Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014

O Regimento de Apoio Militar

 

de Emergência, Porquê?

Em declarações aos jornalistas no Quartel de S. Lourenço, em Abrantes, à margem das cerimónias comemorativas do Dia da Arma de Cavalaria e do 123º Aniversário da Escola Prática de Cavalaria (EPC), o General Artur Pina Monteiro disse que a unidade que ali vai ser criada será uma “unidade pivô, mais especializada em termos de capacidade instalada, e capaz de dar resposta oportuna ao exército e às populações”, em situação de emergência.

De imediato nos meios militares, surge a sigla R.A.M.E. (Regimento de Apoio Militar de Emergência), contudo toda a estrutura e organização da nova unidade parece ser “TOP SECRET”, quiçá evitar de qualquer forma, o levantar de muita poeira sobre o assunto e que o mesmo passe despercebido até a cerimónia de sua criação.

Será que já não vimos no passado uma situação idêntica a quando da criação do GIPS da GNR?

É claro, que mais uma vez o poder político vai dar uma “machadada” nos bombeiros voluntários e também nos euros dos contribuintes.

Nos meios militares, nomeadamente no Exercito, fala-se de uma unidade idêntica há U.M.E. (Unidade Militar de Emergência) de Espanha. Fará sentido a criação desta unidade militar?

Vamos comparar alguns números:

Espanha – 504 030 km² e 47 265 321 habitantes Portugal – 92 903 km² e 10 487 2894 habitantes

Dados dos censos de 2012

Para esta análise não iremos considerar os dados económicos,  só iremos contabilizar os meios humanos.

Em Portugal para todos os efeitos já temos uma unidade militar de emergência com cerca de 750 efectivos, falo claro do GIPS da GNR. Num cálculo muito rápido, podemos dizer que tanto em território como habitantes, teremos cerca de 1/5 dos valores dos “nuestros hermanos”.

Se a unidade espanhola tem 3.500 operacionais, nós em termos directos deveríamos ter um efectivo de 700 operacionais, portanto, podemos concluir que os meios humanos do GIPS, são suficientes para a uma resposta militar em termos de emergência/protecção civil.

Se considerarmos ainda os 250 bombeiros na F.E.B. (Força Especial de Bombeiros), mais uma razão para questionar a criação do novo Regimento.

Mais uma vez, e apesar da nossa realidade económica, iremos esbanjar recursos como já fizemos com a contratação de meios aéreos para combate a incêndios. Certamente, que muitos interesses já estarão alinhados na linha de partida, para os concursos de fornecimento de equipamentos para o novo regimento.

Não pretendo aqui, expressar qualquer opinião ou mesmo defesa dos Bombeiros Voluntários, do GIPS ou de qualquer outra organização integrante do nosso sistema de Protecção Civil, mas como cidadão português, contribuinte e profissional de emergência e segurança, não entendo de maneira nenhuma, este processo que a cada dia que passa, mais interrogações tenho:

. Pretende-se uma unidade militar do Exercito para justificar uma menor redução do seu efectivo? . Será o objectivo, um esvaziamento de missões ou mesmo extinção do GIPS? . Reduzir a importância dos Bombeiros Voluntários e assim justificar uma redução de verbas destinadas aos mesmos?

Armando Pereira Especialista em Resgate Mineiro e Gestão e Direcção de Segurança

 

 

com a devida vénia e as mesmas preocupações no

 

Ipressjournal

 

 

nota: não estaria mal terminar com a mama dos Voluntários 

 

sublinhados nossos



publicado por porabrantes às 19:19 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 

sn



publicado por porabrantes às 18:50 | link do post | comentar

 

 

 

Jornal do RI2 à venda na Olix

 

para os interessados em coisas sobre Abrantes, História militar e para quem tem saudades

 

MA



publicado por porabrantes às 17:19 | link do post | comentar

 

 

A foto diz tudo. Isto era a entrada do Quartel de Infantaria de São Domingos, antes de ser mudado para São Lourenço

 

 

 

 

O estado de conservação do convento é lastimável e as suas entranhas são testemunho de abandono e exemplo do que não deve ser  a conservação dum imóvel de interesse público, que além do mais é propriedade pública

 

 

 

 

Volto ao início, o estado daqueles azulejos, que foram ali colocados pelo Exército português para homenagear e recordar os seus mortos na Grande Guerra , que nos leva a pensar????

 

Um país que trata assim os seus mortos e os seus monumentos que futuro tem?

 

Que educação tem?

 

900.000 €, números arredondados, pró Carrilho projectar uma torre abjecta, zero euros para preservar o painel de azulejos aos mortos de São Domingos de Abrantes.

 

Vale a pena seguir?

Só para dizer os créditos das imagens, que se reproduzem com a devida vénia

Azulejos-Tubucci

Quartel de São Lourenço-Major General António José Maia Mascarenhas in

 

A Engenharia Militar Portuguesa, Evolução e  Acção no 3ºQuartel do Século XX-Ordem dos Engenheiros

 

Interior do Convento -Artur Falcão

 

 a redacção 



publicado por porabrantes às 11:40 | link do post | comentar

Domingo, 17 de Agosto de 2014

  

<input ... >
Artur Lalanda   disse sobre O escabroso caso da Rua da Estalagem, nas Mouriscas  no Sábado, 16 de Agosto de 2014 às 12:43:

     

Se as "notificações" da Câmara tivessem algum resultado prático, possivelmente, o edifício em ruínas, mesmo nas barbas da Câmara, que há vários anos serve de pombal, já teria, pelo menos, as portas e janelas emparedadas.
Fazer notificações, implica não deixar tudo como dantes, mas em Abrantes... tudo como dantes.

 

 

Caro Amigo Lalanda

 

 

Tem toda a razão. A actuação exarada em acta dá ideia que querem deixar tudo como d' antes, ou seja quartel-general em Abrantes. Notificações dessas encontram-se nas actas municipais às dezenas e não tiveram efeitos práticos. A não ser uma que foi feita à D.Pátria Leontina,  ou para ser para exacto 

 

Senhora Dona

Pátria Leontina Matos de Sousa, Contribuinte nº

110888502, com residência no Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia

na Rua José Filipe Rebordão, 2260-437 Vila Nova da Barquinha

 

não é por nada, mas isto é muito curioso 

 

a propósito isto meteu notícia no Mirante

 

 

         

 

Arquivo:  Edição de 03-01-2008

''SECÇÃO:  Sociedade

A proprietária não fez obras nem pagou as que a Câmara de Abrantes realizou fotoPrédio particular penhorado por autarquia para reaver dinheiro de obras ali efectuadas
A Câmara de Abrantes vendeu um prédio particular situado na zona histórica da cidade, depois de o ter penhorado para pagamento de dívidas à autarquia por parte da proprietária. É o fim de um processo com quatro anos. O prédio urbano situado na rua Combatentes da Grande Guerra, em pleno centro histórico da cidade, foi vendido pelo município a 14 de Dezembro. Apesar de não ser divulgado o montante da venda, feita através de propostas em carta fechada, a autarquia já tinha anunciado, em edital, que o preço-base para a compra do edifício, composto por rés-do-chão com duas lojas próprias para comércio, primeiro e segundo andar para habitação, com três divisões em cada piso, era de 17.451 euros. O processo que culminou com a venda do imóvel já tem quatro anos. Em Outubro de 2003, após uma vistoria dos serviços camarários, verificou-se que o prédio estava em iminente risco de ruir, constituindo um perigo para os transeuntes. O facto de estar localizado na zona especial de protecção de um monumento nacional, a Igreja de S. Vicente, em pleno centro histórico, levou a câmara a ser mais célere na tomada de medidas de salvaguarda, notificando de imediato a proprietária para proceder às necessárias obras de intervenção no espaço. Uma determinação que nunca foi acatada pela proprietária, Pária Leontina Matos de Sousa. Quase um ano depois, em Agosto de 2004, o processo de doação do edifício chegou a ir à reunião do executivo camarário, mas acabou por ser retirado da ordem de trabalhos. Antes de aceitar a proposta da proprietária, a autarquia quis confirmar a existência de dois inquilinos e os eventuais ónus que existiam sobre o prédio. A doação nunca chegou a ser concretizada. Assim como as obras imputadas à proprietária. Tal facto levou o município a substituir-se a Pátria Leontina e a realizar, ele próprio, uma demolição parcial do edifício. O valor das obras rondou os 15 mil euros, mais IVA. Na reunião de 15 de Fevereiro desse ano o executivo deliberou imputar à proprietária os encargos camarários provenientes dos trabalhos de demolição. Mas, mais uma vez, Pátria Leontina não acatou a decisão, obrigando a câmara a tomar uma posição mais drástica para reaver o dinheiro, avançando com um processo de execução fiscal. O edital de execução fiscal esteve colado nas portas do prédio até 14 de Dezembro, data estipulada pela autarquia para a abertura das propostas de compra. Nele se dava conta da venda por propostas em carta fechada, do bem penhorado à executada, no valor patrimonial de 24.930 euros, para pagamento da dívida proveniente da prestação de serviços - trabalhos por conta de particulares, no valor de 17.888,68 euros, acrescidos de juros de mora e custas processuais.''

                                   

 

    

 

 

a propósito porque é que o dono disto não é notificado e se lhe aplica o mesmo  tratamento que à Senhora Dona Pátria Leontina, que era viúva dum bravo militar que serviu Portugal?

 

ruinas cónego.jpg

 

Não se lhe aplica  porque benzeu um cemitério onde não havia cruzes?

 

MN



publicado por porabrantes às 19:44 | link do post | comentar

 

 

cartazes de Vítor Marques, prestigiado artista plástico abrantino, autor, de entre outras obras, da estátua a Manuel Fernandes no Largo de S.António

 

 

 

 

Créditos: Câmara M. Tomar

 

 

a redacção



publicado por porabrantes às 12:11 | link do post | comentar

Sábado, 16 de Agosto de 2014

 

foto gamada ao nosso amigo e grande abrantino Artur Falcão

 

 Um jerico pastando bucolicamente na Chainça e preparando-se para novos actos de civismo na Raimundo Soares, lá para o Outono.

 

 

sn 



publicado por porabrantes às 23:18 | link do post | comentar

O Pato Bravo   disse sobre A propaganda e a sociedade civil  na Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014 às 02:02:

     

Já há tanto tempo que esta senhora ridícula e o seu grupo de amigos denominados de Sociedade Civil, andam a subir na vida á custa dos Bombeiros, basta para isso juntarem os "ses" e os "porquês" de todas as notícias, de todos os subsídios dados, de todas as tramóias feitas por este grupo de amigos socialistas e não só, que irão ver que a cabecilha Ceuzinha está em todas. É pena que tentem abafar muita coisa, é pena que não se faça nada contra isto, é pena... Esperemos que os fatos que a Ceuzinha futura deputada entregou aos bombeiros, não tenham vindo do lote entregue aos Bombeiros Voluntários de Farejinhas, que ardem no fogo. É só mais uma campanhazita sem escrúpulos!

 

 

Caro Amigo

 

É realmente imperdoável que não se apercebam que a democracia é a transparência e que ela passa por porem cá fora os resultados das variadas inspecções feitas pela tutela à CMA.

A sociedade civil rima com a partidocracia e o clientelismo, na sua versão abrantima.

Naturalmente um cliente vive do favor político e está preso pela trela ao poder, não podendo por isso dar um passo sem autorização do dono.

Um cliente não é um homem livre, é um vassalo.

No caso abrantino serve os interesse instalados e serve-se.

Espero que os equipamentos não sejam desses das Farejinhas.

Para bem dos nossos bombeiros.

Cumprimentos

MA 



publicado por porabrantes às 17:33 | link do post | comentar

 

 

 

 

 

 

 

 um caso de investigação de  paternidade polémico, uma das maiores batalhas judiciais lusitanas, um exemplo de persistência notável, a arrogância face à justiça, excertos de uma grande reportagem na ''Visão'' por J. Plácido Júnior, com o título de ''A Batalha de Marina, filha de um milionário nada incógnito''

 

 

o caso da filha da D.Olinda de Rio de Moinhos, um caso que foi possível reabrir graças a uma sentença do  TC face a um recurso do MP noutro caso que se julgou na comarca de Abrantes

 

 

 

  

 

 

 

a redacção

 

se procurarem outros links sobre esta história encontram algumas coisas interessantes



publicado por porabrantes às 13:07 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

 

 

 

 

Uma maravilhosa e justa crónica no Expresso (1981) de Francisco Hipólito Raposo, coleccionador e crítico de arte, cronista gastronómico e homem de boa prosa. No Expresso, em 1981  

 

 

 

 

hipolito.tif

 

sn



publicado por porabrantes às 23:31 | link do post | comentar

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