Segunda-feira, 1 de Março de 2021

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Os produtores e a qualidade dos vinhos abrantinos em 1886. Boa parte das vinhas eram no Rossio e S.Miguel 

Os produtores no Sardoal e Constância eram :

Júlio Bivar Salgado (Sardoal)

Francisco da Costa de Oliveira Falcão (Constância)

Jacinto da  Costa de Oliveira Falcão             ''

Francisco de Barros                                        ''

in Relatório de Análise de Vinhos 1866



publicado por porabrantes às 22:30 | link do post | comentar

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residuos 1.png

ler aqui 

ler a nossa notícia inicial 



publicado por porabrantes às 19:07 | link do post | comentar

 Puede ser una imagen de texto que dice "Iniciemos um novo ciclo! 2021 AL TER NATIVA COM Û"
 
ALTERNATIVAcom
Comunicado | 01 de março de 2021
INICIEMOS UM NOVO CICLO
 
Dentro de sete meses, os abrantinos voltarão às urnas para escolher novos autarcas, os quais cumprirão até 2025 um mandato de quatro anos. Esta oportunidade não deverá ser desperdiçada, pois Abrantes precisa de acertar o rumo, afinar a máquina autárquica e evoluir para um patamar mais exigente de desenvolvimento e bem-estar. É preciso pôr fim a este longo ciclo da nossa história autárquica e iniciar um novo ciclo, mais estimulante e profícuo.
Chegou o momento de exigir uma prestação de contas transparente e de avaliar o desempenho dos atuais autarcas. Não está em causa a boa vontade e a dedicação pessoal, que se reconhece, mas apenas a competência com que decidiram, realizaram e cumpriram os compromissos assumidos. Neste balanço, não pode ser ignorado que a maioria socialista eleita em 2017 deu continuidade, não só ao anterior mandato, mas ao projeto socialista iniciado há 28 anos, ou seja, há 7 mandatos consecutivos. Note-se que metade dos atuais abrantinos nunca conheceu outro projeto político ou outra maneira de governar Abrantes.
Esta realidade eleitoral, distinta da maioria dos municípios portugueses e não refletindo as caraterísticas sociológicas do nosso concelho, explica-se pela combinação de dois fatores: a opção do PS por um projeto de poder e não de princípios, e a ausência de projetos alternativos e credíveis de governação autárquica. Se não era para melhorar (terão julgado os eleitores), era preferível que tudo ficasse na mesma, como dantes...
Acontece que “ficar na mesma” significa, em termos de progresso e desenvolvimento, marcar passo ou andar para trás. E foi isso que aconteceu: nos últimos 10 anos, Abrantes perdeu aproximadamente 12% da população e 1/4 dos alunos do ensino básico e secundário, com maior incidência no 1º ciclo do básico (35%). Ao nível económico, o concelho viu desaparecer 8,4% das empresas e 10% do emprego, delapidando a nossa capacidade produtiva e de serviços. Grosso modo, temos estado a “desaparecer” inexoravelmente 1% em cada ano…
Os números de Abrantes revelam-se quase sempre piores do que a média dos treze municípios do Médio Tejo. No sector do Turismo, por exemplo, entre 2018 e 2019 o número de hóspedes nos estabelecimentos de alojamento turístico diminuiu 1,6% em Abrantes e aumentou 11,2% no Médio Tejo. Já no sector da Cultura, entre 2015 e 2019 o número de visitantes de museus cresceu 29% em Abrantes (com o contributo do Museu MDF), mas aumentou 46% na região do Médio Tejo.
O atual presidente da Câmara, que há mais de 20 anos está ligado ao executivo municipal do PS – foi adjunto do presidente de 2000 a 2004, vereador de 2004 a 2019, e presidente desde então –, participou em todas as decisões tomadas e foi corresponsável por elas, não podendo eximir-se de nenhuma. Se não votou contra, deve assumir a responsabilidade por todas. Substituiu a antecessora quando esta quebrou o compromisso de cumprir integralmente o seu mandato, decorria 1/3 do mesmo, e assumiu de imediato o slogan “forte, inteligente e gentil”, inspirado num conhecido cartaz de parede.

s.miguel centro.png

 

Dois anos depois, é inevitável concluir que a “força” não resistiu ao populismo e à vitimização, a “inteligência” não se traduziu em visão estratégica e políticas coerentes, e a “gentileza” não vingou em lamentáveis momentos de autoritarismo e agressividade. Sobrou, reconheça-se, uma maior atenção dada às freguesias, sobretudo as mais rurais e periféricas, algum esforço no sentido de fechar dossiês deixados pela sua antecessora e a iniciativa de algumas medidas avulsas e voluntaristas, sempre embrulhadas em excessiva propaganda, paga a peso de ouro pelos munícipes.
Contudo, se se avançou neste ou naquele domínio, retrocedeu-se noutros: foram cancelados projetos culturais de vulto, gorou-se a expetativa de importantes investimentos empresariais, abandonou-se o Orçamento Participativo, continuou a degradar-se o património edificado e ficou por cumprir a promessa de saneamento básico em algumas aldeias. Ademais, permanece a ameaça de encerramento de grandes empresas, repetem-se os atentados ambientais no rio Tejo, prepara-se a demolição do edifício histórico do Mercado, mantém-se o mercado diário confinado em edifício desertificado e avança-se para mais investimentos duvidosos, sem estudos prévios de viabilidade.
Em termos de desempenho autárquico, assiste-se a uma ausência de genuíno debate democrático, à confusão entre partido (PS) e município (Estado), ao equívoco entre democratização das instituições e descentralização de competências para as freguesias, e à insensata desvalorização de normativos legais e regulamentares. A mais simples responsabilidade autárquica é sistematicamente considerada “muito complexa” e encarada com um registo sofrido, paternalista e salvífico, servindo agora a pandemia para justificar todos os falhanços da governação.
Deste modo, a avaliação do desempenho dos autarcas socialistas, cuja postura pública é geralmente acrítica e seguidista, empobrecendo o debate democrático, só pode ser considerada genericamente negativa, estando a sua capacidade de governação autárquica definitivamente esgotada e a prejudicar o presente e o futuro dos abrantinos. A agravar esta evidência, está o facto de os órgãos locais do PS não terem a coragem de exigir ao Governo do seu partido o respeito pelos compromissos assumidos para com Abrantes e a região, comprometendo assim seriamente a defesa dos legítimos direitos e interesses das nossas populações.
Desde a sua constituição que o movimento ALTERNATIVAcom tem alertado os abrantinos para estes e outros problemas, avançando com ideias inovadoras e linhas de orientação política para a recuperação de Abrantes e suas freguesias, de modo a projetá-las na senda de um progresso equilibrado e sustentável. Assumimo-nos, em nome da cidadania e da regeneração de Abrantes, como candidatos a um novo ciclo de governação autárquica, comprometido com a democracia e o desenvolvimento em todo o território, esperando vir a merecer a confiança da maioria dos eleitores.
Contem connosco, nós contaremos sempre convosco.
Movimento ALTERNATIVAcom
#movimentoalternativa E iniciar com #missaopossivel #abrantes2021 #abrantes
Foto dos caciques posta por nós 


publicado por porabrantes às 14:37 | link do post | comentar

senghor.png

Leopold Sedar Senghor, Presidente do Senegal, poeta francófono, fundador do Movimento da Negritude com Aimée Cesaire, comunicação na Academia de Ciências, ''Lusitanidade e Negritude, 1975''

Um homem que dizia que Senghor significava Senhor e que se honrava das gotas de sangue luso que lhe corriam nas veias, como Borges.

Um Senhor não é um Mamadou....

 

Como Martin Luther King não era um palhaço como Malcom X ...



publicado por porabrantes às 09:34 | link do post | comentar

beselga.png

Privados ocupam terreno público, como na Fonte da Amieira

ver jornal torrejano, donde se tirou a notícia

Puede ser una imagen de árbol y naturaleza

 e a Junta/CMA como paralisadas, coisas que provocou já comentários sarcásticos do ex-Vice Pina da Costa, autor duma obra onde o carácter público da Fonte é reconhecido

amieira l alves 12-2-21 (2).png

 

 



publicado por porabrantes às 09:04 | link do post | comentar

O Valamatos meteu os pés pelas mãos a propósito da Estratégia Municipal de Habitação, na AM.

Não soube dizer quantas famílias precisam de realojamento no concelho, referindo apenas que contrataram com uma consultora, a famosa ''Estratégia'', que custará uns 20.000 mil euros.

E foi forçado a revelar isso, porque este blogue desvendou o contrato que dirá qual é a estratégia.

Isto depois de ter afirmado que tinham uma estratégia, que afinal era inexistente.

A União vai financiar a fundo perdido os municípios na questão de habitação social.

Vai partir-se do apuramento de necessidades habitacionais, com base num estudo do IRHU de 2018.

As autarquias como divisam o maná de Bruxelas, já estão a dizer, gananciosas, que o estudo de 2018 está desactualizado e que há muito mais necessidades.

O espectáculo vai ser novos bairros sociais, as construtoras a encherem os bolsos, tudo menos reabilitar o edificado, num país com fogos a mais. Muitos.

Já agora, quantas famílias se apuraram em Abrantes, a precisar de casas em 2018?

lista.png

 

Só 15

Em Constância 1

Ponte de Sor 2 

E no Sardoal 0

Apostamos que agora, chegado o maná, vai haver muito mais famílias a realojar. E bradarão que são efeitos da pandemia!

ma 



publicado por porabrantes às 08:46 | link do post | comentar

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