O património classificado está como se sabe nesta terra. Mas quando um proprietário queria recuperar e manter um imóvel único como a Quinta de Coalhos,o Carvalho, a Isilda e a tropa laranja recusavam qualquer apoio....
Ah já me esquecia faltava a Isabel Cavalheiro,
''José António Milheiriço Correia Y Alberty – residente em Quinta de Coalhos, em Pego, solicitando isenção ou redução do valor a pagar, relativo à licença para execução de conservação e recuperação da Quinta de Coalhos, em Pego, devido ao facto de a licença se referir a obras de recuperação em património classificado de interesse municipal e ao reduzido volume de obra abrangido pela licença solicitada. – 531/00
Deliberação: Por unanimidade, deve proceder-se à audiência escrita do interessado, nos termos dos Artigos 100º e 101º do Código do Procedimento Administrativo, dando-se-lhe conhecimento do sentido provável da deliberação final, que consta:
Indeferir o pedido, por não ser enquadrável em qualquer dos casos previstos no Regulamento de Licenças e Tabela de Taxas.
Pode o interessado pronunciar-se no prazo de 10 dias, podendo consultar o processo nos serviços municipais, na Praça Raimundo Soares, entre as 9.00 e as 16.30 horas.
Nada sendo dito, é esse o teor final da deliberação produzindo os seus efeitos definitivos após o decurso do referido prazo.''
acta de 12-5-2003
mn
ªª

VEREADOR PINA DA COSTA
Na sequência da Intervenção da Vereadora Isilda relativamente à Verticalização dos
Agrupamentos Horizontais, o Vereador Pina da Costa informou que por indicação da Câmara Municipal, é representante na Assembleia de Escola da Escola Dr. Solano de Abreu desde Janeiro de 2002.

No entanto, tem sido notória, de forma mais ou menos implícita, por vezes pública,
certa animosidade contra a Edilidade. Nunca tendo compreendido bem as razões de tal comportamento, esforçou-se por ignorá-lo e pautou a sua atitude no sentido de uma boa relação institucional, franca e construtiva.
Provavelmente por reflexo de um ambiente de elevada tensão e antagonismos que se vivem na Escola, tem sido confrontado, recentemente, com uma agressividade verbal contra a Câmara que ultrapassa a fronteira da boa fé e do respeito mútuo entre as duas instituições e suas competências próprias.
Numa atitude de fechamento da Escola sobre si mesma, criam suspeitas em relação a tudo o que é exterior à Escola: Autarquia, Ministério da Educação, outras Escolas. Fala-se de lobby contra a Escola, recusa-se de forma explícita a participação na gestão da Escola de professores exteriores à Escola. A própria Presidente da Comissão Provisória, em exercício, se queixou na última Assembleia de Escola de não lhe ter sido dada a mínima oportunidade para o bom exercício da sua função por não ser professora da Escola. A palavra do representante da
Autarquia só é aceite se validada por um elemento da Escola.
Em relação à Autarquia, destacou alguns exemplos:
- Fortes críticas à Câmara por não se ter substituído à tutela e suprir deficiências
existentes nos equipamentos desportivos. Alegava-se que deveriam ser disponibilizadas de forma gratuita as instalações municipais. Ignoraram a sua informação e do professor de Educação Física, Rui Cabral, de que se propusera um valor especial equivalente ao custo pago
pelo pavilhão municipal. Tal informação não constou em acta, mesmo quando, na reunião seguinte pediu para ser incluída. Todos aqueles que se pronunciaram, disseram desconhecer tal informação e não se lembravam de o mesmo o ter dito. Mas quando o professor Rui Cabral
confirmou que ele próprio também havia avançado essa informação, acabou de imediato a dúvida e foi decidido o respectivo registo em acta. Este episódio deixou bem claro que a palavra do representante da Autarquia só seria tida em conta se validada por alguém da Escola.
- Responsabilização, em resultado de alegada informação do Director Regional de
Educação, pela alteração da tipologia da Escola Dr. Manuel Fernandes por, dizem, a Câmara ter tomado a iniciativa, promovido reuniões mais ou menos secretas e proposto tal alteração.
- Existência na Câmara de um lobby contra a Escola Dr. Solano de Abreu que tem
inviabilizado as obras de manutenção e qualificação da Escola e que tal continuará a acontecer enquanto tal lobby estiver na Câmara.
Bem ilustrativo do clima que se criou em relação à Autarquia está o facto de nas 14
páginas da acta da última reunião da Assembleia de Escola terem sido liminarmente excluídas todas as referências positivas à Câmara, que as houve, deformando-se o que é dito num aparente propósito de culpar esta entidade de todos os males que acontecem à Escola.
Assim, tendo em conta o clima de grande conflitualidade interna, obrigando a DREL a convocar eleições antecipadas, e externa, com os organismos do Ministério da Educação, outras Escolas e a Autarquia, bem como a impossibilidade prática do representante da Câmara poder garantir o rigor, isenção e objectividade das actas de forma a cumprirem a sua função de «resumo escrito e fiel do que se passou na sessão», decidiu suspender a sua presença nas reuniões da Assembleia de Escola, até estarem reunidas as necessárias condições para esse efeito.
acta de 12-3-2007
O Pina era professor do Ensino Secundário em Abrantes
Como é alguém pode dizer isto dos colegas????
Pode, sendo o Pina!
Que tinha acontecido????
Tinham tratado a chefa do Ps, como se devia tratar e o Carvalho foi aos arames e o Pina fez de arauto, os do PSD protestaram um bocadinho, mas o despautério ficou na acta.
mn
Com a devida vénia a opinião e as fotos do artista plástico, jornalista, socialista e grande abrantino António Colaço







e naturalmente a mesma pergunta: como foi possível e é este atentado?????
mn'

Dois anónimos socialistas abstiveram-se de homenagear Eurico Consciência. Antes um montão de anónimos tinha por voto secreto recusado a homenagem.

Numa acta deve dar-se conta do que aconteceu, os abrantinos têm o direito de saber quem foram os anónimos socialistas.
De qualquer forma está garantido que a maior parte da bancada PS ficará no anonimato na história desta terra e que o nome do Advogado ficará sempre ligado a ela.
ma
É o que dá andar com uns doentes de hospital para hospital a fazer ralis.....
Qual é a responsabilidade civil do Estado?????
ma

O Miguel Prado analisa aqui as relações entre o argentário da Cabeça Gorda, que fazia liberalidades ao Cónego e ao Salgado, e o BES, etc.
É importante ler
Diz o jornalista ''Em abril deste ano o Expresso revelou que a este fundo estará associado o construtor José Guilherme''
Ora nós três anos antes, revelámos que o cabeça-gordense estava relacionado com o Invesfundo.
Modéstia aparte, podemos garantir que a informação nos foi dada por um presbítero.
ma
(...)O Ribatejo” tinha a sua sede e redacção nas instalações do CNEMA em Santarém. O pagamento das rendas em atraso terá sido resolvido nos últimos tempos com um contrato de prestação de serviços com a instituição liderada por Eduardo Oliveira e Sousa.
O director editorial do jornal e seu administrador, Joaquim Duarte, despede-se dos leitores com o argumento de que “as notícias no papel envelhecem antes de chegarem ao leitor”, atribuindo ainda o fecho do jornal ao advento das redes sociais.(...)
no Mirante com a devida vénia
A Excelentíssima Câmara sustentou em devido tempo (era 2013) que não era preciso fazer inquérito à morte de Paulina Pereira

(carta da ANB censurando a cacique por não ter estado presente a uma homenagem a Paulina Pereira)

Transcreve-se parte dum post do Vereador dr. Santana Maia (2013):
(....) Deu conta de uma informação dos serviços jurídicos da Divisão Jurídica, referindo que não existem normas/regulamento interno que regulem a utilização das viaturas dos bombeiros, de onde pudesse resultar alguma norma especial que impusesse a abertura de inquérito interno no caso concreto. Do Decreto-Lei nº 503/99, de 20 de novembro, na atual redação (diploma que estabelece o regime jurídico dos acidentes de trabalho e das doenças profissionais ocorridos ao serviço de entidades empregadoras publicas), para além do dever de participação do acidente, também não decorre a obrigatoriedade de abertura de inquérito numa situação de ocorrência de acidente. .....(......)
Ah, não?????
Então porque é que quando da morte dum operário no Aquapólis houve inquérito????
''
Anabela Braz Hipólito Batista – residente na Rua Dr. Duarte Governo, nº 20, 3º, 2090 – 081, em Alpiarça, na qualidade de viúva, agradece o voto de pesar enviado pela Câmara Municipal de Abrantes, pela morte do seu marido no passado dia 22 de Julho de 2002, na obra de “Aquapolis – Parque Urbano Ribeirinho de Abrantes, acessos no Rossio ao Sul do Tejo” bem como solicita a marcação de uma reunião, a fim de se inteirar do andamento do inquérito de apuramento de responsabilidades do trágico acidente. – 12668/02
Tomado Conhecimento e à Divisão de Ordenamento e Projectos para agendar reunião com o Vereador Júlio Bento.
(acta de 26-8-2002)
mn
Em 1837, há uma polémica tentativa de anexar várias freguesias abrantinas a outros concelhos. Entre elas a Aldeia do Mato, como há resistência, a Câmara de Constância solicita à Guarda Nacional de Tomar que ''meta na ordem'' o bom povo.

Aldeia do Mato, Cruzeiro, foto Cecília Matias/DGMN
Agindo como facínoras, a soldadesca (ou melhor os cidadãos nabantinos alistados na milícia liberal, dado que a Guarda Nacional devia ser composta pelos cidadãos em armas, para defender as ''conquistas de 1820'', dos padres, frades e morgados e já agora do povo que permanecia fiel a D.Miguel) invadem a terra, saqueiam-na e metem-na a ferro e fogo.
Gorjão Henriques, que já tinha sido Presidente da CMA e era deputado pelo círculo, denuncia com veemência e indignação a brutalidade e o latrocínio, nas Cortes :


Gorjão diz que a Liberdade está ameaçada e a cólera do povo pode ocasionar novos Remexidos, que era o herói da guerrilha miguelista que assolava o Alentejo e Algarve pondo em cheque a ordem liberal.
A estrela dos radicais, José Estevão começou a meter os pés pelas mãos, não sabendo em que buraco se havia de meter.
Os deputados tomarenses começaram a pedir desculpas.
Foram uns irregulares, os facínoras, não foram os burgueses de Tomar que saquearam e se portaram como incendiários.
José Estevão em apoio dos tomarenses pusera em jogo a honra de Gorjão Henriques, que lhe chama vil mentiroso para não lhe chamar canalha.

(1)

A resistência dos povos do Pinhal acabou por fazer com que a reforma administrativa fosse revista.
E em 1889 quando morreu o Cícero de Aveiro, o tipo que justificou a barbaridade da soldadesca na Aldeia do Mato, um abaixo-assinado foi dirigido à CMA para que a R. do Outeiro, se passasse a chamar José Estevão, como ainda hoje se chama. (2)
A toponímia não recorda o Gorjão que defendeu o povo contra as baionetas dos liberais de Tomar. Somos muitos agradecidos.
mn
(1)-Diário das Sessões, 12 de Maio de 1837
(2)- Eduardo Campos -Toponímia Abrantina

Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de S. Vicente – com sede no Largo de S. Vicente, em Abrantes, requerendo a aprovação do anteprojecto de arquitectura para a construção de um restaurante McDonald’s, na Avenida das Forças Armadas, em Abrantes. – 425/02
A Câmara Municipal não deliberou quanto a este assunto dado não haver a figura de anteprojecto, nos termos do Decreto-Lei nº 555/99, de 16 de Dezembro, na redacção dada pelo Decreto-Lei nº 177/2001, de 4 de Junho,devendo os serviços informar os interessados para que sejam cumpridas as condições aprovadas em sede de informação prévia.
acta de 2-6-2002
16 anos depois os paroquianos continuam à espera que o Graça monte o fast-food

Entretanto o suíno para fazer hambúrgueres vai engordando no Centro do Apostolado de Seringas João Guilherme
ma
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