A Exma edil Albuquerque, promotora do MIAA e subordinada partidária da Chefa e por seu turno superior hierárquica da dita cuja (gloriosa confusão), está empenhada em destruir o centro para marcar o território!!!!
Disse-o ela, entre outros sonoros disparates, que analisaremos, nas declarações que fez à Lusa e que constituem uma gozosa antologia de ignorância, petulância, arrogância (à moda da saudosa Fátima Felgueiras, sua ex-camarada) e monumental mediocridade .....
Marcar o território?????
Resisto à caricatura que queria aqui colocar. Já ouvi isso noutro sítio. Aqui
Aí estava o agora empregado de Alves & Cª, o benemérito que ofereceu ao Barão o eucaliptal dos Burguetes, antes de arranjar o actual emprego.

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Disse isto: ''O autarca apresentou, de seguida, o programa integrado de valorização do centro histórico de Abrantes. Um dos projectos, em fase de conclusão, que pretende marcar a identidade abrantina, apostando no turismo cultural, é o futuro Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, da autoria do Arqt.º Carrilho da Graça.''
Era uma data histórica, naturalmente 28 de Maio de 2009.
Coincidência???
Não, o discurso de Carvalho é um discurso identitário de clara matriz neo-fascista. Por isso a data é um símbolo.
Para o empregado de Alves & Cª, para o distribuidor de eucaliptais aos pobres (1) com dinheiro público, Abrantes não tinha identidade, os abrantinos não possuíam Kultura e tinha de ser, ele, a dar-nos a nossa identidade.!!!!
Lembra-me o projecto de reconversão de Berlim desenhado por Hiler a meias com Speer.
Estou a ser original?
Não, estou a repetir o que disse um grande arquitecto americano, o Prof. Hawes logo no início da discussão do malfadado cubo.
Portanto a Maria do Céu repete um discurso de matriz neo-fascista, que pretende destruir o centro de Abrantes, como fez Salazar com a Alta de Coimbra.......
Quem seria o padrinho da D.Maria do Céu????
E a madrinha????
Políticos, naturalmente....
Cheiram-me a extremistas de direita.
Regressemos ao Cadaval. Também estava lá este homem:

Mister Sumavielle, carrilhista assanhado e protector da Arquitecta que autorizou o monstro na direcção do Igespar, Andreia Galvão.
Recordemos que foi Sumavielle, que, quando obscuro funcionário do património, defendeu que o projecto de Duarte Castel-Branco para São Domingos devia ser tomado como modelo de referência para obras de recuperação do património.
Não disse nada de especial, a não ser repetir a cassete do costume.

Pedro Roseta, ex-Ministra da Cultura e intelectual brilhante disse isto :
''O património é, segundo defende, algo dinâmico, reflexo das populações, e tem de ser «vivo, visitável, vivido». Deve também ser encarado como factor de desenvolvimento, permitindo «crescer sem perder as raízes». Como explicou, a cultura é hoje essencial para a economia moderna, sendo que o património, ao atrair turistas, especialistas, estudantes, entre outros, contribui, também ele, para a criação de emprego.
De acordo com Pedro Roseta, o desenvolvimento começa na pessoa humana e depende da sua atitude e empenhamento em relação à defesa do ambiente, do património e, por assim dizer, da sua consciência do viver em comunidade. Porque, como refere, «a herança degradada, degrada os seus herdeiros».''
Isto é o património para Pedro Roseta é tudo o contrário do que a carvalhista relapsa e contumaz Albuquerque quer fazer em Abrantes.

Falou ainda Guilherme Cardoso, arqueólogo da Assembleia Distrital de Lisboa, consagrou a sua intervenção ao tema “O convento dos dominicanos, sua recuperação e valorização.”
Explicou como se queria recuperar o Convento de Montejunto pela sua importância histórica.
Não sabemos se o Carvalho da Alves & Cª, actualmente especialista em coisas gerais, mandou uma bojarda, sugerindo a imediata demolição do imóvel....
Sabemos, sim, que estava para falar o peticionário e colaborador deste blogue arq. Gil Serras Pereira, especialista na recuperação de património, mas faltou.
Fez ele muito bem. É abrantino e um abrantino de bem deve recusar-se a sentar-se ao lado de quem quer destruir o património da sua terra.
Em compensação ofereceu um projecto à borla à CM do Cadaval.....
Miguel Abrantes, reviralhista
(1) Naturalmente pobres que cumpram certas condições: serem Barões, terem fracassado numa candidatura ao Benfica, terem participado em ocupações de empresas, terem sido do PCP, só ganharem 1500 euros exactamente e devido à sua pobreza terem problemas com as Finanças.
Ah! E já me esquecia, terem falido alguma vez.
Créditos: Fotos CM Cadaval, excepto a do Arq. Hawes que é do Amar-Abrantes
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