Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2016

alvega 1.png

isidro 4.png

Estrela 2.JPG

As conferências de 1954 são sumariadas no Boletim da Sociedade de Geografia e era tanta a fé do Dr. Estrela que, em finais de 1973, continuava a evangelizar sobre o futuro de Portugal no sertão

semana do ultramar.jpg

(Nova Aliança, 22 de Dezembro de 1973)

 

Objectivamente quer queiram quer não o Dr.Estrela ( e o resto) mais o Dr.Pequito estavam a fazer propaganda colonial-fascista

pequito2.jpg

Pouco tempo depois o Pequito era líder do PS da Ponte de Sor.

 

Naturalmente depois da Abrilada

 

ma

Nova Aliança: legado do Mário Semedo, que em nos finais de 1973 militava no  Movimento Estudantil contra o fascismo no ISCTE

Boletim: Google livros

Dr.Estrela: Abrantes cidade florida

Dr.Pequito: gamado a um blogue da Ponte de Sor



publicado por porabrantes às 18:25 | link do post | comentar

baeta.png

E se convidassem os arrais a vir a Abrantes?

 

mn

 

devida vénia à Sociedade de Geografia



publicado por porabrantes às 18:18 | link do post | comentar

 

Não nos apetece hoje nem fazer o balanço dos avanços da historiografia abrantina ( o grande feito é o académico Doutor Candeias Silva ter descoberto que a D.Maria Cristina Ataíde era filha do Visconde da Abrançalha, coisa que só prova que o académico é competente !!!!!!) nem relatar as múltiplas proezas do caciquismo, das quais um dos pequenos beneficiários foi o representante do título miguelista do Condado da Bahía,

charters.jpg

que conseguiu vender mais um Lego ao Município (parabéns Senhor Conde!), nem discutir se as comemorações de 1966 foram uma apologia do colonial-fascismo, também é sabido que em 1966 se ergueu no Outeiro o Monumento a Nuno Álvares, e se aquilo é um monumento ''fascista'', de exaltação ao exército derrotado vergonhosamente em África, esta edilidade ao restaurar o monumento, está a fazer propaganda fascista, e talvez fosse mais coerente derrubar o monumento, como querem fazer ao Mercado e no local meterem outro lego do Conde  de título (1) miguelista.

Lego pago, a preço de ouro, como foram pagos os serviços a favor da Usurpação ao primeiro Conde, que a justiça de D.Pedro IV mandou corrigir banindo tal título por ilegal.

Já que falamos em justiça,

acham que é justo processar pobres,

que estejam ''mal da cabeça''?

Maria do Céu Albuquerque acha que sim e processou um pobre

pobre.png

O tribunal mandou pagar ao pobre mil euros (mais parte das custas, as outras são à conta da cacique) mas repôs-lhe a sanidade mensal, corrigindo a cacique que ousara insinuar, com notória irresponsabilidade, que o pobre estava ''mal da cabeça''.

Portanto: o balanço do ano para nós é simples :

 

 

PSIQUIATRAS CORRIGEM CACIQUE!!!

 

 

cacique.jpg

 e assim foi, porque sendo o pobre sujeito a perícia judicial, os psiquiatras disseram que estava bom da cabeça.

ma

 

outro balanço: nenhum media foi capaz de noticiar a sentença. raio de medias que temos!!!!    

 

foto : do Conde Lego : Diário de Leiria

(1) de Oliveira dos Arcos

   

 



publicado por porabrantes às 17:49 | link do post | comentar

No Grupo de Apoio ao Juiz Carlos Alexandre tiveram a gentileza de nos citar:

alexandre 1.png

pcp t.png

O post era este

 

O nosso obrigado.

 

mn



publicado por porabrantes às 10:01 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2016

O povo de Abrantes pronuncia-se contra a demolição do Mercado neste vídeo do Mirante

mirante povo 2.png

 v.c.



publicado por porabrantes às 23:53 | link do post | comentar

O excelente blogue ''Covilhã, subsidios para a sua história'', editado por Miguel Nuno Peixoto de Carvalho Dias e Maria do Céu Jordão Morais Carvalho Dias, publicou parte dos Capítulos dos procuradores abrantinos às Cortes de Lisboa de 1641, onde os representantes da vila pedem a D.João IV que Abrantes e o seu termo sejam anexados à Diocese de Lisboa por a Guarda (Sé episcopal a que pertencia Abrantes) estar muito longe. Reproduz-se com a devida vénia o que disserem ao Rei os porta-vozes da vila:

(,,,) ''

[…] 8º e a dita vila de Abrantes com as mais da dita vigararia ficam mais perto das cabeças dos mais Bispados deste Reino que da sua que é o bispado da Guarda porque são 28 leguas a ela de Abrantes, e a Lisboa são de Abrantes vinte e tres, e a Portalegre 12, a Coimbra 14, a Leiria 12, a Elvas 18, a Evora 18; e afora esta notavel distancia que há de Abrantes e terra de sua vigararia à cidade da Guarda, cabeça do dito bispado, se acrescentam os inconvenientes e molestia dos ditos vassalos de Vossa Mag.e com a aspereza dos caminhos e riscos deles, por serem os mais de serras com muitas neves, no Inverno, e perigosas Ribeiras de passar, em que se afoga de ordinario muita gente, e por este respeito padecem os moradores destas vilas, em especial a de Abrantes, grandes danos porquanto lhes é forçado irem seguir à dita cidade da Guarda suas causas e as cazas das Misericordias, grandes gastos com os prezos que livram e sustentam que teem culpas no juizo Eclesiastico, e muita gente pobre, e ainda os que não são, deixam perder muitas vezes suas causas por não poderem ir nem mandar tratá-las à dita cidade da Guarda, nem outros muitos despachos e negocios que de pessoas casadas e de muita idade por crismar.

E tomando-se informação deste caso se quiz prover nele com o remedio necessario. Separando a dita vila de Abrantes e as mais da sua ouvidoria do dito Bispado, ajuntando-as em outro, que para isso de novo se tratou de fazer, em tanto que quando foi eleito o Bispo D. Nuno de Noronha que Deus tem em Bispo da Guarda foi não poria a isso duvida alguma, e esta boa tenção e determinação tanto em prol e bem destes vassalos de V. Mag.e não teve efeito por se ordenar fazer-se com criar novo Bispado com as ditas vilas e algumas do Arcebispado de Lisboa no que se acharam grandes inconvenientes e por razão deles e da dificuldade de fazer nova Sé, para o que havia mister ter grandes rendas e parecer não ser lícito diminuir o Arcebispado de Lisboa não teve efeito, não se advertindo por então tão facil meio como há, para este bem ajuntando sem mais cabedal as ditas vilas da Ouvidoria de Abrantes ao Arcebispado de Lisboa, com a qual parte com a qual (sic) cidade fica ainda com menos leguas de distancia que da Guarda e com facilimo caminho, e por razão do rio, mui facil, e do comercio e trato que de continuo teem os moradores das ditas terras com Lisboa, que outrossim por ser metropole de Abrantes e sua Vigararia se excusam as apelações que da Guarda vem a ela ou lhe ajuntasse a dita vila de Abrantes e terras de sua vigararia ao Bispado de Portalegre com quem tambem parte, que são doze leguas de caminho, e de muito trato e meneio com as ditas vilas, e de grande comercio com ellas, que por ser Bispado de pouca renda ficarão tambem nela mais acrescentado, ficando ainda com muita o Bispado da Guarda…  pelo que

Pedem a V. Mag.e havendo respeito ao sobre dito de cuja verdade notoria podem informar a V. Mag.e os prelados que foram no dito bispado, e aos muitos proveitos espirituais e temporais que os ditos vassalos de V. Mag.e nisto ficam recebendo, lhe faça merçe anexar a dita vila e sua vigararia ao dito Arcebispado de Lisboa ou Bispado de Portalegre. […]

Resposta aos Capítulos particulares dos Procuradores de Cortes da Vila de Abrantes do ano de 641.

Fico advertido do que me dizeis neste capítulo, cuja cópia mandarei remeter ao Estado Eclesiástico para que os Prelados possam comunicar entre si o modo com que se acomodem, e companham estes lugares com menos opressão dos seus moradores; e conforme ao assento que tomarem no que for necessário mandarei ao meu Embaixador de Roma que peça confirmação a S. Santidade. '' (...)

 

Já agora, a pessoa que sabe mais de História medieval de Abrantes é a Professora Doutora Hermínia Vasconcelos Vilar, autora de ''Abrantes Medieval'', e neste estudo,

''Uma fronteira entre poderes: as dioceses de Évora e da Guarda no

nordeste alentejano'', publicado em 1996, traça a delimitação da fronteira em 1260, entre as dioceses da Guarda e Évora, através dum acordo entre  2 Bispos. É por este acordo, que D. Rodrigo Fernandes e D. Martinho Pires, Bispos respectivamente da Guarda e Évora,  colocam fim a uma querela antiga e Évora abdica das suas pretensões às terras a Sul do Tejo do termo de Abrantes.

'' (...)

De qualquer forma, o acordo de 1260 levou D. Martinho a alienar de

forma definitiva, a faixa nordeste do Alentejo e a região que

correspondia ao termo de Abrantes que se espraiava para Sul deste

rio. A Guarda obteve Portalegre e as localidades pertencentes ao

Templo, conservou a apresentação de Alter do Chão e o termo de

Abrantes, deixando a Évora a área controlada por Avis e a estreita

faixa do Hospital em torno da vila do Crato (ver mapa 2). (..)

 

mapa.png

 (gravura retirada da obra citada da Prof.Doutora Hermínia Vilar).

 

É um espanto ver gente escrever sobre História de Abrantes, sem ler o que escreveu a Doutora Hermínia Vasconcelos Vilar. Para quem se interessa sobre a delimitação das fronteiras entre as Ordens Militares que ocuparam estes territórios (Santiago, Templários, Avis, Hospital) o texto citado é fundamental.  

 

mn

 

 

 


publicado por porabrantes às 18:24 | link do post | comentar

Jorge Castro Lacão.png

 imagem legada por Mário Semedo

 

mn



publicado por porabrantes às 17:10 | link do post | comentar

 

O maior intelectual católico português evoca o magistério de Ratzinguer:

 

   

O Papa afinal é infalível!

 

Nuno Serras Pereira

Logos, 28. 02. 2013

 

''Inesperada e surpreendentemente parece ter-se criado uma unanimidade entre ateus, prémios Nobel, dissidentes, hereges, jornalistas não católicos, e comentadores públicos de que a decisão do Papa Bento XVI é absolutamente certa, insusceptível de qualquer erro. É caso para dizer, que são "mais papistas que o Papa". De facto, nunca a Igreja ou qualquer Pontífice afirmou, nem mesmo aventou, que o Carisma da Infabilidade se aplicava a decisões pessoais, ou de governo, ou prudenciais. Temos pois que aqueles que negam ferozmente que a Infabilidade de Deus, do Espírito Santo, se possa comunicar ao Santo Padre em determinadas e precisas circunstâncias, aclamam agora a lucidez "infalível" nesta questão prevista pelo Direito Canónico. É verdade que eles não recorrem ao termo mas, quanto a mim, dizem-no de outra maneira. Será preciso recordar as constantes agressões, sem dó nem piedade, a que a sua pessoa e o seu Magistério foram sujeitos? Como explicar então esta rendição moralmente unânime, daqueles que mencionei, em relação à sua renúncia? Na verdade, a decisão que o Santo Padre tomou pode ser livremente discutida, e dela se pode discordar, sem que isso implique qualquer infidelidade, ilicitude ou imoralidade, por qualquer fiel católico, desde um leigo empenhado a um Cardeal, amigo pessoal e fiel seguidor de Bento XVI. Parece haver aqui uma estratégia de condicionar as mentalidades de modo a "forçar" que de agora em diante seja sempre assim, que se torne obrigatória a renúncia ou abdicação dos próximos Pontífices Supremos em circunstâncias semelhantes. Não nego que o exemplo possa fazer escola, mas não vejo que tenha de ser necessariamente assim.

Como já escrevi, a enorme tristeza por esta renúncia transformou-se, em mim, numa alegria desmesurada, embora sofrida e magoada, em virtude da minha convicção profunda, que neste caso se cumpre a vontade de Deus. Não há nenhuma dúvida de que o Papa Bento XVI, que goza de uma consciência muitíssimo bem formada, na sua oração discerniu, pelas luzes que recebeu, que no seu caso, tendo em conta a forma e as responsabilidades que assumiu nos dias de hoje o ministério do sucessor de Pedro, vigário de Cristo na terra, e concluiu que deveria abdicar desse mesmo ministério. Esta convicção fundamente enraizada não é, no entanto, infalível. O Romano Pontífice pode errar, estando embora de boa-fé. Se for esse o caso, o que pessoalmente não acredito, não será, nem por sombras condenado, pois fez tudo o que estava ao seu alcance para conhecer a vontade de Deus e a pôr em prática. O mesmo se pode e deve dizer do Bem-aventurado João Paulo II que, em circunstâncias semelhantes, no seu caso, percebeu que Jesus Cristo lhe pedia que ficasse até ao fim, até à Passagem para a eternidade. Deus pode ter querido mostrar à Igreja e ao mundo que a cruz de cada um se pode unir à Sua de modos muito distintos.

Pessoalmente, creio que a unanimidade prática de respeito e elogio da abdicação de Bento XVI não se deveu somente à lisonja nem obedeceu simplesmente a estratégias inconfessáveis mas resultou da sua alta santidade, da sua grandíssima humildade, da sua Fé desmedida, do seu imenso amor a Jesus Cristo, da enorme simplicidade e da normalidade com que se comunicou e de tudo tratou, tocando assim os corações no seu âmago. Este acto, ou sucessão de actos, na minha perspectiva, constituiu uma pregação vivíssima que abalou e comoveu intimamente não só os Fiéis Leigos, os Religiosos, Consagrados, Sacerdotes, Bispos e Missionários mas também os próprios Cardeais, e os aproximou, e os recentrou no essencial, em Jesus Cristo, o Coração ou núcleo mais profundo da Igreja. A santa unidade em Cristo Jesus suscitada por esta Renúncia de amor, que pôs, comovida, toda a Igreja em oração alcançará seguramente a Graça de um novo Papa do agrado do Senhor, segundo o Seu Coração, que se deixe em tudo guiar por Ele.

É possível que um dos motivos que levou o Santo Padre à renúncia do seu ministério, enquanto está ainda capaz, não obstante as grandes limitações, tenha sido o de evitar, no caso de ficar totalmente incapacitado, que se pudessem vir a levantar suspeitas, intrigas, atoardas, "guerrilhas" sobre a veracidade do seu estado de saúde e das reais motivações que levariam à declaração da sua abdicação, isto, caso, é claro, tivesse deixado, a exemplo de seus antecessores mais próximos, uma carta nesse sentido. O suculentíssimo Magistério que neste breve Pontificado o Papa Bento XVI nos deixou é de uma grandeza teológica e espiritual comparável à de um Santo Agostinho – seria muito importante tornar a ler e a reler as suas encíclicas, homilias, catequeses, discursos, etc., e ainda os seus escritos anteriores à sua elevação ao Papado. A influência que exerceu e que recebeu do Papa João Paulo II é um tema fascinante que mereceria estudos muito vastos e aprofundados. Estes dois gigantes da Igreja poderão porventura vir a ser irmanados na história da mesma de um modo semelhante ao de S. Basílio e S. Gregório.

Uma vez que esta manhã diante dos Cardeais o Papa Bento XVI prometeu reverência e obediência incondicional ao próximo Pontífice, espero bem que este o exorte a continuar a enriquecer-nos com os seus escritos.''

 

agradecemos ao Senhor Eng.João Silva, fiel católico, o envio dos textos do humilde frade franciscano abrantino e aconselhamos a pia fidalga, o Anacleto, o clero, as catequistas e restante fauna apostólica a ilustrarem-se

 

mn



publicado por porabrantes às 16:51 | link do post | comentar

O presidente do PS abrantino, que também é Presidente da União de Freguesias de Abrantes e Alferrarede e ainda dos corpos sociais do CRIA, instituição que rege os destinos do RSI no concelho, distribuiu esmolas aos pobrezinhos e meteu as fotos dos ''pobrezinhos'' a disciplinadamente receberem as esmolas no facebook

pobres 1.jpg

Como pode ver o leitor o esmoler-mor do PS está em primeiro plano e os pobres esperam disciplinadamente o bodo.

pobres 2.jpg

 

Depois o generoso socialista, cuja vida é a típica dum boy ( António Guterres dixit) dá um presente a um pobrezinho (como dizia a Dona Odete da Conferência de S.Vicente de Paulo, antes do Cónego ter encerrado a dita.)

Também temos fotos de criancinhas pobres que receberam a esmola

criancinhas pobres 2.jpg

 

Sabemos que as autoridades PSP e os Tribunais têm avisado para que se evite a publicação de fotos de menores na net, mas a Junta está-se cagando para o que dizem os Tribunais e a PSP e publicou as fotos das meninas  e meninos perfeitamente identificáveis. Lá tivemos de os ''maquilhar''.

A divulgação dos dados dos menores (incluindo imagens fotográficas) está severeramente restringida, como avisa este parecer da CNPD

cnpd.png

 e deve ser objecto de cuidados especiais mas a Junta do Bruno ocupada a brincar à caridadezinha, seguindo os princípios obtusos das tias de Cascais e da Isabel Xoné na caça ao pobrezinho, está-se nas tintas para a Lei e para a sensatez.

 

Vamos divulgar as fotos dos pobrezinhos todos contentes, cantando e rindo, com as prendinhas que o Bruno, o Melo e os restantes benfeitores acumularam para fazerem um Natal feliz nesta terra! foi o lema da Junta!!!!!

 

Um espírito mais crítico faria uma leitura política deste assistencialismo caridoso, que conduz à caça ao voto (estamos nas vésperas das autárquicas) usando miseravelmente o pobrezinho e pode levar a ter os ''pobres'' controlados.....para certos fins.

 

Já isso seria reaccionário e quase Xoné....à imagem da caridosa Isabel....mas usar as crianças, sem ao menos proteger a sua intimidade, é vergonhoso.

 

ma 

 

fotos da Junta, com o rosto das crianças cortado 

  

 



publicado por porabrantes às 15:56 | link do post | comentar

crc.png

Continua a onda de assaltos. Foi ontem assaltada a Conservatória de Registo Civil. Se nem já as instalações públicas são poupadas, que falta?

Que um comerciante abata a tiro um assaltante?

Já faltou mais.

mn



publicado por porabrantes às 13:54 | link do post | comentar

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