Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Não é só o engenheiro da Independente, que caiu nas redes da polícia com as escutas feitas ao negócio da sucata.

 

 

 

sucata é coisa que

abunda cada 

vez mais ......

também o marido da doce Lurian

foi grampado que é como se diz

em brasilês escutado.....

 

pelos policiais .....

 

A legenda foi posta por um nazi não gosta de Lula....

 

 

O Camarada Rosa  tinha uns amigos que eram bandidos e uma Tia que era uma Magistrada influente em São Paulo, não falando no sogro....

 

 

A Bahia Press de  21 de Setembro de 2008 contou a história assim com o título:

 

GENRO GRAMPEADO

 

''Marcelo Sato, genro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caiu no grampo da Influenza, investigação da Polícia Federal em Santa Catarina sobre suposto esquema de fraudes e lavagem de dinheiro no Porto de Itajaí. Sato aparece em conversas telefônicas com o empresário Francisco Ramos, o Chico Ramos, sócio-controlador da Agrenco do Brasil S/A e principal alvo da operação.
Casado com Lurian Cordeiro Lula da Silva, filha do presidente, Sato não é investigado pela PF, mas as interceptações sugerem seu empenho em atender demandas de interesse do executivo junto a órgãos públicos federais. No dia 18 dezembro de 2007, às 15h42, os dois se falaram e a PF gravou. Ramos liga para Sato e diz que “precisa de um favor”. O empresário quer um atalho para colocar na pauta da Agência Nacional do Petróleo (ANP) seu projeto para uma fábrica de biodiesel. Ramos explica que o processo “está na área jurídica” da agência e pede a Sato que faça um “pedido especial”. O genro do presidente se prontifica: “Estou ligando agora.”
A malha fina também pegou o deputado Délio Lima (PT-SC), ex-superintendente do Porto de Itajaí de janeiro de 2005 a março de 2006. Duas vezes prefeito de Blumenau, Lima é candidato novamente ao cargo. A mulher de Décio, Ana Paula Lima, é deputada estadual, líder da bancada do PT na Assembléia. Sato trabalha no gabinete de Ana, em Florianópolis. No dia 1º de abril, às 11h25, Ramos telefona para o parlamentar e diz que tem um “documento pendente na Receita”: “Para a gente poder se qualificar e vender biodiesel no leilão”, continua. Ele diz que “tá apavorado”. Décio pede que lhe seja transmitido e-mail “para entender direitinho com quem tem que falar”. Chico Ramos teria bancado hospedagem em hotel para Sato e vôos fretados para o deputado, além da aquisição de notebooks. Informações da Agência Estado''

 

Pobre Lurian, mas os jornalistas baianos foram muito bonzinhos, porque uma das publicações com mais prestígio no Brasil,a Veja  e à venda nos bons quiosques  (em Abrantes, o do Modelo) foi mais explícita:

 

Será que genro é parente? por Gustavo Ribeiro
Marcelo Sato, casado com a filha mais velha de Lula, aparece em investigação da Polícia Federal conversando com empresário acusado de formação de quadrilha, estelionato e corrupção
De Gustavo Ribeiro:
Não são raros os casos de chefes de estado que, vez por outra, se encontram na constrangedora situação de administrar fanfarronadas de parentes, amigos ou pessoas próximas. O presidente Lula não escapa dessa maldição. Ele já passou por essa situação algumas vezes, uma delas quando seu irmão Genival Inácio da Silva, o Vavá, foi pilhado pedindo dinheiro ("dois pau") a um empresário do ramo de jogos.
Agora, um genro do presidente aparece como protagonista de atos ilegais em uma investigação da Polícia Federal. O genro é Marcelo Sato, casado com Lurian, filha mais velha de Lula. Sato foi flagrado pelos policiais negociando o recebimento de 10.000 reais de um empresário ligado a uma quadrilha investigada por lavagem de dinheiro, operações cambiais clandestinas, ocultação de bens e tráfico de influência.
Equivaleria a um certificado de boa conduta se tudo o que esses parentes e meios-parentes de Lula tivessem obtido de benefícios próprios em sete anos de governo fossem os "dois pau" para Vavá e os 10.000 reais para Sato, que deveria repassá-los a Lurian, conforme as gravações da PF. Mas a questão não pode ser colocada em termos de valores absolutos.
É grave o caso de Marcelo Sato, oficialmente empregado como assessor parlamentar. O marido da filha do presidente prestava serviços a uma quadrilha, ora acompanhando processos em órgãos federais, ora usando sua condição de "genro" para agendar reuniões dos suspeitos com autoridades do governo.
É no terreno fértil das franjas do poder que florescem histórias desse tipo. VEJA teve acesso a relatórios policiais reservados da chamada Operação Influenza, que, durante dois anos, monitorou as atividades de uma quadrilha de empresários de Santa Catarina e de São Paulo apontados como responsáveis por desfalques milionários contra os cofres públicos.
O genro do presidente, segundo a PF, funcionava como lobista do grupo. Interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça mostram que Marcelo Sato mantinha relações estreitas com o empresário João Quimio Nojiri, preso em junho de 2008. Nojiri era quem determinava quais missões o genro deveria cumprir dentro do governo.
No dia 21 de maio de 2008, a polícia gravou uma conversa entre o empresário e um amigo de Lurian, identificado apenas como Guilherme. Nojiri conta que recebeu uma mensagem da filha do presidente, que estaria passando por dificuldades financeiras. O empresário, então, mandou depositar 10.000 reais para Lurian na conta-corrente de Marcelo Sato. "Tem certeza que tem que ser na conta dele?", pergunta o amigo. Nojiri liga para sua secretária e manda fazer a transferência do dinheiro.
A ajuda, porém, foi dada de maneira bem peculiar. João Nojiri pediu à secretária que fizesse "dois depósitos de 5" – uma provável medida de precaução contra a vigilância das autoridades, já que os bancos são obrigados a informar e identificar toda movimentação igual ou superior a 10.000 reais. Dividindo o repasse em dois, são nulas as possibilidades de a transação despertar a atenção da entidade fiscalizadora. "Estou fazendo um negócio pra você, tá? Tô sabendo que você tá precisando", informou o empresário a Marcelo Sato.
Lurian negou ter pedido dinheiro ao empresário Nojiri. "Não conheço esse homem. Nunca ouvi falar dele e não sei de dinheiro nenhum", garantiu ela. Marcelo Sato contradisse a esposa e admitiu a proximidade do casal com o investigado Nojiri, com quem teria uma amizade de dez anos.
A versão dada por Marcelo Sato para justificar o repasse de 10.000 reais para sua conta exige que a tese da amizade longa e sólida seja verdadeira. O dinheiro seria fruto de um empréstimo pessoal feito por Nojiri e que já teria sido pago por Sato. João Nojiri, por sua vez, confirmou o vínculo com a família Sato, mas não se recorda nem da doação, nem do empréstimo, nem do pagamento do empréstimo. Disse Nojiri: "Não me lembro desses detalhes".
A relação entre empresário e assessor não era uma via de mão única. Se Nojiri prontamente atendia às carências do amigo, também recebia a contrapartida. Em inúmeras conversas registradas pela PF, Marcelo Sato agenda almoços, reuniões e audiências em Brasília com políticos graúdos. Ele conta com o apoio do deputado federal Décio Lima, do PT catarinense.
O parlamentar, compadre do casal Sato, é íntimo dos acusados, mas também não se lembra de muita coisa: "Não tenho nenhuma relação com esse pessoal". Décio Lima pode ter esquecido, mas é sabido que ele com frequência tinha à sua disposição um avião da quadrilha investigada pela Polícia Federal. Em 14 de fevereiro de 2008, Sato, Décio e Nojiri estavam em Brasília. Sato disse que levaria o empresário para uma conversa com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, tão logo encerrasse a agenda oficial do dia. A Presidência da República informou que não há registro do en
 
In blogue de Marcelo Noblat http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/11/28/sera-que-genro-parente-245326.asp

 

 

Tanta chatice para o genro do Presidente e o Saldanha da Rocha e o seu Ministro de Relações Tribais  só convidaram a Senhora de Sato, isto é a Lurian. 

 

  

Lurian em fato tribal

ou melhor em pleno carnaval....

 

 

Ora isso não se faz, o Saldanha da Rocha devia saber que se convida uma Senhora, deve-se também convidar o marido......

 

Uma homem que faz versos (apesar de maus) devia ter mais em conta as regras do protocolo......

 

Mesmo que o Camarada Sato seja um tipo que chama a atenção dos policiais.....que lhe fazem a segurança  

 

Diácono Dirceu do Céu, correspondente em Terras de Vera Cruz



publicado por porabrantes às 21:44 | link do post | comentar

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