Quarta-feira, 4 de Abril de 2018

 

Afirmou a cacique, segundo a reportagem da jornalista Paula Mourato, que o Teatro S.Pedro foi construído num terreno cedido à Iniciativas, pela autarquia.

É isto verdade?

Não é.

É uma meia-verdade com fins objetivamente políticos.

O espaço onde está o S.Pedro ocupa parte dum terreno cedido à autarquia pelo Estado para construir uma escola que ela nunca construiu (ou outro fim de utilidade pública) e para alargar a R. da Videira.

A outra parte foi comprada pela Iniciativas a vários abrantinos designadamente a:

a) Luís Esteves e mulher,   D.Francisca da Purificação Esteves.

b) José Almada e Melo e mulher  D.Maria Constança Metelo Amaral Melo

c) D. Maria Adelaide Guedes de Campos.

teatro s.pedro terreno.jpg

teatro s.pedro terreno 2.jpg

A cedência pelo Estado da velha Igreja de S.Pedro à autarquia foi publicada no Diário de Governo de 13 de Abril de 1940 pelo Decreto Nº 30.379.

E isto andou  ligado a uma acção da PIDE contra uma associação operária de largas tradições que funcionava no local, a prisões políticas e ao confisco dos bens da Associação, designadamente da biblioteca, alimentada ao longo de décadas, porque vinha do século XIX, por doações de homens da estirpe de Solano de Abreu, Ramiro Guedes e António Farinha Pereira.

Sabem quem se apoderou da biblioteca, depois duma pidesca hasta pública?

A Câmara e os livros estão na António Botto.

Que é uma biblioteca alimentada por livros roubados aos operários pela escória fascista.

Tem uma política a obrigação de dizer a verdade numa sessão municipal?

É óbvio que tem

Como tem obrigação de estar informada e de não dizer meias-verdades.

A quem é as Doroteias venderam um imóvel de interesse público cedido a preço simbólico pela autarquia?????

A quem foi????

Explica a cacique????

mn

 

  



publicado por porabrantes às 19:45 | link do post | comentar

(...)A opção em tornar, com carácter mais permanente, o antigo mercado num ponto de confluência de culturas ou de construir um novo, pensado especificamente para a sua função mais nobre de abastecimento de produtos, foi consciente e reveste-se hoje,nesta inauguração, de uma afirmação de liberdades e de colocar ao serviço das

populações um novo espaço, funcional, digno, vivo, dinâmico e apelativo, que fidelize cidadãos ao comércio tradicional.(...I

 

Sara Morgado em declarações numa tese de Mestrado de Mariana Marques Henriques, ''Os mercados do século XXI''

 

Daqui se retira que tornar o antigo mercado ''num ponto de confluência de culturas'' é arrasá-lo e torná-lo numa rotunda.

Aí confluem as culturas, passa um Hyunday Kona coreano ao lado da carroça dos burros dos ciganos e ao lado do Mercedes despesista da cacique

Daqui se retira ainda que, que o pedido do regresso dos comerciantes ao velho mercado é......prova que o bunker não fidelizou coisa nenhuma.

Estamos desactualizados, substituam a carroça por um Mercedes cigano mais caro que o caciquista, propriedade dum empresário cigano, vendedor de pó...de arroz...naturalmente

 

mn  

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 18:22 | link do post | comentar

sao miguel acha.png

O investigador abrantino Graça Pereira deu esta conferência em São Miguel da Acha.

A cacique ficou de editar o livro Genealogias de S.Miguel do Rio Torto e Tramagal há anos.

Estamos à espera.

A ver se o Luís Dias culturiza a senhora

mn.



publicado por porabrantes às 12:33 | link do post | comentar

A cacique disse ontem, na sessão municipal, que não havia nenhuma proposta da Iniciativas de  Abrantes sobre o S.Pedro.

iniciativas 1.png

 

Desde o início de Março que está na posse da CMA esta proposta da Iniciativas, que demonstra a vontade da sociedade de manter o Teatro ao serviço da Cidade e da Cultura.

A dita proposta apenas exige a reposição da legalidade, que o caciquismo pinte o Teatro, coisa que não fez durante 19 anos, dando um péssimo exemplo aos donos de imóveis abrantinos.

Bem como pede a criação dum Prémio para favorecer a Cultura e as IPSS abrantinas.  

A proposta tem sido ocultada pelo caciquismo aos Vereadores da Oposição e aos abrantinos.

A cacique disse mais meias-verdades que desmontaremos aqui com os documentos na mão.

cacique.jpg

 

Quanto ao neo-liberal mostrou que de novo não sabe do que fala. 

Eis o texto da proposta da Iniciativas de Abrantes enviado à CMA, no início de Março:

 

Projecto de Acordo

Teatro S. Pedro

PROTOCOLO

A sociedade Iniciativas de Abrantes, proprietária do Cine-Teatro S. Pedro, e a

Câmara Municipal de Abrantes celebram o seguinte protocolo:

1) A Iniciativas de Abrantes cede, por um período de xxxxx anos, a gestão

do Cine-Teatro S. Pedro à Câmara Municipal de Abrantes, de acordo com

as condições expressas no contrato de comodato anexo.

2) A Câmara Municipal de Abrantes compromete-se a executar as

necessárias obras de restauro e pintura do exterior do Cine-Teatro S. Pedro

durante o ano de 2018.

3) A Câmara Municipal de Abrantes tomará de imediato as necessárias

medidas para classificar o Cine-Teatro S. Pedro como Imóvel de Interesse

Concelhio o mais brevemente possível.

4) É criada uma Comissão de Acompanhamento mista, que velará em

permanência pelo completo cumprimento deste protocolo e pela boa

conservação do imóvel (regulamento em anexo).

5) No caso de uma futura venda do imóvel do Teatro S. Pedro, a Iniciativas

de Abrantes reconhece o direito de preferência à Câmara Municipal de

Abrantes.

6) A Câmara Municipal de Abrantes instituirá em 2018 o prémio anual

“Iniciativas de Abrantes”, no valor de XXXX €, que será atribuído, em

cada ano do período de vigência deste protocolo, a uma ou várias pessoas

ou entidades do Concelho de Abrantes que se tenham distinguido nas

áreas da Cultura ou da Solidariedade Social (regulamento em anexo).

 

7) Este protocolo entra em vigor no dia 1 de Maio de 2018.

 

Contrato de comodato:

A sociedade Iniciativas de Abrantes, Limitada, proprietária do Cine-Teatro S.

Pedro, e a Câmara Municipal de Abrantes acordam celebrar o seguinte contrato:

1) A IA cede à CMA, a título gratuito, por um período de xxxx anos, a partir

de 1 de Maio de 2018, a gestão do Cine-Teatro S. Pedro.

2) A IA reserva-se o direito de usufruir da pequena divisão anexa ao foyer do

primeiro andar para sede da sociedade. Em consequência, a CMA permite

aos gerentes da sociedade o acesso ao interior do Cine-Teatro.

3) A IA reserva-se o direito de arrendar a cobertura do imóvel, sobre uma

área da qual existe já um contrato de arrendamento com uma empresa de

telecomunicações, contrato que a CMA conhece e ao qual nada tem a

obstar.

4) A CMA compromete-se a manter o imóvel em boas condições de

conservação, realizando com esse fim todas as obras necessárias a uma

boa manutenção do mesmo.

5) Todas as obras de carácter sumptuário ou que impliquem qualquer

alteração arquitectónica, estrutural ou estética no imóvel carecem de

autorização expressa da IA.

6) A CMA é responsável por todas as despesas de manutenção necessárias

para um bom funcionamento da sala de espectáculos e para uma boa

conservação do imóvel.

7) A devida manutenção e o estado de conservação do imóvel serão

avaliados por uma Comissão de Acompanhamento mista, cuja composição

e procedimentos são objecto de um regulamento próprio.

8) A CMA é responsável por todas as despesas inerentes ao funcionamento

do Cine-Teatro, designadamente energia, água, seguros, segurança e,

ainda, pelo pagamento do Imposto Municipal de Imóveis.

9) A CMA aceita que a IA possa organizar por sua conta quaisquer eventos

de natureza cultural ou recreativa no Cine-Teatro S. Pedro, desde que com  

a sua prévia aprovação. A IA assumirá os encargos com as contratações e

organização, para ela revertendo as eventuais receitas de bilheteira obtidas

nos eventos. As normais despesas de funcionamento dos espectáculos

ficarão a cargo da CMA.

10) A CMA reserva para os sócios da IA um número máximo de xxxx

entradas para todos os eventos e espectáculos organizados no Cine-Teatro

S. Pedro.

11) A CMA permite e facilitará o acesso à cobertura do imóvel dos técnicos

responsáveis pelos equipamentos aí instalados, sempre que tal seja

exigível por motivos técnicos ou de manutenção.

12) O fornecimento de energia eléctrica aos equipamentos instalados na

cobertura será garantido pela CMA, sendo que os correspondentes custos

associados ser-lhe-ão posteriormente pagos pela IA.

13) Este contrato poderá ser denunciado por qualquer das partes no caso de

comprovado desrespeito pelo nele disposto.''

 

 

 

mn



publicado por porabrantes às 11:02 | link do post | comentar

A cacique prosseguindo na senda despesista, muito aplaudida pelo neo-liberalismo (aliás na sequência do bloco central que acaba de acordar dar muito mais dinheiro aos caciques para delapidar), vai gastar 125.000 € em toldos para cobrir as ruas abrantinas onde não há comércio, nem pessoas a circular

Diz o DR:

  

MODELO DE ANÚNCIO DO CONCURSO PÚBLICO

1 - IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DA ENTIDADE ADJUDICANTE

Designação da entidade adjudicante: Município de Abrantes

NIPC: 502661038

Endereço: Praça Raimundo José Soares Mendes

Código postal: 2200 366

Localidade: Abrantes

País: PORTUGAL

NUT III: PT16I

Endereço Eletrónico: contratacaopublica@cm-abrantes.pt

2 - OBJETO DO CONTRATO

Designação do contrato: Fornecimento e aplicação de velas tensadas nas ruas do Centro Histórico de Abrantes

Descrição sucinta do objeto do contrato: Fornecimento e aplicação de velas tensadas nas ruas do Centro Histórico de Abrantes

Tipo de Contrato: Aquisição de Bens Móveis

Preço base do procedimento: Sim

Valor do preço base do procedimento: 125000.00 EUR

Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos

 

Diário da República, 2.ª série - N.º 64 - 02 de abril de 2018 - Anúncio de procedimento n.º 1948/2018 - Página n.º 2

 



publicado por porabrantes às 10:56 | link do post | comentar

 

Quando João Pico era Vereador laranja havia Oposição de direita na CMA.

Agora não há.

Criticou-se muito aqui o Pico, mas há que reconhecer que fazia Oposição.

mn

 



publicado por porabrantes às 10:27 | link do post | comentar

A cacique confirmou ontem na sessão da CMA a excursão à Índia anunciada em primeira mão por este blogue.

Não temos pachorra para anunciar as outras anunciadas excursões da senhora.

Agradecemos à fonte interna do PS a dica.

Esperamos que a estadista não seja atropelada por nenhuma vaca sagrada.

india vaca.jpg

 mn

  



publicado por porabrantes às 10:18 | link do post | comentar

ver aqui



publicado por porabrantes às 10:16 | link do post | comentar

MANIFESTO

POR CONDIÇÕES DE TRABALHO DIGNAS E CUIDADOS DE SAÚDE DE QUALIDADE E SEGURANÇA

A equipa de enfermagem do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica do CHMT da unidade de Abrantes vem transmitir a profunda preocupação pela falta de segurança e qualidade dos cuidados prestados, que está naturalmente relacionada com a falta de condições de trabalho.

Este serviço de Urgência ao longo dos últimos 5 anos tem sofrido algumas alterações com a centralização da Urgência Médico-Cirúrgica neste Hospital, entre as quais receber utentes de vários concelhos como (Abrantes, Mação, Sardoal, Vila Rei, Gavião, Ponte de Sor, Tomar, Torres Novas, Entroncamento, Fátima, Ourém), entre outros. Ao longo destes mesmos anos temos vindo a aumentar o número de admissões neste serviço, (diretas e transferências dos Serviços de Urgência Básica de Tomar e Torres Novas), complementado com um maior grau de complexidade nos cuidados a prestar a cada doente, sendo que se tem vindo a verificar a admissão de utentes cada vez mais idosos. Muitas das admissões diárias são transferências da urgência básica de Tomar e Torres Novas. Esta situação verifica-se ao longo de todo o ano, não é só em tempo de gripe.

O cansaço físico e psicológico dos profissionais que trabalham neste ambiente penoso e de risco, leva-nos a relatar o que aqui se passa, pois não poderá a responsabilidade ser atribuída a quem não tem outra alternativa a não ser tentar fazer o melhor que pode a tantos milhares de pessoas que aqui se dirigem, na esperança de encontrar ajuda para o seu problema mais ou menos grave, mais ou menos urgente.

Somos poucos recursos para dar resposta a tantos doentes que se acumulam em macas lado a lado, a ponto de se tocarem, esperando longas horas por um cuidado, uma resposta ou um simples olhar.
Tantos, que por vezes até se torna difícil chegarmos perto.
Desde o dia 1 de Janeiro de 2018 a Urgência de Abrantes tem tido em média 67 doentes internados por dia, chegando a ficar internados na urgência vários dias, por vezes até completar uma semana, ou até mais, quando na verdade, nem deviam de existir “internados” na urgência!

Para minimizar os doentes em corredor foi aberto uma enfermaria (UOM2), com espaço para 14 doentes, assegurado pelos enfermeiros da urgência, recorrendo na maioria das vezes a trabalho para além do horário que temos a cumprir. Esta medida não retirou qualquer doente ao corredor, mantendo-se exactamente como antes.

A equipa já se encontra sobrecarregada com turnos extraordinários de modo a colmatar o absentismo, na maioria dos turnos 1 enfermeiro presta cuidados a 12 doentes, ou mais. Cuidar de um doente implica higienizá-lo, alimentá-lo, administrar-lhes medicação, controlar sinais vitais e avaliar sintomas, verificar que exames têm para realizar, efectuar colheitas de sangue e urina, cuidados especiais e ouvir as suas preocupações, dar-lhes atenção e à sua família. Poucos para controlar e amparar os que sofrem com dor, os que gemem e gritam toda a noite porque não sabem onde estão.

Não esquecendo sempre que é necessário um enfermeiro para efetuar transferência de doentes, enfermeiro este retirado dos cuidados aos doentes sobrecarregando a equipa já exausta.
Para todos os outros que estão lá fora, esta realidade é desconhecida, até que se torna pessoal e de máxima importância no momento em que necessitam.

Pensar em controlar as infeções associadas aos cuidados de saúde, quando o “isolamento” é feito apenas, e só, por escassos centímetros do ar que separa os doentes, é mera ilusão. A inexistência de unidades de isolamento em urgência nos hospitais para manter isolados os doentes infetados com bactérias resistentes, evitando assim o contágio a outros doentes.

Para onde caminhamos quando não conseguimos respeitar a privacidade de cada pessoa, quando não podemos garantir a dignidade de morrer?

Sabemos que:

  • • Não conseguimos prestar mais cuidados, do que aqueles que já prestamos em simultâneo.
    • Não conseguimos cumprir o horário da medicação, e a probabilidade de erro aumenta por estarmos sobrecarregados e exaustos.
    • Quando não há mais macas onde deitar os doentes, já tendo esgotado cadeirões e cadeiras de rodas com todos aqueles que apresentam capacidade para permanecer nelas, comprometemos o socorro pré-hospitalar a outras pessoas porque as ambulâncias ficam retidas à porta do hospital.
    • Não conseguimos mobilizar doentes sozinhos porque não existe o número de auxiliares que era suposto existir e, estes, tal como nós, consomem-se em mil e uma tarefas.
    • O número de enfermeiros/auxiliares do serviço está abaixo do estipulado nas fórmulas de cálculo de pessoal,
    • A precariedade e o pouquíssimo tempo de integração e formação em urgência, independentemente da sua experiência profissional é a realidade.
    • Não temos culpa de existirem pessoas internadas num serviço de urgência confuso, desumano, em que praticamente não dormem e são despojadas dos seus pertences, e em que o contacto com os seus familiares é muito limitado.
    • Constatamos todos os dias a falta de conforto dos doentes acomodados em macas estreitas, pequenas sem almofadas por escassez destas, com elevado risco de queda e feridas.

Ninguém resiste tanto tempo a trabalhar nestas condições, não temos outra hipótese senão, por vezes, colocar baixas médicas, por exaustão, por depressão e por lesões músculo-esqueléticas.

Não aceitamos trabalhar mais nestas condições. Queremos um trabalho digno para poder respeitar o direito à saúde com qualidade e segurança a quem a nós recorre.

Por forma de manifesto, uma grande parte destes profissionais enfermeiros e auxiliares fez pedido de mobilidade de serviço.

PROPOSTAS DE SOLUÇÃO

Exigir o cumprimento da Lei, assim como as orientações e recomendações abaixo identificadas:

Admissão, tendo como referência o Regulamento n.º 533/2014 da Ordem dos Enfermeiros – Norma para o Cálculo de Dotações Seguras dos Cuidados de Enfermagem, dotando a urgência do número de enfermeiros e Assistentes Operacionais para fazer face não só ao número de atendimentos, mas também para cuidar condignamente dos que ficam internados;

Criação de uma escala de transferência de doentes urgentes, em regime de prevenção, à semelhança da que existe em outros hospitais ou repor a equipa de transferências que em tempos existiu nesta urgência (com elementos supra numerários).

Espaços próprios destinados a isolamento de contacto e a construção de quarto(s) de isolamento com pressão positiva e negativa para isolamento respiratório, respeitando a Guideline for Isolation Precautions: Preventing Transmission of Infectious Agents in Healthcare Settings 2007, disponível em http://www.cdc.gov;

Caminhar no sentido do parecer da Ordem dos enfermeiros N.º – 20/2015 “Competências do enfermeiro chefe de equipa dos serviços de urgência”, sendo que deverá ter, dotação de enfermeiros especialistas em pessoa em situação critica; Nas escalas de trabalho deve ser assegurada a distribuição equitativa dos mesmos pelos vários turnos; Dispondo o serviço de urgência de profissionais com estas competências, deverão ser estes a exercerem as funções de chefia de equipa, sendo que deverão ter funções efetivas de gestão de equipa e não assumir as funções que assumem atualmente: sala de emergência, balcão de Medicina (corredor), entre outras…

 devida vénia ao colega : https://abrantesnafrenteblog.wordpress.com

que está a fazer um excelente acompanhamento da luta dos enfermeiros pela nossa saúde.

mn



publicado por porabrantes às 10:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 3 de Abril de 2018

rtp enfermeiros.png

As declarações dos enfermeiros abrantinos sobre as condições de atendimento e trabalho nas urgências do Hospital Manuel Constâncio são arrasadoras e preocupantes porque todos nós ou já lá fomos atendidos ou  temos pacientes na família que já passaram por lá ou podem vir a passar.

Face a isto e ao pedido aparentemente justificado de transferência feito pelos enfermeiros, a resposta da direcção do CHMT é parca.

Face a isto os partidos locais estão calados, excepto o Bloco, que tem tratado do tema ''Saúde'' com rigor e seriedade.

Face a isto a Liga dos Amigos do Hospital está calada.

E ainda há tótós neo-liberais dedicando-se a futilidades.

ma

devida vénia à RTP



publicado por porabrantes às 15:22 | link do post | comentar

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