Álvaro Batista disse sobre Álvaro Baptista, um valor na arqueologia concelhia na Terça-feira, 17 de Agosto de 2010 às 00:09:
disse : Embora não esteja a par do que se passou na entrevista na rádio, como afirma acima da conversa do Dr. Alves Jana, «...começou a falar de um tal Álvaro.....», apenas agradeço a defesa de minha pessoa, mesmo estando em crer não nos conhecermos.
O meu bem haja.
Álvaro Batista
Foto extraída da Nova Aliança
Respondemos hoje ao segundo comentário do Álvaro. O primeiro necessita de mais vagar porque me obriga a dar uma vista de olhos a uma série de publicações arqueológicas de Abrantes e arredores.
1- O Álvaro não tem nada de agradecer. Fizemos o que era justo e correcto. Nós é que estamos gratos ao Álvaro pelo bom trabalho feito na arqueologia local, um trabalho sem vedetismos, coisa que muitos não se podem gabar, começando pela Chefa ( isto é Isilda Jana).
2-A nossa intervenção surgiu inserida na atenção que este blogue concede ao Património de Abrantes e ao polémico projecto do Carrilho da Graça.
3-Como é sabido o PSD entregou na CMA um documento onde punha em causa a origem das peças da Colecção Estrada e em simultâneo levantava dúvidas sobre a atitude de um ajudante de arqueólogo que teria sido cedido a essa Fundação. Em seguida fazia insinuações torpes sobre se peças da colecção municipal, ou produto de escavações municipais podiam ter sido incorporadas na dita Colecção.
4- As insinuações e as afirmações falsas feitas pelos Vereadores do PSD foram por nós censuradas neste blogue. E volto a repetir que quem as subscreveu se o assunto fosse comigo seria responsabilizado.
5-Algum dos Vereadores que apresentou ao ''pedido de esclarecimento'' é subscritor da petição e tenho por ele apreço pessoal. Mas a atitude destes Vereadores revela desinformação, falta de estudo dos assuntos a tratar e irresponsabilidade política.
6-Na sequência deste ''pedido de esclarecimento'' no programa da RAL das quartas-feiras, Alves Jana além de usar um vocabulário próprio de estrebaria, demonstrou um notabilíssimo desconhecimento do que falava, nem sequer foi capaz de citar o apelido do Álvaro, mostrou que todo o seu interesse no MIIA não passava de encontrar forma de justificar o ''tacho'' anunciado da ''esposa'' e depois disso dedicou-se a fazer declarações irresponsáveis sobre a dita colecção .
7-Na sequência deste comício naquela que outrora foi uma rádio livre (e que desde que foi comprada pelo arq. Albano Santos e capitalistas associados não passa de um órgão de propaganda) , o PSD apresentou um pedido que a CMA prescindisse dos serviços de Isilda Jana, aliás a ''Chefa''.
8-Finalmente só temos a dizer ao Álvaro que da equipa ligada ao MIIA da CMA é por ele o único que temos respeito. Por isso o defendemos. Não fizemos mais que o nosso dever. Não o conheço pessoalmente, mas as informações que nos foram dadas e a leitura dalguma das suas publicações (por exemplo a Carta Arqueólogica de Constância) só reforça o nosso apreço. Pedimos desculpa por a foto ser antiga, mas foi o que se arranjou.
Texto de Marcello de Ataíde (de vacanças) publicado por Miguel Abrantes
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