Segunda-feira, 29 de Março de 2021

(A versão integral pode ser lida aqui: https://sites.google.com/.../movimentoalte.../comunicados...)



A VERDADE E A TRANSPARÊNCIA DISPENSAM PROPAGANDA



Na sequência do comunicado emitido pelo movimento ALTERNATIVAcom sobre o elevadíssimo preço que as famílias suportam com a fatura do ambiente – água, saneamento e resíduos sólidos – a maioria camarária PS escolheu, como habitualmente, “matar o mensageiro” e tentar justificar o injustificável, apostando em montar uma máquina de propaganda sofisticada e cara que nenhuma falta faz à verdade e à transparência, paga pelos próprios munícipes por ela manipulados.



Contradizendo as justificações dadas, foi avançada a surpreendente promessa de baixar o preço da água, apesar de esse preço aumentar todos os anos. Ora, à beira de eleições autárquicas e acumulando cargos por natureza temporários, com que ética democrática e credibilidade se faz tal promessa eleitoralista? Os cidadãos eleitores não deverão esquecer as muitas promessas com que têm sido enganados, digam elas respeito ao concelho ou às freguesias.



Ninguém ignora, por exemplo, que a promessa de “revitalização do Centro Histórico” jamais se fará com a anunciada demolição do antigo Mercado, para nesse local investir milhões em mais um duvidoso multiusos, para onde se proíbe o regresso do mercado diário. Ou que a promessa de “reflorestação do território e criação do corredor ligando zonas verdes da cidade” ficou na gaveta enquanto se decidia em reunião de Câmara dar parecer favorável à plantação de eucaliptos em mais de 90% da área de (re)arborização aprovada.



Na Assembleia Municipal, muitas decisões não tiveram a sorte que mereciam, como aconteceu com a recomendação, há três anos esquecida, de “Reflorir Abrantes”. E ao nível das freguesias o panorama das “promessas feitas para não cumprir” é semelhante. O caso da U.F. de São Facundo e Vale das Mós é paradigmático: Em 2013, o PS prometeu “criar condições de saneamento básico em Vale de Zebrinho”. Não criou. Em 2017, voltou a prometer “analisar a viabilidade de instalação de saneamento básico em Vale de Zebrinho”. Não analisou.



Mas, verdadeiramente terrível é o que se tem passado com as empresas e o emprego. Tragicamente, o presidente da Câmara e candidato do PS às eleições autárquicas vangloria-se com a criação de 100 empresas no ano passado, parte delas individuais e só com sede em Abrantes, mas nada diz sobre as que fecharam ou reduziram a atividade, escondendo que nos dois primeiros meses de 2021 abriram 9 e fecharam 25 (quase o triplo!) e que o desemprego em Abrantes representa 24% da região e é o mais alto dos 13 municípios, três vezes superior à média!



Com o movimento ALTERNATIVAcom, os abrantinos passaram a conhecer a realidade que lhes era ocultada. É por isso que incomodamos os poderes instalados e os interesses dos que se aproveitam do esforço, das dificuldades e da boa vontade de quem cá vive e trabalha. Para nós, só a verdade deverá ter lugar na política e na autarquia, respeitando a dignidade e a inteligência dos cidadãos. Connosco, as decisões serão participadas e transparentes, e assumiremos sempre as decisões que tomarmos, sem subterfúgios ou estratagemas, reconhecendo com humildade os erros que porventura cometermos.



Contem connosco, nós contaremos sempre convosco.



publicado por porabrantes às 12:51 | link do post | comentar

 

Segundo os factos dados como provados, na sentença de primeira instância, do TAF (Tribunal Administrativo e Fiscal) de Leiria, no processo n.º 842/13.7BELRA, movido pela Massa Falida das Construções Jorge Dias, LDA contra a CMA, houve uma reunião, em finais de 2006,  que teria decorrido nestes termos:

‘’ (...)Em data não apurada, mas situada no final de 2006, realizou-se nas instalações da entidade demandada uma reunião com os legais representantes da autora e do réu e ainda com representantes da sociedade REIMAX, na qual foi aflorada a possibilidade de instalar no local objeto da operação de loteamento a que se reportava o procedimento referido em 1.30) um projeto denominado ―Ofélia Club‖, que seria um complexo médico-social destinado a uma clientela sénior norte europeia, que iria previsivelmente criar 500 postos de trabalho diretos, um movimento permanente de mais de 2000 pessoas e um investimento de cerca de € 60 000 000,00, promovido pelo Grupo Existence SGPS, SA’’  (folio 34 da sentença).(...)’’.

Todos conhecemos como terminou o processo Ofélia, com um fracasso estrepitoso, e sabemos que ainda não está encerrado, uma cena de cajadada nos Paços do Concelho, veio recentemente recordar-nos que ainda continua vivo, nas memórias e nos tribunais.

O investidor a quem a CMA, de Nelson Carvalho, abriu os braços, com meiga generosidade e atirando foguetes, cedendo terrenos a preço da chuva e afirmando que o’’grande investimento’’ ia revolucionar a paisagem do concelho, era nada mais nem menos, que :

António Guilhermino Baltazar dos Reis,  natural de Portugal, Sabugal, de nacionalidade portuguesa, nascido em 28 de Novembro de 1950, solteiro, engenheiro, Presidente da Existence SA.

Qual era o currículo penal do investidor que um grupo de edis achou que ia revolucionar esta terra e que era um parceiro de confiança, capaz de injectar nada mais, nada menos que 60 milhões de euros na economia local?

Em Fevereiro de 2007, o Juiz da Comarca de 2.º Juízo Criminal do Tribunal de Família e Menores e de Comarca de Cascais, fez cessar um mandato de captura contra o Guilhermino, no processo  n.º 10807/92.5JDLSB, porque este se apresentou. Estava antes a monte. Era acusado de burla agravada.

Só isto?

No Processo comum (tribunal singular) - Processo n.º 2748/93.5TACSC, do 3º Juizo Criminal da Comarca de Cascais, estava a monte, por cheque sem cobertura, tendo a contumácia sido encerrada, também em Fevereiro de 2007, por apresentação.

Burla Agravada, Cheque Careca e que mais?

Em 2006, o empresário da confiança de Nelson Carvalho, o Guilhermino dos 60 milhões, encontrava-se detido no  Estabelecimento Prisional de Lisboa-EPL, por outro crime, de que era acusado, no Tribunal de Gaia. Novamente por emissão de cheque careca.

Termina aqui o fabuloso currículo empresarial do empresário a quem a  Câmara de Abrantes, prestou vassalagem?

Em 2002, o Tribunal de Oeiras emitia um mandato de captura contra o Guilhermino, por abuso de confiança.No processo n.º 6212/96.2TDLSB.

Depois disto, de políticos ignaros ou inconscientes terem hipotecado a autarquia e Abrantes a gente desta laia, com grandes parangonas nos jornais, no boletim municipal,

doc nº3.png

votações unânimes na Assembleia Municipal, cedências de terrenos, qualquer pessoa acharia que o Jorge Dias, que afirma ter avisado os caciques, dos problemas penais do Guilhermino, tem todos os motivos para estar indignado!!!

Políticos que negoceiam com delinquentes, não merecem um voto.

Merecem outra coisa, um chuto no traseiro.

Finalmente onde anda o Guilhermino?

Na lista dos devedores de centenas de milhares de euros ao fisco.

Onde anda o Carvalho? No CRIA....

ma  

  

 

 

 



publicado por porabrantes às 09:15 | link do post | comentar

Domingo, 28 de Março de 2021

O judeu abrantino, Miguel Francês (apelido duma prestigiada família marrana local) deve ter sido o mais prodigioso delator premiado, cá do burgo.

Residia em Pernambuco, em pleno século XVII, quando a cidade brasileira estava nas mãos dos holandeses e em geral a comunidade judia se aliou aos invasores calvinistas.

Colocando ao seu serviço as redes comerciais que dominavam, como o tráfico de escravos de Angola para as costas brasileiras.

Miguel Francês, comerciante afamado, permaneceu fiel aos interesses lusos e ao mesmo tempo delatou à Inquisição, os seus irmãos de fé.

Delatou 130, 33 residentes em Amsterdão,  57 em Hamburgo e 33 na colónia americana. (1)

Caçado num processo inquisitorial, foi bem tratado, transportado para Lisboa, e depois de se penitenciar, posto em liberdade e regressou a Pernambuco.

Ao contrário do habitual, os seus bens ficaram incólumes ao confisco inquisitorial.

Morreu como o homem mais rico lá da terra, no Recife.

Saíra de Portugal, rumo a Amesterdão, onde judaizara, fora baptizado como católico em Abrantes. 

O Poder tratou sempre bem os delatores......

ma

(1) Bibliografia citada 

(Bibliografia :Regina de Carvalho Ribeiro da Costa, ''Disjuntivas judaicas no contexto do Brasil Holandês, entre a Fé e o Interesse'' ,Revista Contraponto, Janeiro/Junho, 2020)



publicado por porabrantes às 19:39 | link do post | comentar


Enquanto a palerma da Ministra da Kultura quer processar uma costureira ianque devido a um assunto sem importância nenhuma, a camisola poveira, os museus sob sua tutela estão assim. Que diria Espanha se o telhado do Prado estivesse cheio de ervas?????



''Maria Antónia Pinto de Matos, directora do Museu Nacional do Azulejo (MNAz), recebeu há quatro semanas a visita da equipa do departamento de obras da DGPC e já tem em curso trabalhos na parte interior das janelas do edifício, mas os problemas no Convento da Madre de Deus não são coisa que se resolva com intervenções pontuais, assegura: “Aqui, quando está a chover, os nossos visitantes sabem, porque também chove nas galerias. Em alguns espaços é preciso até pôr alguidares e avisos de piso ''escorregadio. A cobertura precisa de obras urgentíssimas e não é no Inverno que se podem fazer.”



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publicado por porabrantes às 11:05 | link do post | comentar

Páginas douradas do teatro
amador da vila de Constância

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Maestro e produtor de operetas e teatro amador Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho.
 

 

 
Neste dia mundial do teatro, façamos uma breve súmula das memórias do teatro amador da vila de Constância, um período recheado de algumas décadas de oiro, com os cortes da censura pelo meio. Que marcou para sempre várias gerações  de constancienses. Do velhinho teatro, demolido pelo poder autárquico, resta a memória e um mamarracho inútil que só serve para convenções partidárias...mas adiante....
A inauguração do cine-teatro  de Constância é referida num programa  de 31 de Julho de 1932,  com a Comédia " A roca de Hércules e "Está cá o Augusto",  
entre actos de variedades. Este programa foi publicado. num Boletim Informativo da Santa Casa da Misericórdia, nos anos 90.  Existe ainda a cópia do discurso de inauguração. Pela leitura do texto manuscrito consegui deduzir que foi escrito pelo então presidente da Comissão Administrativa Municipal, o cineasta amador, Mário Mendes Lopes. 
Porém já nos anos 20 do século XX se produziam espectáculos sob a égide do antigo "Sport Club Estrela Verde', fundado nessa mesma década.  Ouvi vários testemunhos nesse sentido. E tenho um desses programas. onde é anunciada a peça "Constância por dentro", do velho professor Pinho  Cheguei a conhecer uma sua aluna, no caso, a antiga artesã das "Monas de Constância", Ana Botas. Podemos recuar ainda mais, ao século XIX. Uma prima minha nascida na última década dessa centúria falou-me dos teatros em que se representavam números sobre os "tresmalhos" e as "bonecas" de que ouviu falar. Chamava-se, Florinda, a minha prima. À praça da vila também vinham saltimbancos pois tenho uma foto antiquíssima com um grupo a actuar no largo, defronte da antiga capela do Passo demolida pelos republicanos fanáticos.
 

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 A vila era pródiga em clubes e associações. Havia, por exemplo, o "Clube Tejo" e o "Primeiro de Maio". Em 1910 houve um espectáculo de transformismo do"Teatro Instrução e Recreio'.  Os preços eram os seguintes: cadeiras, 120 réis; geral, 80 réis. Há, por conseguinte, uma tradição do teatro amador, anterior aos anos 30. É curioso o facto da rua contígua ao cine-teatro, na parte baixa, se ter designado "Rua do Arlequim', essa personagem da "Commedia dell'arte", cuja função no início se restringia a divertir o público. A toponímia é parte da memória colectiva e deveria ser mais valorizada.
Os anos 30, 40, 50 e 60 foram especialmente  ricos em produções seja de operetas, dramas, revistas (anos 50), comédias, e números de variedades. Recordo aqui nomes como Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho, Mário Guilherme de Sousa ("Mário Serrão"), Zulmira de Sousa, o professor Basso, Meira Burguete, em particular. Nos anos 70 e 80, surgiram vários grupos sob a batuta de Joaquim Santos, um discípulo de Carlos Silvares de Carvalho já referido. Foram os casos do grupo cénico Estrela Verde e de "Os Diabólicos".
Tive o privilégio de participar em dezenas de produções nesta última época e, finalmente, na homenagem  póstuma que promovemos a Joaquim Santos, nos anos 90. Após o 25 de Abril, o próprio Joaquim Santos havia promovido, com o seu grupo cénico,  mormente, uma homenagem ao seu mestre de teatro amador.
Deste autor, Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho, existem na Torre do Tombo, por exemplo:
 
"Constância vista por dentro".
Revista em um acto e quatro quadros da autoria de Carlos  Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho, aprovada com um corte para ser representada em Constânciclui uma fotografia panorâmica de Constância. Data de produção: 1952 
Secretariado Nacional de Informação, Direcção Geral dos Serviços de Espectáculos proc. 4373
 
"Amores de aldeia".
Opereta em um acto da autoria de Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho para ser representada em Constância
Data de produção: 1952.
Secretariado Nacional de Informação, Direcção Geral dos Serviços de Espectáculos proc. 4374
 
"Amores de um fidalgo"
  Opereta em um acto com letra e música de Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho, a representar em Constância. Data de produção: 1960. 
 
Outras obras do mesmo autor :
 
"A filha do Barqueiro", 
Opereta  musicada por Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho, com texto de José Paulo Fernandes Júnior. A acção passa-se nos arrabaldes de Coimbra. Produção: 1945.
 
Comédia "" Do antigo ao moderno". De Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho. 
Censurada pela Comissão de Censura. Tenho o original com o carimbo e censura. Após o eclodir da Revolução foi levada à cena pelo grupo cénico do C.E.V.
 
Drama "A marquesa do Vale Escuro'.  De Carlos Amadeu Saraiva Silvares de Carvalho. Inédito na posse da viúva do meu saudoso padrinho do crisma.
 
"Comédia "Viver não custa", 
 
José Luz (Constância)
PS- não uso o dito AOLP
 
 
 
 
 
 
 


publicado por porabrantes às 10:52 | link do post | comentar

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A instâncias do banqueiro e intelectual judeu, Isaac Abravanel, os embaixadores lusos junto do Papa Sisto IV, Lopo de Almeida, conde abrantino e o doutor João Teixeira  levam uma carta do banqueiro luso a outro financeiro e mecenas hebraico , Jehiel de Pisa

Levam-lhe ainda as obras de Abravanel, manuscritos preciosos e um escravo preto que o financeiro português oferece ao italiano.

O texto da Enciclopédia está errado na identificação do outro embaixador, era o doutor João Teixeira. (1)

Serve isto para explicar as excelentes relações dos altos dignitários da corte com a elite judaica europeia.

ma  

(1)Isaac Abravanel: Letters Ed Cedric Cohen Skalli, Walter de Gruyter, Berlim  2007)

   



publicado por porabrantes às 09:53 | link do post | comentar

Sábado, 27 de Março de 2021

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 Miguel Wager Russel, natural de Santarém, filho duma abrantina (1), foi um dos mais importantes dirigentes do PCP e da Resistência e homem ligado directamente  à URSS.

Passou largos anos no Tarrafal. Há várias biografias disponíveis na NET ( ver a página de Anti-Fascistas da Resistência, donde se tirou a foto).

Pacheco Pereira também tratou a sua actividade  e biografia, na sua monumental obra sobre Cunhal.

O Avante retrata aqui a sua biografia e acção.

(1) Era filho de Natália Augusta Pinto Russell e de Miguel Maria Wager Russell segundo a página Anti-Fascistas da Resistência, que segue os dados biográficos coligidos pelo Prof.João Esteves

ma



publicado por porabrantes às 08:54 | link do post | comentar

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Devido à pandemia. Ler no ''Jogo''


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publicado por porabrantes às 08:30 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26 de Março de 2021

''O Tejo foi transformado num esgoto químico há três anos por uma empresa que, até hoje, nada pagou por esse crime ambiental. Mas Matos Fernandes gaba-se de ter limpo o rio — à custa dos contribuintes — sem ter obrigado a empresa a pagar um euro, a garantir que não volta a fazer o mesmo da próxima vez que o rio não tenha caudal, nem tenha tido coragem para mudar a lei para permitir que nenhum expediente jurídico impeça que se meta imediatamente na cadeia alguém que resolve mandar abrir o esgoto de uma fábrica sabendo que vai envenenar o maior rio do país, fonte de vida e de abastecimento de centenas de milhares de pessoas.''

Miguel Sousa Tavares no 'Expresso''



publicado por porabrantes às 15:30 | link do post | comentar

Reproduz-se, com a devida vénia, o post do José Rafael Nascimento, no grupo ''Amigos do Mercado'' .
 
DEMOLIÇÃO DO MERCADO - O QUE NOS RESTA AGORA?
A Câmara Municipal de Abrantes confirma, neste comunicado, a intenção de demolir o antigo Mercado, mantendo apenas as duas fachadas. É caso para dizer, com muita tristeza, que se pretende prosseguir uma "política de fachada", à custa de muito dinheiro mal aplicado.
Mesmo as fachadas, que não terão nada a ver com o confinado Mercado Municipal de Abrantes (apesar dos dois painéis de azulejos identificativos), correrão perigo de derrocada durante as obras de demolição do edifício histórico. Para quê? Para construir mais um "multiusos", sem justa finalidade nem utilidade.
Muito já foi dito sobre esta matéria. Muito já lutámos - e continuaremos a lutar, mostrando a nossa profunda indignação, - pela preservação do nosso património, da nossa memória e da nossa identidade. O que nos resta agora, quando a cidadania não é escutada nem respeitada?
Sem deixarmos de continuar a argumentar em defesa da preservação deste edifício e da exigência do regresso do mercado diário ao seu berço histórico, resta-nos as próximas eleições autárquicas para, democraticamente, evitarmos o desastre anunciado. Esta será a nossa derradeira oportunidade.
Vão querer fazer-nos uma lavagem cerebral, pondo a poderosa máquina de propaganda do município, recentemente reforçada com muitos milhares de euros, a mostrar-nos bonecos cheios de belas cores e ousadas formas. Reparem bem, são 53 projectos para nos encher os olhos!!!
Mas só se deixará enganar quem quiser. A nossa causa, a nossa exigência, a nossa defesa do interesse da comunidade é muito clara: queremos a preservação do antigo mercado (todo e não apenas as fachadas) e o regresso do mercado diário ao edifício que lhe pertence por direito próprio.
Apoiemos, pois, com o poder da nossa indignação e do nosso voto, quem defender politicamente e eleitoralmente este desígnio. Porque pior do que não vencer uma causa, é viver o resto da vida com a vergonha de não ter lutado por ela. Eu não viverei com essa vergonha.
Puede ser una imagen de calle
 
 
 

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publicado por porabrantes às 09:29 | link do post | comentar

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