Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020

Monsieur Macron não foi suficientemente duro com la ''racaille'', ou seja a canalha. Continuam abertas mesquitas salafistas, persistem miseráveis muezins a gritar Alah Akbar em França, ''la fille aineé de L'Eglise'', o Estado não foi capaz de guilhotinar a ameaça fundamentalista.

É preciso mais dureza e menos Islão.

Porque este é incompatível com as ''Luzes'' e com Voltaire.

E com Saint-Louis.

Decapitam-se professores nas ruas de França e atacam-se esquadras em Champigny-Sur le-Marne.

Macron falhou. É tempo de dar lugar a outro que esmague a ''racaille'', que deporte os mulás e que feche as mesquitas donde se destila o veneno. Ça suffit.

     


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publicado por porabrantes às 21:58 | link do post | comentar

trocos 1939 baluarte.png

O Baluarte, 1929



publicado por porabrantes às 19:13 | link do post | comentar

marques granja.png

Julgamento de Emídio Santana e Marques Granja e os outros anti-fascistas envolvidos na tentativa libertária e comunista de executar o Prof Salazar, com apoio directo do Governo Espanhol de Azaña e eventualmente do Komintern (a Internacional estalinista-esta hipótese é levantada por Pacheco Pereira), que teria agido ultrapassando a direcção do PCP.

No Supremo Tribunal Militar 

É a primeira imagem divulgada nos últimos anos dum abrantino face a um Tribunal da Ditadura.

Arquivo do DN- retirado do programa de Rui Tavares/RTP Ensina sobre o atentado.

ma   



publicado por porabrantes às 18:28 | link do post | comentar

Câmara Municipal de Abrantes/reunião de 13 de Outubro de 2020

Período Antes Ordem Dia

01-Canil/Gatil Intermunicipal de Abrantes, Constância e Sardoal
O BE aderiu ao Dia Aberto no Canil/Gatil Intermunicipal e foi com agrado que verificou, tendo em conta a última visita em Janeiro, a importante melhoria nas instalações. No entanto importa
assinalar o seguinte:
1.1-Em Janeiro detetamos que o piso das novas boxes não tinha um desnivel suficiente pelo que a água das chuvas e das lavagens acumulava-se no interior.
Esta situação mantém-se pelo que os animais andam com as patas no piso molhado.
1.2-Também detetamos que a cobertura só cobre metade da área não protegendo os animais nem da sol nem da chuva o que especialmente no Verão se torna dramático.
São duas situações que urge resolver e até nem se compreende porque é que sendo uma obra de raiz estas duas situações não tenham sido resolvidas.
1.3-Os recursos humanos são insuficientes face ao volume de trabalho dentro e fora do canil/gatil e ao fim de semana.
1.4-O recinto de lazer precisa ser dotado de equipamento para que os animais no seu passeio possam usufruir plenamente desse curto espaço de tempo que estão fora das boxes.
1.5-Sensibilização. É necessário fazer sessões de sensibilização nas freguesias para uma melhor articulação entre as Juntas de Freguesia, a população e a equipa que faz a gestão do canil/gatil para um reforço da eficácia e da rentabilização dos recursos e meios envolvidos.

02-ACT envia para tribunal processo de “falsos recibos verdes” da Fundação Serralves
Na reunião de Câmara de 9 de junho último, trouxe o conflito entre trabalhadores do Serviço Educativo e Arte e a Administração da Fundação Serralves pois a situação não era clara e entendíamos que dado o Protocolo existente entre o Município de Abrantes e a Fundação Serralves, o Sr. Presidente da Câmara deveria mover diligências para um esclarecimento cabal desta situação
com vasta repercussão na Comunicação Social. Entretanto houve novos desenvolvimentos.
Depois de uma visita inspectiva, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) deu prazo à Fundação Serralves, até 2 e 5 de outubro, para regularizar a situação sob pena de ter que enviar o processo para o Ministério Público o que veio a acontecer. Também foi essa a vontade da fundação por discordar da ACT.

Toda esta situação incomoda o BE pois defendemos que o Municipio de Abrantes não deve ter relações com instituições, empresas ou outros que atentem contra os direitos laborais.
Face ao exposto pergunto:
2.1-Quais as diligências que o Sr. Presidente da Câmara moveu para se inteirar da situação?
R: Sem resposta.
2.2-Qual a informação que tem para fornecer a este órgão?
R: Sem resposta.
2.3- Caso se confirme o incumprimento dos direitos laborais, está disponivel para rever o Protocolo
com a Fundação Serralves?
R: A Câmara em qualquer altura pode rever os protocolos....

03-Água a verter do depósito de água de abastecimento público de Rio de Moinhos
Do depósito de água de abastecimento público de Rio de Moinhos corre frequentemente água que, pelas marcas na valeta de cimento e informação de populares, já acontece a algum tempo.
Tendo em conta o combate às alterações climáticas e ao desperdício de água numa perspectiva de máxima eficiência, pergunto porque é que esta situação ocorre?
R: Quanto o depósito enche, esta água corre sem entrar no depósito logo não é tratada.

04-Inicio das intervenções no trânsito em São Facundo e Vale das Mós
Para quando o inicio das prometidas intervenções em São Facundo e Vale das Mós com vista a
reduzir o perigo no trânsito?
R:Os serviços estão no terreno a recolher informação. O projeto está para breve.

Armindo Silveira, Vereador do BE 

já se publicou a declaração política



publicado por porabrantes às 18:15 | link do post | comentar

limpeza.png

Aplicando a absurda Lei da Memória Histórica, a Direita limpa Madrid das homenagens aos dirigentes da Frente Popular.

Largo Caballero foi um irresponsável, um vendido ao fascismo quando pactuou com Primo de Rivera e depois um títere nas mãos de Moscovo, mas apagar  a memória da História é um disparate.

Desenterram o Caudillo?

Pois bem, não restará nada da Esquerda na memória de Madrid.

Direita e Esquerda chafurdam no vandalismo.

ma  


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mercado carvalho fev 2019 9.jpg

 

 

 
 
 
 
Carta Aberta ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, sobre o estado do Mercado Municipal (antigo e actual edifícios)
 
Excelentíssimo Senhor
Presidente da Câmara Municipal de Abrantes,
Neste 16 de Outubro de 2020 – Dia Mundial da Alimentação, em que muitos Mercados Municipais celebram o consumo de alimentos frescos e saudáveis, e, por sua vez, são reconhecidos pela sua inquestionável e insubstituível contribuição para o bem-estar das populações e a vivacidade dos municípios, sinto-me na obrigação cívica de me dirigir a V. Exa., permitindo-me fazê-lo de modo transparente na forma de Carta Aberta. Espero que também em Abrantes seja hoje dia de celebrar o nosso Mercado Municipal, evocando a sua história de 87 anos ao serviço da cidade e do concelho, incluindo as suas freguesias rurais e periféricas.
Após o início do seu actual mandato, em 19 de Fevereiro de 2019, afirmou V. Exa. publicamente ser contra a disposição legal, prevista no PUA – Plano de Urbanização de Abrantes, de “demolição e substituição do edifício do Mercado, por edifício-fronteira entre o Vale da Fontinha e a Avenida 25 de Abril” (alínea a] do OE 3/Programa – Nó do Mercado). Apesar de V. Exa. ter sido um dos subscritores do PUA e de este ainda se encontrar integralmente em vigor, com plena força de lei, quero acreditar na sua palavra e perguntar-lhe quando prevê propor a eliminação desta “orientação estratégica”.
Afirmou igualmente V. Exa. que “depois de ouvir muitas pessoas, depois de termos trabalhado com muitas entidades e associações, percebemos que o antigo Mercado Diário é uma excelente oportunidade para termos um excelente multiusos. Sem mexer no seu rosto, ficará ao serviço das pessoas de forma muito interessante”, tendo mesmo acrescentado que “a manutenção da traça do histórico edifício nem se põe em causa, essa é uma discussão que comigo não a vamos ter” e que “a Câmara encontra-se numa fase de muito rapidamente poder avançar com um projeto”. Apesar de nada ter acontecido desde que estas palavras foram por si proferidas há mais de um ano, em 27 de Setembro de 2019, quero acreditar na sua palavra e perguntar-lhe quando prevê avançar com a discussão e aprovação do projecto de reabilitação do antigo Mercado.
Do mesmo modo, gostaria que fosse reponderada a possibilidade de se proceder à classificação do edifício histórico do antigo Mercado como de interesse municipal pois, ao contrário do que terá sido afirmado, esse passo não obstaculizaria os melhoramentos que importa empreender e seria essencial para preservar a perenidade deste valioso património edificado, infelizmente considerado pela sua antecessora como “um entrave à entrada na cidade e sem grande valor historial ou arquitetónico”. Quero acreditar que o bom senso e a responsabilidade face à coisa pública prevalecerão e que este executivo, ao contrário do anterior a que V. Exa. também pertenceu e de que foi co-responsável, estará disposto a agir de modo diferente e correcto.
Entretanto, o edifício do antigo Mercado continua a degradar-se a olhos vistos, fazendo crescer a preocupação entre os abrantinos que valorizam as dimensões histórica, patrimonial, identitária, social, cultural, turística e económica deste edifício. Perguntado na mesma altura sobre a urgência da sua conservação, questionou V. Exa. “se vale a pena pintar o que quer que seja para três meses depois começar uma intervenção maior?”. Ora, desde então nada foi feito, parecendo até haver maior preocupação com as flores nele colocadas pelos cidadãos com tanto afecto, do que com uma estrutura ao abandono de valor incalculável. Apesar de as únicas palavras que então lhe ouvimos, depois de considerar a iniciativa “extemporânea”, terem sido que “as flores ficam muito mal no mercado, todas murchas, sem o efeito pretendido”, quero acreditar que a degradação do edifício o preocupa e perguntar-lhe quando tenciona fazer uma intervenção de urgência que preserve o que ainda for possível.
Ao mesmo tempo que este problema se arrasta há mais de 10 anos – recordo que o Mercado foi fechado pela ASAE em 16 de Março de 2010 por “falta de higiene e insuficiências sanitárias” (uma responsabilidade do município, nunca assumida) – outro problema intrinsecamente ligado àquele permanece sem solução desde 25 de Abril de 2015. Refiro-me ao edifício de 1,5 milhões de euros, propositadamente construído para instalar o actual mercado diário de frescos o qual, além dos problemas estruturais que revela (e de ter destruído parte de uma muralha icónica), é manifestamente disfuncional e não granjeia clientes nem visitantes, não servindo por isso a sua principal finalidade e privando a cidade de um Mercado Municipal atractivo, dinâmico e condigno, ou seja, de um “coração” que lhe dê vida.
Acresce que o actual Mercado Municipal parece não dispor de um plano de marketing sólido, de instrumentos de avaliação da satisfação dos clientes e de uma organização interna que envolva activamente os vendedores. Pese embora o facto de V. Exa. ter sido co-responsável pela decisão do executivo anterior em avançar com este projecto falhado, quero acreditar que hoje terá uma perspectiva diferente e que reconhecerá que Abrantes não dispõe de um Mercado Municipal de que possa orgulhar-se e que contribua significativamente para a dinamização da economia local. Neste sentido, pergunto-lhe se está disposto a fazer o que for necessário – esclarecendo o quê – para que o Mercado Municipal volte a ser um ex-libris da cidade e do concelho.
Face ao exposto, venho pelo presente solicitar a V. Exa. que eleja como prioritária a resolução dos problemas que afectam o Mercado Municipal de Abrantes, designadamente os relacionados com o antigo e o actual edifícios, e com o funcionamento e os resultados obtidos por este. O fórum informal de debate “Amigos do Mercado de Abrantes”, que eu oportunamente promovi e modero, tem-se manifestado maioritariamente a favor do regresso do mercado diário de frescos ao edifício histórico. Gostaria que esta sensibilidade fosse tida em conta no debate público prometido – e que se aguarda – sobre o futuro do antigo Mercado, até porque ela não é incompatível com o conceito por si anunciado de “edifício multiusos”.
Quero acreditar, para bem de Abrantes e de todos os munícipes, que V. Exa. não deixará de atentar nas questões aqui expostas e lhes dedicará o maior interesse e prioridade na acção. Na verdade, a causa do Mercado Municipal de Abrantes é transversal a toda a sociedade abrantina e apoiada por todos os partidos, instituições, ideologias e grupos sociais, não devendo, por isso, ser apropriada ou instrumentalizada por qualquer sector ou para qualquer interesse particular. Quero, finalmente, acreditar que, tal como têm sido encontrados recursos e oportunidades para levar a cabo outros projectos municipais, também o do Mercado – pelo seu superior e especial valor económico, social e cultural – poderá ser concretizado com a maior brevidade, assim haja vontade política.
Subscrevo-me com a consideração que V. Exa. me merece e apresento os meus respeitosos cumprimentos.
Abrantes, 16 de Outubro de 2020
José Rafael Nascimento
(Vale de Zebrinho – São Facundo, Abrante
 
assinamos por baixo
foto do dr. António José Carvalho, 2019


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Eurico Heitor Consciência

Eurico-Consciencia 1.jpg

Caro Presidente,

Cá me tem outra vez. Disse-lhe na carta anterior que os seus serviços de propaganda deverão ser exterminados. Vou dizer porquê: são caros, caríssimos e ineficazes ou contraproducentes e de todo dispensáveis, porque, com proveito para todos, podem ser substituídos por meios que não custarão um tostão à Câmara, que o mesmo é dizer que me não custarão nada a mim nem aos outros contribuintes.

Actualmente, os contribuintes estarão a pagar mais de 125.000,00 € (mais de 25 mil contos) por ano para os seus serviços de propaganda. Fundo-me nas informações oficiais que me transmitiu, a requerimento meu, em Agosto de 2005. Vinte mil contos já não chegarão hoje para os ordenados dos funcionários do serviço de propaganda – devendo somar-se-lhe os gastos materiais, que não serão de pequena monta (instalações, móveis, instrumentos, suportes, luz, aquecimento e “arrefecimento” e outros consumos, deslocações, comunicações, etc.). Não indico o total desses gastos/ano porque Você, caro Presidente, como recordará, não mos forneceu, porque, disse, não seria possível determinar o seu valor, dado que o SDI prestava serviço às diversas Divisões da Câmara, do que resulta que os custos materiais do SDI “se diluem no orçamento por cada Divisão”.

Antes de prosseguimos, convirá esclarecer os leitores de que a Câmara de Abrantes tem uma organização vasta e complexa. Aposto que das maiores do mundo, em termos relativos, considerando que os residentes no município já serão menos  de  40.000: 2  Gabinetes de  apoio, Serviço de Polícia e Fiscalização e Serviço de Protecção Civil e 4  grandes Departamentos, repartidos por 14 Divisões, que, no total, integram mais de meia centena de Serviços! Caramba! Que grande câmara!

Com tantos Gabinetes, Departamentos, Divisões, e Serviços não pode estranhar-se que Você, caro Presidente, ignore tantas vezes onde terão ido parar (parar mesmo) os requerimentos, as reclamações, as exposições, os protestos e os pedidos dos seus contribuintes. Nem deveremos des/esperar por termos que esperar semanas, meses ou anos por uma decisão da Câmara – como comigo já sucedeu : foram anos. Mesmo que os Chefes de Serviços se apressem, não demorando mais de dois ou três meses a darem o seu parecer, basta que um requerimento tenha que percorrer 10% dos serviços camarários para que o contribuinte tenha que aguardar longos meses, por vezes anos, pela resposta da Câmara. Depois, todos culpam o Presidente da Câmara. Sem razão, como se vê.

(Caro Presidente, nada tem que agradecer: a verdade acima de tudo, doa a quem doer. Para mim, a verdade tem que sobrepor-se a tudo. Até aos partidos, veja lá…).

Vamos então ver por que é que, no meu modesto mas interessado entender, deverão extinguir-se os seus serviços de propaganda ou Informação e Comunicação - SIC. Acrescento que poderá conceder-se que não se lhes ponha termo, desde que sejam reduzidas as suas funções (com radical redução dos seus custos). Os serviços de propaganda foram designados até 2008 por SDI – Serviço de Divulgação e Informação, mas em Janeiro de 2008 mudaram de nome: passaram a chamar-se  Serviço  de Informação e Comunicação  (integrado na Divisão de Comunicação do Departamento de Planeamento, Desenvolvimento e Comunicação, que se reparte por 3 Divisões, que aglutinam 13 Serviços).

Vou passar a designar os serviços de propaganda pela sigla SIC – Serviço de Informação e Comunicação. Por razões de brevidade, certo de que nem o Dr. Balsemão nem o Chefe do Serviço de Inovação e Competitividade da Divisão de Desenvolvimento Económico do Departamento de Planeamento, Desenvolvimento e Comunicação da Câmara Municipal de Abrantes me processarão por usar a sigla SIC sem autorização deles.

Vamos lá então esfolar… Só que não poderá ser agora. A reza acompridou-se, como diria o Couto que Mia, pelo que só p’rá semana poderei dispor de tempo e de espaço p’ró SIC. Terá que aguardar mais uma semana ou duas, caro Presidente. Mas vai ver que vale a pena . Não perderá pela demora. Até lá, pense nisto: quando vi o novo organigrama da sua Câmara, com dezenas sobre dezenas de pomposos serviços, ocorreu-me que a nossa democracia está cada vez mais parecida com uma vaca com inúmeras tetas, rodeada de mamões que não se cansam de mamar. Assim, não há vaca que resista. As tetas acabam por mirrar e a vaca morre. Pense nisso….

( gamado ao colega Coluna Vertical) 



publicado por porabrantes às 08:11 | link do post | comentar

Continua a saga do Anacleto, segundo nos confidenciou um amigo sardoalense, agora o PS local fustiga, impiedoso, o ''jurista''

 

anacleto batista

 

PS Sardoal 2017-2021
Chega a ser ridículo este último post nas redes sociais do PSD de Sardoal relativamente à gestão da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal.
Mas haverá ainda alguém que duvide que a Santa Casa da Misericórdia de Sardoal foi utilizada pelos seus gestores como instrumento político do PSD local?
Haverá alguém que desconheça que esta gestão foi exercida ao longo das últimas décadas, de uma forma completamente autocrática, centrada na pessoa do seu Provedor, sem que os seus vários órgãos tivessem qualquer tipo de independência ou capacidade de intervenção?
É completamente abusivo tentar imputar qualquer responsabilidade por esta gestão danosa da SCMS, a alguém, simplesmente pelo facto de ser filiado no Partido Socialista.
Não se percebe como é que em alguns dias há um manifesto e reiterado interesse em sacrificar na praça pública o Provedor da SCMS e a forma como tem vindo a gerir aquela instituição, noutros vem o PSD em sua defesa imputar responsabilidades a outrém, insinuando ligações ao Partido Socialista.
Percebe-se que se torna incómodo para o PSD de Sardoal, que o Presidente da Câmara Municipal na ânsia do alargamento da sua influência e poder junto das principais instituições do Concelho, se tenha exposto a este papel em que se viu obrigado a por em causa publicamente uma das suas principais figuras políticas locais.
Não queiram é continuar a assobiar para o lado e atirar areia para os olhos dos Sardoalenses.
O Presidente da CP PS Sardoal
Pedro Lobato Duque

 



publicado por porabrantes às 07:59 | link do post | comentar

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