
Nem uma placa assinala a oliveira, censura o ''Sol''', num artigo que há que ler.
Ou seja a Junta (PS) e o Vereador da Cultura estão-se nas tintas para um património único no país.
A oliveira foi salva pelo sr.Grilo, Presidente CDU da terra.
mn

O José Vaz Monteiro era um grande proprietário rural da Chamusca, médico, Vice-Presidente da Companhia das Águas, em Lisboa. Também foi vinicultor, o vinho duma das suas Quintas, o Vinho da Arruda, foi servido na Inauguração da Torre Eiffel! Também foi Advogado e fundou a prestigiada Ganadaria Vaz Monteiro, que ainda hoje é um orgulho nacional.
No dizer de José Luciano, cabo eleitoral progressista, a família Vaz Monteiro decidia quem eram os deputados pela Ponte de Sôr, tal era aí a sua influência.
mn
Parece que vão fazer uma excursão ao Bairro da UFA/Alferrarede ocupado por marginais em 1974.
Houve um tempo em que o povo de Alferrarede era grato a D.Jorge de Mello.....especialmente o Sr.Padre....cujo nome não me lembro. Seria o Padre Marujo?
Em 30 de Maio de 1965, o Pároco organiza esta romagem ao túmulo de Alfredo da Silva, o maior industrial que Abrantes viu.


atrás do padre vai o dr. João Manuel Esteves Pereira, que foi um grande autarca de Alferrarede e Abrantes
ver aqui
devida vénia Arquivos RTP
mn

O Padre era cá das redondezas e um safardanas

Calma que tudo isto é ficção e vem no livro, de Rosa Lobato de Faria, o Pranto de Lucífer, cuja leitura se recomenda para o Verão, em especial a ex-seminaristas

devida vénia à saudosa Autora e à Editora
mn

Gazeta do Tejo
por isso agora as bolsas são administradas pelos Rotários
agradecemos ao eng. M., laranja histórico, o envio do recorte
mn.

Segundo o plumitivo Alves Jana, director adjunto da Zahara, que pretende ser uma revista de história, Fernando Baptista Pereira, professor universitário de História de Arte (que por acaso dirigiu a tese da filha do plumitivo e a quem a edilidade, onde a mulher do dito, era Vereadora da Cultura, outorgou um contrato (1), tido como uma das grandes cabeças da Cultura Lusa neste domínio, actualmente ou até à pouco assessor do Ministro da Cultura) terá dito isto:

Zahara, ,n9 de Julho 2007 , página 38
Referia-se a entrevista a João Estrada, à famosa colecção do MIAA

Se o Alves Jana ouviu bem, a afirmação feita pelo Baptista Pereira é de um calibre tal, que é tempo de perguntar, já foi reescrita a História de Portugal, graças à colecção do MIAA, ou tratava-se duma alarvidade irresponsável, que desqualifica quem a proferiu?????
E naturalmente toda a tropa que andou metida nisto, que inclui, a girl do MIAA....

Ao lado da Isilda, o nosso querido amigo D.Francisco de Mascarenhas, contempla espantado as afirmações rupestres da girl, dizia que a cidadania se constrói caminhando (Para onde será? Será para o Largo do Cruzeiro, no Pego?), quando parece que o MIAA se construía contratando a família do irresponsável que alegadamente iria reescrever a História de Portugal.
Porque a mulher do Baptista, a nossa querida D.Ana Duarte, também escreveu um livro editado pela CMA, sobre o MIAA e agora está organizando o Museu Carneiro do Sr.Conde da Bahía, ex-chefe dos Almeidas.
Deve dizer-se que depois da denúncia deste blogue, a Ana Duarte disse que já não receberia os cobres pela obra....
ma
A cacique faltou a mais uma reunião da CMA
O Armindo Silveira levantou a questão destas faltas constantes.
O Vice disse que a cacique estava numa reunião de trabalho do quadro 20/30 a defender interesses locais.
Eram 10.42
Mais ou menos a essa hora a cacique estava a postar no facebook

Se se está numa reunião importante, não se está a postar no face....
Ou a menina não se consegue emancipar do telemóvel?????
mn

gamado ao amigo Sotnas
recorte do Mirante
mn
Num processo abrantino, julgado em Santarém, alegaram os autores:
'' Não obstante os prédios serem “materialmente propriedade da GG”, o 1º autor aprovou e assinou a deliberação da escritura de liquidação da sociedade no convencimento de que a situação formal das propriedades se resolveria com o 1º e 3º réus, já que o terreno estava pago, desconhecendo que estes, “em conluio”, ainda em 2011, e prestando falsas declarações perante o notário, declararam em escritura pública que o 3º réu vendia ao 1º réu, por 75 000,00€” as propriedades em causa e do qual o 3º réu já tinha recebido da sociedade GG a quantia € 226 154,96, a título de pagamento da totalidade do preço.
- A atuação do 1º e 3º, réus puseram em causa direitos da sociedade GG e indiretamente direitos dos autores, dado que o autor é “proprietário de 50% do capital da GG” havendo um enriquecimento ilegítimo dos réus referente a “metade do preço pago pela GG pelo terreno, ou seja de €113 077,48 e nessa medida um empobrecimento do 1º autor bem como da 2ª autora que é casada em comunhão de adquiridos com aquele.
(...)
Se o que diz o Autor é verdade, qual terá sido o Notário/a que não tomou as devidas precauções para impedir uma fraude na escritura??????
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