Sexta-feira, 6 de Março de 2020

Já se falara no livro, não contudo na ligação abrantina. Foram delatores inquisitoriais abrantinos que denunciaram os antepassados judeus do político francês Pierre Mendès-France

mendes france.png

Os bufos viviam na Praça da Palha ou seja na Barão da Batalha.

ma

genealogia da família Mendes-França

luís mendes da frança

 


publicado por porabrantes às 18:21 | link do post | comentar

Terça-feira, 26 de Abril de 2016

O Mirante noticiou que a Etar era do Jorge Dias, a Presidente esclareceu a coisa na última reunião:

etar Dias.png

e disse mais, borbulhante de ciência jurídica...

etar dias 2.png

Diz a Senhora (andamos moderados, deve ser efeito do discurso do Marcelo que apelou a consensos impossíveis) que a posição da CMA se encontra salvaguardada..!

 

Como perguntamos nós? Se o terreno é do Dias e  se alguém chegar junto dele e lhe disser: tome lá 70.000 €, dê 25.000 à Abrantaqua e mais uns trocos para pagar uma eventual indemnização?

 

Fica dono do terreno da Etar e proíbe os da Abrantaqua de lá entrar. Ou cobra-lhes uma portagem de mil euros ao dia. Num ano faz 365.000 €...

 

Ou só vende o terreno à CMA por 500.000....

 

Como se vê a situação da CMA está perfeitamente assegurada. Tão assegurada que o Sr.Dias proibiu a Céu e o Ministro de entrar lá no dia da inauguração e foi preciso chamar a PSP.

 

Outra coisa, toda a gente pode construir em terreno alheio ou é só a Abrantaqua?

 

Nada mais havendo a tratar, por agora.

 

Bom dia

ma  

 

PS- vimos sugerir ao Bento da Abrantaqua, que faça um contrato-promessa de compra da manada de burros do Sr.Dias. Assim a posição da Céu fica perfeitamente assegurada. Os burros ficariam a cargo do Bento e já não se manifestariam na Raimundo Soares.

11630.jpg



publicado por porabrantes às 17:04 | link do post | comentar

''

No que concerne aos documentos relativos à colecção de moedas e que constam nos autos como "Livro de moedas", constata-se que são fotocópias do "Livro das Moedas de Portugal", da autoria de J. Ferraro Vaz, e o assistente limitou-se a assinalar com uma cruz nessas fotocópias as moedas que alegadamente tinha na sua posse. No decurso da audiência de discussão e julgamento arrolou testemunhas visando com o seu depoimento fazer prova da referida colecção de moedas e ainda juntou mais documentos, que se resumem a fotocópias do "Dicionário de moedas" e outros livros de Numismática bem como folhas soltas e manuscritas com uma descrição de moedas.

Importa desde já referir que as primeiras fotocópias referidas e com a cruz inscrita pelo assistente, com vista a enumerar as moedas que alegadamente tinha na sua posse, são manifestamente insuficientes e não credíveis para fazer prova de que o mesmo era possuidor dessa colecção. Também a descrição das moedas por si manuscrita e constante de fls. 18 bem como todos os documentos juntos no decurso da audiência conforme supra se referiu não são suficientes para provar que essas moedas estavam na sua posse.

Vejamos:

Segundo o próprio assistente, aquela colecção de moedas seria de elevado valor (o que resulta da leitura das fotocópias juntas e relativas aos diversos livros especializados em moedas e do depoimento prestado pela testemunha JM), pelo que não se compreende como é que o mesmo não tinha outros meios de prova da posse da referida colecção de moedas, designadamente documentos, fotografias, ou, atendendo a que as moedas eram provenientes de herança dum avô, a respectiva relação de bens, que o Tribunal solicitou no decurso da audiência de discussão e julgamento, ao que foi respondido que a relação de bens não foi feita.

De igual modo, a sua residência não tinha alarme e, segundo as suas declarações, quando se apercebeu que lhe tinham desaparecido umas chaves limitou-se a encostar móveis numa das entradas da casa.''

 

Os magistrados da Relação fizeram estas naturais observações...

ma



publicado por porabrantes às 10:32 | link do post | comentar

A Relação de Évora anulou  a  pronúncia duma série de arguidos que eram acusados do assalto à quinta do Ribeiro, na Abrançalha, donde teriam levado colecções de moedas, o espólio do Visconde do Tramagal e do boticário Silva da farmácia do mocho.

O Tribunal superior considera que  '' Trata-se, assim, de uma falha grosseira e ostensiva na análise da prova, percetível pelo cidadão comum, denunciadora de que se deram provados factos inconciliáveis entre si, isto é, que o que se teve como provado ou não provado está em desconformidade com o que realmente se passou, provou ou não provou.''

Entre as peças alegadamente roubadas, estariam, segundo a acusação, moedas no valor de 800.000 €  e :

''

Do móvel - vitrine do hall de entrada, que também havia sido transportado para aquele local pelo arguido MCMC e no valor global de 8.900 €:

a) uma caixa de plástico fosco antiga que continha pedras semi-preciosas oriundas do Brasil, com diversos tamanhos e feitios, no valor de 700 €, estando todas colocadas dentro de sacos de plástico fechados com alfinete, caixa essa existente na primeira gaveta;

b) uma placa revestida de veludo vermelho com 20 patacas mexicanas, com cerca de 4 cm de diâmetro, no valor de 4.000 € (200 € cada uma delas);

c) uma placa revestida de veludo vermelho com uma colecção completa das moedas que circularam em Timor no tempo em que eram colónia portuguesa, no valor de 1.000 €;

d) uma moeda comemorativa com estojo de madeira de 5 ecu de 1989, no valor de 200 €;

e) todas as moedas comemorativas da Imprensa Nacional da Casa da Moeda, em prata e ouro (proof), no valor de 3.000 €;

2 - De um cofre miniatura em cabedal colocado em cima de uma cómoda foram retirados, no valor global de 1.350 €:

a). Uma pulseira fina de ouro entrelaçado, do género das que é costume oferecer aos bebés, no valor de 150 €;

b). Uma caixa de prata, contendo um anel de ouro branco, com uma pérola e pedras preciosas e a referência do ourives Branca de Brito, no valor de 1.200 €;

3 - De uma caixa colocada em cima da cómoda, no valor global de 123 €:

a) uma aliança de ouro branco com os dizeres "Vítor 1967", no valor de 75€ e

b) um anel com pedra no meio entrelaçado em prata, no valor de 48 €.

Depois, MC e os dois referidos indivíduos dirigiram-se para a Biblioteca sita no 1º andar, tendo daí retirado os seguintes objectos:

- De um armário vitrina expositora de objectos, cujo vidro foi partido em três pedaços e despregada a madeira que o sustentava, foram retirados, com o valor global de 18.250 €:

a) Duas gargantilhas em prata, entrelaçada, no valor de 200 €;

b) Duas gargantilhas em prata, com partes fixas em forma de vagem e partes móveis em argolas, com duas pulseiras idênticas, no valor de 300 €;

c). Três escravas em prata, no valor de 50 €;

d). Um brinco de ouro, com pedra em formato de coração, no valor de 150 €;

e) Um colar de platina fino, muito maleável, que, no meio tinha um pendente, em forma de "VT" (abreviatura de Viscondessa de Tramagal) em monograma e com mais pendentes com, pelo menos, três pedras preciosas (peça única e de valor sentimental para o dono do Palácio), no valor de 4.000 €;

f). Uma gargantilha em ouro, com dois pendentes (foto Paller Carrera), no valor de 2.500 € - esta gargantilha foi adquirida pelo dono do Palácio da Abrantalha num leilão realizado pela Santa Casa da Misericórdia de Abrantes;

g). Uma gargantilha de ouro branco e amarelo, com folhas e pedras semipreciosas brancas e amarelas, tendo, no meio, uma pedra grande, em forma de coração, amarela (pedra do Brasil), no valor de 3.500 €;

h). Um alfinete em prata, em forma de ramo, com folhas com pedras preciosas brancas, no valor de 1.600 €;

i). Um anel de brasão, em ouro, com símbolo dos Solis (solitário, no valor de 700 €);

j). Um anel em prata, com pedra preta (ónix) e pedra semipreciosa no meio, no valor de 200 €;

k). Um alfinete em ouro com o símbolo da farmácia (cobra com palmeira), no valor de 200 €;

I). Um alfinete grande com fotografia gravada da filha da Marquesa de Alorna, em placa de Limoges ou porcelana e presa por peça de latão em forma de cordão, no valor de 1.200 €;

m). Uma concha com Pierrot ou dançarino, de Limoges ou porcelana, no valor de 600 €;

n). Um relógio de ouro do avô Rogério, do dono do Palácio, no valor de 200€;

o). Um alfinete em forma de lua, em prata, antigo, no valor de 150 €;

p). Diversas condecorações portuguesas, brasileiras e espanholas, no valor de 700 €;

q). Diversos botões de punho e de camisa, em ouro e prata, entre os quais uns de brasão D. João VI, no valor de 1.100 €;

r). Vários brincos de ouro e prata, no valor de 300 € e

s). Diversos anéis de senhora, entre os quais um de ouro branco, com cinco pedras preciosas, no valor de 600 €.

2 - De umas prateleiras, aí existentes, MC e os referidos indivíduos retiraram e levaram para os fazerem suas, duas placas em prata, dos Lions, no valor de 150 €.

3- De um cofre pequeno cuja fechadura foi forçada foram retiradas medalhas muito antigas de santos que se colocavam ao peito, no valor de 8S0€.

4 - Do armário cofre - moedeiro cuja fechadura foi esforçada foram retirados os seguintes artigos:

a) Todas as moedas romanas existentes nas três primeiras gavetas;

b) Todas as moedas de D. Afonso Henriques e da 1a Dinastia existentes na 4a e 5a gavetas;

c) Todas as moedas da 2a dinastia existentes nas gavetas 6 a 10;

d) Todas as moedas da 3a dinastia (colecção completa), oriunda da casa dos Condes de Altamira, existente nas gavetas 11 a 13;

e) Todas as moedas da 4a dinastia existentes nas gavetas 14 a 32, estando praticamente completa todas as colecções de moedas de ouro, prata, cobre e níquel;

f) Todas as moedas da República existentes nas gavetas 33 a 42, colecção completa, com inclusão de todas as moedas raras existentes em catálogo.

o) O valor total das moedas existentes no citado cofre - moedeiro ascende, na actualidade, a 800.000 €.

5 - Um cofre de moedas castanho, com uma moeda desenhada em cima e forrado a veludo vermelho, no qual se encontravam as moedas antigas espanholas de várias épocas e de ouro e prata e diversas moedas antigas de ouro da rainha da Holanda e que estiveram em circulação em Timor e moedas da Argentina, em prata e ouro do século XVIII, no valor de 3.000 €..''

 

Ou seja o boticário continua em maré de azar

 ma



publicado por porabrantes às 10:05 | link do post | comentar

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Como é que foi possíver inaugurar a Etar dos Carochos em terrenos do Jorge Dias?

Quem licenciou?

mn



publicado por porabrantes às 08:14 | link do post | comentar

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