ainda é pública, por enquanto....

 

Porque por este caminho à Relvas a única coisa que que terminará pública é a dita dívida.....

 

 

Na desmaterialização da propriedade pública está incluída a ''venda'' das piscinas velhas e de parte dum jardim à Hotel Turismo SA:

 

a dita sociedade é cliente habitual do Tribunal de Trabalho (e não... só) cá do burgo

5457

Entrada: 
06-03-2013
Distribuição: 
06-03-2013

Autor: Clara Sofia Lopes Prates 
Réu: Hotel de Turismo de Abrantes, S.A.

Juízo Único

63/13.9TTABT

Valor:
829,62 €

Ação de Processo Comum

 

 

Há mais fenómenos à Entroncamento por cá?

 

Há.

 

Quem conseguiu fazer uma acta não relatando as intervenções críticas sobre um arquitecto careca numa ''prestigiada'' sociedade por quotas abrantina?????

 

Há vários arquitectos carecas incluindo o meu Amigo António Castel-Branco que assim se definia no facebook outro dia. De forma que direi que o careca é alentejano e gosta de se armar aos cubos.

 

É uma pena que a censura tenha terminado ''oficialmente''. Porque oficiosamente ela continua viva na alma de muito português.

 

Como me contava uma vez, debaixo duma figueira, enquanto nos batíamos com um leitão regado a espumante Messias, o Prof. Duarte Castel-Branco: ''A imprensa de outrora, antes do Salazar, era certamente excessiva. Uma vez a ''República'' do António José de Almeida ocupou toda a primeira página com este título:

 

'' Víctor Hugo e os seus miseráveis tomaram posse''.


Por causa das moscas quem tomava posse era o senhor engenheiro Víctor Hugo de Azevedo Coutinho




http://luisdantas.skyrock.com/2852324676-VICTOR-HUGO-DE-AZEVEDO-COUTINHO.html



O chefe abrantino dos inimigos do Víctor Hugo era o dr. Ramiro Guedes


http://clubedohistoriador.blogspot.com.es/2011/12/ramiro-guedes.html



Não se deve fazer confusão entre o dr. Guedes e o eng. Ramiro Guedes de Campos. Certamente a vida do fundador do PRP cá na terra foi um constante caminho para a Direita. Serviu a Ditadura de Sidónio como Governador Civil, mas quem cantou as glórias do Estado Novo foi o neto Ramiro Guedes de Campos......


ANTT/Ar. O Século

O ACTO DE POSSE DA COMISSÃO ORGANIZADORA DOS FESTEJOS POPULARES COMEMORATIVOS DA REVOLUÇÃO DE VINTE E OITO DE MAIO. [IDENTIFICADOS NO ÁLBUM:] HORÁCIO GONÇALVES; ENGENHEIRO RAMIRO GUEDES DE CAMPOS; GUILHERME PEREIRA DE CARVALHO; ENGENHEIRO JOSÉ LUÍS SUPICO; DR. JOSÉ ANTÓNIO MARQUES; ENGENHEIRO NOBRE GUEDES; DR. JOSÉ ÁGUEDO DE OLIVEIRA; ENGENHEIRO AUGUSTO CANCELA DE ABREU; DR. ANTÓNIO RIBEIRO FERREIRA.



Já se falou aqui dos admiradores abrantinos do poeta do Sporting, de forma que não volto ao assunto.



Só previno sobre a confusão porque relendo o Eduardo Campos, na ''Toponímia Abrantina'', recordei que  alguma edilidade abrilista querendo homenagear o líder local de 1910, crismou oficialmente a Praça da Palha de Cima com o nome estimável do neto.


(o caixote da CGD na Praça da Palha de Cima- Foto arq. Santa Rita Fernandes in ''Abrantes Cidade''.)




Ficou portanto o Largo a chamar-se Ramiro Guedes de Campos pelo menos durante uma década quando se devia chamar Ramiro Guedes.

Querendo homenagear o fundador local da República anti-clerical, homenagearam o cantor das glórias da República clerical. O Eduardo Campos pelava-se a contar anedotas sobre o ''historiador'' responsável pela troca de nomes.....



O ''historiador''  era outro fenómeno apesar de não ser do Entroncamento....



MN



 





publicado por porabrantes às 13:54 | link do post | comentar

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