Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2015

Há bastantes novidades nos agendamentos judiciais e não sei se tenho pachorra para os analisar todos (os que nos interessam). Mas como este tem a ver com a insegurança na cidade, dá-se notícia dele. É no Tribunal de Santarém, dado que o Tribunal de Abrantes quase (des)faleceu.

19/11.6GCABT Santarém - Inst. Central - Secção Criminal - J4 Processo Comum (Tribunal Coletivo)

Ofendido Manuel Joaquim Maximiano Ofendido Berenice Aruna Fernandes Demandante Maria do Céu de Oliveira Antunes Albuquerque Autor Ministério Público Autor Ministério Público Arguido Fábio Alexandre da Conceição Gomes Arguido João Luis Calado Pólvora Arguido Pedro Miguel Marques Lourenço Interveniente Acidental João Nuno Leiria da Silva Pepino Perito Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I. P. Interveniente Acidental Grelha Nova - Actividades Hoteleiras Ofendido Luis Miguel Lopes Marques Interveniente Acidental Jurishelp -Serviços de Secretariado, Lda.

Julgamento ou Audiência final

08-01-2015 14:00

ma

 

 



publicado por porabrantes às 20:14 | link do post | comentar

merde.jpg

A única linguagem que a escória fundamentalista compreende é esta.

Ou defendemos a Liberdade, de que o Charlie Hebdo era bandeira, ou terminaremos a prestar vassalagem ao califa ou ao ulema da esquina.

charlie-hebdo-toon-1.jpg

 a redacção

 

 

 



publicado por porabrantes às 17:05 | link do post | comentar

O dr. António Velez, Advogado cá da Cidade, é um dos melhores cronistas da imprensa regional e premeia-nos com esta crónica.

Obrigado amigo e mande mais sff!!!!! Ah e Feliz Ano Novo!

 

Abrantes e as oportunidades perdidas
     Não devemos deixar de fazer um balanço no fim do ano e traçarmos estratégias ou ideias para 2015. Abrantes teve, comprovadamente, enormes problemas com o seu executivo camarário. Apesar da edil ser pessoa influente, tal qual as pulgas, que quando se infiltram têm o dom da multiplicação...estão em todo o lado e em tudo; mas mesmo assim lhe falharam dois objectivos, que em meu entender lhe deviam ter assistido:     Perdeu a crise do ébola.     Perdeu a crise do legionário. Ora quando uma autarquia como Abrantes se deixa ir abaixo em itens que dão canal e votos, em detrimento de autarquias próximas, logicamente algo falhou. Nestas duas grandes falhas perdeu-se a iniciativa de Abrantes ter importado da Serra Leoa um doente com ébola, que ficaria barato e ficando em exposição na Loja do Cidadão, até à sua morte, na montra, claramente, iria dinamizar o deserto histórico ( digo Centro Histórico ) e criaria riqueza ao comercio. Quanto à doença do Legionário, também devíamos ter tido um doente, para mostrar a imponência da Federação de Freguesias de Abrantes. Certamente tal maleita podia ter sido incubada ou numa central termoelétrica próxima, ou mesmo numa celulose ! Mais se daria uso à Urbanização do Barão Vermelho. E eram os turistas, os tinonis das ambulâncias e os altos préstimos do Hospital de Abrantes, que não só curavam, mas recebiam cientistas do norte da Europa para aprenderem com Abrantes...muitos seriam, eventualmente netos daqueles velhos que vinham para o lar que estava para ser feito para  estrangeiros ricos. Mas também não se fez por coisas.      Perdeu ter alguém do moderníssimo Estado Islâmico. Já Ponte de Sôr, terra do Santana Maia teve e tem. Foram entrevistadas umas velhas duns cafés, que disseram que a rapariga era boa pessoa; falava com os outros jovens e era uma querida lá na terra. Gostava de beber uns canecos e adorava cacholeira e farinheira frita. Parabéns Ponte de Sôr: conseguiste !Estas coisas do Estado Islâmico não são de deitar fora, especialmente porque Abrantes já deu provas suficientes de amor e dedicação ao Grande Alá, desde o tempo em que mandei baptizar a Tenda do Kadafi, que continuaria reiteradamente a ter um uso islâmico, agora não para a camelagem, mas para ter lá debaixo ,protegido das chuvas, os arsenais nucleares deles. Depois é de enorme inconsequência não se pensarem nas carrinhas de caixa aberta que eles usam ! Que são japonesas e logo uma fonte de negócio para o Tamagal pagante de viagens técnicas de aprendizagem aos seus subalternos.       Depois e ainda em fidelidade a Alá a nossa edil chama-se Maria do Céu Albuquerque. Vamos decompor; Céu: logo Alá Alakbá. Maria : nome da mãe de Jesus que também era do médio Oriente e lá daquelas bandas do Estado Islâmico.  Sendo certo que Maria tanto pode dar para catequista como para ceifeira  e não é um nome inferior a Catarina Eufémia, Virgem Maria, Maria Patroa ou Maria Criada. Portanto é um nome do Bloco Central Camaleónico que dá para todos os gostos...daí eu ter duas filhas e ambas serem Marias. Logo perspicácia minha.Já Albuquerque foi um português grande, que andou no seu tempo, a proferir conferências sobre religião, por todo o Mundo e em representação do nosso Portugal. Tudo bate certo, tal qual um bolo inglês ao qual não se lhe pode ir à fruta.      Devíamos era estarmos preparados para tudo, e cá por mim até acho que se devia retomar o projecto carrilhico, mas agora não tão quadradão, mas sim em forma de Mesquita multiusos. Para não se dar a imagem religiosa total, concessionava-se essa mesquita museu ( agora não ibérico, mas de nome Medio-Orientino) , ao Espalha Fitas, já que fita por fita...     Resta agora resolver o problema da Ucrânia, não venham eles com o Putin à frente e Europa abaixo ! Pronto: vamos buscar os seguidores da Santa da Meia Via e vestiremos de branco um tipo de barbas; que se o Brasil nos atacar com a Oi, nós até podíamos reformular tudo e dizermos que era um pai de santo.      Isto sim era a politica internacional que Abrantes devia adoptar quanto antes.      O Abusa passava já a caravana puxada por camelos. O Castelo da cidade devia ser habitado pelas forças vivas, com muralhas reforçadas, e fazendo-se aí sim, uma verdadeira Corte Republicana, onde viveria Lação e Lagato e perante uma eventual pulseira electónica a Sócrates, aí viveria e era visitado por políticos celebres, que lhe trariam prendas; às quarenta ou cinquenta ao mesmo tempo, pois cá fecharíamos os olhos às leis tontas que ele próprio fez para o Estabelecimento Prisional que o acolheu. Depois sempre estava num sítio alto e a apanhar com os bons ares da, justamente, Serra de Mação e era retirado ao município de Évora. Seria tal Corte o ninho multifacetado dos socialistas e de cá sairia, mas próximas eleições, certamente uma Secretária de Estado, uma Representante de Alá, de Deus, do cadomblé ou o que fosse necessário ser. Por porque o que é mesmo preciso é ser e estar.      Quedo-me por aqui, mas nunca sem deixar de me referir a Alferrarede: Al- prefixo árabe, que Alá conserve essa velha prova para memória futura e para o que der e vier.Já que vem aí tanta coisa. A propósito e ainda em Alferrarede havia de haver, por vontade de Alá, um bairro com o nome de Al Que Lena e já agora devíamos ainda fazer em Abrantes um Hide Park, todo verde e arborizado pele Rua Monteiro de Lima e cortar à sua esquerda e subir a Camões ( que também era socialista ) . Essa zona precisa de respirar doravante.
Em Abrantes, agora Al Lenantes, nada como dantes.
Feliz Novo Ano e lembrem-se da infinita misericórdia de Alá.

 

Ant. Velez ( Advogado )



publicado por porabrantes às 14:42 | link do post | comentar

Terça-feira, 6 de Janeiro de 2015

piedade pinto.jpg

A nova direcção do CRIA hoje eleita é quase inteiramente dominada por cargos eleitos do PS- Presidente Nelson Carvalho (que se demitiu da A.Municipal), outros membros da direcção: a enfermeira Piedade Pinto ( eleita para a A.Municipal -PS) e Aníbal Melo (ex-Presidente de São Vicente-PS).

No Conselho Fiscal Bento Henriques

Como suplentes da direcção o Presidente do PS de Abrantes   Bruno Tomás,  mais Sónia Alves e Luís Silvério.

Para a Assembleia Geral um certo Humberto Lopes.

 

 

MA

 

Para ver os cargos dos novos eleitos na nomenclatura PS local veja aqui, onde naturalmente encontra o Aníbal Melo e a Sónia Alves

 

foto: assembleia municipal

 



publicado por porabrantes às 23:42 | link do post | comentar | ver comentários (3)

 Como se nota esgotam-se os coros natalícios, com a rapaziada cantando os Reis

natal.jpg

 as boas intenções também se esgotam, voltamos aos bons hábitos quotidianos, como diria a cacique,   Guantanamo é quando um mulato quiser....

pai natal.jpg

 aliviado o Papai Noel......encerramos a quadra com uma vista quase inédita dos Reis homenageando Jesus em Belém, então não sobre ocupação sionista, mas sob a civilizada tutela do Império de Roma

santa maria 1920 DO.jpg

 A foto é de 1920 e é presumivelmente de Diogo Oleiro e mostra a única tábua que restava do retábulo de Santa Maria, que aqui podem ver melhor e que José de Figueiredo atribuiu a Gregório Lopes

 

O retábulo foi desmontado nos anos 40 e usado numa grande exposição lisboeta, como se contará algum dia.

 

Temos vaticínios curiosos para 2015, que nos enviou um amigo, que serão aqui publicados.

MN 

  

 



publicado por porabrantes às 21:46 | link do post | comentar

 

Pedro Moreira, ex-Presidente da Junta de Freguesia de Alferrarede (PS) e actualmente Presidente da Associação Crescer  denuncia no facebook uma série de alegadas irregularidades nos centros de desintoxicação clericais liderados em Abrantes pelo polémico Cónego José da Graça.

pedro 5-1-2015.png

 

Essas irregularidades encontram-se segundo noticiou a imprensa local e nacional a ser investigadas pelas autoridades de investigação criminal.

Faz agora dois anos que essas irregularidades foram denunciadas pelo ''Sol'' e depois o jornal da Hália fez ampla reportagem sobre o assunto.   

Noutra declaração publicada no facebook Pedro Moreira atribui a responsabilidade da sua exclusão das listas PS à denúncia apresentada à Procuradoria Geral da República contra o Presidente do Centro Interparoquial de Abrantes, criatura cuja carreira é assinalada por vasta lista de façanhas já denunciadas nesta página.

Pedro Moreira afirma ter informado a Hierarquia Eclesiástica (designadamente o Bispo de Portalegre e Castelo Branco e a Nunciatura) desta situação. Adiante-se que o Ordinário Diocesano tem conhecimento doutras irregularidades do Graça, através doutras queixas. Reproduz-se de seguida o texto do Pedro, que é no essencial, segundo as suas palavras, transcrição da queixa enviada à Procuradoria. Para evitar as lamúrias dos adeptos do benemérito saliente-se que o processo não está em segredo de justiça.

a redacção    

Graça oficial.png

 

 

 

 

''Denúncia de Fraudes, Ilegalidades, Irregularidades e Imoralidades no “Projecto Homem” de Abrantes
As situações que passarei a descrever ocorrem desde há vários anos na instituição “Centro Social Interparoquial de Abrantes”, uma I.P.S.S. da Igreja Católica, designadamente na valência “Projecto Homem – Programa Educativo – Terapêutico de Reabilitação de Toxicodependentes” e nas várias unidades que a compõem.
1. Esta valência funciona desde Julho de 1997 e desde Novembro do mesmo ano está protocolada com o I.D.T. – Instituto da Droga e da Toxicodependência (então S.P.T.T.), que funciona no âmbito do Ministério da Saúde. Este serviço licenciou então para funcionamento 2 unidades: o Centro de Dia de Alferrarede e a Comunidade Terapêutica “D. Maria Amélia”. O Centro de Dia, cuja morada é o Salão Paroquial de Alferrarede, nunca existiu e nunca funcionou. Ao longo dos anos, têm sido feitos processos de admissão de utentes para esta unidade – fantasma e os seus nomes são inscritos nas respectivas Listas Nominativas enviadas mensalmente ao I.D.T., com a consequente comparticipação financeira: 120€ por cada utente/mês, até ao máximo de 40 utentes protocolados. Primeira fraude: uma unidade licenciada que nunca funcionou mas que sempre foi utilizada para extorquir dinheiro público ao Estado.
2. Em Maio de 2001, com muita pompa e circunstância e na presença de vários membros do governo e do Conselho de Administração do I.D.T., a instituição inaugurou a Comunidade Terapêutica “João Guilherme”, construída de raiz e com o concurso de dinheiros públicos. Apesar de ter sido licenciada para 65 camas, apenas 26 foram protocoladas com o I.D.T., as quais se juntaram a outras 26 camas protocoladas na Comunidade Terapêutica “D. Maria Amélia”. Em 2007, a instituição solicitou o encerramento desta Comunidade Terapêutica, garantindo no entanto que a Comunidade Terapêutica “João Guilherme” passaria a contar com 52 camas protocoladas e, portanto, subvencionadas pelo Estado. E generosamente subvencionadas: 720€ por cada utente/mês, até ao máximo de 52 utentes. Acontece que muito raramente a lotação das camas protocoladas foi atingida, pelo que a instituição, particularmente o seu Presidente, Cónego José da Graça, Pároco de Abrantes, tem recorrido aos mais fraudulentos esquemas para garantir o financiamento das obras que permanentemente tem em execução. Senão, vejamos: quando um utente abandona por sua livre vontade ou é expulso da Comunidade Terapêutica, a instituição é obrigada a reportar ao I.D.T. esta Alta Não Programada. Pois bem, dezenas e dezenas de utentes nestas condições foram mantidos por vários meses nas Listas Nominativas como se continuassem em tratamento, continuando a instituição a receber do Estado dinheiro para comparticipar uma cama que já não estava ocupada. O mesmo aconteceu ao longo dos anos com utentes entretanto detidos em estabelecimentos prisionais, em instituições de saúde mental e até noutras Comunidades Terapêuticas – os seus nomes continuaram a constar das Listas e a instituição continuou a receber dinheiro indevidamente. E, por incrível que possa parecer, até utentes entretanto falecidos continuaram a ser contabilizados, numa manifestação de total desrespeito pela vida humana por parte do Presidente da instituição. Segunda fraude: todos os esquemas servem desde que o dinheiro de todos os contribuintes continue a entrar, pelo que as Listas Nominativas estão todos os meses cheias de utentes – fantasma que o Estado continua a subvencionar.
3. Além das unidades protocoladas com o Ministério da Saúde, a valência “Projecto Homem” possui ainda unidades protocoladas com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social: são os Apartamentos de Reinserção Social, destinados a fazer o acompanhamento aos utentes que concluam com sucesso o seu tratamento em Comunidade Terapêutica. E são 3 estes Apartamentos: um em Abrantes, outro em Castelo Branco e um terceiro em Ponte de Sôr, cada um com 10 camas protocoladas e subvencionadas pelo referido Ministério. Desconheço o valor desta comparticipação. Acontece que nunca estas camas foram integralmente ocupadas por utentes efectivamente na fase da Reinserção, pelo que também aqui o Presidente da Instituição tem recorrido à fraude para preencher a totalidade das camas e assim garantir mais dinheiro para as suas outras “obras”. O esquema é simples: completam-se as listas de utentes dos Apartamentos de Reinserção, obrigatoriamente enviadas todos os meses, com nomes de utentes que constam simultaneamente das Listas Nominativas da Comunidade Terapêutica “João Guilherme”, onde se incluem utentes que estão de facto em Comunidade e utentes que já a deixaram, quer por abandono, quer por expulsão, quer até por internamento forçado e mesmo morte. Assim, muitos utentes aparecem ao mesmo tempo em Comunidade Terapêutica e em Apartamento de Reinserção Social e a instituição recebe duas vezes por cada um deles, quando em muitos casos não deveria receber vez nenhuma, já que largas dezenas deles não estão em nenhuma daquelas unidades! Se isto não é roubar o Estado… Terceira fraude: aproveitando-se consciente e deliberadamente do facto de os protocolos existentes vincularem a instituição a dois Ministérios distintos e partindo do pressuposto da inexistência de articulação e de cruzamento de informação entre ambos, o Presidente da instituição recebe de duas fontes distintas dinheiro pelo mesmo utente e muito frequentemente por utentes que, de facto, não existem.
4. Enquanto que uma cama ocupada em Comunidade Terapêutica por um toxicodependente é subvencionada até ao máximo de 12 meses, a mesma cama ocupada na mesma Comunidade Terapêutica por um alcoólico é subvencionada até ao máximo de 6 meses. Quarta fraude: na Comunidade Terapêutica “João Guilherme” todos os utentes são admitidos como toxicodependentes e assim são elaborados os respectivos processos obrigatoriamente remetidos ao I.D.T., pelo que se recebe por cada alcoólico o dobro do que está regulamentado.
5. Quinta fraude: nenhuma das Equipas Técnicas de nenhuma das unidades licenciadas e protocoladas, quer com o Ministério da Saúde, quer com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, efectivamente existe ou existiu algum dia na sua totalidade. Não há nem nunca houve psiquiatra na Comunidade Terapêutica – os utentes com duplo diagnóstico, cada vez mais frequentes e nunca reportados ao I.D.T., são graciosamente atendidos por dois psiquiatras que dão consultas na “Clínica Médica e Médica Dentária Domus Salutem, Unipessoal Lda.”, em Rossio ao Sul do Tejo ou encaminhados para a urgência do Centro Hospitalar do Médio Tejo. Não há psicólogo na Comunidade Terapêutica e quando houve tratou-se de algum estágio curricular, sem qualquer vínculo com a instituição, embora o seu nome tenha constado (ainda consta?) na versão oficial da respectiva Equipa Técnica. O que há é um terapeuta com licenciatura em Psicopedagogia, o que não o tem impedido de colocar a sua assinatura como se de psicólogo se tratasse. Não há nem nunca houve médico ou enfermeiro a tempo inteiro na Comunidade Terapêutica, mas apenas em regime de voluntariado – a vinheta que obrigatoriamente consta de cada processo de admissão é de um gastrenterologista já aposentado que se desloca quinzenalmente à Comunidade Terapêutica, deixando sempre durante as suas ausências processos assinados para serem utilizados pelos terapeutas, pelo que não observa nem consulta nunca os utentes antes de estes serem admitidos. Não houve nunca um Assistente Social na Comunidade e o que há agora é um terapeuta que entretanto se licenciou em Serviço Social mas que continua a exercer apenas funções de terapeuta.
6. Sexta fraude: alguns (todos?) membros reais e fictícios da Equipa Técnica da Comunidade Terapêutica “João Guilherme” são-no simultaneamente dos vários Apartamentos de Reinserção Social (Abrantes, Castelo Branco e Ponte de Sôr). Porventura alguns até já terão deixado de trabalhar na instituição, continuando o seu nome a ser utilizado para “cumprir” as exigências regulamentares e assim garantir o financiamento governamental.
7. A legislação em vigor prevê que o Estado comparticipe 80% do custo do tratamento em Comunidade Terapêutica, cabendo os restantes 20% à família ou na sua ausência ou impedimento à Segurança Social. A instituição não pode cobrar ao utente ou à sua família quaisquer outras verbas a pretexto algum. Sétima fraude: na Comunidade Terapêutica “João Guilherme”, os terapeutas são forçados pelo Presidente da instituição a exigir 50€ de inscrição (que inclui a desintoxicação), bem como despesas com medicamentos, deslocações a tribunal ou hospitais centrais e até chamadas telefónicas.
8. Em vez de tentar sensibilizar as famílias para a sua responsabilidade perante o tratamento da toxicodependência, incluindo a comparticipação financeira, a estratégia do Presidente da instituição é outra bem diferente: aparentar magnanimidade permitindo a entrada a todos, mesmo os que não têm problemas de dependência, com ou sem acompanhamento familiar, requerer para todos o Rendimento Social de Inserção, levantar os respectivos vales mensais sem sequer os seus destinatários assinarem, reter uma parte substancial dessa verba a título de comparticipação na mensalidade e entregar a cada um o valor restante para despesas pessoais (nomeadamente tabaco, cafés e produtos de higiene). Oitava fraude.
9. Ao longo dos anos, vários foram os utentes abrangidos pelo “Programa Vida – Emprego”, destinado a promover a reinserção social e profissional de toxicodependentes em recuperação através da formação e emprego. Mais uma vez, os mesmos das listas da Comunidade Terapêutica e dos Apartamentos de Reinserção Social. Nona fraude: tripla contabilização dos mesmos utentes, tripla subvenção por parte de dinheiros públicos (neste caso, a instituição recebeu mensalmente verbas a título de subsídio para os supostos estagiários, despesas com seguros e subsídio de alimentação).
10. Décima fraude: a grande maioria dos utentes integrados no referido Programa nunca recebeu a totalidade da quantia a que tinham direito de acordo com o regulamento do mesmo. Atrevo-me a dizer que alguns nunca receberam nada. É certo que todos tinham obrigatoriamente que assinar um recibo mensal, mas este “contratempo” foi sempre facilmente ultrapassado com recurso a falsificação de assinaturas, uma prática corrente e generalizada na instituição.
11. A instituição recebeu igualmente apoios financeiros para fazer face a despesas com o suposto orientador de estágio, no montante mensal equivalente a duas vezes o salário mínimo nacional. Décima primeira fraude: vários foram ao longo do tempo os terapeutas que desempenharam, pelo menos no papel, as funções de orientador de estágio e até de Mediador sem nunca receberem um cêntimo da verba que lhes estava destinada, tendo esse dinheiro engrossado os cofres da instituição.
12. Apesar de não possuir a este respeito informação muito pormenorizada, sei que funcionou (funciona?) também a coberto da instituição uma “Empresa de Inserção” totalmente fictícia e fantasma que foi ao longo do tempo servindo de instrumento de apoio à reinserção social e laboral dos toxicodependentes reabilitados. Os mesmos de sempre. Com recurso a verbas do Estado. Muitos nunca receberam um cêntimo. Muitos nunca assinaram os respectivos recibos. Décima segunda fraude.
Creio que não restam dúvidas quanto à natureza criminosa da gestão do Centro Social Interparoquial de Abrantes e particularmente do seu Presidente, Cónego José da Graça. São inúmeras fraudes, ilegalidades, irregularidades e imoralidades cometidas desde há vários anos com recurso a dinheiro do Estado Português, dinheiro de todos os contribuintes. Urge deter estes procedimentos criminais e responsabilizar os seus protagonistas, especialmente o Presidente da instituição, verdadeiro senhor feudal dos tempos modernos, um autêntico déspota que se julga acima da lei e detentor de um poder absoluto.
Estou inteiramente ao dispor da investigação que espero venha a ser conduzida, incluindo para prestar declarações e esclarecimentos adicionais julgados convenientes. Apenas solicito que tal seja feito com absoluto sigilo e anonimato, em ordem a preservar a minha segurança e a da minha família. É que com este senhor todo o cuidado é pouco, já que não olha a meios para atingir os fins que persegue e tem demonstrado em diversas situações uma total ausência de escrúpulos.''



publicado por porabrantes às 15:56 | link do post | comentar

Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2015

 

 

duarte 2.png

 

Faleceu ontem o Prof. Arq. Duarte de Castro Ataíde Castel-Branco, na sua Quinta da Omnia, no Rossio ao Sul do Tejo.

Associamo-nos à dor da sua família a quem apresentamos os nossos pesâmes.

 

Abrantino de gema, apesar de natural de Macau, onde nascera em 1927.era filho do Coronel João Alberto de Vilas-Boas Pimenta de Castro de Castelbranco e da nossa querida Dona Maria Cristina de Gamboa e Liz Castro Ataíde, sendo pelo lado materno originário duma família abrantina cuja fidalga ascendência remonta entre nós até ao século XVII.

 

Prestigiado Professor universitário e Arquitecto assinou entre outras obras nesta cidade o Monumento a Nuno Álvares no Outeiro de São Pedro (a meias com Mestre Lagoa Henriques) e ainda a Biblioteca António Botto no Convento de Sao Domingos.

Vimo-lo desde os primeiros momentos solidário com a petição para salvar o Convento dominicano do calhau de 40 m de altura de Carrilho da Graça e ainda com a Tubucci.

Deixa-nos a todos uma lição de cidadania, curtida nos duros tempos da candidatura de Arlindo Vicente e de Humberto Delgado, uma forma humanista de pensar a Cidade e a sua Abrantes e ainda a lição dum magistério cívico que todos reconhecemos.

E porque o homem é um animal político, Duarte Castel-Branco foi ainda candidato pelo CDS a Presidente da Assembleia Municipal depois do 25 de Abril.

duarte.jpg

 A melhor homenagem que lhe podem prestar é devolver ao monumento a Nuno Álvares a dignidade perdida pelo abandono camarário.

a redacção

 

Duarte Castel-Branco foi um dos melhores urbanistas portugueses, pode ver aqui o seu cv

 

foto:Cidade de Tomar

 



publicado por porabrantes às 19:59 | link do post | comentar

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