Terça-feira, 29 de Novembro de 2016

dívida 2.png

 é o saldo das aventuras económicas e despesistas do município abrantino,a que se juntam mais cem mil euros a pagar à Fundação de Serralves

serralves.png

Rede Regional leia aqui

 

Como se chegou a isto? Um terreno que vale quase 1 milhão para o Cónego a preço da chuva, mais as piscinas do Hotel, outro milhão a preço da chuva, e ainda  outro milhão na RPP Solar.

Esquecia-me outro milhão para e empresa deste tipo

carrilho 2016.png

para uma torre medíocre que nunca será construida (agradeçam-nos a nós)

 

 

4 milhões que representam 28% da dívida

 

temos de sustentar incompetentes????

 

Devida Vénia ao Anuário dos Municípios Portugueses 2014

 

ma



publicado por porabrantes às 17:20 | link do post | comentar

cdu chamusca.png

 Nada de palhaçadas com padres em enterros de comunistas! Tem o Carlos Miguel toda a razão!

a redacção 


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publicado por porabrantes às 10:15 | link do post | comentar

Rpp Solar, S.A. 53 162,29 € Processo: 1117/11.1TBABT
Tribunal:
Abrantes - Tribunal Judicial ( Extinto )
Un. Org.: 3º Juízo
Agente Execução: João J. Oliveira Coelho
29-04-2014
30-04-2014
Inexistência de bens
Rpp Solar, S.A. 4 400 041,09 € Processo: 8/11.0TBABT-B
Tribunal:
Abrantes - Tribunal Judicial ( Extinto )
Un. Org.: 3º Juízo
Agente Execução: João J. Oliveira Coelho
15-07-2013
17-10-2013
Inexistência de bens

 

 

Corre no Tribunal Administrativo de Leiria (TAF) esta acção municipal contra a RPP

 

699/14.0BELRA 297688 1ª Espécie - Ação administrativa comum [Ant NCPTA] ADM Eliana Cristina de Almeida Pinto Unidade Orgânica 1
Autor: Município de Abrantes
Réu: RPP - Retail Parks de Portugal, SGPS, S.A. (Outros)
19/05/2014

 

Para que serve se os pobres capitalistas desamparados não possuem bens?

 

Será para inglês ver????

 

mn

 


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publicado por porabrantes às 09:35 | link do post | comentar

Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016

Investidores chineses que fazem obras no Centro Histórico(Viva a China Vermelha!!!)

 

red china.jpg

liquidaram ''parte da obra de arte'' rupestre que se achava numa rua abrantina 

 

File 22-11-16, 14 44 41.jpeg

File 22-11-16, 14 44 30.jpeg

 Era Silêncio, agora umas capadas letras. os chineses disseram ao Jornal da Esta que não vão repor a infame porcaria.

 

O Jornal da Esta conta a história, numa boa reportagem da Adriana Claro, de quem são as fotos, aqui reproduzidas com a devida vénia.

 

Mas o mais grave é que a Adriana diz o seguinte, sobre S.Domingos: 

''(...)'Apesar desta destruição ter sido apenas um dano colateral das renovações da loja chinesa, os murais do Creative Camp foram, ainda este ano, alvo de descontentamento. Em Julho, o vereador da CDU, Avelino Manana, mostrou o seu descontentamento pelo orçamento, feito pela Câmara Municipal sobre o 180 Creative Camp, não ter sido levado a Reunião de Câmara. Para além disso, mostrou-se ainda chocado com a inscrição da palavra “Transição” nos claustros do Convento de S.Domingos.(...)''

O gabinete de comunicação da Câmara Municipal de Abrantes afirma que não pode comentar o assunto, o que pode dizer é que as obras que vão acontecer nos claustros, para a instalação do Museu Ibérico, “podem fazer com que o inscrição seja apagada”.''

 

Ou seja o caiquismo rupestre proibiu o gabinete de comunicação da Câmara Municipal de Abrantes de comentar a exigência do Ministério da Cultura de limpar o lixo em S.Domingos e tenta arranjar desculpas para desobedecer ao Governo!!!!

 

mn

 

 



publicado por porabrantes às 10:02 | link do post | comentar

A Comissão Parlamentar do Ambiente que produziu um relatório sofre o catastrófico estado do Tejo, visa directamente a CMA e a sua concessionária de esgotos, a Abrantaqua (consórcio Lena/FCC) exigindo intervenção nas Etares abrantinas

 

etar abrantes.png

 

esgotos ab - copia.jpg

esgoto.png

Em 21 de Fevereiro de 2015, a Presidente anunciava solução para o problema dos esgotos desta terra, em finais de Novembro de 2016, o Parlamento da República Portuguesa diz à cacique, que o problema continua a existir.

 

Ou seja continuam os esgotos da Abrantaqua a matar o rio e a concessionária a engordar as suas contas com tarifas exorbitantes.

 

A história não os absolverá !!!!

 

(obrigado Comandante!).

 

ma   



publicado por porabrantes às 09:31 | link do post | comentar

Domingo, 27 de Novembro de 2016

galopim de farda rica.png

 

ga·lo·pim ga·lo·pim
(francês galopin)
substantivo masculino

1. Mocinho de recados.

2. Vadio.

3. Garoto.

4. Trampolineiro.

5. Beleguim.

6. Angariador assalariado de votos em ocasião de eleições.

7. Galope curto e cadenciado.


"galopim", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/galopim [consultado em 27-11-2016].
 
Mariano de Carvalho:  que era engenheiro militar como Avellar Machado

220px-Mariano_Cirilo_de_Carvalho.jpg

O alegado galopim de farda rica era este e era progressista e adversário dele, Avellar Machado. O Diário Ilustrado (regenerador) insulta o Mariano, o Diário Popular (progressista) despeja lixo no Avellar, que se defende.

pol avellar 2.png

pol avellar 3.png

Era 1886 .....estive a ler este jornal de 1906, quando era franquista, chamam galopim ao Godinho de Constância, por uma alegada burla eleitoral montada pelos republicanos, numa candidatura animada pelo Nunes Godinho e pelo dr. Ramiro Guedes.
Aposto que se ler o ''Mundo'' da mesma data, que era um jornal republicano radical, os galopins são os monárquicos abrantinos.
 
Já em 1882 o Avellar andava a dar dinheiro para as obras da Igreja do Mação....em época eleitoral e contava com os seus ''galopins'' locais, os padres que lhe deviam a nomeação.
 
ma  


publicado por porabrantes às 23:35 | link do post | comentar

Estava a ler uma douta tese sobre o humor no Inimigo Público e o investigador avisava que uma vez o Hospital de Abrantes fora alvo dos cuidados deste imprescindível suplemento do Público.

Fomos à procura e encontrámos. Transcreve-se o destaque, que é velho,

Hospital de abrantes inimigo público.png

 

Isto devia estar emoldurado à entrada do Hospital e ainda no gabinete do Presidente da Liga dos Amigos do Hospital.

 

ma

  



publicado por porabrantes às 22:20 | link do post | comentar

Em 21-9-2016 a CMA assinou com a Fundação da Faculdade de Ciências um contrato no valor de 23.000 € mais IVA para ver se as pobres lampreias e outros bichos conseguem saltar o açude mata-peixe.

O assunto aparentemente não foi levado a sessão camarária, talvez  para o povo não voltar a falar das sucessivas matanças de peixe no açude.

Nos termos do contrato, a Fundação tem

lampreia 1.png

açude lampreia 2.png

até 3 anos para apurar o que todos sabemos e aquilo que os relatórios da APA e do Parlamento já afirmam, que as pobres lampreias e outros bichos não conseguem ou só conseguem muito dificilmente saltar aquele criminoso obstáculo artificial.

O recente relatório da Comissão que se debruçou sobre o estado do Tejo diz assim

enguias.png

ou seja reconhece que não são apenas as enguias que não passam, são as outras espécies piscícolas.

 

lampreia açude diário noticias - copia.jpg

Como as lampreias, aqui numa foto publicada no matutino Diário de Notícias haverá séculos, passe a expressão.

 

O Médio Tejo, pela pena da Joana Santos, cita um investigador que diz (...)'' O mesmo programa está a ser implementado no Açude de Abrantes, desde setembro de 2016 e que se prevê concluir-se em 2017. Está a ser executado um Programa de Avaliação da Transponibilidade do Açude Insuflável de Abrantes à Migração Piscícola.''

 

Vamos lá com calma, os documentos provam que só desde 21-Setembro (data da assinatura do contrato) é que podem ter começado a estudar o assunto e que têm até três anos para  elaborar o estudo, portanto só lá para 2020, é que a CMA saberá, o que todos sabemos, que o Açude é um obstáculo quase intransponível.

 

Já aqui se citou  em 2014 (!) que a APA considerava o Açude intransponível e a camarilha socialista andou a atirar bolas para fora, enquanto o peixe morria às toneladas

 

17047788_hR8TW.png

Enquanto o peixe morria, a cacique com o seu apego histórico à verdade, dizia que a culpa era dos espanhóis, duns senhores que não queriam montar uma mini-hídrica e já não sei que mais.

Agora diz o investigador do IPT que é preciso seguir o modelo de Coimbra, que passa por montar uma escada passa-peixe que custará uns milhões de euros, que terá de pagar a CMA, ou seja que terá de pagar o povo de Abrantes, através dos seus impostos, tudo porque a irresponsável edilidade do Carvalho não exigiu uma escada passa-peixes decente e ainda porque a Céu, com a irresponsabilidade política típica desta maioria, aceitou a obra com uma escada ineficiente..

 

Não somos investigadores, mas já se tinha dito aqui, que a solução passava pelo modelo já praticado no Mondego

 

O Relatório Parlamentar dá mais uma bicada na Abrantaqua e na Câmara de Abrantes, ou seja no ex-Vereador Bento e na tropa que o contratou, todos seus camaradas de Partido. É obra!

bento.jpg

 mn



publicado por porabrantes às 18:44 | link do post | comentar

caso de estudo.png

O Armindo Silveira faz aqui uma reflexão sobre as obras na Ponte. A ler. O Armindo não se chateará por reproduzirmos o que diz:

 

''A recente intervenção/requalificação n/da ponte rodoviária de Abrantes tem sido uma fonte de polémicas, equívocos, soluções em "cima do joelho" e explicações que adensam as dúvidas sobre a forma como foi concebido o planeamento, a execução e a recepção desta obra a qual ainda se aguarda a conclusão.

Sobre a área de intervenção é inexplicável que esta não tenho incluído a requalificação dos acessos pedonais à ponte pois se a inclusão social é tema de conferencias, debates, documentários e legislação traduzindo as expectativas da sociedade actual, a Infraestruturas de Portugal (IP) ou quem a tutela ou tutelou, assim não o entendeu.
Candeeiros, passeios e rails
Num leque de opções mais originais, a solução encontrada para a recolocação dos candeeiros, na minha opinião, é um exercício de estética futurista mas que reduz drasticamente a funcionalidade dos passeios como elo de ligação pedonal entre as duas margens do Rio Tejo. É de salientar que estes passeios estão integrados no percurso do "CAMINHO DO TEJO (Caminho do Tejo é um percurso GR (Grande Rota) linear, com cerca de 45 km, ligando Constância a Alvega, no extremo Este do concelho de Abrantes) e na rede pedonal do Plano de Urbanização de Abrantes, plano este aprovado em Setembro de 2016.
No investimento em segurança, o rail de protecção, no passeio a montante, tanto do lado do Rossio ao Sul do Tejo como das Barreiras do Tejo, este só foi colocado depois de terminar o muro onde vai "encaixar" a grade/vedação. Porque é que no passeio contrário o rail não foi colocado também depois de terminar o respectivo muro? No meu entendimento foi por questões de segurança, segurança essa que foi dispensada a montante. Agora pergunto: Se houver um veículo que galgue o passeio e atinja um peão ou cair no abismo quem é o responsável? O rail não servirá para impedir estas possíveis ocorrências?
Cumprir a legislação sobre acessibilidades
A colocação do rail depois do muro permitiu ganhar 4 a 5 centímetros que foram fundamentais para que a IP cumprisse a legislação sobre acessibilidades. Mas do lado contrário já não havia nada a fazer pois a colocação dos candeeiros no espaço destinado à circulação de peões hipotecou tudo. Assim, cadeiras de rodas, de bebé ou outros peões que ultrapassem os 60 cm de largura só podem circular no passeio a montante e um de cada vez se forem em sentido contrário. Reforço que a legislação sobre acessibilidades promove a inclusão social de cidadãos/ãs com mobilidade condicionada.
Projecto iluminação
Quanto ao facto da iluminação até ao presente não ser ligada depois da inauguração no inicio de Agosto, a IP ainda não prestou um esclarecimento público que ajudasse a compreender por que é que o projecto de iluminação não foi incluído no projecto global de requalificação da ponte. É este o meu entendimento e não quero estar equivocado pois se estiver então o caso é ainda mais grave. Entendo que os sucessivos adiamentos no andamento de outros trabalhos permitiram ao dono da obra, ou a quem delegou essa responsabilidade, ter tempo mais que suficiente para tratar das burocracias que parecem impedir a ligação à rede publica de iluminação.
É do conhecimento público a recente onda de assaltos na cidade Abrantes. Nesta época do ano anoitece cada vez mais cedo. Ainda ontem dia 26 de Novembro, embora as luzes do meu veiculo servissem de guia a alguns peões, reparei que alguns deles levavam uma mão ou na grade ou no rail que lhes ia servindo de guia. É grave o que se está a passar. Temo que, mais pergunta menos pergunta, mais inquérito, menos inquérito, a irresponsabilidade irá morrer solteira e os responsáveis continuarão nos cargos e a inaugurar obras sem as mesmas estarem concluídas com a conivência das autarquias, juntas de freguesia e outras instituições locais, regionais ou nacionais num continuo rodopio mediático. Até quando?
Para terminar, saliento que é urgente proceder ao rebaixamento do inicio de ambos os passeios de acesso à ponte a partir das Barreiras do Tejo. As populações merecem mais respeito.
Abrantes, 27 de Novembro de 2016
Armindo Silveira-Membro da Assembleia Municipal de Abrantes''
 
com a devida vénia
 
tem toda a razão


publicado por porabrantes às 15:31 | link do post | comentar

bloco dívida.png

O deputado do Bloco diz aqui que a dívida de Portugal (a mais alta da Europa) é insustentável e que é preciso renegociá-la. . Com tanto optismista orgânico a incensar o Costa, é saudável ouvir alguém realista. Entrevista e imagem do Parisien.

mn



publicado por porabrantes às 12:10 | link do post | comentar

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