Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016

 

Uma leitora, muito dada a diálogos com o Jornal de Abrantes, no facebook, propõe a pena de morte (ou o linchamento?) para os incendiários.

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   ma



publicado por porabrantes às 08:31 | link do post | comentar

Quinta-feira, 29 de Setembro de 2016

A vitória da requalificação do abandonado Largo das Mouriscas na votação do O. Participativo, deve--se em grande parte à empenhada acção da AGIMOS e do Sr.António Louro. Com a devida vénia publica-se um post da sua autoria, reproduzido, da página desta organização cívica. E damos-lhes os parabéns:

 

 

''ORÇAMENTO PARTICIPATIVO ABRANTES 2017 - BALANÇO:

Na hora de fazer um pequeno balanço sobre o OP escolhi o grupo do Agimos para veicular algumas questões, nomeadamente:

1 - A vitória da Requalificação Paisagística do Largo do Espírito Santo/Largo das Ferrarias por 153 votos foi uma agradável e inesperada surpresa. No decorrer da votação escrevi em vários grupos que as coisas até não estavam a correr muito bem no que diz respeito à plataforma informática do Abrantes 360º. Ademais troquei intenso correio electrónico coma equipa do OP no sentido de obter ajuda para as muitas pessoas que não estavam a conseguir votar. Em abono da verdade as respostas foram quase imediatas, mas alguns dos impedimentos não foram ultrapassados.

2 - Com a notícia da vitória de Mouriscas, para espanto de muitos fregueses, houve aplausos de muita gente, mas também um evidente desconforto da parte de pessoas que estiveram em negação com o desenvolvimento de todo o processo, que estiveram sempre ausentes e que não estiveram à altura do que se estava a passar.

3 - Aquando a última Assembleia de Freguesia de Mouriscas, realizada no dia 23/09/2016, esperei até ao último minuto que fosse proposto e aprovado um voto de louvor pelo facto de Mouriscas ter alcançado o primeiro e o segundo lugar neste programa. Tal não aconteceu e, ao invés, houve até quem levantasse objecções perfeitamente "revanchistas", questionando o nome da pessoa que apresentou a proposta e a iniciativa da autoria da mesma.

4 - Julgo que uma situação desta natureza não teria acontecido noutra freguesia do concelho de Abrantes, que tivesse alcançado os dois primeiros lugares, pelo que lanço aqui um voto de louvor às seguintes pessoas:

a) À Ana Pedro, que deu o seu apoio na apresentação da Proposta para a Requalificação Paisagística do Largo do Espírito Santo e acedeu a que a proposta fosse enviada com o seu nome;

b) À Beatriz, da JFM, que teve muita paciência para me atender todas as vezes que me desloquei à sede da junta para verificar a afluência de pessoas;

c) A todas as pessoas que apoiadas na inscrição e que vieram a votar a proposta (cerca de 95);

d) Também às pessoas que queriam votar, mas não o conseguiram fazer pelas questões técnicas acima referidas (cerca de 25);

Na hora do balanço justiça seja feita!
 ''

 

a redacção


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publicado por porabrantes às 22:39 | link do post | comentar

O Senhor Professor António Pires da Silva, antigo Director do IPT, num acto de solidariedade dá divulgação ao grande post do dr. Veiga Maltez contra a barbárie ignara em S.Domingos. Depois da denúncia do  deputado comunista António Filipe uma onda de indignação percorre o Ribatejo.

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 a redacção



publicado por porabrantes às 22:12 | link do post | comentar

O grande bairrista de Constância e ex-Provedor da Santa Casa, Vaco Botelho de Sousa face ao vandalismo

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 mn

 



publicado por porabrantes às 22:06 | link do post | comentar

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O Sr.Dr.Veiga Maltez além de distinto médico e lavrador, é presidente da Assembleia Municipal da Golegã, tendo sido Presidente eleito pelo PS daquele município

O povo reagiu assim

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E a indignação continua

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Não podemos senão fazer nossas as palavras do autarca e grande lavrador da Golegã e denunciar quem atentou contra S.Domingos e o punhado de cobardes que está calado, entre eles uma boa parte dos autarcas abrantinos!!!

a redacção



publicado por porabrantes às 18:57 | link do post | comentar

 

No município de G , que fica na área da Relação de Évora, um artista cospe-fogo incendiou umas crianças, que estavam a assistir ao espectáculo. Os  familiares da criança processaram o artista e o município que licenciara a ''palhaçada''. O Tribunal de  1º instância absolveu o M. e condenou o ''artista''.

Recorreu a família e a Relação de Évora condenou o Município

 

'' 2.1. Matéria de Facto Provada
A) No dia 3 de Setembro de 2012, pelas 23.50, na Praça da Republica, em G, o arguido executava um espectáculo circense que consistia em colocar líquido inflamável na boca, aproximar uma tocha em fogo e cuspir o líquido, assim projectando chamas pela boca.

B) O referido espectáculo decorreu ao ar livre, na referida Praça, tendo sido para tal efeito colocadas duas filas de cadeiras para crianças e, atrás destas, dias filas de cadeiras para adultos.
C) O arguido executava tal exibição a cerca de 3 metros de distância da primeira fila de cadeiras, inexistindo qualquer barreira física entre o arguido e as crianças sentadas na primeira fila, bem como qualquer extintor ou dispositivo para extinguir fogos.
D) NMSP, nascido a 5-08-2003 e JAGF, nascido a 26-11-2004, estavam sentados na segunda fila de cadeiras, a assistir ao mencionado espectáculo.
E) Nas referidas circunstâncias de tempo e lugar, e após projectar uma chama, o arguido não limpou a boca e o queixo, aí deixando líquido inflamável.
F) Nesse momento e quando aproximou uma das tochas da boca para provocar uma nova chama, o referido líquido inflamou-se, pegando fogo à cara do arguido.
G) Em aflição, o arguido expeliu o líquido que tinha no interior da boca e levou a mão à cara.
H) Acto contínuo, o arguido sacudiu a mão e cuspiu, assim projectando o líquido em chamas sobre o público.
I) Ao fazê-lo, o arguido atingiu os referidos menores NMSP e JF, o que fez com que as roupas destes pegassem fogo.

J) Seguidamente, os aludidos menores foram assistidos por familiares e outras pessoas presentes, tendo sido transportados para o Quartel dos Bombeiros Voluntários de G e daí para o Hospital D. Estefânia
L) Como consequência directa e necessária da conduta do arguido:
i) NMSP sofreu queimaduras no membro superior direito e nos membros inferiores as quais determinaram 303 dias de doença, sendo 16 dias de afacetação da capacidade de trabalho profissional e 16 dias com afectação da capacidade de trabalho geral;

ii) JF sofreu queimaduras nos membros inferiores, as quais lhe determinaram 303 dias de doença, sendo 39 dias com afectação da capacidade de trabalho geral.
M) Ainda como consequência directa e necessária da conduta do arguido, resultaram para os referidos NMSP e JF as cicatrizes constantes dos relatórios de fls. 153 a 155, 252 a 254, 264 a 265 e fls. 158 a 160, 236 a 238, 268 e 269, respectivamente cujo teor aqui se dá por reproduzido, cicatrizes essas que ainda se encontram em consolidação progressiva associada ao crescimento do corpo.
N) O arguido agiu de forma livre e consciente, sem as cautelas exigíveis à execução do espectáculo em apreço, já que não guardou suficiente distância do público, não cuidou de se limpar de forma adequada antes de aproximar a tocha da boca e sacudiu os braços contendo líquido em chamas na direcção do público.
O) Omitiu o arguido os mais elementares deveres de cuidado e diligência que, segundo as circunstâncias descritas e as suas capacidades, estava obrigado e de que era capaz, desse modo provocando o acidente acima descrito e causando as lesões sofridas por NMSP e JF, resultado que não previu nem quis.
P) Mais sabia o arguido que a sua conduta era proibida e punida por lei penal.
Q) O arguido trabalha sazonalmente na área da madeira e efectua espectáculos; aufere cerca de € 250,00 a € 300,00 por mês; reside sozinho em casa arrendada pela qual paga € 200,00 de renda; tem uma filha de 5 anos à qual não paga alimentos; tem o 6º ano de escolaridade. Revela tristeza pelo sucedido.

R) O arguido exerce à actividade de pirofagia há cerca de 15 anos, revelando profundo desconhecimento dos riscos inerentes á mesma.''

 

Fico a saber o que é a pirofagia e o Tribunal provou que o M. de G. não exigira ao pirógrafo (cospe-fogo) o seguro de responsabilidade civil que a Lei exige, antes de licenciar a palhaçada.

 

 

    '' Nestes termos, decide-se conceder parcial provimento ao recurso e em consequência, julga-se parcialmente procedente o pedido de indemnização civil formulado por CAPG, por si e em representação do filho menor JAGF, condenando-se os demandados HP, MN e o Município de G, no pagamento das seguintes quantias: - € 774,22 (setecentos e setenta e quatro euros e vinte e dois cêntimos), a título de danos patrimoniais; - € 2.500,00 (dois mil e quinhentos euros), a títulos de danos não patrimoniais sofridos pela demandante; - € 50.000,00 (cinquenta mil euros), a títulos de danos não patrimoniais sofridos pelo filho da demandante; Sobre todas estas quantias acrescem juros de mora vencidos e vincendos, à taxa legal de 4% ao ano (ou outra que legalmente lhe sobrevier), desde a data da notificação para contestar até integral e efectivo pagamento. Custas na proporção do decaimento''

 

Foram relatores do Douto Acórdão  os Desembargadores Drs António Manuel Clemente Lima e Renato Damas Barroso, em 30 de Junho de 2015.

 

Dado aparentemente o cospe-fogo ter poucos meios, advinhem quem arrotará com os 52.000€ ...

 

Moral da História: ''O município que viola a obrigação legal de exigir a prova da existência de um contrato de seguro para o licenciamento de uma actividade circense itinerante perigosa é solidariamente responsável pelo ressarcimento dos danos causados por essa actividade.'' 

 

mesmo que alegue, como alegou, . ''(...) Nos termos do artigo 3º do diploma em análise, o licenciamento relativo à instalação de recintos itinerantes e improvisados compete à câmara municipal territorialmente competente, sendo que o pedido de licenciamento deve ser instruído com fotocópia da apólice de seguro de responsabilidade civil e de acidentes pessoais – n.º 4, do artigo 5º e n.º 4, do artigo 15º.
E o dissenso com o Município começa aqui: entende o Município que o pedido de licenciamento que lhe foi formulado não integra a noção de recinto itinerante ou improvisado. Não se compreende porquê!(...)'' in acordão citado..

 

ma



publicado por porabrantes às 17:08 | link do post | comentar

 
 

 

A CIP SA, adjudicatária das obras assassinas da USF dos Claras tinha introduzido um subempreiteiro, a KO-MAT,LDA sem cumprir as exigências legais estabelecidas no artigo 385° do CCP (Código dos Contratos Públicos) e sem que estivesse fundamentada a necessidade da subempreitada.

Quando a adjudicatária enviou a cópia do contrato para a CMA a 17 de Julho, não houve autorização, que só foi dada a 27 de Julho.

A CIP SA voltou a fazer coisa semelhante com outro subempreiteiro a  Orona Portugal, Lda.

O Contrato só deu entrada a 20 de Julho, a autorização só foi dada a 27.Também tinha irregularidades.

A CIP SA usou pelo menos subempreiteiros para trabalhos no valor de  

711.207,42€, que representavam mais de 65% da empreitada total.

A CIP SA também foi a adjudicatária das obras do sinistro bunker da Praça da Feira

bunker ânimo.jpg

Foto ânimo

 

Nas resoluções da CMA declara-se que para sanar as deficiências na contratação se devia comunicar as suas decisões ao Coordenador de Segurança em Obra, nos termos do Decreto-Lei n° 273/2003, de 29 de Outubro.

 

Este avisa no seu preâmbulo:

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 cm usf  rui miguel pedrosa.jpg

 Foto do Correio da Manhã/Rui Miguel Pedrosa

A pergunta a fazer é, se havia irregularidades nos subempreiteiros, porque é que a CMA não parou as obras, até que as ditas estivessem sanadas??????

E ainda, houve trabalhadores dos subempreiteiros a trabalhar, sem que as subempreitadas estivessem autorizadas pela CMA? 

 ma



publicado por porabrantes às 16:52 | link do post | comentar

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imaginem uma bicha à porta da USF.....

 

haverá prioridade para caciques?

mn



publicado por porabrantes às 15:13 | link do post | comentar

O premiado Gaspar resolveu datar a fundação do Montepio, que leva o nome do ex-chefe de quadrilha miguelista Raimundo Soares Mendes, como sendo a 29 de Setembro de 1856. Cita alguma publicação anónima (há texto entre aspas) mas não diz qual.

Remete-se o leitor curioso para a Revista de Abrantes

montepio 2.png

de 1907, nº Outubro a Dezembro.

O sábio dr.Gaspar aponta a 1ª AG para a data de 29 do mesmo mês de Setembro de 1856,  o artigo citado aponta-a para 7 de Outubro desse ano. Foi presidida por Manuel Valejo, depois Barão de Rio de Moinhos (1867) e genro do Raimundo Soares, o miguelista que dera em liberal.

 A data de fundação para 29 de Setembro é também referida por Diogo Oleiro, que traça uma panorâmica da associação.

montepio diogo oleiro.jpg

Não sei onde o historiador a foi buscar....

Mas Diogo Oleiro é muito mais justo a evocar os beneméritos do Montepio, não se esquecendo de referir o papel crucial de Avellar Machado.

O dr. Gaspar atribui ao salazarismo um papel nefasto para o mutualismo português, mas se tivesse lido com atenção este artigo, veria que Oleiro diz que o Montepio tinha visto cancelado o subsídio que recebera do Governo Civil e era fácil relacionar isso com a perseguição desencadeada por Henrique Augusto e amigalhaços contra qualquer coisa que cheirasse a Solano de Abreu, que era um dos homens fortes do Montepio e que lhe deixou alguma propriedade rústica no Testamento .....bem como mais coisas.

Oleiro também evoca como causa da decadência da Caixa Económica a crise de 1929.

A gratidão do Montepio a Avellar Machado foi aqui evocada. Pena que o diploma que o homenageou tenha sido vendido em leilão.

Se a data referida pela Revista de Abrantes está certa, porque era o órgão do Montepio e o artigo diz que se basearem em testemunhas vivas, foi a 7 de Outubro de 1856 que nasceu o Montepio, tendo como Presidente João Amaro Cordeiro da Conceição e Secretário João António da Silva, eleitos a 8 de Outubro.

Em 23 de Março de 1857 seria nomeado o primeiro sócio de mérito, Augusto Leal da Cruz, que desempenhava à borla estes serviços ''sangrar, curar cáusticos e deitar bixas''.

deitar bixas.jpg

'' A expressão “deitar bixas” se referia a aplicação de sanguessugas em buscar de equilíbrio e harmonia corpórea,   uma herança africana reinventada na preservação dos valores tribais de libertação do corpo dos espíritos malignos.'' ( Unopar  com a devida vénia  para a imagem e texto citado.)

MN

PS-Haveria que falar mais disso. A culpa aqui não é do dr.Gaspar, mas presumo que se trata dum equívoco de Diogo Oleiro. O artigo de 1907 saiu anónimo.   



publicado por porabrantes às 13:10 | link do post | comentar

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A caixa é do Mirante, tinha de ser....

 

A ACT detectou '' O inquérito promovido pela Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) ao acidente que vitimou, em Agosto de 2015, dois trabalhadores durante a construção da Unidade de Saúde Familiar de Abrantes aponta para a "ausência de avaliação de riscos prévia" relativamente à "operação técnica que originou a morte dos trabalhadores".''

 

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usf - copia.jpg

O caciquismo ficou mudo face a este acidente de trabalho. Os vereadores da Oposição não pediram um inquérito e teve de ser o Armindo Silveira a solicitar um voto de pesar pelos mortos na AM.

De quem é responsabilidade das indemnizações a pagar às famílias? Pode sustentar-se que haja responsabilidade solidária da empreiteira e da dona da obra.

ma

foto. dona da obra



publicado por porabrantes às 12:47 | link do post | comentar

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