(...)A opção em tornar, com carácter mais permanente, o antigo mercado num ponto de confluência de culturas ou de construir um novo, pensado especificamente para a sua função mais nobre de abastecimento de produtos, foi consciente e reveste-se hoje,nesta inauguração, de uma afirmação de liberdades e de colocar ao serviço das
populações um novo espaço, funcional, digno, vivo, dinâmico e apelativo, que fidelize cidadãos ao comércio tradicional.(...I
Sara Morgado em declarações numa tese de Mestrado de Mariana Marques Henriques, ''Os mercados do século XXI''
Daqui se retira que tornar o antigo mercado ''num ponto de confluência de culturas'' é arrasá-lo e torná-lo numa rotunda.
Aí confluem as culturas, passa um Hyunday Kona coreano ao lado da carroça dos burros dos ciganos e ao lado do Mercedes despesista da cacique
Daqui se retira ainda que, que o pedido do regresso dos comerciantes ao velho mercado é......prova que o bunker não fidelizou coisa nenhuma.
Estamos desactualizados, substituam a carroça por um Mercedes cigano mais caro que o caciquista, propriedade dum empresário cigano, vendedor de pó...de arroz...naturalmente
mn

O investigador abrantino Graça Pereira deu esta conferência em São Miguel da Acha.
A cacique ficou de editar o livro Genealogias de S.Miguel do Rio Torto e Tramagal há anos.
Estamos à espera.
A ver se o Luís Dias culturiza a senhora
mn.
A cacique disse ontem, na sessão municipal, que não havia nenhuma proposta da Iniciativas de Abrantes sobre o S.Pedro.

Desde o início de Março que está na posse da CMA esta proposta da Iniciativas, que demonstra a vontade da sociedade de manter o Teatro ao serviço da Cidade e da Cultura.
A dita proposta apenas exige a reposição da legalidade, que o caciquismo pinte o Teatro, coisa que não fez durante 19 anos, dando um péssimo exemplo aos donos de imóveis abrantinos.
Bem como pede a criação dum Prémio para favorecer a Cultura e as IPSS abrantinas.
A proposta tem sido ocultada pelo caciquismo aos Vereadores da Oposição e aos abrantinos.
A cacique disse mais meias-verdades que desmontaremos aqui com os documentos na mão.

Quanto ao neo-liberal mostrou que de novo não sabe do que fala.
Eis o texto da proposta da Iniciativas de Abrantes enviado à CMA, no início de Março:
Projecto de Acordo
Teatro S. Pedro
PROTOCOLO
A sociedade Iniciativas de Abrantes, proprietária do Cine-Teatro S. Pedro, e a
Câmara Municipal de Abrantes celebram o seguinte protocolo:
1) A Iniciativas de Abrantes cede, por um período de xxxxx anos, a gestão
do Cine-Teatro S. Pedro à Câmara Municipal de Abrantes, de acordo com
as condições expressas no contrato de comodato anexo.
2) A Câmara Municipal de Abrantes compromete-se a executar as
necessárias obras de restauro e pintura do exterior do Cine-Teatro S. Pedro
durante o ano de 2018.
3) A Câmara Municipal de Abrantes tomará de imediato as necessárias
medidas para classificar o Cine-Teatro S. Pedro como Imóvel de Interesse
Concelhio o mais brevemente possível.
4) É criada uma Comissão de Acompanhamento mista, que velará em
permanência pelo completo cumprimento deste protocolo e pela boa
conservação do imóvel (regulamento em anexo).
5) No caso de uma futura venda do imóvel do Teatro S. Pedro, a Iniciativas
de Abrantes reconhece o direito de preferência à Câmara Municipal de
Abrantes.
6) A Câmara Municipal de Abrantes instituirá em 2018 o prémio anual
“Iniciativas de Abrantes”, no valor de XXXX €, que será atribuído, em
cada ano do período de vigência deste protocolo, a uma ou várias pessoas
ou entidades do Concelho de Abrantes que se tenham distinguido nas
áreas da Cultura ou da Solidariedade Social (regulamento em anexo).
7) Este protocolo entra em vigor no dia 1 de Maio de 2018.
Contrato de comodato:
A sociedade Iniciativas de Abrantes, Limitada, proprietária do Cine-Teatro S.
Pedro, e a Câmara Municipal de Abrantes acordam celebrar o seguinte contrato:
1) A IA cede à CMA, a título gratuito, por um período de xxxx anos, a partir
de 1 de Maio de 2018, a gestão do Cine-Teatro S. Pedro.
2) A IA reserva-se o direito de usufruir da pequena divisão anexa ao foyer do
primeiro andar para sede da sociedade. Em consequência, a CMA permite
aos gerentes da sociedade o acesso ao interior do Cine-Teatro.
3) A IA reserva-se o direito de arrendar a cobertura do imóvel, sobre uma
área da qual existe já um contrato de arrendamento com uma empresa de
telecomunicações, contrato que a CMA conhece e ao qual nada tem a
obstar.
4) A CMA compromete-se a manter o imóvel em boas condições de
conservação, realizando com esse fim todas as obras necessárias a uma
boa manutenção do mesmo.
5) Todas as obras de carácter sumptuário ou que impliquem qualquer
alteração arquitectónica, estrutural ou estética no imóvel carecem de
autorização expressa da IA.
6) A CMA é responsável por todas as despesas de manutenção necessárias
para um bom funcionamento da sala de espectáculos e para uma boa
conservação do imóvel.
7) A devida manutenção e o estado de conservação do imóvel serão
avaliados por uma Comissão de Acompanhamento mista, cuja composição
e procedimentos são objecto de um regulamento próprio.
8) A CMA é responsável por todas as despesas inerentes ao funcionamento
do Cine-Teatro, designadamente energia, água, seguros, segurança e,
ainda, pelo pagamento do Imposto Municipal de Imóveis.
9) A CMA aceita que a IA possa organizar por sua conta quaisquer eventos
de natureza cultural ou recreativa no Cine-Teatro S. Pedro, desde que com
a sua prévia aprovação. A IA assumirá os encargos com as contratações e
organização, para ela revertendo as eventuais receitas de bilheteira obtidas
nos eventos. As normais despesas de funcionamento dos espectáculos
ficarão a cargo da CMA.
10) A CMA reserva para os sócios da IA um número máximo de xxxx
entradas para todos os eventos e espectáculos organizados no Cine-Teatro
S. Pedro.
11) A CMA permite e facilitará o acesso à cobertura do imóvel dos técnicos
responsáveis pelos equipamentos aí instalados, sempre que tal seja
exigível por motivos técnicos ou de manutenção.
12) O fornecimento de energia eléctrica aos equipamentos instalados na
cobertura será garantido pela CMA, sendo que os correspondentes custos
associados ser-lhe-ão posteriormente pagos pela IA.
13) Este contrato poderá ser denunciado por qualquer das partes no caso de
comprovado desrespeito pelo nele disposto.''
mn
A cacique prosseguindo na senda despesista, muito aplaudida pelo neo-liberalismo (aliás na sequência do bloco central que acaba de acordar dar muito mais dinheiro aos caciques para delapidar), vai gastar 125.000 € em toldos para cobrir as ruas abrantinas onde não há comércio, nem pessoas a circular
Diz o DR:
MODELO DE ANÚNCIO DO CONCURSO PÚBLICO
1 - IDENTIFICAÇÃO E CONTACTOS DA ENTIDADE ADJUDICANTE
Designação da entidade adjudicante: Município de Abrantes
NIPC: 502661038
Endereço: Praça Raimundo José Soares Mendes
Código postal: 2200 366
Localidade: Abrantes
País: PORTUGAL
NUT III: PT16I
Endereço Eletrónico: contratacaopublica@cm-abrantes.pt
2 - OBJETO DO CONTRATO
Designação do contrato: Fornecimento e aplicação de velas tensadas nas ruas do Centro Histórico de Abrantes
Descrição sucinta do objeto do contrato: Fornecimento e aplicação de velas tensadas nas ruas do Centro Histórico de Abrantes
Tipo de Contrato: Aquisição de Bens Móveis
Preço base do procedimento: Sim
Valor do preço base do procedimento: 125000.00 EUR
Classificação CPV (Vocabulário Comum para os Contratos Públicos
Diário da República, 2.ª série - N.º 64 - 02 de abril de 2018 - Anúncio de procedimento n.º 1948/2018 - Página n.º 2
Quando João Pico era Vereador laranja havia Oposição de direita na CMA.
Agora não há.
Criticou-se muito aqui o Pico, mas há que reconhecer que fazia Oposição.
mn
A cacique confirmou ontem na sessão da CMA a excursão à Índia anunciada em primeira mão por este blogue.
Não temos pachorra para anunciar as outras anunciadas excursões da senhora.
Agradecemos à fonte interna do PS a dica.
Esperamos que a estadista não seja atropelada por nenhuma vaca sagrada.

mn
ver aqui
MANIFESTO
POR CONDIÇÕES DE TRABALHO DIGNAS E CUIDADOS DE SAÚDE DE QUALIDADE E SEGURANÇA
A equipa de enfermagem do Serviço de Urgência Médico-Cirúrgica do CHMT da unidade de Abrantes vem transmitir a profunda preocupação pela falta de segurança e qualidade dos cuidados prestados, que está naturalmente relacionada com a falta de condições de trabalho.
Este serviço de Urgência ao longo dos últimos 5 anos tem sofrido algumas alterações com a centralização da Urgência Médico-Cirúrgica neste Hospital, entre as quais receber utentes de vários concelhos como (Abrantes, Mação, Sardoal, Vila Rei, Gavião, Ponte de Sor, Tomar, Torres Novas, Entroncamento, Fátima, Ourém), entre outros. Ao longo destes mesmos anos temos vindo a aumentar o número de admissões neste serviço, (diretas e transferências dos Serviços de Urgência Básica de Tomar e Torres Novas), complementado com um maior grau de complexidade nos cuidados a prestar a cada doente, sendo que se tem vindo a verificar a admissão de utentes cada vez mais idosos. Muitas das admissões diárias são transferências da urgência básica de Tomar e Torres Novas. Esta situação verifica-se ao longo de todo o ano, não é só em tempo de gripe.
O cansaço físico e psicológico dos profissionais que trabalham neste ambiente penoso e de risco, leva-nos a relatar o que aqui se passa, pois não poderá a responsabilidade ser atribuída a quem não tem outra alternativa a não ser tentar fazer o melhor que pode a tantos milhares de pessoas que aqui se dirigem, na esperança de encontrar ajuda para o seu problema mais ou menos grave, mais ou menos urgente.
Somos poucos recursos para dar resposta a tantos doentes que se acumulam em macas lado a lado, a ponto de se tocarem, esperando longas horas por um cuidado, uma resposta ou um simples olhar.
Tantos, que por vezes até se torna difícil chegarmos perto.
Desde o dia 1 de Janeiro de 2018 a Urgência de Abrantes tem tido em média 67 doentes internados por dia, chegando a ficar internados na urgência vários dias, por vezes até completar uma semana, ou até mais, quando na verdade, nem deviam de existir “internados” na urgência!
Para minimizar os doentes em corredor foi aberto uma enfermaria (UOM2), com espaço para 14 doentes, assegurado pelos enfermeiros da urgência, recorrendo na maioria das vezes a trabalho para além do horário que temos a cumprir. Esta medida não retirou qualquer doente ao corredor, mantendo-se exactamente como antes.
A equipa já se encontra sobrecarregada com turnos extraordinários de modo a colmatar o absentismo, na maioria dos turnos 1 enfermeiro presta cuidados a 12 doentes, ou mais. Cuidar de um doente implica higienizá-lo, alimentá-lo, administrar-lhes medicação, controlar sinais vitais e avaliar sintomas, verificar que exames têm para realizar, efectuar colheitas de sangue e urina, cuidados especiais e ouvir as suas preocupações, dar-lhes atenção e à sua família. Poucos para controlar e amparar os que sofrem com dor, os que gemem e gritam toda a noite porque não sabem onde estão.
Não esquecendo sempre que é necessário um enfermeiro para efetuar transferência de doentes, enfermeiro este retirado dos cuidados aos doentes sobrecarregando a equipa já exausta.
Para todos os outros que estão lá fora, esta realidade é desconhecida, até que se torna pessoal e de máxima importância no momento em que necessitam.
Pensar em controlar as infeções associadas aos cuidados de saúde, quando o “isolamento” é feito apenas, e só, por escassos centímetros do ar que separa os doentes, é mera ilusão. A inexistência de unidades de isolamento em urgência nos hospitais para manter isolados os doentes infetados com bactérias resistentes, evitando assim o contágio a outros doentes.
Para onde caminhamos quando não conseguimos respeitar a privacidade de cada pessoa, quando não podemos garantir a dignidade de morrer?
Sabemos que:
Ninguém resiste tanto tempo a trabalhar nestas condições, não temos outra hipótese senão, por vezes, colocar baixas médicas, por exaustão, por depressão e por lesões músculo-esqueléticas.
Não aceitamos trabalhar mais nestas condições. Queremos um trabalho digno para poder respeitar o direito à saúde com qualidade e segurança a quem a nós recorre.
Por forma de manifesto, uma grande parte destes profissionais enfermeiros e auxiliares fez pedido de mobilidade de serviço.
PROPOSTAS DE SOLUÇÃO
Exigir o cumprimento da Lei, assim como as orientações e recomendações abaixo identificadas:
Admissão, tendo como referência o Regulamento n.º 533/2014 da Ordem dos Enfermeiros – Norma para o Cálculo de Dotações Seguras dos Cuidados de Enfermagem, dotando a urgência do número de enfermeiros e Assistentes Operacionais para fazer face não só ao número de atendimentos, mas também para cuidar condignamente dos que ficam internados;
Criação de uma escala de transferência de doentes urgentes, em regime de prevenção, à semelhança da que existe em outros hospitais ou repor a equipa de transferências que em tempos existiu nesta urgência (com elementos supra numerários).
Espaços próprios destinados a isolamento de contacto e a construção de quarto(s) de isolamento com pressão positiva e negativa para isolamento respiratório, respeitando a Guideline for Isolation Precautions: Preventing Transmission of Infectious Agents in Healthcare Settings 2007, disponível em http://www.cdc.gov;
Caminhar no sentido do parecer da Ordem dos enfermeiros N.º – 20/2015 “Competências do enfermeiro chefe de equipa dos serviços de urgência”, sendo que deverá ter, dotação de enfermeiros especialistas em pessoa em situação critica; Nas escalas de trabalho deve ser assegurada a distribuição equitativa dos mesmos pelos vários turnos; Dispondo o serviço de urgência de profissionais com estas competências, deverão ser estes a exercerem as funções de chefia de equipa, sendo que deverão ter funções efetivas de gestão de equipa e não assumir as funções que assumem atualmente: sala de emergência, balcão de Medicina (corredor), entre outras…
devida vénia ao colega : https://abrantesnafrenteblog.wordpress.com
que está a fazer um excelente acompanhamento da luta dos enfermeiros pela nossa saúde.
mn

As declarações dos enfermeiros abrantinos sobre as condições de atendimento e trabalho nas urgências do Hospital Manuel Constâncio são arrasadoras e preocupantes porque todos nós ou já lá fomos atendidos ou temos pacientes na família que já passaram por lá ou podem vir a passar.
Face a isto e ao pedido aparentemente justificado de transferência feito pelos enfermeiros, a resposta da direcção do CHMT é parca.
Face a isto os partidos locais estão calados, excepto o Bloco, que tem tratado do tema ''Saúde'' com rigor e seriedade.
Face a isto a Liga dos Amigos do Hospital está calada.
E ainda há tótós neo-liberais dedicando-se a futilidades.
ma
devida vénia à RTP
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)