Quinta-feira, 7 de Maio de 2020

Repesca-se a crónica do 1º de Maio de 1974, pelo saudoso amigo Mário Semedo. Como se verá a descrição que ele faz, é um bocado diferente das versões ultimamente divulgadas.....

 

Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

MAIO, À SOMBRA DUMA AZINHEIRA

Começa Maio, chuvoso, invernal e.......

 

é bom recordar que Maio já foi um mês de esperança e unidade, em que em tudo de bom parecia possível  acreditar, naturalmente com reticências como as que o Mário Semedo retrata neste artigo, evocando o 1º de Maio de 1974 em Abrantes, pena é que o nosso amigo Mário tenha sido demasiado reticente para contar tudo o que sabia e sabe sobre esse Maio.....

 

 

     Ribatejo 30-4-98

 

 

uma enorme manifestação dum povo ingénuo saudou políticos, alguns  ineptos e irresponsáveis,  na Esplanada que então se chamava  António da Silva Martins, o pai de Rosa Casaco, segundo o pide disse

 

Ribatejo 30-4-98

 

é a segunda foto.....

 

 

hoje a esplanada chama-se 1º de Maio e já não leva o nome do pai de Rosa Casaco (segundo afirmações do pide ao Expresso) e tem este aspecto

(...)

 



publicado por porabrantes às 19:57 | link do post | comentar

 



publicado por porabrantes às 16:59 | link do post | comentar

José Maria Moreira de Bergara, já aqui abordado, como Senador do Reino e ainda como o tutor do Visconde da Abrançalha (era casado com a avó dele), enquanto engenheiro militar trabalhou nas obras das pontes militares de Abrantes.

Ficou fiel à Rainha D.Maria II e à Liberdade e padeceu a prisão e deportação por isso.

Foi condenado a ser deportado para Angola durante dez anos e daí se evadiu, passando ao Brasil (1831).

 Exilou-se depois em Inglaterra, donde regressou ao reino, quando caiu a tirania miguelista.

Além da carreira política já mencionada e de altos postos militares, conseguiu a sinecura habitual dos políticos, o Marquês de Salamanca, o dono das linhas férreas e o homem mais rico da Península, fê-lo director das Companhia de Caminhos de Ferro do Leste.  

mn



publicado por porabrantes às 12:41 | link do post | comentar

Em 15 de Outubro de 1654, o Rei D.João IV nomeia um mercenário inglês, Francisco Naper, capitão-mor de Abrantes  

Naper, oficial de cavalaria, tinha mostrado bons serviços na fronteira do Alentejo mas metera-se numa briga entre oficiais e levara um tiro numa perna, que gangrenara.

Não houve mais remédio, para os físicos, que com um cutelo, amputá-la.

O Bragança prometera a Naper, um posto onde o manco pudesse continuar a carreira militar, agora que não podia montar corcéis.

 A capitania abrantina, onde a função era arrebanhar mancebos ( e velhos) para as fronteiras ameaçadas, é cargo compatível com a coxeira do veterano soldado inglês.

Só uma dúvida, levaria perna de pau?

 

 

Dom João ett.a
faço saber aos que esta minha carta patente virem que considerando eu o muito que conuem a meu seruiço auer na villa de Abrantes pesoa de seruicos, e experiência das cousas da guerra que exercite o cargo
de capitão mor delia e de quem justamente se possa fiar que tratara da defensa daquclla praça nas oeasioes que se otlerecerem com o cuidado desuelo e vigilaneia que pede a importância delia

E considerando eu assi mesmo que npessoa de Dom francisco naper concorre todo o referido por ser soldado de ualor, e muita experiência adquirida nas guerras deste Reino, e nos postos que ocupou em que
procedeo com particular satisfação e que nesta ocupação me seruira muito a meu contentamento e com aquelle zelo ualor e bons procedimentos com que o ha feito ate gora em tudo o de que foi encarregado, por todos estes respeitos hey por bem e mez praz de o nomear como por esta carta o nomeo por capitão mor da villa de Abrantes para que sirua nella este cargo emquanto eu ouuer por bem
e não mandar o contrario com a qual auera o mesmo soldo que por entretenimento goza nesta corte com que se lhe continuara na mesma forma que se lhe fez ate gora e gozara de todas as honras priuilegios preeminências liberdades izencões e franquesas que por rasão deste
cargo (de que por esta carta o hey por metido de posse) lhe pertencem podem, e deitem pertencer. Pelo qne mando aos ( apitaes, officiaes e soldados das companhias da dita villa e seu districto lhe obedecão cumprão e guardem suas ordens tão inteiramente como deuem, e são obrigados e o dito Dom francisco naper jurara na forma costumada que coinprira em tudo as obrigações do dito cargo. 
Por tirmesa do que lhe mandei dar esta carta por mim assinada e  sellada com o sello grande de minhas armas.
Dada na cidade de Lisboa aos quinze dias do mez de outubro D. Luis a fez Anno do nacimento de nosso s.or Jesu Christo de l654, e eu Antonio Pereira a fiz escreuer. =El-Rey.
T. do Tombo, liv. 17 da Secretaria da Guerra, fl. 168 r.

 

in Christóvam Ayres de Magalhães Sepúlveda, Historia organica e politica do exercito portuguezprovas, Volumen 2



publicado por porabrantes às 11:46 | link do post | comentar

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