Domingo, 12 de Janeiro de 2014

Filho de António Henriques Neves e de Francisca Efigénia de Moura Neves, nasceu na Boafarinha a 15 de Setembro de 1870.

Tirou o Curso de Medicina na Universidade de Coimbra, casando mais tarde em Abrantes.

Aí tornou-se uma figura de grande importância social, pois foi Director do Sindicato Agrícola, vereador e Vice-Presidente da Câmara, Provedor da Santa Casa de Misericórdia e, segundo o testemunho do Jornal de Abrantes, foi sempre um grande benemérito.

Faleceu em 24 de Abril de 1938.

(Dados colhidos na obra: Vila de Rei e sua Gente)

 

 

 

 

 

in 

http://boafarinha.blogspot.com.es/p/personalidades.html  com a devida vénia

 

No blogue citado, que merece uma visita, há mais biografias de personalidades ligadas à região

 

O dr. Guilherme Moura Neves era Avô do Dr. Jorge Moura Neves Fernandes e do Dr.Luís Moura Neves Fernandes e sogro do chefe político da Situação nos anos 47 e seguintes, dr. Manuel Fernandes que estava casado com a sua filha D.Maria Virgínia.

 

Foi nos tempos da perseguição republicana à Igreja um dos pilares locais do apoio à Igreja Católica.

 

Para ver os cargos que desempenhou em instituições locais recomenda-se uma vista de olhos à ''Cronologia de Abrantes no século XX'', do Eduardo Campos para começar. Depois à Imprensa da Época, em especial ao Jornal de Abrantes a partir dos anos 30 quando começa a ser dirigido pelo seu filho dr. Armando Moura Neves e às publicações católicas e diocesanas

 

Quando houver pachorra publicar-se-á um post mais detalhado sobre ele e ainda uma fotografia mais juvenil

 

MN 



publicado por porabrantes às 19:47 | link do post | comentar

Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

OPINIÃO

Os dias da pinha

Hoje aproveitam-se não só os pinhões como as madeiras e as resinas, para rebuçados e perfumes.

(...)

Lembro-me do maravilhoso António Saraiva, que morreu este ano, a explicar-nos, no maravilhoso restaurante da família dele, em Nafarros, que todos estes pinhais foram plantados na terra onde apenas havia vinhas, quando Colares deixou de ser a região vinícola mais importante do centro e do Sul do país.

"Raios partam os cimentos, os pinheiros e os passarinhos", dizia ele, lamentando o declínio do Ramisco e da Malvasia.

Os pinheiros podem ser novos, mas os hábitos modernizaram-se. Dantes vinha gente de Abrantes que assava as pinhas, cobertas por mantas de caruma, só para vender os pinhões. Viviam um mês inteiro nos pinhais.

Hoje aproveitam-se não só os pinhões, como as madeiras e as resinas, para rebuçados e perfumes. Nada se perde: tudo se ganha.
 
(...)

 

com a devida vénia, pub no Público onde pode ler o artigo completo 



publicado por porabrantes às 22:59 | link do post | comentar

A prestimosa Junta do Pego continua fiel às genuínas tradições locais herdadas do executivo anterior ou seja o horror ao verde e às árvores.

 

 

Já tinham um Platanal Capado e estavam situados perto do Palmeiral Capado do Barão Alves. Era portanto necessário encontrar um novo objectivo que norteasse o recém-inaugurado mandato e dedicaram-se com afã arboricida a uma frenética busca de árvores e arbustos ( mas não bustos porque o Pego ingrato ainda não ergueu um busto ao grande influente político Gomes Mor) para chacinar.

 

 

A busca científica, popular e de massas desembocou no cemitério onde uns garbosos ciprestes davam um funéreo acompanhamento aos mortos da freguesia.

 

Zás !!!! já temos árvores para cortar!!!!

 

Um socialista local terá reforçado a fúria pegacha com esta insólita tese: estes ciprestes são da mesma raça tenebrosa que João Pico (1). Foi um cipreste do Souto que despachou um jazigo, num acto de vandalismo, que quase levou à falência a Junta do pinhal. É melhor prevenir e cortá-los todos, os mortos não precisam de sombra.

Uma salva de palmas saudou, vibrante, este raciocínio.

 

 

Parece que se reuniu depois a Junta para deliberar como cortar o mal pela raiz e chegou à conclusão que havia mais vegetação para cortar mas que não havia nem ma$$as nem mão-de-obra para escavacar os ciprestes.

 

Vai daí oficiou à CMA pedindo apoio para deixar os mortos do Pego sem sombras, incluindo a nossa querida Paulina Pereira.

 

 

 

Unânime a distinta Vereação resolveu solidarizar-se com a ecológica Junta

 

 

 

Quando alegaram que iam podar os plátanos ainda esgrimiram que tinham feito um ''estudo'' sobre eventuais doenças das árvores. Agora nem isso....

 

 

Finalmente diz-nos um informador local que a Segurança Social não aprovou o Asilo do Gomes Mór, bem como outro (será para outro post) de forma que a Junta só começará a recolher fundos pró busto, quando o Asilo estiver recheado de idosos.

 

MN   

 

(1) Distinto membro da classe política abrantina, colega do Sr.Dr.Armando Fernandes numa defunta CPC do PSD. Actualmente bloguer em licença sem vencimento. Apoiante do PS em Sintra e possível sucessor do dr.Basílio Horta  



publicado por porabrantes às 16:29 | link do post | comentar

Se meter aqui o nome duma empresa ou político sai a teia que foi tecida pelas ligações entre política e negócios.

 

 

Um interessante trabalho académico do investigador da Universidade de Coimbra Pedro Miguel Cruz

 

 

Faça como nós e descubra coisas interessantes.

 

 

Um consultor da CMA e doutras múltiplas autarquias, ex-Ministro e ex-Líder do MES (marxista-leninista) Augusto Mateus ...alegadamente foi membro do Conselho Geral do BPN Efisa entre 2003-2007

 

Coisa muito recomendável para colocar no CV

 

 

Outros nomes alegadamente ligados ao BPN : Rui Machete, Manuel Dias Loureiro, Miguel Cadilhe e o prestigiado Guilherme de Oliveira Martins que também fez alegaamente parte do Conselho Geral entre 2003-2006

 

 

Guilherme de Oliveira Martins, actual Presidente do Tribunal  de Contas já presidia a este organismo quando o TC deu um visto tácito ao projecto ilegal de Carrilho da Graça para a torre do MIAA

 

 

 

 

a redacção



publicado por porabrantes às 15:11 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Terça-feira, 7 de Janeiro de 2014

Toda a retórica e polémica que nos últimos dias tem sacudido este país sobre enterros, funerais de estado e transferências de grandes vultos tutelares deixou perplexa a opinião pública internacional e os respectivos medias e certamente é motivo de gozo para os nossos excelentes humoristas.

 

Só o sarcasmo do Alexandre O'Neill ou do Luís Pacheco é que poderiam retratar tantas viúvas de Eusébio.

 

 

Vou evocar outro enterro, com passagem por Abrantes, com destino ao Gavião. O do político Mouzinho da Silveira que os sisudos moralistas e reformadores da cousa pública gostam de apontar como exemplo de recto estadista.

 

 

Que tal irem ver qual foi a colaboração do Mouzinho na privatização das terras do Infantado, os imensos latifúndios que eram apanágio da Casa dos Infantes de Portugal e que foram parar à Companhia das Lezírias, empresa onde entre os sócios havia grandes políticos ''amigos'' do Mouzinho?

 

 

 

Mouzinho deixara em testamento que devia ser enterrado na Ilha do Corvo ou no Gavião. Optou-se pela solução mais barata e foi ter sepulcro alentejano. Veio de barco até Abrantes e depois deve ter sido levado de carro de mulas ou bois até ao Alentejo, onde os políticos locais, entre os quais se destaca o dr.Carlos Arês têm a subida honra de lhe guardar os restos, não venha um comando açoriano raptá-los.

 

 

Recorde-se que ainda há uns anos a ilha do Corvo pediu à edilidade do Gavião que lhe devolvesse as cinzas do preclaro vulto, como os Açores devolveram o que restava do régulo vátua que outro Mouzinho domara .

 

 

Também o Brasil pediu a Portugal que lhe devolvesse o imperial cadáver de D.Pedro IV, coisa que foi feita com as pompas fúnebres adequadas, fretando-se um paquete onde ia  o Presidente da República Tomás e o Cereijeira e uma capela ardente com os restos resgatados em São Vicente de Fora.

 

 

Ficou no Porto o coração que o Imperador legou à Cidade Invicta, conservado em álcol ou formol, em certa Igreja e que a CM Porto tem constantemente monitorizado, monitorização que cibernautas com hábitos vampirescos podem seguir pela Internet.

 

 

A má língua perguntava, quando Tomás e o Cardeal partiram com D.Pedro no barco: Que vão eles fazer?Acompanhar carnes frias....

 

 

O documento do Mouzinho é um hino à lendária inteligência galega, transportaram uma urna...... pensando que era um piano.

 

O fúnebre documento foi retirado deste recomendável livro da grande historiadora que é

 

 

 e reproduz-se com a devida vénia.

 

 

 

MN



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SAR a Infanta Cristina de Borbón, Duquesa de Palma, acaba de ser notificada da sua real condição de arguida por branqueamento de capitais e outras actividades beneméritas.

As forças vivas de Constância justamente indignadas por existir um pérfido juiz de instrução que acha que uma pessoa antes de assinar um papel deve certificar-se de que o teor do documento não é ilegal e não constitui uma clara viciação da lei para aproveitamento pessoal resolveram durante uma reunião da célula que controla qualquer episódio da vida da Vila (incluindo a nomeação da Madre Superiora do Convento de Montalvo) dar asilo político à Infanta espanhola e ao seu marido.

 

 

Ainda não conseguimos saber se as forças vivas vão lançar uma subscrição pública para comprar a Quinta de Santa Bárbara e transformá-la em Paço dos Borbóns.

Interrogado pelo nosso correspondente um dos escassos populares que ainda vive no centro histórico da Vila manifestou o seu júbilo pela decisão da célula.

Constância deve muito à monarquia. Foi D.Luís I que nos livrou de sermos o alvo da chacota mundial, retirando-nos o nome de Punhete (que dava más ideias aos adolescentes logo que chegavam à puberdade....) e baptizando-nos como Constância, pelo nosso constante apego à Realeza. Voltamos a ser constantes oferecendo asilo a uma perseguida política por um juiz comunista e subversivo.

E além do mais a Cristina poderá ir ao domingo com os miúdos visitar o borboletário tropical e vendo tanto bicho colorido gritará:

 

 

ISTO É O MÁXIMO!!!!  

 

 

ma

 



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Em Setembro de 2013 a página web do Sindicato do Ministério Público reproduziu este interessante artigo de Sílvia Freches sobre os casos judiciais nas autarquias, boa parte deles motivo para criar entre os portugueses uma cada vez maior desconfiança para contra certos autarcas. Neste artigo era referido o caso de Constância, caso cujo primeiro capítulo foi hoje encerrado pelo Tribunal de Comarca de Abrantes que ditou a absolvição de Máximo Ferreira (ex-P. da autaquia) e António Mendes ( actual P. da Assembleia Municipal local). 

 

 

O Sr.Mendes terá dito, segundo um media, que está contente porque terminou o ''calvário.''. O Sr.Ferreira diz que não vai contra-atacar porque parece que sente ''desprezo'' pelo assistente. Isto é o Sr.Ferreira despreza o PS de Constância, que foi o queixoso.  O representante deste,disse umas patacoadas sem pés nem cabeça e ainda que não vai recorrer.

 

 

Indiciará isto o fim do ''calvário''?

 

 

Não sei, depende se o MP recorre para o Tribunal da Relação de Évora. Se assim fôr continuará ''o calvário'' até bem para lá da Páscoa da Ressurreição de 2014, porque os tribunais são lentos.

 

Aliás este processo era mais importante por questões políticas que jurídicas e é incrível que o tribunal tenha tardado tanto tempo para resolver a questão.

 

Do artigo citado reproduzo duas ou três passagens de autarcas cá do Distrito julgados por actos cometidos no exercício das suas funções. Fala-se ainda dum caso particular do Paulo Fonseca, Presidente de Ourém.

Alguns destes autarcas foram condenados e é uma vergonha que continuem a exercer funções públicas depois disso. Além do mais defendo que qualquer político que seja constítuído arguido em processo-crime deve suspender funções.  

 

 

 

(...)

Rui Barreiro (PS)

O empréstimo para o clube

A Câmara Municipal de Santarém suportou na íntegra um empréstimo de 30 mil euros que o Clube Desportivo Amiense contraiu junto do Montepio Geral em 2004. O assunto foi para tribunal e três ex-autarcas foram em junho deste ano condenados pela "prática a título de negligência de uma infração financeira". O ex-presidente da Câmara de Santarém Rui Barreiro foi condenado a uma multa de 1800 euros e dois vereadores do PS, que na altura tinham pelouros (Manuel Afonso e Joaquim Neto), terão de pagar mil euros de multa cada.

 

 

(...)

 

 

Pagou almoços e multa de vereador

Em 2011, Paulo Caldas, ex-presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, foi multado em 7500 euros e condenado a devolver cerca de 25 mil à tesouraria da autarquia. O motivo eram irregularidades cometidas entre 2003 e 2004, que são quase um resumo do que é boa parte dos processos autárquicos tratados pelo Tribunal de Contas (TdC): pagamentos indevidos a uma ex-funcionária aposentada e novamente contratada, despesas de refeições não justificadas dos membros do executivo e uma multa de 500 euros do TdC que devia ter sido liquidada pelo então vice-presidente, Pedro Ribeiro, e que Paulo Caldas autorizou que fosse o município a pagar.

OURÉM

Paulo Fonseca (PS)

Tentou iludir o tribunal

O presidente da Câmara Municipal de Ourém, Paulo Fonseca, foi condenado pelo tribunal da cidade por litigância de má-fé por ter tentado iludir o tribunal num processo de execução de dívida, ao dar uma morada de Lisboa. O juiz considerou que Fonseca e a mulher quiseram fazer atrasar o processo tentando que este fosse remetido para um tribunal de Lisboa e, por isso, aplicou-lhes uma multa de cerca de mil euros.
(..)

 

 

MA



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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

O Prof. Jorge Mineiro, ligado ao Tramagal, foi distinguido  pelo The Royal College of Surgeons de Edimburgo, com o galardão de Fellowship Ad Hominem.

 

 

É uma honra para Abrantes e uma justa homenagem para um dos maiores ortopedistas portugueses.

 

Parabéns Professor!!!!! 

 

A seguir o CV do médico tramagalense

 

 

Retirado do site do Hospital da CUF

 

Especialidade: Ortopedia
Áreas de Diferenciação: Ortopedia, Cirurgia da Coluna Vertebral Pediatrica, Cirurgia da Coluna Vertebral do Adulto, Traumatologia da Coluna Vertebral, Ortopedia e Traumatologia Geral, Tumores da Coluna Vertebral
Doenças: Lesões da coluna, Artrose, Espondilartrite, Doenças dos ossos, músculos e tendões, Espondilite Anquilosante, Osteoartrose, Osteoporose, Escoliose
Unidades Saúde CUF: cuf descobertas hospital
Idiomas Estrangeiros: Inglês, Francês, Espanhol
FORMAÇÃO ACADÉMICA

2011 - Fellowship to Royal College of Surgeons of Edinburgh

2004-2006 - Estagiou por diversos períodos com o Professor Stuart Weinstein, especialista de ortopedia infantil e coluna vertebral pediátrica

2003 - Doutoramento em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa

Pós Especialização na Universidade de Iowa Hospitals and Clinics

1991 - Especialista de Ortopedia e Traumatologia pela Ordem dos Médicos

Internato Geral- Hospital de Santa Maria - Lisboa

Internato de Ortopedia - 2 anos no Serviço de Ortopedia do Hospital de Santa Maria

Internato de Ortopedia - 4 anos em Serviços de Ortopedia de Hospitais do Reino Unido :

1 ano no Princess Margaret Hospital - Swindon

1 ano no Milton Keynes General Hospital - Milton keynes

1 ano no Nuffield Orthopaedic Centre - Oxford

1 ano no Trauma Unit of the John Radcliffe Hospital – Oxford

1980 - Licenciatura em Medicina (L.M.)

1974-1980 - Universidade - Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa

1974 - Pré Universidade - Liceu Pedro Nunes – Lisboa

ATIVIDADE CLÍNICA

2013-2014 - Presidente eleito Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia

2011 - Presidente do Conselho Médico da JMS

2009-2011 - Chairman of the Girdlestone Orthopaedic Society – Oxford

Desde 2009 - Chairman do AO® Trauma Educational Committee de Portugal

2007-2009 - Vice Chairman of the Girdlestone Orthopaedic Society – Oxford

Desde 2007 - Director Clínico do Hospital CUF Descobertas

Desde 2005 - Responsável pelo Programa Nacional de apoio ao internato Complementar de Ortopedia

Desde 2001 - Consultor de Patologia Vertebral para o Hospital Dª Estefânia

Desde 2000 - Responsável pela Unidade de Ortopedia e Traumatologia do Hospital CUF Descobertas – Lisboa

Desde 2000 - Chairman of European Board Examining Committee of the EBOT

1998-2005 - Delegado Nacional na European Federation of Orthopaedics and Traumatology (EFORT)

1994-2006 - Delegado Nacional Union Européenne des Medicins Specialistes-Ortopédie (UEMS)/European Board of Orthopaedics and Traumatology

SOCIEDADES CIENTÍFICAS / BOLSAS / PRÉMIOS

Galardoado com o Honorary Fellowship Award da European Federation of National Associations of Orthopaedics and Traumatology (EFORT)pelo trabalho realizado em prol da ortopedia europeia.

Galardoado com a Fellowship Ad Hominens do Royal College of Surgeons of Edinburgh pelo trabalho realizado em prol do Exame Europeu de Ortopedia

Membro da Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia (SPOT)

Sócio fundador e Membro da Sociedade Portuguesa de Patologia da Coluna Vertebral (SPPCV)

Sócio fundador e Membro da Sociedade Portuguesa de Trauma (SPT)

Membro da Sociedade de Ciências Médicas

Overseas Fellow of the British Orthopaedic Society

Fellow of the British Orthopaedic Research Society

Fellow of the Association of Bone and Joint Surgeons

Membro da Girdlestone Orthopaedic Society

Membro da European Spine Society

Membro da AO Alumni

Membro da Iowa University - Orthopedic Alumni

ATIVIDADE CIENTÍFICA

2005-2008 - Editor da versão Portuguesa do Journal of Bone and Joint Surgery

2002 - Membro Conselho editorial da revista Brasileira de Coluna Vertebral Columna

1998-2002 - Editor da Revista Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia

Editor da revista de ortopedia do Centro de Ortopedia do HCD – Cadernos de Ortopedia

É autor de 238 comunicações das quais 48 em reuniões internacionais fora do país, tem sido membro de diversos comités para atribuição dos prémios Jorge Mineiro/Carlos Lima da SPOT e tem sido responsável pela organizações de diversas reuniões cientificas, cursos de pós graduação e de mestrado ao longo dos anos.

Como Professor da FML tem participado na discussão de diversas teses de doutoramento e de mestrado.No que se refere a publicações o Professor Jorge Mineiro é autor de 38 trabalhos publicados em revistas nacionais e estrangeiras, dos quais 5 artigos em Peer Review Journals, sendo também autor de 5 capítulos de livros da especialidade publicados no nosso país.

 

a redacção

 



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Domingo, 5 de Janeiro de 2014

Era uma vez este copo

 

 

 

 

 

 

Como se pode ver..... nele figura, imponente e régio, el-Rei D.José I, aquele que com a ajuda do mulato Sebastião José, Pombal do seu marquesado, Conde de Oeiras como o Isaltino, livrou Portugal daquilo que os republicanos chamavam o ''perigo jesuítico'', ou seja de homens da Companhia de Jesus

 

 

  

 

Solano ergueu muitas vezes o copo e fez brindes à saúde daquele que ele chamava o ''Divino Marquês'' e agitou as massas no final do século dezanove contra a ''reacção jesuítica'' e excomungou-a no texto que devia estar na mesa de cabeceira de qualquer bom liberal abrantino

'' A Lepra Religiosa'' 

 

 

 

 

O Inventário Artístico do Distrito de Santarém (1949), escrito por Gustavo de Matos Sequeira,  (com a colaboração para coisas abrantinas de Mestre Diogo Oleiro) descreve assim o copo e alguma que outra peça, considerando-as quase como tesouros abrantinos,

 

 

 

 

 

Tendo consultado isto

 

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                            não encontro identificadas estas peças numa mais que curiosa relação de bens a que voltarei outro dia. Para o leitor distraído direi que a D.Amélia  Baeta foi a principal herdeira de Solano de Abreu e deste jardim, outrora centro da vida cívica abrantina, e desta casa

 

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         

Estando em questão o património desta cidade, o papel da Igreja enquanto guardiã do Património, como bem sustentou o Papa Bento XVI, tendo sido a Paróquia de São Vicente a feliz herdeira universal da Senhora Dona Amélia Baeta, venho perguntar ao Pároco de São Vicente se por acaso sabe onde está o copo por onde Solano brindava pelo ''Divino Marquês'' que livrou Portugal da tralha jesuítica.

 

E já agora se também nos pode esclarecer algo sobre o resto dos ''cacos'' considerados ''tesouros abrantinos'' que estavam em casa do Sr.Dr.Solano de Abreu.

 

Com os melhores cumprimentos

Miguel Abrantes                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     



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Morreu o mais exímio diestro lusitano que nas arenas do futebol mundial lidou com uma bola.  Um matador que usou o remate da mesma forma que Manuel dos Santos usou o estoque. Um pontapé de Eusébio era quase sempre um golo certeiro na baliza adversária, digo adversária e não inimiga porque este gentleman de Lourenço Marques nunca teve inimigos.

A pantera negra assiste aqui a uma corrida ao lado de António Cortesão, Presidente da Associação de Tradições e Cultura Tauromáquica, página donde se ''desviou'' esta foto para soltar um vibrante

 

 

 

OLÉ EUSÉBIO!

 

 

que estará no Céu dos futebolistas debatendo com Vicente, o defesa dos Belenenses e irmão de Matateu, o Portugal-Brasil em 1966 onde os lusos sentenciaram 3-1 contra a equipa de Pelé, que tinha sido completamente domado por Vicente, enquanto Eusébio lhe arrancava o ceptro mundial e Portugal liquidava o sonho brasileiro do Tri.

 

 

a redacção    


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